Flamengo – Futebol em Números http://futebolemnumeros.blogosfera.uol.com.br Aqui você que vê o futebol de uma maneira diferente. Números, estatísticas, dados, curiosidades, listas, recordes, traduzidos de maneira fácil para entender ainda melhor a história do futebol e o que rola dentro do campo. Fri, 21 Jul 2017 15:37:26 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.7.2 Quais os clubes que mais trocaram de técnico no século XXI http://futebolemnumeros.blogosfera.uol.com.br/2017/07/20/quais-os-clubes-que-mais-trocaram-de-tecnico-no-seculo-xxi/ http://futebolemnumeros.blogosfera.uol.com.br/2017/07/20/quais-os-clubes-que-mais-trocaram-de-tecnico-no-seculo-xxi/#respond Thu, 20 Jul 2017 19:13:00 +0000 http://futebolemnumeros.blogosfera.uol.com.br/?p=1768 O Atlético-MG demitiu hoje o técnico Roger Machado. Foi a 11ª mudança de treinador na Série A do Brasileirão que está na 15ª rodada. Dos 20 clubes participantes, dez já mudaram de treinador durante a competição – o Atlético-PR já trocou duas vezes.

Na temporada 2017, metade dos 12 grandes clubes do país mudaram de treinador: Grêmio, Renato Gaúcho; Corinthians, Fábio Carille; Flamengo, Zé Ricardo; Botafogo, Jair Ventura; Cruzeiro, Mano Menezes; e Fluminense, Abel Braga).

No século XXI, desde 2001, os 12 maiores clubes do país têm a média de mais de uma troca por temporada. No caso do Flamengo, Vasco e Fluminense, a média é de duas trocas por ano. O Atlético-MG, que demitiu hoje o técnico Roger, já trocou 30 vezes de treinador neste século. O São Paulo, clube que menos trocas fez, vem também aumentando o número de mudanças no comando da equipe. Desde 2015, o time já teve sete diferentes treinadores. Dois só esse ano.

Lista dos clubes que mais trocaram de técnicos no século XXI
Flamengo (37 trocas, 24 técnicos)
Vasco (36 trocas, 23 técnicos)
Fluminense (34 trocas, 24 técnicos)
Internacional (31 trocas, 23 técnicos)
Atlético-MG (30 trocas, 21 técnicos)
Botafogo (28 trocas, 27 técnicos)
Palmeiras (26 trocas, 23 técnicos)
Cruzeiro (25 trocas, 21 técnicos)
Grêmio (24 trocas, 21 técnicos)
Corinthians (24 trocas, 18 técnicos)
Santos (23 trocas, 18 técnicos)
São Paulo (22 trocas, 18 técnicos)

Abaixo a lista de todas as mudanças nos 12 grandes clubes do futebol brasileiro desde 2001.

Corinthians (24 trocas, 18 técnicos)
Darío Pereyra (2001), Vanderlei Luxemburgo (2001), Carlos Alberto Parreira (2002), Júnior (2003), Geninho (2003), Juninho Fonseca (2003-2004), Oswaldo de Oliveira (2004), Tite (2004-2005), Márcio Bittencourt (2005), Daniel Passarella (2005), Antônio Lopes (2005-2006), Ademar Braga (2006), Geninho (2006), Émerson Leão (2006-2007), Paulo César Carpegiani (2007), Nelsinho Basptista (2007), Mano Menezes (2008-2010), Adílson Batista (2010), Tite (2010-2013), Mano Menezes (2014), Tite (2015-2016), Cristóvão Borges (2016), Oswaldo de Oliveira (2016) e Fábio Carille (2017)

Palmeiras (26 trocas, 23 técnicos)
Marco Aurélio (2001), Celso Roth (2001), Vanderlei Luxemburgo (2002), Murtosa (2002), Levir Culpi (2002), Jair Picerni (2003-2004), Estevam Soares (2004-2005), Paulo Bonamigo (2005), Candinho (2005), Émerson Leão (2005-2006), Marcelo Vilar (2006), Tite (2006), Jair Picerni (2006), Caio Júnior (2007), Vanderlei Luxemburgo (2008-2009), Muricy Ramalho (2009-2010), Antônio Carlos Zago (2010), Luiz Felipe Scolari (2010-2012), Gilson Kleina (2012-2014), Ricardo Gareca (2014), Dorival Júnior (2014), Oswaldo de Oliveira (2015), Marcelo Oliveira (2015-2016), Cuca (2016), Eduardo Baptista (2017) e Cuca (2017)

Santos (23 trocas, 18 técnicos)
Geninho (2001), Cabralzinho (2001), Celso Roth (2002), Émerson Leão (2002-2004), Vanderlei Luxemburgo (2004), Oswaldo de Oliveira (2005), Alexandre Gallo (2005), Nelsinho Baptista (2005), Vanderlei Luxemburgo (2006-2007), Émerson Leão (2008), Cuca (2008), Márcio Fernandes (2008-2009), Vágner Mancini (2009), Vanderlei Luxemburgo (2009), Dorival Júnior (2010), Adilson Batista (2011), Muricy Ramalho (2011-2013), Claudinei Oliveira (2013), Oswaldo de Oliveira (2014), Enderson Moreira (2014-2015), Marcelo Fernandes (2015), Dorival Júnior (2015-2017) e Levir Culpi (2017)

São Paulo (22 trocas, 18 técnicos)
Osvaldo Alvarez (2001), Nelsinho Baptista (2001-2002), Oswaldo de Oliveira (2002-2003), Roberto Rojas (2003), Cuca (2004), Émerson Leão (2004-2005), Paulo Autuori (2005), Muricy Ramalho (2006-2009), Ricardo Gomes (2009-2010), Paulo César Carpegiani (2010-2011), Adílson Batista (2011), Émerson Leão (2011-2012), Ney Franco (2012-2013), Paulo Autuori (2013), Muricy Ramalho (2013-2015), Juan Carlos Osório (2015), Doriva (2015), Edgardo Bauza (2016), Ricardo Gomes (2016), Rogério Ceni (2017) e Dorival Júnior (2017)

Botafogo (28 trocas, 27 técnicos)
Sebastião Lazaroni (2001), Dé (2001), Paulo Autuori (2001-2002), Abel Braga (2001-2002), Arthur Bernardes (2002), Ivo Wortmann (2002), Carlos Alberto Torres (2002), Levir Culpi (2003-2004), Mauro Galvão (2004), Paulo Bonamigo (2004-2005), Paulo César Gusmão (2005), Péricles Chamusca (2005), Celso Roth (2005), Carlos Roberto (2006), Cuca (2006-2007), Mário Sérgio (2007), Cuca (2007-2008), Geninho (2008), Ney Franco (2008-2009), Estevam Soares (2009-2010), Joel Santana (2010-2011), Caio Júnior (2011), Oswaldo de Oliveira (2012-2013), Eduardo Hungaro (2014), Vágner Mancini (2014), René Simões (2015), Ricardo Gomes (2015-2016) e Jair Ventura (2016-2017)

Flamengo (37 trocas, 24 técnicos)
Zagallo (2001), Carlos Alberto Torres (2001-2002), João Carlos Costa (2002), Lula Pereira (2002), Evaristo de Macedo (2002-2003), Nelsinho Baptista (2003), Oswaldo de Oliveira (2003), Waldemar Lemos (2003), Abel Braga (2004), Paulo César Gusmão (2004), Ricardo Gomes (2004), Júlio César Leal (2005), Cuca (2005), Celso Roth (2005), Andrade (2005), Joel Santana (2005), Valdir Espinosa (2006), Waldemar Lemos (2006), Ney Franco (2006-2007), Joel Santana (2007-2008), Caio Júnior (2008), Cuca (2009), Andrade (2009-2010), Rogério Lourenço (2010), Silas (2010), Vanderlei Luxemburgo (2010-2012), Joel Santana (2012), Dorival Júnior (2012-2013), Jorginho (2013), Mano Menezes (2013), Jaime de Almeida (2013-2014), Ney Franco (2014), Vanderlei Luxemburgo (2014-2015), Cristóvão Borges (2015), Oswaldo de Oliveira (2015), Muricy Ramalho (2016) e Zé Ricardo (2016-2017)

Fluminense (34 trocas, 24 técnicos)
Valdir Espinosa (2001), Oswaldo de Oliveira (2001-2002), Waldemar Lemos (2002), Robertinho (2002), Renato Gaúcho (2002-2003), Joel Santana (2003), Renato Gaúcho (2003), Valdir Espinosa (2004), Ricardo Gomes (2004), Alexandre Gama (2004), Abel Braga (2005), Ivo Wortmann (2006), Paulo Campos (2006), Oswaldo de Oliveira (2006), Antônio Lopes (2006), Paulo César Gusmão (2006-2007), Joel Santana (2007), Renato Gaúcho (2007-2008), Cuca (2008), René Simões (2008-2009), Carlos Alberto Parreira (2009), Renato Gaúcho (2009), Cuca (2009-2010), Muricy Ramalho (2010-2011), Abel Braga (2011-2013), Vanderlei Luxemburgo (2013), Dorival Júnior (2013), Renato Gaúcho (2014), Cristóvão Borges (2014-2015), Ricardo Drubscky (2015), Enderson Moreira (2015), Eduardo Baptista (2015-2016), Levir Culpi (2016) e Abel Braga (2017)

Vasco (36 trocas, 23 técnicos)
Joel Santana (2001), Hélio dos Anjos (2001), Paulo César Gusmão (2001), Evaristo de Macedo (2002), Antônio Lopes (2002-2003), Mauro Galvão (2003), Geninho (2004), Joel Santana (2004-2005), Darío Lourenço (2005), Renato Gaúcho (2005-2007), Celso Roth (2007), Romário (2007), Valdir Espinosa (2007), Romário (2007-2008), Alfredo Sampaio (2008), Antônio Lopes (2008), Tita (2008), Renato Gaúcho (2008), Dorival Júnior (2009), Vágner Mancini (2010), Gaúcho (2010), Celso Roth (2010), Paulo César Gusmão (2010-2011), Ricardo Gomes (2011), Cristovão Borges (2011-2012), Marcelo Oliveira (2012), Gaúcho (2012-2013), Paulo Autuori (2013), Dorival Júnior (2013), Adílson Batista (2013-2014), Joel Santana (2014), Doriva (2015), Celso Roth (2015), Jorginho Campos (2015-2016), Cristóvão Borges (2017) e Milton Mendes (2017)

Atlético-MG (30 trocas, 21 técnicos)
Abel Braga (2001), Levir Culpi (2001-2002), Geninho (2002), Celso Roth (2003), Marcelo Oliveira (2003), Procópio Cardoso (2003), Paulo Bonamigo (2004), Jair Picerni (2004), Mário Sérgio (2004), Procópio Cardoso (2004-2005), Tite (2005), Marco Aurélio (2005), Lori Sandri (2005-2006), Levir Culpi (2006-2007), Zetti (2007), Emerson Leão (2007), Geninho (2008), Alexandre Gallo (2008), Marcelo Oliveira (2008), Emerson Leão (2008-2009), Celso Roth (2009), Vanderlei Luxemburgo (2010), Dorival Júnior (2010-2011), Cuca (2011-2013), Paulo Autuori (2014), Levir Culpi (2014-2015), Diego Aguirre (2016), Marcelo Oliveira (2016) e Roger Machado (2017)

Cruzeiro (25 trocas, 21 técnicos)
Luiz Felipe Scolari (2001), Paulo César Carpegiani (2001), Ivo Wortmann (2001), Marco Aurélio (2001-2002), Vanderlei Luxemburgo (2002-2004), Paulo César Gusmão (2004), Émerson Leão (2004), Marco Aurélio (2004), Levir Culpi (2005), Paulo César Gusmão (2005-2006), Oswaldo de Oliveira (2006), Paulo Autuori (2007), Dorival Júnior (2007), Adílson Batista (2008-2010), Cuca (2010-2011), Joel Santana (2011), Emerson Ávila (2011), Vágner Mancini (2011-2012), Celso Roth (2012), Marcelo Oliveira (2013-2015), Vanderlei Luxemburgo (2015), Mano Menezes (2015), Deivid (2016), Paulo Bento (2016) e Mano Menezes (2016-2017)

Grêmio (24 trocas, 21 técnicos)
Tite (2001-2003), Darío Pereyra (2003), Nestor Simionato (2003), Adílson Batista (2003-2004), José Luiz Plein (2004), Cuca (2004), Cláudio Duarte (2004), Hugo de León (2005), Mano Menezes (2005-2007), Vágner Mancini (2008), Celso Roth (2008-2009), Paulo Autuori (2009), Silas (2010), Renato Gaúcho (2010-2011), Julinho Camargo (2011), Celso Roth (2011), Caio Júnior (2012), Vanderlei Luxemburgo (2012-2013), Renato Gaúcho (2013), Enderson Moreira (2014), Luiz Felipe Scolari (2014-2015), Roger Machado (2015-2016) e Renato Gaúcho (2016-2017)

Internacional (31 trocas, 23 técnicos)
Zé Mário (2001), Cláudio Duarte (2001), Carlos Alberto Parreira (2001), Ivo Wortmann (2002), Guto Ferreira (2002), Celso Roth (2002), Cláudio Duarte (2002), Muricy Ramalho (2003), Lori Sandri (2004), Joel Santana (2004), Muricy Ramalho (2004-2005), Abel Braga (2006-2007), Alexandre Gallo (2007), Abel Braga (2007-2008), Tite (2008-2009), Mário Sérgio (2009), Jorge Fossati (2010), Celso Roth (2010-2011), Paulo Roberto Falcão (2011), Dorival Júnior (2011-2012), Fernandão (2012), Dunga (2013), Clemer (2013), Abel Braga (2014), Diego Aguirre (2015), Argel Fucks (2015-2016), Paulo Roberto Falcão (2016), Celso Roth (2016), Lisca (2016), Antônio Carlos Zago (2017) e Guto Ferreira (2017)

 

 

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Flamengo: melhor aproveitamento numa temporada desde 1980 http://futebolemnumeros.blogosfera.uol.com.br/2017/07/07/flamengo-melhor-aproveitamento-numa-temporada-desde-1980/ http://futebolemnumeros.blogosfera.uol.com.br/2017/07/07/flamengo-melhor-aproveitamento-numa-temporada-desde-1980/#comments Fri, 07 Jul 2017 14:26:53 +0000 http://futebolemnumeros.blogosfera.uol.com.br/?p=1746 Campeão Carioca invicto e com apenas quatro derrotas em 2017, o Flamengo do técnico Zé Ricardo vem conseguindo bons números na temporada. Até aqui, em 41 jogos oficiais, o time conquistou 25 vitórias e mais 12 empates, ficando assim com um aproveitamento de 70,7% dos pontos. O melhor do rubro-negro desde 1980, ano em que foi campeão brasileiro e terminou a temporada com 71,2% de aproveitamento (27 vitórias, 13 empates e 4 derrotas em 44 jogos).

Em sua história, pegando o desempenho ano a ano, a melhor temporada recente do Fla em termos de aproveitamento foi em 1979, quando conquistou 82% dos pontos disputados. Anteriormente, o time teve mais de 80% de aproveitamento duas vezes na era do amadorismo (1920 e 1925) e depois em 1942. Desde 1912, quando estreou no Campeonato Carioca, o Flamengo conseguiu um aproveitamento superior a 70% em 24 temporadas (considerando 3 pontos por vitória e 1 por empate), sendo 14 no profissionalismo: 1937, 1939, 1940, 1941, 1942, 1944, 1953, 1976, 1977, 1978, 1979, 1980 e, por enquanto, em 2017.

Outros números importantes do Flamengo de 2017 são do seu ataque e de sua defesa. Nessa temporada, o time já marcou 80 gols em 41 jogos, média de 1,95, a maior desde 2000, quando o rubro-negro fechou pela última vez um ano com média superior a 2 gols por jogo (2,08). Já a sua defesa, que sofreu 30 gols em 2017, tem a boa média de 0,73 gol sofrido por partida. A melhor desde 1987, quando teve média de 0,62 (levou 31 gols em 50 jogos).
Resumo da temporada do Flamengo ano a ano

Ano J V E D GP GS aprov. mgp mgs
2017 41 25 12 4 80 30 70,7 1,95 0,73
2016 66 34 16 16 97 59 59,6 1,47 0,89
2015 62 30 10 22 86 67 53,8 1,39 1,08
2014 69 34 15 20 108 83 56,5 1,57 1,20
2013 68 33 18 17 97 69 57,4 1,43 1,01
2012 63 26 19 18 84 72 51,3 1,33 1,14
2011 67 32 25 10 104 70 60,2 1,55 1,04
2010 66 28 20 18 104 82 52,5 1,58 1,24
2009 66 34 20 12 108 69 61,6 1,64 1,05
2008 48 25 11 12 84 58 59,7 1,75 1,21
2007 62 30 15 17 95 81 56,5 1,53 1,31
2006 61 25 15 21 87 76 49,2 1,43 1,25
2005 60 20 19 21 80 85 43,9 1,33 1,42
2004 76 29 23 24 105 87 48,2 1,38 1,14
2003 72 32 16 24 109 109 51,9 1,51 1,51
2002 76 23 17 36 123 135 37,7 1,62 1,78
2001 75 34 15 26 112 89 52,0 1,49 1,19
2000 72 36 16 20 150 99 57,4 2,08 1,38
1999 69 37 12 20 130 85 59,4 1,88 1,23
1998 54 22 15 17 85 71 50,0 1,57 1,31
1997 75 38 19 18 125 74 59,1 1,67 0,99
1996 59 34 12 13 101 57 64,4 1,71 0,97
1995 70 39 16 15 130 73 63,3 1,86 1,04
1994 44 17 14 13 57 49 49,2 1,30 1,11
1993 74 34 22 18 136 88 55,9 1,84 1,19
1992 57 29 15 13 100 55 59,6 1,75 0,96
1991 59 32 16 11 90 58 63,3 1,53 0,98
1990 53 25 16 12 88 47 57,2 1,66 0,89
1989 52 26 14 12 84 47 59,0 1,62 0,90
1988 55 22 18 15 78 41 50,9 1,42 0,75
1987 50 24 18 8 59 31 60,0 1,18 0,62
1986 53 27 15 11 79 36 60,4 1,49 0,68
1985 51 25 16 10 73 37 59,5 1,43 0,73
1984 57 34 14 9 98 49 67,8 1,72 0,86
1983 57 32 11 14 114 64 62,6 2,00 1,12
1982 53 33 9 11 111 54 67,9 2,09 1,02
1981 68 41 19 8 141 55 69,6 2,07 0,81
1980 44 27 13 4 90 39 71,2 2,05 0,89
1979 61 47 9 5 156 45 82,0 2,56 0,74
1978 48 30 11 7 93 34 70,1 1,94 0,71
1977 48 32 10 6 106 23 73,6 2,21 0,48
1976 50 34 9 7 106 34 74,0 2,12 0,68
1975 58 32 10 16 108 53 60,9 1,86 0,91
1974 51 29 15 7 83 36 66,7 1,63 0,71
1973 52 25 9 18 65 50 53,8 1,25 0,96
1972 55 27 17 11 67 41 59,4 1,22 0,75
1971 39 13 17 9 40 31 47,9 1,03 0,79
1970 34 16 9 9 44 26 55,9 1,29 0,76
1969 34 14 10 10 44 41 51,0 1,29 1,21
1968 34 13 11 10 45 36 49,0 1,32 1,06
1967 32 10 9 13 52 54 40,6 1,63 1,69
1966 27 15 7 5 44 25 64,2 1,63 0,93
1965 30 16 7 7 37 29 61,1 1,23 0,97
1964 37 20 9 8 63 36 62,2 1,70 0,97
1963 33 21 5 7 60 30 68,7 1,82 0,91
1962 31 20 5 6 64 24 69,9 2,06 0,77
1961 37 20 6 11 65 51 59,5 1,76 1,38
1960 31 17 6 8 55 40 61,3 1,77 1,29
1959 31 16 7 8 72 40 59,1 2,32 1,29
1958 35 21 7 7 90 44 66,7 2,57 1,26
1957 31 19 7 5 79 34 68,8 2,55 1,10
1956 22 14 3 5 61 24 68,2 2,77 1,09
1955 39 25 4 10 103 55 67,5 2,64 1,41
1954 36 22 7 7 74 41 67,6 2,06 1,14
1953 36 22 10 4 91 47 70,4 2,53 1,31
1952 26 15 3 8 68 35 61,5 2,62 1,35
1951 27 14 4 9 54 40 56,8 2,00 1,48
1950 27 9 5 13 68 62 39,5 2,52 2,30
1949 20 12 3 5 53 28 65,0 2,65 1,40
1948 20 13 2 5 59 36 68,3 2,95 1,80
1947 20 11 4 5 54 38 61,7 2,70 1,90
1946 24 14 3 7 81 45 62,5 3,38 1,88
1945 18 11 3 4 55 26 66,7 3,06 1,44
1944 18 13 2 3 50 18 75,9 2,78 1,00
1943 18 11 6 1 51 18 72,2 2,83 1,00
1942 27 20 5 2 87 29 80,2 3,22 1,07
1941 28 20 4 4 85 32 76,2 3,04 1,14
1940 32 23 4 5 102 42 76,0 3,19 1,31
1939 24 16 4 4 67 34 72,2 2,79 1,42
1938 16 10 2 4 47 22 66,7 2,94 1,38
1937 22 15 5 2 83 34 75,8 3,77 1,55
1936 18 10 5 3 48 23 64,8 2,67 1,28
1935 15 8 4 3 36 22 62,2 2,40 1,47
1934 12 4 2 6 35 29 38,9 2,92 2,42
1933 10 2 1 7 11 18 23,3 1,10 1,80
1932 22 13 5 4 50 30 66,7 2,27 1,36
1931 20 10 1 9 30 46 51,7 1,50 2,30
1930 20 6 0 14 37 41 30,0 1,85 2,05
1929 20 4 4 12 26 42 26,7 1,30 2,10
1928 20 13 0 7 50 35 65,0 2,50 1,75
1927 18 13 2 3 47 32 75,9 2,61 1,78
1926 18 7 5 6 53 40 48,1 2,94 2,22
1925 18 14 3 1 61 18 83,3 3,39 1,00
1924 14 10 2 2 44 21 76,2 3,14 1,50
1923 14 8 3 3 39 23 64,3 2,79 1,64
1922 12 6 3 3 24 11 58,3 2,00 0,92
1921 13 6 5 2 35 25 59,0 2,69 1,92
1920 18 13 5 0 44 19 81,5 2,44 1,06
1919 18 13 2 3 51 22 75,9 2,83 1,22
1918 18 9 3 6 55 43 55,6 3,06 2,39
1917 18 12 2 4 45 25 70,4 2,50 1,39
1916 12 4 3 5 23 22 41,7 1,92 1,83
1915 12 8 4 0 35 11 77,8 2,92 0,92
1914 12 8 3 1 24 15 75,0 2,00 1,25
1913 15 10 2 3 44 13 71,1 2,93 0,87
1912 14 10 2 2 66 16 76,2 4,71 1,14

J: jogos; V: vitórias; E: empates; D: derrotas; GP: gols pró; GS: gols sofridos; Aprov: aproveitamento (%); mgp: média de gols pró; mgs: média de gols sofridos

 

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Os clubes que ficaram mais rodadas no G4 e no Z4 desde 2003 http://futebolemnumeros.blogosfera.uol.com.br/2017/07/04/os-clubes-que-ficaram-mais-rodadas-no-g4-e-no-z4-desde-2003/ http://futebolemnumeros.blogosfera.uol.com.br/2017/07/04/os-clubes-que-ficaram-mais-rodadas-no-g4-e-no-z4-desde-2003/#comments Tue, 04 Jul 2017 20:20:49 +0000 http://futebolemnumeros.blogosfera.uol.com.br/?p=1735 Com a derrota para o Flamengo no último domingo, o São Paulo caiu para a 17ª colocação no Brasileirão e entrou para a zona do rebaixamento pela primeira vez desde 25ª rodada de 2013. Desde o início da era dos pontos corridos, o São Paulo é um dos times que passou menos rodadas entre os quatro últimos.

Das 563 rodadas disputadas até hoje, o Tricolor ficou apenas 21 rodadas entre os quatro últimos – ou apenas 3,7% das rodadas na temível zona. Dos 12 grandes clubes, o Internacional é o que menos ficou no Z4 (18 rodadas – 3,3%). O Colorado, porém, ficou 13 dessas rodadas no Z4 em 2016 e acabou rebaixado.

Dos 41 clubes que disputaram o Brasileirão desde 2003, o Figueirense, que hoje está na Série B, é o time que ficou mais rodadas na zona do rebaixamento (108), seguido por Atlético-PR (98) e Atlético-MG (95). Na porcentagem, porém, o Joinville é o recordista com 100% (ficou todas as 38 rodadas de 2015 no Z4). Na sequência, aparecem América-MG, América-RN e Ipatinga (todos com 92,1%).

Por outro lado, o São Paulo é o time que mais vezes ficou no G4 desde 2003 – 241 rodadas, seguido por Cruzeiro (212 – e que desde o título de 2014 não fica entre os quatro primeiros) e Corinthians 196. Na porcentagem das rodadas disputadas e o número de vezes que os clubes ficaram no G4, os três clubes também lideram: São Paulo (42,8%), Cruzeiro (37,7%) e Corinthians (37,3%).

Clubes mais vezes ficaram no G4 (2003-2017)

Clube Rodadas
São Paulo 241
Cruzeiro 212
Corinthians 196
Grêmio 178
Internacional 176
Santos 172
Palmeiras 150
Fluminense 147
Atlético-MG 141
Botafogo 109
Flamengo 81
Vasco 71
Goiás 60
Atlético-PR 58
Coritiba 43
Ponte Preta 32
Paraná 26
Vitória 25
Sport 20
São Caetano 18
Figueirense 16
Ceará 10
Juventude 9
Náutico 9
Criciúma 6
Chapecoense 6
Avaí 4
Santa Cruz 4
Bahia 3
Guarani 1
Santo André 1


Porcentagem (rodadas disputadas x rodadas no G4 entre 2003-2017)

Clube %
São Paulo 42,8
Cruzeiro 37,7
Corinthians 37,3
Grêmio 34,2
Internacional 31,9
Palmeiras 31,3
Santos 30,6
Atlético-MG 27,1
Fluminense 26,1
Botafogo 22,8
Vasco 15,8
Flamengo 14,4
Goiás 13,7
Ceará 13,2
Paraná 12,4
Atlético-PR 11,0
São Caetano 10,5
Coritiba 9,6
Ponte Preta 9,6
Vitória 7,6
Sport 7,2
Santa Cruz 5,3
Chapecoense 4,8
Náutico 4,7
Juventude 4,3
Figueirense 3,7
Criciúma 3,6
Santo André 2,6
Avaí 2,5
Bahia 1,4
Guarani 0,8


Clubes mais vezes ficaram no Z4 (2003-2017)

Clube Rodadas
Figueirense 108
Atlético-PR 98
Atlético-MG 95
Náutico 92
Botafogo 89
Vasco 85
Coritiba 83
Goiás 77
Sport 73
Atlético-GO 71
América-MG 70
Flamengo 69
Avaí 67
Santa Cruz 61
Fluminense 57
Paysandu 54
Vitória 50
Palmeiras 49
Criciúma 43
Ponte Preta 42
Corinthians 42
Portuguesa 41
Bahia 39
Paraná 39
Joinville 38
Santos 38
Grêmio 37
Guarani 36
América-RN 35
Ipatinga 35
Juventude 34
Fortaleza 30
Prudente 25
Cruzeiro 24
Brasiliense 21
São Paulo 21
Internacional 18
São Caetano 17
Santo André 15
Ceará 10
Chapecoense 9


Porcentagem (rodadas disputadas x rodadas no Z4 entre 2003-2017)

Clube Rodadas
Joinville 100
América-MG 92,1
América-RN 92,1
Ipatinga 92,1
Santa Cruz 80,3
Atlético-GO 56,8
Brasiliense 50
Náutico 48,4
Avaí 41,1
Paysandu 40,3
Santo André 39,5
Portuguesa 36
Prudente 32,9
Guarani 27,7
Sport 26,4
Criciúma 25,6
Figueirense 24,7
Fortaleza 23,8
Vasco 18,9
Atlético-PR 18,7
Bahia 18,7
Botafogo 18,6
Paraná 18,6
Coritiba 18,5
Atlético-MG 18,1
Goiás 17,6
Juventude 16,2
Vitória 15,1
Ceará 13,2
Ponte Preta 12,5
Flamengo 12,3
Palmeiras 10,2
Fluminense 10,1
São Caetano 9,9
Corinthians 8
Chapecoense 7,2
Grêmio 7,1
Santos 6,7
Cruzeiro 4,3
São Paulo 3,7
Internacional 3,3

 

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Guerrero: 3º gringo com mais gols em Brasileiros http://futebolemnumeros.blogosfera.uol.com.br/2017/06/24/guerrero-3o-gringo-com-mais-gols-em-brasileiros/ http://futebolemnumeros.blogosfera.uol.com.br/2017/06/24/guerrero-3o-gringo-com-mais-gols-em-brasileiros/#comments Sat, 24 Jun 2017 07:00:03 +0000 http://futebolemnumeros.blogosfera.uol.com.br/?p=1712 Autor de 3 gols na goleada do Flamengo por 5 x 1 sobre a Chapecoense nessa 9ª rodada do Brasileirão, o atacante peruano Paolo Guerrero chegou a marca de 38 gols em sua história pela competição, somando a passagem dele pelo Corinthians.

Com isso, Guerrero deixou para trás Barcos e Fischer (37 gols) e Conca e D’Alessandro (36) e pulou para o 3º lugar entre os estrangeiros com mais gols na história do Campeonato Brasileiro. À sua frente, estão o colombiano Victor Aristizábal, que jogou por São Paulo, Santos, Vitória, Cruzeiro e Coritiba, autor de 47 gols, e o sérvio Petkovic, recordista com 83 gols entre 1997 e 2011, quando jogou por Vitória, Flamengo, Vasco, Fluminense, Goiás, Santos e Atlético-MG.

Entre os jogadores em atividade nessa Série A, depois de Guerrero, os gringos com mais gols em Brasileiros são Conca (36), Montillo (28), Lucas Pratto (21), Copete (13), Joel (11), Romero (10), Ábila (10), Lugano (10) e Lucas Barrios (8).

Estrangeiros com mais gols na história do Campeonato Brasileiro (1971-2017):

Jogador País Gols Período
Petkovic Sérvia 83 1997-2011
Aristizábal Colômbia 47 1996-2004
Guerrero Peru 38 2012-2017
Barcos Argentina 37 2012-2014
Fischer Argentina 37 1972-1976
Conca Argentina 36 2007-2017
D’Alessandro Argentina 36 2008-2015
Marcelo Moreno Bolívia 34 2007-2014
Doval Argentina 31 1972-1978
Pedro Rocha Uruguai 31 1972-1978
Herrera Argentina 30 2006-2015
Montillo Argentina 28 2010-2017
Arce Paraguai 26 1995-2002
Tevez Argentina 25 2005-2006
Loco Abreu Uruguai 25 1998-2012
David Ferreira Colômbia 22 2005-2008
Lucas Pratto Argentina 21 2015-2017
Romerito Paraguai 19 1984-1988
Maxi Biancucchi Argentina 19 2007-2014
Acosta Uruguai 19 2007-2009
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São Paulo, Fla e Vasco não venceram Atlético-PR na Arena da Baixada http://futebolemnumeros.blogosfera.uol.com.br/2017/06/20/sao-paulo-fla-e-vasco-nao-venceram-atletico-pr-na-arena-da-baixada/ http://futebolemnumeros.blogosfera.uol.com.br/2017/06/20/sao-paulo-fla-e-vasco-nao-venceram-atletico-pr-na-arena-da-baixada/#comments Wed, 21 Jun 2017 01:40:35 +0000 http://futebolemnumeros.blogosfera.uol.com.br/?p=1704 Desde que o Atlético-PR fez o seu novo estádio, a Arena da Baixada, no lugar do antigo Joaquim Américo, o time passou a ser um dos mandantes mais temidos do Brasileirão. Dos 42 clubes que enfrentou pela competição nacional desde 1999, o Furacão leva vantagem contra quase todos.

Entre os 12 grandes, três deles ainda não venceram o Atlético-PR na Arena da Baixada: Flamengo, Vasco e São Paulo, adversário do Furacão de amanhã, em Curitiba. O tricolor paulista, em 15 jogos, perdeu 11 e empatou quatro. O São Paulo, aliás, carrega um tabu ainda maior contra o Atlético-PR como visitante, já que em 2013 e 2014, o Furacão venceu um jogo no Durival de Britto (Curitiba) e os times empataram outro em Uberlândia. No histórico geral, dos 23 jogos do Atlético-PR como mandante diante do São Paulo, foram 13 vitórias, 9 empates e apenas 1 vitória do São Paulo, em 1982, há 35 anos, no estádio Couto Pereira.

Desempenho do Atlético-PR contra os 12 grandes na Arena da Baixada, em Brasileiros, desde 1999:
Atlético-MG (8 vitórias, 4 empates e 3 derrotas – última em 2011)
Botafogo (8 vitórias, 1 empate e 2 derrotas – última em 2008)
Corinthians (6 vitórias, 4 empates e 3 derrotas – última em 2015)
Cruzeiro (5 vitórias, 4 empates e 2 derrotas – última em 2010)
Flamengo (11 vitórias, 5 empates e 0 derrota)
Fluminense (5 vitórias, 4 empates e 5 derrotas – última em 2015)
Grêmio (4 vitórias, 4 empates e 3 derrotas – última em 2017)
Internacional (8 vitórias, 1 empate e 6 derrotas – última em 2014)
Palmeiras (5 vitórias, 6 empates e 2 derrotas – última em 2016)
Santos (7 vitórias, 5 empates e 3 derrotas – última em 2017)
São Paulo (11 vitórias, 4 empates e 0 derrota)
Vasco (7 vitórias, 3 empates e 0 derrota)

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Quem mais usa atleta da base no Brasileirão http://futebolemnumeros.blogosfera.uol.com.br/2017/06/20/quem-mais-usa-atleta-da-base-no-brasileirao/ http://futebolemnumeros.blogosfera.uol.com.br/2017/06/20/quem-mais-usa-atleta-da-base-no-brasileirao/#comments Tue, 20 Jun 2017 03:14:12 +0000 http://futebolemnumeros.blogosfera.uol.com.br/?p=1698 Após oito rodadas no Brasileirão, os 20 clubes da Série A utilizaram 503 jogadores, média de 25,1 jogadores por clube. O Grêmio, que na 2ª rodada colocou um time reserva contra o Sport, foi o time que mais utilizou jogadores até aqui (30), seguido por Atlético-PR (29), Atlético-MG, Fluminense e Sport (28 cada). Por outro lado, Chapecoense (20) e Atlético-GO e Coritiba (21) foram os que menos utilizaram.

E dos 503 jogadores que entraram em campo nesse Brasileiro, 124 são oriundos das categorias de base dos clubes (24,7%). Sendo que 79 subiram diretamente da base para o profissional, enquanto outros 45 chegaram a ser emprestados antes de retornar ao clube onde foi revelado.

O Vasco, com 13 jogadores, é o time com mais atletas da base nesse Brasileirão, sendo oito que vieram direto das categorias de base e mais cinco que voltaram após empréstimos. O clube cruz-maltino colocou em campo, então, 48,1% dos atletas formados na base nesse Brasileirão. Nessa porcentagem, depois do Vasco, aparecem Atlético-PR (41,4%), Fluminense (39,3%), Corinthians (39,1%), Grêmio (36,6%) e Atlético-MG (32,1%). Por outro lado, a Chapecoense, que não colocou jogadores da base nesse Brasileiro, e Palmeiras (que usou apenas um), são os clubes com menos atletas da base.

Clubes que mais usaram jogadores da base no Brasileirão de 2017:

Clube Base 1* Base 2** Total base
Vasco 8 5 13
Atlético-PR 5 7 12
Grêmio 9 2 11
Fluminense 5 6 11
Atlético-MG 5 5 10
Corinthians 3 5 8
Sport 6 1 7
Santos 5 2 7
Botafogo 5 2 7
São Paulo 5 2 7
Cruzeiro 3 3 6
Flamengo 5 1 6
Vitória 5 0 5
Ponte Preta 2 2 4
Bahia 2 1 3
Avaí 3 0 3
Coritiba 1 1 2
Palmeiras 1 0 1
Atlético-GO 1 0 1
Chapecoense 0 0 0

* Base 1 (jogadores que subiram diretamente da categoria de base para o elenco profissional atual)
* Base 2 (jogador revelados pelo clube, mas que saíram por empréstimo ou vendidos, e depois retornaram ao clube)

Percentual de jogadores da base no total de jogadores utilizados nesse Brasileirão:

Clube Utilizados Total base % jogadores da base
Vasco 27 13 48,1
Atlético-PR 29 12 41,4
Fluminense 28 11 39,3
Corinthians 23 9 39,1
Grêmio 30 11 36,6
Atlético-MG 28 10 35,7
Botafogo 25 7 28,0
Cruzeiro 23 6 26,1
Santos 27 7 25,9
São Paulo 27 7 25,9
Sport 28 7 25,0
Flamengo 25 6 24,0
Vitória 27 5 18,5
Ponte Preta 28 4 15,4
Avaí 22 3 13,6
Bahia 23 3 13,0
Coritiba 21 2 9,5
Atlético-GO 21 1 4,8
Palmeiras 25 1 4,0
Chapecoense 20 0 0,0


Jogadores que vieram das categorias de base:

Atlético-GO
Luiz Fernando (meia)

Atlético-MG
Marcos Rocha* (lateral direito), Alex Silva* (lateral direito), Gabriel (zagueiro), Rodrigão* (zagueiro), Yago (volante), Ralph (volante), Thalis (meia), Élder Santana* (atacante) e Capixaba (atacante)

Atlético-PR
Cleberson (zagueiro), Zé Ivaldo (zagueiro), Sidcley* (lateral esquerdo), Nicolas (lateral esquerdo), Marcão* (lateral esquerdo), Otávio (volante), Bruno Mota* (volante), Deivid* (volante), Matheus Rossetto* (meia), João Pedro* (meia), Douglas Coutinho* (atacante) e Yago (atacante)

Avaí
Lourenço (meia), Iury (meia) e Rômulo (atacante)

Bahia
Jean (goleiro), Rodrigo Becão (zagueiro) e Feijão* (volante)

Botafogo
Igor Rabello* (zagueiro), Emerson Santos (zagueiro), Marcelo (zagueiro), Fernandes (volante), Matheus Fernandes (meia), Pachu* (atacante) e Renan Gorne (atacante)

Corinthians
Fágner* (lateral direito), Pedro Henrique* (zagueiro), Léo Santos (zagueiro), Guilherme Arana* (lateral esquerdo), Maycon* (volante), Léo Jabá (atacante), Pedrinho (atacante) e Jô* (atacante)

Coritiba
Dodô (lateral direito) e Wallison Maia* (zagueiro)

Cruzeiro
Murilo (zagueiro), Lucas Silva* (volante), Alisson* (meia), Élber* (atacante), Raniel (atacante) e Alex (atacante)

Flamengo
Thiago (goleiro), Juan* (zagueiro), Matheus Sávio (meia), Lucas Paquetá (meia), Felipe Vizeu (atacante) e Vinícius Júnior (atacante)

Fluminense
Nogueira* (zagueiro), Léo (lateral esquerdo), Mascarenhas (lateral esquerdo), Wendel (volante), Douglas (volante), Luiz Fernando* (meia), Matheus Alessandro* (meia), Pedro* (atacante), Marcos Júnior (atacante), Wellington* (atacante) e Marcos Calazans* (atacante)

Grêmio
Marcelo Grohe (goleiro), Léo (goleiro), Rafael Thyere* (zagueiro), Kaio (volante), Arthur (volante), Machado (meia), Conrado (meia), Lima* (meia), Lincoln (meia), Nicolas Careca (atacante), Everton (atacante) e Pedro Rocha (atacante)

Palmeiras
Matheus Iacovelli (atacante)

Ponte Preta
Aranha* (goleiro), Jeferson (lateral direito), Rodrigo* (zagueiro) e Ravanelli (meia)

Santos
Daniel Guedes (lateral direito), Lucas Veríssimo (zagueiro), Zeca (lateral esquerdo), Thiago Maia (volante), Alison* (volante), Léo Cittadini* (meia) e Arthur Gomes (atacante)

São Paulo
Rodrigo Caio (zagueiro), Lucão (zagueiro), Éder Militão (volante), João Schimidt* (volante), Lucas Fernandes (meia), Léo Natel (atacante) e Luiz Araújo (atacante)

Sport
Evandro (lateral esquerdo), Neto Moura (volante), Fabrício (volante), Thalysson (volante), Ronaldo (volante), Everton Felipe* (meia) e Juninho* (atacante)

Vasco
Jomar* (zagueiro), Henrique (lateral esquerdo), Alan (lateral esquerdo), Bruno Gallo* (volante), Bruno Cosendey* (volante), Douglas (volante), Mateus Vital (volante), Guilherme* (meia), Evander (meia), Caio Monteiro (meia), Paulo Vítor (atacante), Muriqui* (atacante) e Thalles (atacante)

Vitória
Euller (lateral esquerdo), Flávio (volante), Jhemerson (meia), David (atacante) e Rafaelson (atacante)
* Saíram e voltaram ao clube
Em vermelho os jogadores que deixaram o clube nesse Brasileirão

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Os estádios mais temidos do Brasileirão de 2017 http://futebolemnumeros.blogosfera.uol.com.br/2017/06/02/os-estadios-mais-temidos-do-brasileirao-de-2017/ http://futebolemnumeros.blogosfera.uol.com.br/2017/06/02/os-estadios-mais-temidos-do-brasileirao-de-2017/#comments Fri, 02 Jun 2017 12:35:19 +0000 http://futebolemnumeros.blogosfera.uol.com.br/?p=1629 Dos 20 clubes da Série A de 2017, 13 têm estádios próprios e mandam praticamente todos os seus jogos lá –  Corinthians, Palmeiras, São Paulo, Santos, Ponte Preta, Grêmio, Atlético-PR, Coritiba, Vasco, Vitória, Avaí, Chapecoense e Sport. Outros três costumam jogar nos estádios em que têm acordos, como Cruzeiro, Atlético-MG, Flamengo, Fluminense, Botafogo, Bahia e Atlético-GO.

Desses, o Corinthians, em sua nova casa, é quem tem o melhor desempenho com 75,6% de aproveitamento em sua nova casa, a Arena Corinthians, inaugurada em 2014. No Pacaembu, onde mais jogou anteriormente, seu aproveitamento é de 64,2%.

Dos clubes com novos estádios, o Grêmio é outro com bom desempenho com 71,2% de aproveitamento, o terceiro melhor, atrás apenas do Atlético-MG no Independência (73,9%). O Palmeiras, no Allianz Parque, ainda não tem o desempenho melhor do que no antigo Parque Antártica (66,7% contra 69,4%). Já o São Paulo, clube com mais jogos como mandante em um estádio, tem o quinto melhor aproveitamento no Morumbi com 67,6%

Clubes com os melhores aproveitamentos em casa no Brasileirão desde 1971:

Clube Estádio J V E D Aprov.(%)
Corinthians Arena Corinthians 52 34 14 4 74,4%
Atlético-MG Independência 120 80 26 14 73,9%
Grêmio Arena do Grêmio 74 48 14 12 71,2%
Palmeiras Parque Antártica 306 190 67 49 69,4%
São Paulo Morumbi 592 351 147 94 67,6%
Santos Vila Belmiro 464 275 115 74 67,5%
Grêmio Olímpico 532 309 137 86 66,7%
Palmeiras Allianz Parque 37 22 8 7 66,7%
Atlético-PR Arena da Baixada 271 156 71 44 66,3%
Cruzeiro Mineirão 545 307 140 98 64,9%
Corinthians Pacaembu 386 216 95 75 64,2%
Atlético-MG Mineirão 456 250 120 86 63,6%
Vasco São Januário 370 199 98 73 62,6%
Flamengo Maracanã 483 259 123 101 62,1%
Vitória Barradão 247 131 58 58 60,9%
Coritiba Couto Pereira 497 258 128 111 60,5%
Botafogo Engenhão 80 41 22 17 60,4%
Ponte Preta Moisés Lucarelli 315 162 81 72 60,0%
Fluminense Maracanã 396 198 110 88 59,3%
Sport Ilha do Retiro 356 180 93 83 59,3%
Bahia Fonte Nova 386 179 123 84 57,0%
Botafogo Maracanã 256 123 69 64 57,0%
Chapecoense Arena Condá 58 27 18 13 56,9%
Vasco Maracanã 199 86 66 47 54,3%
Vitória Fonte Nova 186 79 61 46 53,4%
Avaí Ressacada 77 31 24 22 50,6%
Atlético-GO Serra Dourada 82 33 18 31 47,6%

 

 

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Flamengo: brasileiro com mais quedas na fase de grupos da Libertadores http://futebolemnumeros.blogosfera.uol.com.br/2017/05/18/flamengo-brasileiro-com-mais-quedas-na-fase-de-grupos-da-libertadores/ http://futebolemnumeros.blogosfera.uol.com.br/2017/05/18/flamengo-brasileiro-com-mais-quedas-na-fase-de-grupos-da-libertadores/#comments Thu, 18 May 2017 15:37:52 +0000 http://futebolemnumeros.blogosfera.uol.com.br/?p=1608 Ao perder de virada, ontem, para o San Lorenzo-ARG, em Buenos Aires (2 x 1), o Flamengo deu adeus à Copa Libertadores de 2017. Foi a quinta eliminação do rubro-negro em 12 participações na competição ainda na fase de grupos. Desde 1960, nenhum clube brasileiro caiu tantas vezes nessa fase da competição.

No século XXI, o Flamengo soma mais desclassificações na fase de grupos do que classificações. O time caiu em 2002, 2012, 2014 e 2017. No período, conseguiu passar para as oitavas de final em 2007, 2008 e 2010. Nas últimas três participações, o clube foi eliminado em todas, igualado assim o recorde negativo de Palmeiras (eliminado três vezes na fase de grupos em 1973, 1974 e 1979), São Paulo (1978, 1982 e 1987) e Vasco (1975, 1980 e 1985). Os três clubes, porém, caíram nos anos 70 e 80, quando apenas o líder do grupo avançava para a fase seguinte da competição.

O Palmeiras, que lidera seu grupo, ainda corre o risco de ser eliminado na Libertadores de 2017. Assim, poderia igualar o recorde de quedas do Flamengo. Mas a chance de o time paulista ser eliminado é pequeno. Ainda assim, se cair, teria cinco eliminações em 16 participações contra 12 do rubro-negro na fase de grupos.

Por outro lado, o Cruzeiro é o time brasileiro com o melhor desempenho na fase de grupos. Em 13 participações, avançou em todas e nunca foi eliminado. O Corinthians é o segundo melhor. Depois de cair em 1977, o time não foi mais eliminado nas 11 participações seguidas.

Clubes brasileiros com mais eliminações na fase de grupos da Libertadores:

Clube Eliminações Classificações
Flamengo 5 7
Palmeiras 4 11
São Paulo 3 13
Vasco 3 4
Internacional 3 8
Fluminense 2 4
Atlético-MG 2 7
Grêmio 2 12
Coritiba 2 0
Atlético-PR 2 3
Santos 1 10
Botafogo 1 3
Corinthians 1 11
Guarani 1 2
Bangu 1 0
Sport 1 1
Juventude 1 0
Santo André 1 0
Paulista 1 0
Cruzeiro 0 13
Bahia 0 1
Criciúma 0 1
São Caetano 0 3
Paysandu 0 1
Goiás 0 1

 

Eliminações e classificações dos clubes brasileiros na fase de grupos da Libertadores:

Clube Eliminações Classificações
Flamengo 1983, 2002, 2012, 2014, 2017 1981, 1984, 1991, 1993, 2007, 2008, 2010
Palmeiras 1973, 1974, 1979, 2016 1968, 1971, 1994, 1995, 1999, 2000, 2001, 2005, 2006, 2009, 2013
São Paulo 1978, 1982, 1987 1972, 1974, 1992, 2004, 2005, 2006, 2007, 2008, 2009, 2010, 2013, 2014, 2016
Vasco 1975, 1980, 1985 1990, 1998, 2001, 2012
Internacional 1976, 1993, 2007 1977, 1980, 1989, 2006, 2010, 2011, 2012, 2015
Fluminense 1971, 1985 2008, 2011, 2012, 2013
Atlético-MG 1972, 1981 1978, 2000, 2013, 2014, 2015, 2016, 2017
Grêmio 1982, 1990 1983, 1995, 1997, 1998, 2002, 2003, 2007, 2009, 2011, 2013, 2014, 2016
Coritiba 1986, 2004
Atlético-PR 2002, 2014 2000, 2005, 2017
Santos 1984 1962, 1965, 2003, 2004, 2005, 2007, 2008, 2011, 2012, 2017
Botafogo 2014 1963, 1973, 1996
Corinthians 1977 1991, 1996, 1999, 2000, 2003, 2006, 2010, 2012, 2013, 2015, 2016
Guarani 1987 1979, 1988
Bangu 1986
Sport 1988 2009
Juventude 2000
Santo André 2005
Paulista 2006
Cruzeiro 1967, 1975, 1976, 1994, 1997, 2001, 2004, 2008, 2009, 2010, 2011, 2014, 2015
Bahia 1989
Criciúma 1992
São Caetano 2001, 2002, 2004
Paysandu 2003
Goiás 2006
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Vinícius Júnior e os mais novos a estrear no Brasileirão desde 2003 http://futebolemnumeros.blogosfera.uol.com.br/2017/05/15/vinicius-junior-e-os-mais-novos-a-estrear-no-brasileirao-desde-2003/ http://futebolemnumeros.blogosfera.uol.com.br/2017/05/15/vinicius-junior-e-os-mais-novos-a-estrear-no-brasileirao-desde-2003/#respond Mon, 15 May 2017 17:28:10 +0000 http://futebolemnumeros.blogosfera.uol.com.br/?p=1597 Grande promessa das categorias de base do Flamengo, o atacante Vinícius Júnior fez sua estreia pelo Flamengo no primeiro jogo do rubro-negro pelo Brasileirão de 2017. Aos 16 anos, o jogador foi o mais jovem a entrar em campo nessa 1ª rodada do Brasileirão. O joia flamenguista é um ano mais novo do que o atacante Paulo Vítor, do Vasco, que entrou em campo ontem pelo Vasco com 17 anos e 9 meses.

Na era do Brasileirão por pontos corridos, Vinícius Júnior é um também um dos mais novo a entrar em campo. Porém, o recorde, até hoje, é do atacante Jô. Em 2003, ele estreou pelo Corinthians com 16 anos e 3 meses. Curiosamente, o atacante está de volta ao clube onde começou e nessa 1ª rodada do Brasileirão de 2017 fez um gol no empate contra a Chapecoense.

Entre os mais novos de cada ano, alguns chegaram à seleção brasileira e também tiveram sucesso no futebol europeu. Além de Jô, outro destaque foi Alexandre Pato, o mais novo de 2006, Neymar (2009) e Felipe Anderson (2010). Outra curiosidade é que maioria dos jovens são atacantes – dez dos 15 mais novos.

Em 2005, o atacante Cláudio, do Palmeiras, entrou em campo com 16 anos e 1 mês e poderia ter sido assim o jogador mais novo a entrar em campo pelo Brasileirão na era dos pontos corridos. Porém, pouco depois, o atleta foi suspenso por ter adulterado seu nome e idade (era dois anos mais velho).

Os jogadores mais novos a entrar em campo em cada edição do Brasileirão na era dos pontos corridos (desde 2003):

Ano Jogador Posição Clube Idade
2003 atacante Corinthians 16,3
2004 Zé Eduardo atacante Palmeiras 16,9
2005 Bruno Mezenga atacante Flamengo 16,8
2006 Alexandre Pato atacante Internacional 17,2
2007 Michel Schmoeller zagueiro Figueirense 16,9
2008 Müller atacante Ipatinga 17,1
2009 Neymar atacante Santos 17,3
2010 Felipe Anderson meia Santos 17,5
2011 Yuri Mamute atacante Grêmio 16,4
2012 Victor Andrade atacante Santos 16,9
2013 Saullo meia Náutico 16,8
2014 Malcom atacante Corinthians 17,2
2015 Lincoln meia Grêmio 16,6
2016 Dodô lateral direito Coritiba 17,5
2017 Vinícius Júnior atacante Flamengo 16,9
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Os clubes líderes de público na história do Brasileirão http://futebolemnumeros.blogosfera.uol.com.br/2017/05/12/os-clubes-lideres-de-publico-na-historia-do-brasileirao/ http://futebolemnumeros.blogosfera.uol.com.br/2017/05/12/os-clubes-lideres-de-publico-na-historia-do-brasileirao/#comments Fri, 12 May 2017 22:06:13 +0000 http://futebolemnumeros.blogosfera.uol.com.br/?p=1591 Desde o início do Brasileirão, Flamengo, Atlético-MG e Corinthians são os clubes que mais vezes terminaram o Brasileirão com a melhor média de público da competição – o rubro-negro em 12 oportunidades, enquanto Galo e Timão em 9 edições cada. No ano passado, o Palmeiras foi líder de público pela segunda vez na história, repetindo o feito de 1978. Entre os 12 grandes clubes do Brasil, três nunca conseguiram ter a melhor média: São Paulo, Santos e Botafogo.

Clubes que mais vezes terminaram o Brasileirão com a melhor média de público:
12 – Flamengo
9 – Atlético-MG e Corinthians
4 – Cruzeiro
3 – Bahia
2 – Fluminense, Internacional e Palmeiras
1 – Grêmio e Vasco

Líderes de público do Brasileirão (ano a ano)

Ano Clube Média
1972 Corinthians 40719
1973 Flamengo 33660
1974 Vasco 36619
1975 Internacional 51962
1976 Corinthians 47729
1977 Atlético-MG 55664
1978 Palmeiras 31359
1979 Internacional 46491
1980 Flamengo 66507
1981 Flamengo 43614
1982 Flamengo 62436
1983 Flamengo 59332
1984 Flamengo 38543
1985 Bahia 41497
1986 Bahia 46291
1987 Flamengo 47610
1988 Bahia 35537
1989 Flamengo 21300
1990 Atlético-MG 26748
1991 Atlético-MG 26763
1992 Flamengo 42922
1993 Corinthians 37330
1994 Atlético-MG 22673
1995 Atlético-MG 21072
1996 Atlético-MG 25449
1997 Atlético-MG 23342
1998 Cruzeiro 28384
1999 Atlético-MG 42322
2000 Fluminense 20219
2001 Atlético-MG 30679
2002 Fluminense 25666
2003 Cruzeiro 26366
2004 Corinthians 13547
2005 Corinthians 27330
2006 Grêmio 25630
2007 Flamengo 39221
2008 Flamengo 40694
2009 Flamengo 41553
2010 Corinthians 27446
2011 Corinthians 29397
2012 Corinthians 24299
2013 Cruzeiro 28888
2014 Cruzeiro 29678
2015 Corinthians 34188
2016 Palmeiras 32682

* Não há registro de 1971. Clubes com as maiores médias de público em casa.

Considerando apenas os jogos dos clubes como mandantes desde 1972 (já que 1971 não há registro de público), o Flamengo é também o clube com a maior média de público geral, com 26 521 torcedores por jogo, seguido pelo Corinthians, Bahia e Atlético-MG, os quatro clubes com média acima de 20 mil torcedores.

Maiores médias de público dos clubes no Brasileirão entre 1972 e 2016:

Flamengo 26521
Corinthians 23299
Bahia 23166
Atlético-MG 23005
Cruzeiro 19825
Palmeiras 18476
São Paulo 18432
Grêmio 18059
Internacional 17999
Vasco 16702
Nacional 15970
Fluminense 15937
Sport 15635
Tiradentes 15629
Ceará 15356
Brasiliense 15324
Santa Cruz 14833
Paysandu 14633
Operário-MS 14465
Fortaleza 14297
Coritiba 13782
CSA 13749
Remo 13578
Londrina 13507
Botafogo 13209
Vitória 13037
Treze 12965
Goiás 12762
Maringá 12661
Santos 12609
Auto Esporte 12600
CRB 12485
Atlético-PR 12180
Náutico 11882
Botafogo-PB 11603
Campinense 11589
Mixto 11567
Colorado 11504
Moto Clube 11364
Botafogo-SP 11056

 

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