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Fred: maior artilheiro dos times da Série A em 2017
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Rodolfo Rodrigues

Artilheiro do Campeonato Mineiro com 9 gols, o atacante Fred é o maior artilheiro entre os 20 clubes que vão disputar a Série A do Brasileirão em 2017. Com 12 gols em 11 jogos na temporada, Fred só não marcou em dois jogos no ano – contra Tombense e Tupi, pelo Estadual. O camisa 99 do Galo fez ainda um gol pela Libertadores (contra o Godoy Cruz-ARG) e outro na Primeira Liga (contra o Joinville).

No ano passado, Fred marcou também 12 gols pelo Atlético, porém, em 28 jogos. Agora, tem os mesmos 12 gols, mas em 11 jogos. No total, o atacante soma 24 gols em 39 jogos pelo Galo. Robinho, o artilheiro do time em 2016 com 26 gols, tem na atual temporada apenas um gol.

Entre os outros clubes, depois de Fred, quem mais marcou foi Henrique Dourado, atacante do Fluminense com 9 gols, seguido por Rafael Sóbis, do Cruzeiro, que tem 8 gols. Dos times paulistas, dois jogadores do São Paulo e dois da Ponte Preta têm 7 gols cada (Cueva e Gilberto, pelo Tricolor, e Lucca e Pottker, pela Ponte).

Entre os times da Série B, os destaques são Léo Gamalho (Goiás) e Brenner (Internacional), ambos com 11 gols.

Artilheiros dos times da Série A em 2017:
Atlético-MG – Fred (12 gols em 11 jogos)
Fluminense – Henrique Dourado (9 gols em 13 jogos)
Rafael Sóbis – Cruzeiro (8 gols em 12 jogos)
Avaí – Denílson (7 gols em 13 jogos)
Flamengo – Guerrero (7 gols em 10 jogos)
Ponte Preta – Lucca e William Pottker (7 gols em 12 e 13 jogos)
São Paulo – Cueva e Gilberto (7 gols em 11 e 9 jogos)
Sport – Rogério (7 gols em 13 jogos)
Vitória – Kieza (7 gols em 14 jogos)
Bahia – Régis (6 gols em 10 jogos)
Vasco – Nenê (6 gols em 13 jogos)
Atlético-GO – Jorginho (5 gols em 8 jogos)
Chapecoense – Atlético-MG
Corinthians – Jô (5 gols em 14 jogos)
Coritiba – Kléber (5 gols em 8 jogos)
Grêmio – Bolãnos (5 gols em 10 jogos)
Atlético-PR – Matheus Anjos (4 gols em 5 jogos)
Botafogo – Roger (4 gols em 11 jogos)
Palmeiras – Willian (4 gols em 13 jogos)
Santos – Vítor Bueno (4 gols em 12 jogos)


Grêmio: brasileiro com o elenco mais experiente em Libertadores
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Rodolfo Rodrigues

Começa hoje a fase de grupos da Copa Libertadores de 2017 com 32 equipes. Destas, oito são do Brasil, um recorde na história da competição. Entre os participantes brasileiros, estão cinco ex-campeões (Santos, Flamengo, Grêmio, Palmeiras e Atlético-MG), dois clubes que vieram da fase preliminar (Atlético-PR e Botafogo) e um estreante, a Chapecoense.

E dos elencos desses oito times brasileiros que vão jogar a Libertadores em 2017, o Grêmio é aquele com mais jogadores que já disputaram o torneio. São 23 no total, além do técnico Renato Gaúcho, que já foi campeão como jogador, pelo próprio Grêmio, em 1983, e vice-campeão como técnico, pelo Fluminense, em 2008. Entre os jogadores do Tricolor gaúcho que mais vezes disputaram o torneio estão os recém-contratados Leonardo Moura e Gastón Fernández, com 5 vezes cada, além de Marcelo Grohe e Bolaños, também com cinco participações cada. E dos 23 jogadores do Grêmio que já disputaram a Libertadores, três já foram campeões: Gastón Fernández, pelo Estudiantes-ARG, em 2009, Douglas, pelo Corinthians, em 2012, e Kannemann, pelo San Lorenzo-ARG, em 2014.

Em seguida, depois do Grêmio, o Palmeiras é o time brasileiro com mais jogadores com experiência na Libertadores. São 21, contando os dois campeões pelo Atlético Nacional-COL na última edição: o volante Guerra e o atacante Borja. Eles se juntam também a outros três ex-campeões do torneio: Jean, campeão pelo São Paulo, em 2005, que está indo para a sua oitava participação, Alecsandro, bicampeão por Inter e Galo, e Willian, campeão pelo Corinthians.

No Atlético-MG, são 20 jogadores que já disputaram o torneio, incluindo quatro ex-campeões do torneio pelo Galo em 2013: Victor, Giovanni, Marcos Rocha, Carlos César, Luan e Leonardo Silva. Lucas Cândido participou daquele grupo, mas não foi inscrito na fase de grupos. Outro ex-campeão é Fábio Santos, que levou o torneio pelo São Paulo e pelo Corinthians.

Na sequência, o Flamengo é quem aparece com mais jogadores (16), sendo quatro ex-campeões, seguido pelo Atlético-PR, com 9 jogadores. O Furacão, que conta com três ex-campeões, é o único dos brasileiros que conta com um técnico que já venceu a competição: Paulo Autuori, campeão pelo Cruzeiro (1997) e São Paulo (2005). Já Santos, Botafogo e Chapecoense têm apenas oito jogadores com experiência na Libertadores.

Jogadores dos clubes brasileiros que estão na Libertadores de 2017 e que já disputaram o torneio anteriormente:

Grêmio (23)
Leonardo Moura, lateral direito (5 part., 36 jogos)
Gastón Fernández, atacante (5 part., 33 jogos) – campeão pelo Estudiantes-ARG (2009)
Marcelo Grohe, goleiro (5 part., 23 jogos)
Bolaños, atacante (5 part., 22 jogos)
Douglas, meia (4 part., 27 jogos) – campeão pelo Corinthians (2012)
Lucas Barríos, atacante (4 part., 17 jogos)
Fernandinho, atacante (3 part., 17 jogos)
Marcelo Oliveira, lateral esquerdo (3 part., 15 jogos)
Maicon, volante (3 part., 13 jogos)
Maxi Rodríguez, meia (3 part., 13 jogos)
Bressan, zagueiro (3 part., 9 jogos)
Edílson, lateral direito (3 part., 9 jogos)
Luan, atacante (2 part., 15 jogos)
Ramiro, volante (2 part., 11 jogos)
Geromel, zagueiro (2 part., 10 jogos)
Kannemann, zagueiro (2 part., 10 jogos) – campeão pelo San Lorenzo-ARG (2014)
Bruno Cortez, lateral esquerdo (1 part., 6 jogos)
Éverton, atacante (1 part., 5 jogos)
Lincoln, meia (1 part., 5 jogos)
Pedro Rocha, atacante (1 part., 3 jogos)
Wallace, lateral direito (1 part., 3 jogos)
Lucas Coelho, atacante (1 part., 2 jogos)
Gabriel, zagueiro (1 part., 1 jogo)
Renato Gaúcho, técnico (1 part., 14 jogos)

Palmeiras (21)
Guerra, volante (8 part., 40 jogos) – campeão pelo Atlético Nacional-COL (2016)
Jean, lateral direito (7 part., 45 jogos) – campeão pelo São Paulo (2005)
Alecsandro, atacante (6 part., 44 jogos) – campeão pelo Inter (2010) e Atlético-MG (2013)
Edu Dracena (5 part., 38 jogos) – campeão pelo Santos (2011)
Arouca (5 part., 41 jogos) – campeão pelo Santos (2011)
Zé Roberto, lateral esquerdo (4 part., 33 jogos)
Fernando Prass, goleiro (4 part., 28 jogos)
Mina, zagueiro (3 part., 20 jogos)
Egídio, lateral esquerdo (3 part., 20 jogos)
Dudu, atacante (3 part., 15 jogos)
Willian, atacante (3 part., 26 jogos) – campeão pelo Corinthians (2012)
Michel Bastos, meia (2 part., 20 jogos)
Felipe Melo, volante (2 part., 9 jogos)
Borja, atacante (2 part., 8 jogos) – campeão pelo Atlético Nacional-COL (2016)
Vítor Hugo, zagueiro (1 part., 6 jogos)
Keno, atacante (1 part., 5 jogos)
Thiago Santos, volante (1 part., 3 jogos)
Rafael Marques, atacante (1 part., 2 jogos)
Erik, atacante (1 part., 2 jogos)
Fabiano, lateral direito (1 part., 1 jogo)
Thiago Martins, zagueiro (1 part., 1 jogo)

Atlético-MG (20)
Leonardo Silva (7 part., 64 jogos) – campeão pelo Atlético-MG (2013)
Fábio Santos, lateral esquerdo (7 part., 48 jogos) – campeão pelo São Paulo (2005) e Corinthians (2012)
Victor, goleiro (6 part., 55 jogos) – campeão pelo Atlético-MG (2013)
Robinho, atacante (4 part., 38 jogos)
Marcos Rocha, lateral direito (4 part., 32 jogos) – campeão pelo Atlético-MG (2013)
Rafael Moura, atacante (4 part., 23 jogos)
Otero, meia (4 part., 11 jogos)
Luan, atacante (3 part., 25 jogos) – campeão pelo Atlético-MG (2013)
Elias, volante (3 part., 23 jogos)
Fred, atacante (3 part., 19 jogos)
Carlos Eduardo, meia (3 part., 17 jogos)
Lucas Cândido, volante (3 part., 4 jogos) – campeão pelo Atlético-MG (2013)
Adílson, volante (2 part., 20 jogos)
Rafael Carioca, volante (2 part., 17 jogos)
Giovanni, goleiro (2 part., 2 jogos) – campeão pelo Atlético-MG (2013)
Cazares, atacante (1 part., 7 jogos)
Maicosuel, meia (1 part., 5 jogos)
Clayton, atacante (1 part., 4 jogos)
Uilson, goleiro (1 part., 1 jogo)
Carlos César, lateral direito (1 part., 1 jogo) – campeão pelo Atlético-MG (2013)
Roger Machado, técnico (1 part., 8 jogos)

Flamengo (16)
Réver, zagueiro (5 part., 39 jogos) – campeão pelo Atlético-MG (2013)
Pará, lateral direito (4 part., 29 jogos) – campeão pelo Santos (2011)
Leandro Damião, atacante (4 part., 28 jogos) – campeão pelo Internacional (2010)
Conca, meia (3 part., 28 jogos)
Berrío, atacante (3 part., 20 jogos) – campeão pelo Atlético Nacional-COL (2016)
Diego, meia (2 part., 23 jogos)
Donatti, zagueiro (2 part., 15 jogos)
Guerrero, atacante (2 part., 12 jogos)
Juan, zagueiro (2 part., 11 jogos)
Márcio Araújo, volante (1 part., 8 jogos)
Rômulo, volante (1 part., 8 jogos)
Éverton, meia (1 part., 6 jogos)
Cuellar, volante (1 part., 5 jogos)
Gabriel, atacante (1 part., 5 jogos)
Marcelo Cirino, atacante (1 part., 4 jogos)
Mancuello, meia (1 part., 2 jogos)

Atlético-PR (9)
Lucho González, volante (5 part., 37 jogos) – campeão pelo River Plate (2015)
Jonathan, lateral direito (4 part., 38 jogos) – campeão pelo Santos (2011)
Thiago Heleno (3 part., 24 jogos)
Grafite, atacante (3 part., 23 jogos) – campeão pelo São Paulo (2005)
Paulo André, zagueiro (3 part., 14 jogos)
Léo, lateral direito (2 part., 5 jogos)
Weverton, goleiro (1 part., 8 jogos)
Cléberson, zagueiro (1 part., 7 jogos)
Rafael Galhardo, lateral direito (1 part., 1 jogo)
Paulo Autouri, técnico (4 part., 36 jogos) – campeão pelo Cruzeiro (1997) e São Paulo (2005)

Botafogo (8)
Canales, atacante (3 part., 14 jogos)
Aírton, volante (2 part., 3 jogos)
Jefferson, goleiro (1 part., 8 jogos)
Gatito Fernández, goleiro (1 part., 8 jogos)
Gílson, lateral esquerdo (1 part., 7 jogos)
Joel, atacante (1 part., 5 jogos)
João Paulo, meia (1 part., 4 jogos)
Roger, atacante (1 part., 1 jogo) – campeão pelo São Paulo (2005)

Chapecoense (8)
Wellington Paulista, atacante (3 part., 24 jogos)
Diego Renan, lateral esquerdo (2 part., 16 jogos)
Zeballos, zagueiro (2 part., 10 jogos)
Dodô, meia (2 part., 4 jogos)
Luiz Antônio, volante (1 part., 8 jogos)
Reinaldo, lateral esquerdo (1 part. 7 jogos)
Apodi, lateral direito (1 part., 4 jogos)
Artur, goleiro (1 part., 1 jogo)
Vágner Mancini, técnico (1 part., 5 jogos)

Santos (8)
Thiago Ribeiro, atacante (5 part., 40 jogos)
Leandro Donizete, volante (4 part., 33 jogos) – campeão pelo Atlético-MG (2013)
Copete, atacante (4 part., 30 jogos) – campeão pelo Atlético Nacional-COL (2016)
Renato, volante (3 part., 24 jogos)
Ricardo Oliveira, atacante (3 part., 17 jogos)
Vecchio, meia (3 part., 15 jogos)
David Braz, zagueiro (2 part., 11 jogos)
Vladimir Hernández, meia (2 part., 6 jogos)
Dorival Júnior, técnico (1 part., 5 jogos)

 


Os maiores artilheiros em atividade dos 12 grandes
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Rodolfo Rodrigues

Entre os doze grandes clubes do futebol brasileiro, o atacante Ricardo Oliveira, do Santos, é hoje o jogador em atividade dessas equipes com mais gols marcados: 80 em 134 jogos. Em duas passagens pelo clube da Vila Belmiro, o centroavante está bem à frente do segundo colocado no Peixe, o volante Renato, que marcou 30 gols, também em duas passagens pelo Santos. Thiago Ribeiro, que voltou ao clube após duas temporadas fora, é hoje o terceiro maior, seguido de perto por Vítor Bueno e Lucas Lima.

No São Paulo, o meia Cícero, que também volta ao clube em sua segunda passagem, é maior artilheiro, mas com apenas 16 gols. No Corinthians, o meia Danilo, longe do time há mais de seis meses por conta de uma lesão, é ainda o maior artilheiro com 33 gols, seguido por Jadson, que está de volta ao clube. Já no Palmeiras, Dudu, com apenas 26 gols, é o maior artilheiro do atual elenco.

No Rio de Janeiro, dois zagueiros com muitos jogos disputados lideram como os principais artilheiro de Flamengo e Fluminense. Pelo rubro-negro, Juan tem 29 gols, apenas um a mais do que o atacante peruano Guerrero. Já no Fluminense, Gum é o maior artilheiro do tricolor com 25 gols, dois a mais do que Gustavo Scarpa e Marcos Júnior. No Vasco, Nenê, com 35 gols, é o maior artilheiro, seguido de perto por Thalles (33). Já no Botafogo, Sassá lidera com 27 gols.

No Internacional, D’Alessandro, que voltou ao clube após uma temporada no River Plate-ARG, tem 77 gols. Bem à frente de Eduardo Sasha (29) e Valdívia (27). No Grêmio, Luan, com 41 gols, está bem próximo do líder Douglas (42). Já no Atlético-MG, Luan lidera com 36 gols. No Cruzeiro, Arrascaeta é maior artilheiro com 25 gols.

Santos
Ricardo Oliveira – 80 gols (134 jogos)
Renato – 30 gols (352 jogos)
Thiago Ribeiro – 22 gols (82 jogos)
Vítor Bueno – 18 gols (58 jogos)
Lucas Lima – 17 gols (161 jogos)

Palmeiras
Dudu – 26 gols (114 jogos)
Rafael Marques – 21 gols (105 jogos)
Alecsandro – 14 gols (56 jogos)
Victor Hugo – 13 gols (121 jogos)
Lucas Barrios – 13 gols (44 jogos)

Corinthians
Danilo – 33 gols (336 jogos)
Jadson – 24 gols (103 jogos)
Romero – 20 gols (107 jogos)
Jô – 19 gols (121 jogos)
Rodriguinho – 14 gols (85 jogos)

São Paulo
Cícero – 16 gols (97 jogos)
Lugano – 13 gols (202 jogos)
Chávez – 12 gols (25 jogos)
Rodrigo Caio – 11 gols (198 jogos)
Cueva – 9 gols (31 jogos)

Flamengo
Juan – 29 gols (289 jogos)
Guerreo – 28 gols (67 jogos)
Éverton – 28 gols (199 jogos)
Marcelo Cirino – 23 gols (94 jogos)
Gabriel – 21 gols (181 jogos)

Fluminense
Gum – 25 gols (354 jogos)
Gustavo Scarpa – 23 gols (109 jogos)
Marcos Júnior – 23 gols (151 jogos)
Marquinho – 21 gols (181 jogos)
Henrique Dourado – 8 gols (20 jogos)

Vasco
Nenê – 35 gols (87 jogos)
Thalles – 33 gols (136 jogos)
Éder Luiz – 30 gols (206 jogos)
Rodrigo – 18 gols (165 jogos)
Luan – 12 gols (170 jogos)

Botafogo
Sassá – 27 gols (96 jogos)
Rodrigo Pimpão – 14 gols (54 jogos)
Fernandes – 10 gols (69 jogos)
Camilo – 6 gols (33 jogos)
Bruno Silva – 5 gols (56 jogos)

Grêmio
Douglas – 42 gols (229 jogos)
Luan – 41 gols (170 jogos)
Pedro Rocha – 21 gols (88 jogos)
Éverton – 15 gols (96 jogos)
Ramiro – 9 gols (150 jogos)
Bolaños – 9 gols (33 jogos)

Internacional
D’Alessandro – 77 gols (346 jogos)
Eduardo Sasha – 29 gols (126 jogos)
Valdívia – 27 gols (131 jogos)
Ernando – 9 gols (165 jogos)
Paulão – 9 gols (140 jogos)

Atlético-MG
Luan – 36 gols (167 jogos)
Leonardo Silva – 28 gols (282 jogos)
Robinho – 25 gols (55 jogos)
Fred – 15 gols (32 jogos)
Marcos Rocha – 13 gols (262 jogos)

Cruzeiro
Arrascaeta – 25 gols (103 jogos)
Henrique – 23 gols (358 jogos)
Alisson – 19 gols (117 jogos)
Ábila – 18 gols (34 jogos)
Léo – 17 gols (227 jogos)

 


São Paulo ajuda a elevar média de público do Paulistão
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Rodolfo Rodrigues

Depois de levar 50.952 torcedores na estreia do técnico Rogério Ceni, em casa, diante da Ponte Preta, o São Paulo voltou a ter casa cheia no Morumbi na última rodada. Contra o Mirassol, no empate por 2 x 2, o tricolor recebeu 43.961 pagantes, ficando assim como uma ótima média de 47.457 torcedores por jogo nesse início de campeonato.

Com isso, o São Paulo vem ajudando, e muito, para elevar a média de público do Paulistão. Até aqui, após quatro rodadas, o campeonato tem a média de 9.404 torcedores por jogo. Bem acima da últimas edições dez edições.
Média de público do Paulistão nos últimos anos
2007 – 5.400
2008 – 6.651
2009 – 6.034
2010 – 4.952
2011 – 5.882
2012 – 5.984
2013 – 6.271
2014 – 5.686
2015 – 7.607
2016 – 7.272
2017  – 9.404 (até a 4ª rodada).

A média de público do Paulistão (9.404) é também a maior entre os Estaduais de 2017. No Rio de Janeiro, que contou com uma fase preliminar, antes da entrada dos grandes times, a média é de apenas 2.556 torcedores por jogo. Em Minas Gerais, a média é um pouco melhor (4.913). Já no Rio Grande do Sul, a média é de 3.485 torcedores por partida.

Nos Estaduais, a média de público do São Paulo é também disparada, até aqui, a maior entre os clubes. Dos 12 grandes, além do tricolor paulista, apenas o Palmeiras tem uma média superior a 20 mil torcedores.
Média de público dos 12 grandes nos Estaduais 2017:
São Paulo – 47.457 (2 jogos)
Palmeiras – 24.328 (2 jogos)
Atlético-MG – 17.270 (3 jogos)
Corinthians – 14.877 (2 jogos)
Botafogo – 10.621 (3 jogos)
Santos – 9.181 (3 jogos)
Grêmio – 8.580 (3 jogos)
Internacional – 8.536 (2 jogos)
Flamengo – 7.441 (3 jogos)
Vasco – 7.107 (3 jogos)
Cruzeiro – 4.538 (1 jogo)
Fluminense – 2.328 (2 jogos)


Os jogadores que estão há mais tempo nos clubes brasileiros
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Rodolfo Rodrigues

Maior caso de fidelidade do futebol mundial, o atacante italiano Francesco Totti, de 40 anos, está completando 24 anos de sua estreia pela Roma, seu único clube na carreira. Entre os jogadores brasileiros na Europa, quem está há mais tempo em um único clube é o zagueiro Luisão, que defende Benfica-POR desde agosto de 2003 (13 anos e cinco meses).

Já no futebol brasileiro, entre os 40 clubes que estão nas Série A e B do Brasileirão, o goleiro Fábio, do Cruzeiro, é quem está há mais tempo em um único clube. Depois de jogar na Raposa em 1999 e 2000, Fábio foi para o Vasco, onde atuou de 2000 a 2004. Depois, voltou ao Cruzeiro em janeiro de 2005 e desde então segue no time, completando agora 12 anos. Com 705 jogos disputados com a camisa da Raposa, Fábio é o jogador com mais partidas disputadas na história do clube.

Depois de Fábio, o outro mais longevo da lista também é goleiro: Magrão, do Sport, no clube desde 2005. Outro é Marcelo Grohe, do Grêmio. O titular da equipe de Renato Gaúcho e campeão da última Copa do Brasil fez sua estreia como profissional em janeiro de 2006, completando agora 11 anos de clube. Com 302 jogos com a camisa do tricolor gaúcho, Grohe é o segundo goleiro com mais partidas disputadas pelo clube, atrás apenas de Danrlei (594 jogos).

Jogadores que estão há mais tempo nos clubes da Séries A do Brasileirão, além do Internacional:
Cruzeiro
– Fábio (desde jan/2005) – 12 anos
Sport – Magrão (desde jun/2005) – 11 anos e 7 meses
Grêmio – Marcelo Grohe, goleiro (desde jan/2006) – 11 anos
São Paulo – Denis, goleiro (desde mai/2009) – 7 anos e 8 meses
Botafogo –
Jefferson, goleiro (desde ago/2009) – 7 anos e 5 meses
Fluminense –
Gum, zagueiro (desde ago/2009) – 7 anos e 5 meses
Atlético-PR –
Deivid, volante (desde jan/2010) – 7 anos
Corinthians
– Danilo, meia (desde jan/2010) – 7 anos
Santos
– Vladimir, goleiro (desde jan/2010) – 7 anos
Atlético-MG –
Leonardo Silva, zagueiro, e Giovanni, goleiro (desde jan/2011) – 6 anos
Chapecoense – Neném, meia (desde jan/2011) – 6 anos
Vasco –
Luan, zagueiro (desde set/2012) – 5 anos e 4 meses
Avaí –
Marquinhos, meia (desde jan/2013) – 4 anos
Flamengo –
Gabriel, meia-atacante (desde jan/2013) – 4 anos
Palmeiras –
Fernando Prass, goleiro (desde jan/2013) – 4 anos
Coritiba – Carlinhos, lateral esquerdo (desde out/2013) – 3 anos e 3 meses
Inter –
Valdívia, meia-atacante (desde nov/2013) – 3 anos e 2 meses
Vitória –
José Welinton, volante (desde jan/2014) – 3 anos
Atlético-GO – Marcus Winícius, volante (desde abr/2014) – 2 anos e 9 meses
Ponte Preta – 
Jeferson, lateral direito (desde jan/2015) – 2 anos
Bahia – Yuri, volante (desde jan/2015) – 2 anos


As 50 maiores transferências de 2017
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Rodolfo Rodrigues

Terminou ontem, dia 31 de janeiro, o prazo de transferências de jogadores dos principais campeonatos da Europa. Após um mês de negociações, o meia brasileiro Oscar, ex-Chelsea-ING, terminou com a contratação mais cara do mercado ao ser comprado pelo Shanghai SIPG, da China, por 60 milhões de euros.

De acordo com o site alemão Transfermarkt, especializado em valores de transferências de jogadores e pelos dados divulgados pelos clubes, o segundo mais caro da janela de inverno 2016/17 foi o atacante alemão Julian Draxler, que saiu do Wolfsburg-ALE para o Paris Saint-Germain-FRA por 40 milhões de euros, seguido por Gabriel Jesus, ex-Palmeiras, comprado pelo Manchester City-ING por 32 milhões de euros.

Alexandre Pato, que também foi para o futebol chinês, aparece na 10ª colocação entre as maiores transferências (18 milhões de euros). Entre os brasileiros, os próximos da lista são David Neres, ex-São Paulo, comprado por 15 milhões de euros pelo Ajax-HOL; Walace, ex-volante do Grêmio, comprado pelo Hamburgo por 10 milhões; Jorge, ex-Flamengo, novo lateral-esquerdo do Monaco-FRA (8,5 milhões); e Hernani, ex-volante do Atlético-PR, comprado pelo Zenit-RUS por 8 milhões de euros.

Abaixo da lista das 50 maiores transferências, estão ainda o atacante Marinho, ex-Vitória, que foi para o Changchun, da China, por 5 milhões de euros; o atacante Bruno Henrique, revelado pelo Goiás e que estava no Wolfsburg-ALE, comprado pelo Santos por 4 milhões de euros; o meia Leonardo, que disputou o último Mundial de Clubes pelo Jeonbuk, da Coreia do Sul, que foi para o Al Jazira-EAU, por 3,8 milhões; o atacante Adriano Michael Jackson, ex-FC Seoul-COR, comprado por 3,75 milhões pelo SJZ Ever Bright-CHN; e o aqui pouco conhecido atacante Tiquinho Soares, ex-Vitória de Guimarães, comprado pelo Porto-POR por 3,5 milhões de euros.

As 50 maiores transferências ao final da janela de inverno europeia (2016/17), em milhões de euros:

#JogadorPos.Paísvalorex-clubeatual
1OscarMBRA60Chelsea-INGShanghai SIPG-CHN
2DraxlerAALE40Wolfsburg-ALEPSG-FRA
3Gabriel JesusABRA32PalmeirasMan. City-ING
4Gonçalo GuedesAPOR30Benfica-PORPSG-FRA
5PayetMFRA29,3West Ham-INGOly. Marselha-FRA
6IghaloMNIG23,3Watford-INGChangchun-CHN
7SchneiderlinVFRA22,9Man. United-INGEverton-ING
8C. ZhangACHN20,4Beijing SG-CHNHebei-CHN
9WitselVBEL20Zenit-RUSTianjin Q.-CHN
10Alexandre PatoABRA18Villarreal-ESPTianjin Q.-CHN
PavolettiAITA18Genoa-ITANapoli-ITA
12NdidiVNIG17,6Genk-BELLeicester-ING
13Memphis DepayAHOL16Man. United-INGLyon-FRA
14Hélder CostaAPOR15,2Benfica-PORWolverhampton
15Robbie BradyLEIRL15,1Norwich-INGBurnley-ING
16David NeresABRA15São PauloAjax-HOL
CaldaraZITA15Atalanta-ITAJuventus-ITA
18BerahinoAING13,9West Brom.-INGStoke City-ING
10SchuluppLEGAN13,8Leicester-INGCrystal Palace-ING
20BaileyAJAM13,5Genk-BELB. Leverkusen-ALE
JoveticMMTG13,5Man. City-INGInternazionale-ITA
22MalliMTUR12,5Mainz-ALEWolfsburg-ALE
23BazoerVHOL12Ajax-HOLWolfsburg-ALE
SnodrgassAESC12Hull City-INGWest Ham-ING
25Van AanholtLEHOL11,8Sunderland-INGCrystal Palace-ING
26LivermoreVING11,5Hull City-INGWest Brom.-ING
27K. Kyung-WonVCOR10,5Al Ahli-EAUTianjin Q.-CHN
TevezAARG10,5Boca Juniors-ARGShenhua-CHN
29WalaceVBRA10GrêmioHamburgo-ALE
R. PizarroMMEX10Pachuca-MEXChivas-MEX
UpamecanoZFRA10RB Salzburg-AUTRB Leipzig-ALE
32José FonteZPOR9,2Southampton-INGWest Ham-ING
33SansonVFRA9Montpellier-FRAOly. Marselha-FRA
34LookmanAING8,8Charlton-INGEverton-ING
35IsakASUE8,6AIK-SUEBor. Dortmund-ALE
36JorgeLEBRA8,5FlamengoMonaco-FRA
37Oscar RomeroMPAR8,4Racing-ARGShenhua-CHN
38Shilin SunVCHN8,2Liaoning-CHNShenhua-CHN
39HernaniVBRA8Atlético-PRZenit-RUS
Tomás RincónVVEN8Genoa-ITAJuventus-ITA
41AlmirónAARG7,5Lanús-ARGAtlanta United-EUA
KolodziejczakZFRA7,5Sevilla-ESPB. M’Gladbach-ALE
43GestedeABEN7,1Aston Villa-INGMiddlesbrough-ING
44AkhmedovVUZB7Krasnodar-RUSShanghai SIPG-CHN
El GhaziAHOL7Ajax-HOLLille-FRA
RulliGARG7Man. City-INGReal Sociedad-ESP
47BamfordAING6,9Chelsea-INGMiddlesbrough-ING
48C. DomínguezAPAR6C. Porteño-PARAmérica-MEX
FalquéAESP6Roma-ITATorino-ITA
OrsoliniAITA6Ascoli-ITAJuventus-ITA
Pedro PereiraLDPOR6Sampdoria-ITABenfica-POR
Eduardo VargasACHI6Hoffenheim-ALETigres-MEX

 


São Paulo e Palmeiras: grandes com as maiores secas de títulos estaduais
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Rodolfo Rodrigues

Até os anos 1990, os Campeonatos Estaduais eram prioridade para os grandes clubes do Brasil, que muitas vezes só disputavam o Brasileirão na mesmo ano – com exceção dos poucos que jogavam a Copa Libertadores. Desde então, com a Copa do Brasil, torneios sul-americanos e a constante participação na Libertadores, os Estaduais nos principais estados (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul), acabaram relegados ao segundo plano. Ainda assim, a conquista deles acaba servindo para livrar os clubes de pequenas crises, ganhar um dinheiro extra com premiação e aumentar a lista de títulos, sem falar, é claro, na satisfação de qualquer torcedor. Por outro lado, a derrota numa decisão, num clássico decisivo ou uma eliminação precoce, ainda que o Estadual não seja prioridade, por gerar uma crise, muitas vezes ocasionando a demissão de um treinador antes do início do Brasileirão.

Para piorar, o jejum de títulos vira também um incômodo para as equipes. No Sul, o Internacional ganhou 12 dos 16 Gaúchos no século XXI, contra apenas quatro do Grêmio. Assim, abriu sua vantagem de títulos estaduais para nove sobre o rival (45 a 36). Além disso, venceu as últimas seis edições, deixando o Grêmio em um de seus maiores jejuns de estaduais. Já o Colorado, brigará em 2017 por seu segundo hexa – o outro foi entre 1969 e 1976.

Em Minas Gerais, o Atlético-MG perdeu a última final para o América-MG, mas segue na liderança de títulos no estado com 43 conquistas, cinco a mais do que o Cruzeiro, que tem 38 títulos. No século XXI, porém, a Raposa está na frente nas conquistas (oito a cinco).

No Rio de Janeiro, o Flamengo segue como o maior campeão estadual e também como o melhor do século. São 33 títulos no geral e sete no século, contra 31 do Fluminense (três no século), 24 do Vasco (três no século) e 20 do Botafogo (três no século).

Em São Paulo, o Santos é o grande destaque no século, ou mais especificamente nos últimos 11 anos. Desde 2006, o time ganhou sete títulos e foi vice em mais três edições – disputou as últimas oito finais. Assim, o Peixe subiu para o segundo lugar no ranking de títulos (22), ao lado do Palmeiras. O São Paulo caiu para o quarto lugar com 21, enquanto o Corinthians lidera com 27 conquistas.

Entre os 12 grandes clubes do futebol brasileiro, São Paulo e Palmeiras são aqueles então com as maiores secas de títulos estaduais. O Tricolor, campeão pela última vez em 2005, já está na fila há 11 anos e se aproxima de seu maior jejum no Paulistão, que é de 13 anos, entre 1957 e 1970. O Palmeiras, campeão em 2008, já não vence o Estadual há oito anos, sua terceira maior fila. O Verdão ficou 17 anos sem títulos entre 1976 e 1993, depois, 12 anos entre 1996 e 2008. E nos últimos 20 anos, ganhou apenas um título (2008).

Maiores jejuns de títulos estaduais entre os 12 grandes na atualidade:
11 anos
São Paulo (último título em 2005)

8 anos
Palmeiras (último título em 2008)

6 anos
Grêmio (último título em 2010)

4 anos
Fluminense (último título em 2012)

3 anos
Botafogo (último título em 2013)
Corinthians (último título em 2013)

2 anos
Cruzeiro (último título em 2014)
Flamengo (último título em 2014)

1 ano
Atlético-MG (último título em 2015)

0 ano
Internacional (hexacampeão gaúcho)
Santos (bicampeão paulista)
Vasco (bicampeão carioca)

Maiores jejuns de títulos estaduais entre os 12 grandes na história:
23 anos
Corinthians (1954-1977)

22 anos
Santos (1984-2006)

21 anos
Botafogo (1968-1989)

17 anos
Palmeiras (1976-1993)

14 anos
Grêmio (1932-1946)

13 anos
São Paulo (1957-1970)

12 anos
Flamengo (1927-1939)
Fluminense (1924-1936)
Vasco (1958-1970 e 2003-2015)

11 anos
Atlético-MG (1915-1926)
Cruzeiro (1945-1956)

8 anos
Internacional (1961-1969)


São Paulo: melhor brasileiro no ranking de pontos da Libertadores
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Rodolfo Rodrigues

Começa hoje a 58ª edição da Copa Libertadores da América, que este ano terá o número recorde de 47 participantes. Entre eles, seis estreantes (Atlético Tucumán-ARG, Sport Boys-BOL, Chapecoense-BRA, Deportivo Capiatá-PAR, Carabobo-VEN e Zulia-VEN).

Desde 1960, ano da primeira edição, 199 clubes já disputaram o torneio sul-americano e o Nacional do Uruguai é o time que mais somou pontos (554), contra 539 do seu rival Peñarol. Os dois clubes, que juntos têm oito títulos, são também os dois que mais disputaram a Libertadores – estou indo para a 44ª participação.

Entre os brasileiros, o São Paulo é o clube com mais pontos até 2016 (316) e também o que mais vezes participou da competição (18). O Cruzeiro, com 285, é o segundo brasileiro com mais pontos em 15 participações. Na sequência, aparecem Grêmio (265) e Palmeiras (263), que vão disputar o torneio pela 17ª vez.

Clube brasileiro também com mais jogos disputados (179, contra 155 do Grêmio), é também o brasileiro com mais vitórias (90, contra 86 do Cruzeiro). Já a Raposa é quem mais fez gols (278, contra 276 do São Paulo). Em termos de aproveitamento de pontos, o Cruzeiro também é o melhor entre os brasileiros (64,2%, contra 63,3% do Santos e 60,4% do Corinthians).

Ranking de pontos da Copa Libertadores entre 1960 e 2016:

Pos.ClubePaísPontos
NacionalUruguai554
PeñarolUruguai539
River PlateArgentina538
Boca JuniorsArgentina484
OlimpiaParaguai408
Cerro PorteñoParaguai390
América de CaliColômbia322
Colo-ColoChile321
São PauloBrasil316
10ºBolívarBolívia314
11ºUniversidad CatólicaChile291
12ºCruzeiroBrasil285
13ºUniversitarioPeru267
14ºGrêmioBrasil265
15ºPalmeirasBrasil263
16ºSporting CristalPeru241
IndependienteArgentina241
18ºBarcelonaEquador240
19ºAtlético NacionalColômbia239
20ºVélez SarsfieldArgentina233
21ºDeportivo CaliColômbia215
22ºEmelecEquador213
EstudiantesArgentina213
24ºCorinthiansBrasil203
25ºUniversidad de ChileChile200
26ºSantosBrasil190
27ºInternacionalBrasil188
28ºLDU QuitoEquador184
29ºEl NacionalEquador183
FlamengoBrasil183
31ºLibertadParaguai171
32ºThe StrongestBolívia165
33ºSan LorenzoArgentina157
34ºCobreloaChile150
35ºRosario CentralArgentina143
36ºAlianza LimaPeru139
37ºGuaraníParaguai133
38ºRacingArgentina129
39ºMillonariosColômbia127
40ºAméricaMéxico124
41ºDefensorUruguai118
Unión EspañolaChile118
43ºAtlético-MGBrasil117
44ºJuniorColômbia115
Indep. Santa FéColômbia115
46ºDeportivo TáchiraVenezuela113
47ºNewell’s Old BoysArgentina110
48ºOriente PetroleroBolívia105
49ºJorge WilstermannBolívia100
50ºVascoBrasil99
FluminenseBrasil90
52ºChivas GuadalajaraMéxico89
53ºCaracasVenezuela86
54ºOnce CaldasColômbia73
55ºIndependiente MedellínColômbia71
56ºDeportes TolimaColômbia65
57ºDeportivo QuitoEquador64
58ºPortuguesaVenezuela62
59ºLanúsArgentina60
60ºAtlético-PRBrasil57
TigresMéxico57
62ºDeportivo Petare/ItáliaVenezuela54
63ºMontevideo WanderersUruguai53
64ºCruz AzulMéxico51
65ºSão CaetanoBrasil50
66ºBloomingBolívia48
BotafogoBrasil48
68ºDanubioUruguai46
Bella VistaUruguai46
ArsenalArgentina46
71ºDeportivo CuencaEquador45
72ºSol de AméricaParaguai44
73ºArgentinos JuniorsArgentina43
HuracánArgentina43
75ºNacionalParaguai42
76ºBanfieldArgentina41
77ºCiencianoPeru40
78ºAtlasMéxico39
TolucaMéxico39
80ºIndependiente del ValleEquador38
81ºEstudiantesVenezuela37
PalestinoChile37
83ºGuaraniBrasil36
84ºGaliciaVenezuela33
MinervénVenezuela33
86ºJuan AurichPeru32
Pumas UNAMMéxico32
88ºUnión Atlético TáchiraVenezuela31
89ºCúcuta DeportivoColômbia30
90ºMoreliaMéxico29
91ºSantos LagunaMéxico28
92ºO’HigginsChile25
OlmedoEquador25
94ºSan JoséBolívia24
Santiago WanderersChile24
96ºBahiaBrasil23
SportBrasil23
98ºReal PotosíBolívia22
99ºMunicipalBolívia21
Audax ItalianoChile21
Universidad de Los AndesVenezuela21
102ºMaracaiboVenezuela20
Universidad San MartínPeru20
Unión HuaralPeru20
Ferro Carril OesteArgentina20
CriciúmaBrasil20
107ºProgresoUruguai19
TijuanaMéxico19
109ºMarítimoVenezuela18
GoiásBrasil18
TigreArgentina18
JaguaresMéxico18
113ºCoritibaBrasil17
PaysanduBrasil17
115ºSport BoysPeru16
Gimnasia La PlataArgentina16
ConcepciónChile16
Real GarcilasoPeru16
119ºMelgarPeru15
EvertonChile15
ColegialesParaguai15
122ºMinerosVenezuela14
LeónMéxico14
Universidad CatólicaEquador14
PachucaMéxico14
AméricaEquador14
ParanáBrasil14
128ºSan LuisMéxico13
Sportivo LuqueñoParaguai13
MonterreyMéxico13
ColónArgentina13
Defensor LimaPeru13
133ºUniversitarioBolívia12
Godoy CruzArgentina12
CerroUruguai12
Boyacá ChicóColômbia12
12 de OctubreParaguai12
RacingUruguai12
NecaxaMéxico12
San CristóbalVenezuela12
141º9 de OctubreEquador11
FénixUruguai11
CobresalChile11
ValdézEquador11
PortuguésVenezuela11
146ºValenciaVenezuela10
QuilmesArgentina10
148ºPepeganga MargaritaVenezuela9
149ºZamoraVenezuela8
Santo AndréBrasil8
HuachipatoChile8
152ºChaco PetroleroBolívia7
GuabiráBolívia7
Unión MagdalenaColômbia7
BucaramangaColômbia7
MagallanesChile7
Alfonso UgartePeru7
JuventudeBrasil7
River PlateUruguai7
31 de OctubreBolívia7
161ºDeportivo AnzoáteguiVenezuela6
Defensor AricaPeru6
PaulistaBrasil6
ESPOLIEquador6
165ºDeportivo IquiqueChile5
Técnico UniversitarioEquador5
TrujillanosVenezuela5
NáuticoBrasil5
Unión San FelipeChile5
TalleresArgentina5
León de HuánucoPeru5
CanariasVenezuela5
LaraVenezuela5
RochaUruguai5
175ºUniversidad de CajamarcaPeru4
San AgustínPeru4
Deportivo LaraVenezuela4
Coquimbo UnidoChile4
RangersChile4
180ºTacuaryParaguai3
La PazBolívia3
Deportivo TuluáColômbia3
183ºUniversidad César VallejoPeru2
Coronel BolognesiPeru2
BanguBrasil2
Universidad de ConcepciónChile2
Universitario (LP)Bolívia2
188ºAuroraBolívia1
PueblaMéxico1
LiverpoolUruguai1
Sport HuancayoPeru1
FilanbancoEquador1
TorinoPeru1
Atlético ChalacoPeru1
LitoralBolívia1
Always ReadyBolívia1
197ºDeportivo MunicipalPeru0
Estudiantes TecosMéxico0
EverestEquador0

Vices do Brasileirão têm retrospecto melhor na Libertadores
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Rodolfo Rodrigues

Desde o início do Campeonato Brasileiro, em 1971, apenas quatro campeões que representaram o país no ano seguinte na Libertadores conseguiram conquistar o título sul-americano. O primeiro deles foi o Flamengo, campeão brasileiro pela primeira vez em 1980 e também da Libertadores justamente em seu ano de estreia, em 1981. O primeiro, sob o comando do técnico Cláudio Coutinho. Já o segundo título com Paulo César Carpegiani.

Na década seguinte, o São Paulo fez a dobradinha em 1991 (Brasileirão) e 1992 (Libertadores), ambos com o técnico Telê Santana. Já o Vasco, do técnico Antônio Lopes, repetiu a dose em 1997 (Brasileiro) e 1998 (Libertadores). Já em 2011 e 2012, foi a vez de o Corinthians de Tite faturar os dois títulos na sequência, sendo o único time da era dos pontos corridos a conseguir tal feito.

O Palmeiras, bicampeão em 1972 e 1973, foi eliminado já na primeira fase nas edições de 1973 e 1974 respectivamente. Em 1994, como campeão de 1993, caiu nas oitavas de final para o São Paulo. Já em 1995, como campeão brasileiro de 1994, foi eliminado pelo Grêmio nas quartas de final.

Já cinco times foram campeões da Libertadores vindo da Copa do Brasil ou da antiga Taça Brasil. O Santos, campeão da Taça Brasil em 1961, venceu a Libertadores no ano seguinte. Em 1963, o Peixe repetiu a façanha, mas classificou-se para a Libertadores daquele ano como defensor do título e não como campeão da Taça Brasil de 1962. Já na Copa do Brasil, os campeões que levaram a Libertadores no ano seguinte foram o Grêmio (1994/1995), Cruzeiro (1996/1997), Palmeiras (1998/1999) e Santos (2010/2011).

E dos outros cinco brasileiros campeões da Libertadores, ganharam o torneio como vice-campeões brasileiros: Cruzeiro (1975/1976), Grêmio (1982/1983), Internacional (2005/2006 e 2009/2010) e Atlético-MG (2012/2013). Já o São Paulo de 2005 foi campeão da Libertadores vindo como 3º do Brasileirão de 2004.

Dos 45 campeões do Brasileirão que representaram o país na Libertadores do ano seguinte, suas colocações foram as essas na competição sul-americana:
4 campeões
2 vice-campeões
1 semifinal
3 fase semifinal
14 quartas de final
8 oitavas de final
13 primeira fase

Desempenho dos campeões brasileiros na Libertadores do ano seguinte:
1971 – Atlético-MG (caiu na 1ª fase)
1972 – Palmeiras (caiu na 1ª fase)
1973 – Palmeiras (caiu na 1ª fase)
1974 – Vasco (caiu na 1ª fase)
1975 – Internacional (caiu na 1ª fase)
1976 – Internacional (caiu na fase semifinal)
1977 – São Paulo (caiu na 1ª fase)
1978 – Guarani (caiu na fase semifinal)
1979 – Internacional (vice-campeão)
1980 – Flamengo (campeão)
1981 – Grêmio (caiu na 1ª fase)
1982 – Flamengo (caiu na 1ª fase)
1983 – Flamengo (caiu na fase semifinal)
1984 – Fluminense (caiu na 1ª fase)
1985 – Coritiba (caiu na 1ª fase)
1986 – São Paulo (caiu na 1ª fase)
1987 – Flamengo (não participou)
1987 – Sport (caiu na 1ª fase)
1988 – Bahia (caiu nas quartas de final)
1989 – Vasco (caiu nas quartas de final)
1990 – Corinthians (caiu nas oitavas de final)
1991 – São Paulo (campeão)
1992 – Flamengo (caiu nas quartas de final)
1993 – Palmeiras (caiu nas oitavas de final)
1994 – Palmeiras (caiu nas quartas de final)
1995 – Botafogo (caiu nas oitavas de final)
1996 – Grêmio (caiu nas quartas de final)
1997 – Vasco (campeão)
1998 – Corinthians (caiu nas quartas de final)
1999 – Corinthians (caiu na semifinal)
2000 – Vasco (caiu nas quartas de final)
2001 – Atlético-PR (caiu na 1ª fase)
2002 – Santos (vice-campeão)
2003 – Cruzeiro (caiu nas oitavas de final)
2004 – Santos (caiu nas quartas de final)
2005 – Corinthians (caiu nas oitavas de final)
2006 – São Paulo (caiu nas oitavas de final)
2007 – São Paulo (caiu nas quartas de final)
2008 – São Paulo (caiu nas quartas de final)
2009 – Flamengo (caiu nas quartas de final)
2010 – Fluminense (caiu nas oitavas de final)
2011 – Corinthians (campeão)
2012 – Fluminense (caiu nas quartas de final)
2013 – Cruzeiro (caiu nas quartas de final)
2014 – Cruzeiro (caiu nas quartas de final)
2015 – Corinthians (caiu nas oitavas de final)

Já os vice-campeões do Brasileirão desde 1971 tiveram desempenho melhor. E isso que os vices entre 1989 e 1997 não disputaram o torneio (a segunda vaga era do campeão da Copa do Brasil naqueles anos). E o retrospecto dos 36 vices foi esse:
5 campeões
3 vice-campeões
2 semifinal
4 fase semifinal
5 quartas de final
7 oitavas de final
10 primeira fase

Desempenho dos vice-campeões brasileiros na Libertadores do ano seguinte:
1971 – São Paulo (caiu na fase semifinal)
1972 – Botafogo (caiu na fase semifinal)
1973 – São Paulo (vice-campeão)
1974 – Cruzeiro (caiu na fase semifinal)
1975 – Cruzeiro (campeão)
1976 – Corinthians (caiu na 1ª fase)
1977 – Atlético-MG (caiu na fase semifinal)
1978 – Palmeiras (caiu na 1ª fase)
1979 – Vasco (caiu na 1ª fase)
1980 – Atlético-MG (caiu na 1ª fase)
1981 – São Paulo (caiu na 1ª fase)
1982 – Grêmio (campeão)
1983 – Santos (caiu na 1ª fase)
1984 – Vasco (caiu na 1ª fase)
1985 – Bangu (caiu na 1ª fase)
1986 – Guarani (caiu na 1ª fase)
1987 – Internacional (não disputou)
1987 – Guarani (caiu nas oitavas de final)
1988 – Internacional (caiu na semifinal)
1989 – São Paulo (não disputou)
1990 – São Paulo (não disputou)
1991 – Bragantino (não disputou)
1992 – Botafogo (não disputou)
1993 – Vitória (não disputou)
1994 – Corinthians (não disputou)
1995 – Santos (não disputou)
1996 – Portuguesa (não disputou)
1997 – Palmeiras (não disputou)
1998 – Cruzeiro (caiu nas oitavas de final, mas entrou como campeão da Libertadores)
1999 – Atlético-MG (caiu nas quartas de final)
2000 – São Caetano (caiu nas oitavas de final)
2001 – São Caetano (vice-campeão)
2002 – Corinthians (caiu nas oitavas de final)
2003 – Santos (caiu nas quartas de final)
2004 – Atlético-PR (vice-campeão)
2005 – Internacional (campeão)
2006 – Internacional (caiu na 1ª fase)
2007 – Santos (caiu nas quartas de final)
2008 – Grêmio (caiu na semifinal)
2009 – Internacional (campeão)
2010 – Cruzeiro (caiu nas oitavas de final)
2011 – Vasco (caiu nas quartas de final)
2012 – Atlético-MG (campeão)
2013 – Grêmio (caiu nas oitavas de final)
2014 – São Paulo (caiu nas oitavas de final)
2015 – Atlético-MG (caiu nas quartas de final)

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Quantos jogos os 12 grandes poderão fazer em 2017
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Rodolfo Rodrigues

A temporada do futebol brasileiro começará oficialmente apenas no dia 29 de janeiro. Até lá, os clubes terão 25 dias de pré-temporada, entre os dias 4 e 25 de janeiro. Depois disso, jogarão mais dez meses, até o início de dezembro. Nesse período, os 12 maiores clubes do país (Atlético-MG, Botafogo, Corinthians, Cruzeiro, Flamengo, Fluminense, Grêmio, Internacional, Palmeiras, Santos, São Paulo e Vasco), disputarão entre três e sete competições.

Sem contar os jogos das fases finais,  Atlético-MG e Grêmio são os times com mais jogos pela frente por enquanto (60). Caso avance até as finais dos campeonatos em que participa, o Fluminense é o clube que poderá fazer mais partidas (90). Já o time que poderá disputar menos jogos é o Vasco, que só disputará três competições no ano (Estadual, Copa do Brasil e Brasileirão). Caso não se classifique depois das primeiras fases, fará, no mínimo, 51 jogos.

Em 2016, os clubes com mais jogos oficiais na temporada foram Atlético-MG (74 jogos) e Grêmio (73), seguidos por São Paulo (70), Corinthians (67), Flamengo, Fluminense, Internacional e Santos (66) e Cruzeiro e Palmeiras (65). Já

Botafogo e Vasco (64 partidas), foram os que menos entraram em campo entre os grandes.

Atlético-MG (mín. 60 jogos, máx. 81 jogos)
Campeonato Mineiro (mín. 11 jogos, máx. 15 jogos)
Primeira Liga (mín. 3 jogos, máx. 6 jogos)
Copa Libertadores (mín 6 jogos, máx. 14 jogos)
Copa do Brasil (mín. 2 jogos, máx. 8 jogos)
Campeonato Brasileiro (38 jogos)
* Se for eliminado na fase de grupos da Libertadores, entrará na segunda fase da Copa Sul-Americana (mín. 2 jogos, máx. 10 jogos). Poderá também disputar o Mundial de Clubes de ganhar a Libertadores (mín. 1 jogo, máx. 2 jogos).

Botafogo (mín. 53 jogos, máx. 82 jogos)
Campeonato Carioca (mín. 11 jogos, máx. 18 jogos)
Copa Libertadores (mín 2 jogos, máx. 18 jogos)
Copa do Brasil (mín. 2 jogos, máx. 8 jogos)
Campeonato Brasileiro (38 jogos)
* Se for eliminado na fase da 3ª fase preliminar ou da fase de grupos da Libertadores, entrará na segunda fase da Copa Sul-Americana (mín. 2 jogos, máx. 10 jogos). Poderá também disputar o Mundial de Clubes de ganhar a Libertadores (mín. 1 jogo, máx. 2 jogos).

Cruzeiro (mín. 56 jogos, máx. 87 jogos)
Campeonato Mineiro (mín. 11 jogos, máx. 15 jogos)
Primeira Liga (mín. 3 jogos, máx. 6 jogos)
Copa Sul-Americana (mín 2 jogos, máx. 12 jogos)
Copa do Brasil (mín. 2 jogos, máx. 16 jogos)
Campeonato Brasileiro (38 jogos)

Corinthians (mín. 54 jogos, máx. 84 jogos)
Campeonato Paulista (mín. 12 jogos, máx. 18 jogos)
Copa Sul-Americana (mín 2 jogos, máx. 12 jogos)
Copa do Brasil (mín. 2 jogos, máx. 16 jogos)
Campeonato Brasileiro (38 jogos)

Flamengo (mín. 56 jogos, máx. 88 jogos)
Campeonato Carioca (mín. 11 jogos, máx. 18 jogos)
Primeira Liga (mín. 3 jogos, máx. 6 jogos)
Copa Libertadores (mín 2 jogos, máx. 18 jogos)
Copa do Brasil (mín. 2 jogos, máx. 8 jogos)
Campeonato Brasileiro (38 jogos)
* Se for eliminado na fase de grupos da Libertadores, entrará na segunda fase da Copa Sul-Americana (mín. 2 jogos, máx. 10 jogos). Poderá também disputar o Mundial de Clubes de ganhar a Libertadores (mín. 1 jogo, máx. 2 jogos).

Fluminense (mín. 56 jogos, máx. 90 jogos)
Campeonato Carioca (mín. 11 jogos, máx. 18 jogos)
Primeira Liga (mín. 3 jogos, máx. 6 jogos)
Copa Sul-Americana (mín 2 jogos, máx. 12 jogos)
Copa do Brasil (mín. 2 jogos, máx. 16 jogos)
Campeonato Brasileiro (38 jogos)

Grêmio (mín. 60 jogos, máx. 83 jogos)
Campeonato Gaúcho (mín. 11 jogos, máx. 17 jogos)
Primeira Liga (mín. 3 jogos, máx. 6 jogos)
Copa Libertadores (mín 6 jogos, máx. 14 jogos)
Copa do Brasil (mín. 2 jogos, máx. 8 jogos)
Campeonato Brasileiro (38 jogos)
* Se for eliminado na fase de grupos da Libertadores, entrará na segunda fase da Copa Sul-Americana (mín. 2 jogos, máx. 10 jogos). Poderá também disputar o Mundial de Clubes de ganhar a Libertadores (mín. 1 jogo, máx. 2 jogos).

Internacional (mín. 54 jogos, máx. 77 jogos)
Campeonato Gaúcho (mín. 11 jogos, máx. 17 jogos)
Primeira Liga (mín. 3 jogos, máx. 6 jogos)
Copa do Brasil (mín. 2 jogos, máx. 16 jogos)
Série B do Brasileiro (38 jogos)

Palmeiras (mín. 56 jogos, máx. 78 jogos)
Campeonato Paulista (mín. 12 jogos, máx. 18 jogos)
Copa Libertadores (mín 6 jogos, máx. 14 jogos)
Copa do Brasil (mín. 2 jogos, máx. 8 jogos)
Campeonato Brasileiro (38 jogos)
* Se for eliminado na fase de grupos da Libertadores, entrará na segunda fase da Copa Sul-Americana (mín. 2 jogos, máx. 10 jogos). Poderá também disputar o Mundial de Clubes de ganhar a Libertadores (mín. 1 jogo, máx. 2 jogos).

Santos (mín. 56 jogos, máx. 78 jogos)
Campeonato Paulista (mín. 12 jogos, máx. 18 jogos)
Copa Libertadores (mín 6 jogos, máx. 14 jogos)
Copa do Brasil (mín. 2 jogos, máx. 8 jogos)
Campeonato Brasileiro (38 jogos)
* Se for eliminado na fase de grupos da Libertadores, entrará na segunda fase da Copa Sul-Americana (mín. 2 jogos, máx. 10 jogos). Poderá também disputar o Mundial de Clubes de ganhar a Libertadores (mín. 1 jogo, máx. 2 jogos).

São Paulo (mín. 54 jogos, máx. 84 jogos)
Campeonato Paulista (mín. 12 jogos, máx. 18 jogos)
Copa Sul-Americana (mín 2 jogos, máx. 12 jogos)
Copa do Brasil (mín. 2 jogos, máx. 16 jogos)
Campeonato Brasileiro (38 jogos)

Vasco (mín. 51 jogos, máx. 71 jogos)
Campeonato Carioca (mín. 11 jogos, máx. 17 jogos)
Copa do Brasil (mín. 2 jogos, máx. 16 jogos)
Campeonato Brasileiro (38 jogos)