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As 50 maiores transferências de 2017
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Rodolfo Rodrigues

Terminou ontem, dia 31 de janeiro, o prazo de transferências de jogadores dos principais campeonatos da Europa. Após um mês de negociações, o meia brasileiro Oscar, ex-Chelsea-ING, terminou com a contratação mais cara do mercado ao ser comprado pelo Shanghai SIPG, da China, por 60 milhões de euros.

De acordo com o site alemão Transfermarkt, especializado em valores de transferências de jogadores e pelos dados divulgados pelos clubes, o segundo mais caro da janela de inverno 2016/17 foi o atacante alemão Julian Draxler, que saiu do Wolfsburg-ALE para o Paris Saint-Germain-FRA por 40 milhões de euros, seguido por Gabriel Jesus, ex-Palmeiras, comprado pelo Manchester City-ING por 32 milhões de euros.

Alexandre Pato, que também foi para o futebol chinês, aparece na 10ª colocação entre as maiores transferências (18 milhões de euros). Entre os brasileiros, os próximos da lista são David Neres, ex-São Paulo, comprado por 15 milhões de euros pelo Ajax-HOL; Walace, ex-volante do Grêmio, comprado pelo Hamburgo por 10 milhões; Jorge, ex-Flamengo, novo lateral-esquerdo do Monaco-FRA (8,5 milhões); e Hernani, ex-volante do Atlético-PR, comprado pelo Zenit-RUS por 8 milhões de euros.

Abaixo da lista das 50 maiores transferências, estão ainda o atacante Marinho, ex-Vitória, que foi para o Changchun, da China, por 5 milhões de euros; o atacante Bruno Henrique, revelado pelo Goiás e que estava no Wolfsburg-ALE, comprado pelo Santos por 4 milhões de euros; o meia Leonardo, que disputou o último Mundial de Clubes pelo Jeonbuk, da Coreia do Sul, que foi para o Al Jazira-EAU, por 3,8 milhões; o atacante Adriano Michael Jackson, ex-FC Seoul-COR, comprado por 3,75 milhões pelo SJZ Ever Bright-CHN; e o aqui pouco conhecido atacante Tiquinho Soares, ex-Vitória de Guimarães, comprado pelo Porto-POR por 3,5 milhões de euros.

As 50 maiores transferências ao final da janela de inverno europeia (2016/17), em milhões de euros:

#JogadorPos.Paísvalorex-clubeatual
1OscarMBRA60Chelsea-INGShanghai SIPG-CHN
2DraxlerAALE40Wolfsburg-ALEPSG-FRA
3Gabriel JesusABRA32PalmeirasMan. City-ING
4Gonçalo GuedesAPOR30Benfica-PORPSG-FRA
5PayetMFRA29,3West Ham-INGOly. Marselha-FRA
6IghaloMNIG23,3Watford-INGChangchun-CHN
7SchneiderlinVFRA22,9Man. United-INGEverton-ING
8C. ZhangACHN20,4Beijing SG-CHNHebei-CHN
9WitselVBEL20Zenit-RUSTianjin Q.-CHN
10Alexandre PatoABRA18Villarreal-ESPTianjin Q.-CHN
PavolettiAITA18Genoa-ITANapoli-ITA
12NdidiVNIG17,6Genk-BELLeicester-ING
13Memphis DepayAHOL16Man. United-INGLyon-FRA
14Hélder CostaAPOR15,2Benfica-PORWolverhampton
15Robbie BradyLEIRL15,1Norwich-INGBurnley-ING
16David NeresABRA15São PauloAjax-HOL
CaldaraZITA15Atalanta-ITAJuventus-ITA
18BerahinoAING13,9West Brom.-INGStoke City-ING
10SchuluppLEGAN13,8Leicester-INGCrystal Palace-ING
20BaileyAJAM13,5Genk-BELB. Leverkusen-ALE
JoveticMMTG13,5Man. City-INGInternazionale-ITA
22MalliMTUR12,5Mainz-ALEWolfsburg-ALE
23BazoerVHOL12Ajax-HOLWolfsburg-ALE
SnodrgassAESC12Hull City-INGWest Ham-ING
25Van AanholtLEHOL11,8Sunderland-INGCrystal Palace-ING
26LivermoreVING11,5Hull City-INGWest Brom.-ING
27K. Kyung-WonVCOR10,5Al Ahli-EAUTianjin Q.-CHN
TevezAARG10,5Boca Juniors-ARGShenhua-CHN
29WalaceVBRA10GrêmioHamburgo-ALE
R. PizarroMMEX10Pachuca-MEXChivas-MEX
UpamecanoZFRA10RB Salzburg-AUTRB Leipzig-ALE
32José FonteZPOR9,2Southampton-INGWest Ham-ING
33SansonVFRA9Montpellier-FRAOly. Marselha-FRA
34LookmanAING8,8Charlton-INGEverton-ING
35IsakASUE8,6AIK-SUEBor. Dortmund-ALE
36JorgeLEBRA8,5FlamengoMonaco-FRA
37Oscar RomeroMPAR8,4Racing-ARGShenhua-CHN
38Shilin SunVCHN8,2Liaoning-CHNShenhua-CHN
39HernaniVBRA8Atlético-PRZenit-RUS
Tomás RincónVVEN8Genoa-ITAJuventus-ITA
41AlmirónAARG7,5Lanús-ARGAtlanta United-EUA
KolodziejczakZFRA7,5Sevilla-ESPB. M’Gladbach-ALE
43GestedeABEN7,1Aston Villa-INGMiddlesbrough-ING
44AkhmedovVUZB7Krasnodar-RUSShanghai SIPG-CHN
El GhaziAHOL7Ajax-HOLLille-FRA
RulliGARG7Man. City-INGReal Sociedad-ESP
47BamfordAING6,9Chelsea-INGMiddlesbrough-ING
48C. DomínguezAPAR6C. Porteño-PARAmérica-MEX
FalquéAESP6Roma-ITATorino-ITA
OrsoliniAITA6Ascoli-ITAJuventus-ITA
Pedro PereiraLDPOR6Sampdoria-ITABenfica-POR
Eduardo VargasACHI6Hoffenheim-ALETigres-MEX

 


São Paulo e Palmeiras: grandes com as maiores secas de títulos estaduais
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Rodolfo Rodrigues

Até os anos 1990, os Campeonatos Estaduais eram prioridade para os grandes clubes do Brasil, que muitas vezes só disputavam o Brasileirão na mesmo ano – com exceção dos poucos que jogavam a Copa Libertadores. Desde então, com a Copa do Brasil, torneios sul-americanos e a constante participação na Libertadores, os Estaduais nos principais estados (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul), acabaram relegados ao segundo plano. Ainda assim, a conquista deles acaba servindo para livrar os clubes de pequenas crises, ganhar um dinheiro extra com premiação e aumentar a lista de títulos, sem falar, é claro, na satisfação de qualquer torcedor. Por outro lado, a derrota numa decisão, num clássico decisivo ou uma eliminação precoce, ainda que o Estadual não seja prioridade, por gerar uma crise, muitas vezes ocasionando a demissão de um treinador antes do início do Brasileirão.

Para piorar, o jejum de títulos vira também um incômodo para as equipes. No Sul, o Internacional ganhou 12 dos 16 Gaúchos no século XXI, contra apenas quatro do Grêmio. Assim, abriu sua vantagem de títulos estaduais para nove sobre o rival (45 a 36). Além disso, venceu as últimas seis edições, deixando o Grêmio em um de seus maiores jejuns de estaduais. Já o Colorado, brigará em 2017 por seu segundo hexa – o outro foi entre 1969 e 1976.

Em Minas Gerais, o Atlético-MG perdeu a última final para o América-MG, mas segue na liderança de títulos no estado com 43 conquistas, cinco a mais do que o Cruzeiro, que tem 38 títulos. No século XXI, porém, a Raposa está na frente nas conquistas (oito a cinco).

No Rio de Janeiro, o Flamengo segue como o maior campeão estadual e também como o melhor do século. São 33 títulos no geral e sete no século, contra 31 do Fluminense (três no século), 24 do Vasco (três no século) e 20 do Botafogo (três no século).

Em São Paulo, o Santos é o grande destaque no século, ou mais especificamente nos últimos 11 anos. Desde 2006, o time ganhou sete títulos e foi vice em mais três edições – disputou as últimas oito finais. Assim, o Peixe subiu para o segundo lugar no ranking de títulos (22), ao lado do Palmeiras. O São Paulo caiu para o quarto lugar com 21, enquanto o Corinthians lidera com 27 conquistas.

Entre os 12 grandes clubes do futebol brasileiro, São Paulo e Palmeiras são aqueles então com as maiores secas de títulos estaduais. O Tricolor, campeão pela última vez em 2005, já está na fila há 11 anos e se aproxima de seu maior jejum no Paulistão, que é de 13 anos, entre 1957 e 1970. O Palmeiras, campeão em 2008, já não vence o Estadual há oito anos, sua terceira maior fila. O Verdão ficou 17 anos sem títulos entre 1976 e 1993, depois, 12 anos entre 1996 e 2008. E nos últimos 20 anos, ganhou apenas um título (2008).

Maiores jejuns de títulos estaduais entre os 12 grandes na atualidade:
11 anos
São Paulo (último título em 2005)

8 anos
Palmeiras (último título em 2008)

6 anos
Grêmio (último título em 2010)

4 anos
Fluminense (último título em 2012)

3 anos
Botafogo (último título em 2013)
Corinthians (último título em 2013)

2 anos
Cruzeiro (último título em 2014)
Flamengo (último título em 2014)

1 ano
Atlético-MG (último título em 2015)

0 ano
Internacional (hexacampeão gaúcho)
Santos (bicampeão paulista)
Vasco (bicampeão carioca)

Maiores jejuns de títulos estaduais entre os 12 grandes na história:
23 anos
Corinthians (1954-1977)

22 anos
Santos (1984-2006)

21 anos
Botafogo (1968-1989)

17 anos
Palmeiras (1976-1993)

14 anos
Grêmio (1932-1946)

13 anos
São Paulo (1957-1970)

12 anos
Flamengo (1927-1939)
Fluminense (1924-1936)
Vasco (1958-1970 e 2003-2015)

11 anos
Atlético-MG (1915-1926)
Cruzeiro (1945-1956)

8 anos
Internacional (1961-1969)


São Paulo: melhor brasileiro no ranking de pontos da Libertadores
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Rodolfo Rodrigues

Começa hoje a 58ª edição da Copa Libertadores da América, que este ano terá o número recorde de 47 participantes. Entre eles, seis estreantes (Atlético Tucumán-ARG, Sport Boys-BOL, Chapecoense-BRA, Deportivo Capiatá-PAR, Carabobo-VEN e Zulia-VEN).

Desde 1960, ano da primeira edição, 199 clubes já disputaram o torneio sul-americano e o Nacional do Uruguai é o time que mais somou pontos (554), contra 539 do seu rival Peñarol. Os dois clubes, que juntos têm oito títulos, são também os dois que mais disputaram a Libertadores – estou indo para a 44ª participação.

Entre os brasileiros, o São Paulo é o clube com mais pontos até 2016 (316) e também o que mais vezes participou da competição (18). O Cruzeiro, com 285, é o segundo brasileiro com mais pontos em 15 participações. Na sequência, aparecem Grêmio (265) e Palmeiras (263), que vão disputar o torneio pela 17ª vez.

Clube brasileiro também com mais jogos disputados (179, contra 155 do Grêmio), é também o brasileiro com mais vitórias (90, contra 86 do Cruzeiro). Já a Raposa é quem mais fez gols (278, contra 276 do São Paulo). Em termos de aproveitamento de pontos, o Cruzeiro também é o melhor entre os brasileiros (64,2%, contra 63,3% do Santos e 60,4% do Corinthians).

Ranking de pontos da Copa Libertadores entre 1960 e 2016:

Pos.ClubePaísPontos
NacionalUruguai554
PeñarolUruguai539
River PlateArgentina538
Boca JuniorsArgentina484
OlimpiaParaguai408
Cerro PorteñoParaguai390
América de CaliColômbia322
Colo-ColoChile321
São PauloBrasil316
10ºBolívarBolívia314
11ºUniversidad CatólicaChile291
12ºCruzeiroBrasil285
13ºUniversitarioPeru267
14ºGrêmioBrasil265
15ºPalmeirasBrasil263
16ºSporting CristalPeru241
IndependienteArgentina241
18ºBarcelonaEquador240
19ºAtlético NacionalColômbia239
20ºVélez SarsfieldArgentina233
21ºDeportivo CaliColômbia215
22ºEmelecEquador213
EstudiantesArgentina213
24ºCorinthiansBrasil203
25ºUniversidad de ChileChile200
26ºSantosBrasil190
27ºInternacionalBrasil188
28ºLDU QuitoEquador184
29ºEl NacionalEquador183
FlamengoBrasil183
31ºLibertadParaguai171
32ºThe StrongestBolívia165
33ºSan LorenzoArgentina157
34ºCobreloaChile150
35ºRosario CentralArgentina143
36ºAlianza LimaPeru139
37ºGuaraníParaguai133
38ºRacingArgentina129
39ºMillonariosColômbia127
40ºAméricaMéxico124
41ºDefensorUruguai118
Unión EspañolaChile118
43ºAtlético-MGBrasil117
44ºJuniorColômbia115
Indep. Santa FéColômbia115
46ºDeportivo TáchiraVenezuela113
47ºNewell’s Old BoysArgentina110
48ºOriente PetroleroBolívia105
49ºJorge WilstermannBolívia100
50ºVascoBrasil99
FluminenseBrasil90
52ºChivas GuadalajaraMéxico89
53ºCaracasVenezuela86
54ºOnce CaldasColômbia73
55ºIndependiente MedellínColômbia71
56ºDeportes TolimaColômbia65
57ºDeportivo QuitoEquador64
58ºPortuguesaVenezuela62
59ºLanúsArgentina60
60ºAtlético-PRBrasil57
TigresMéxico57
62ºDeportivo Petare/ItáliaVenezuela54
63ºMontevideo WanderersUruguai53
64ºCruz AzulMéxico51
65ºSão CaetanoBrasil50
66ºBloomingBolívia48
BotafogoBrasil48
68ºDanubioUruguai46
Bella VistaUruguai46
ArsenalArgentina46
71ºDeportivo CuencaEquador45
72ºSol de AméricaParaguai44
73ºArgentinos JuniorsArgentina43
HuracánArgentina43
75ºNacionalParaguai42
76ºBanfieldArgentina41
77ºCiencianoPeru40
78ºAtlasMéxico39
TolucaMéxico39
80ºIndependiente del ValleEquador38
81ºEstudiantesVenezuela37
PalestinoChile37
83ºGuaraniBrasil36
84ºGaliciaVenezuela33
MinervénVenezuela33
86ºJuan AurichPeru32
Pumas UNAMMéxico32
88ºUnión Atlético TáchiraVenezuela31
89ºCúcuta DeportivoColômbia30
90ºMoreliaMéxico29
91ºSantos LagunaMéxico28
92ºO’HigginsChile25
OlmedoEquador25
94ºSan JoséBolívia24
Santiago WanderersChile24
96ºBahiaBrasil23
SportBrasil23
98ºReal PotosíBolívia22
99ºMunicipalBolívia21
Audax ItalianoChile21
Universidad de Los AndesVenezuela21
102ºMaracaiboVenezuela20
Universidad San MartínPeru20
Unión HuaralPeru20
Ferro Carril OesteArgentina20
CriciúmaBrasil20
107ºProgresoUruguai19
TijuanaMéxico19
109ºMarítimoVenezuela18
GoiásBrasil18
TigreArgentina18
JaguaresMéxico18
113ºCoritibaBrasil17
PaysanduBrasil17
115ºSport BoysPeru16
Gimnasia La PlataArgentina16
ConcepciónChile16
Real GarcilasoPeru16
119ºMelgarPeru15
EvertonChile15
ColegialesParaguai15
122ºMinerosVenezuela14
LeónMéxico14
Universidad CatólicaEquador14
PachucaMéxico14
AméricaEquador14
ParanáBrasil14
128ºSan LuisMéxico13
Sportivo LuqueñoParaguai13
MonterreyMéxico13
ColónArgentina13
Defensor LimaPeru13
133ºUniversitarioBolívia12
Godoy CruzArgentina12
CerroUruguai12
Boyacá ChicóColômbia12
12 de OctubreParaguai12
RacingUruguai12
NecaxaMéxico12
San CristóbalVenezuela12
141º9 de OctubreEquador11
FénixUruguai11
CobresalChile11
ValdézEquador11
PortuguésVenezuela11
146ºValenciaVenezuela10
QuilmesArgentina10
148ºPepeganga MargaritaVenezuela9
149ºZamoraVenezuela8
Santo AndréBrasil8
HuachipatoChile8
152ºChaco PetroleroBolívia7
GuabiráBolívia7
Unión MagdalenaColômbia7
BucaramangaColômbia7
MagallanesChile7
Alfonso UgartePeru7
JuventudeBrasil7
River PlateUruguai7
31 de OctubreBolívia7
161ºDeportivo AnzoáteguiVenezuela6
Defensor AricaPeru6
PaulistaBrasil6
ESPOLIEquador6
165ºDeportivo IquiqueChile5
Técnico UniversitarioEquador5
TrujillanosVenezuela5
NáuticoBrasil5
Unión San FelipeChile5
TalleresArgentina5
León de HuánucoPeru5
CanariasVenezuela5
LaraVenezuela5
RochaUruguai5
175ºUniversidad de CajamarcaPeru4
San AgustínPeru4
Deportivo LaraVenezuela4
Coquimbo UnidoChile4
RangersChile4
180ºTacuaryParaguai3
La PazBolívia3
Deportivo TuluáColômbia3
183ºUniversidad César VallejoPeru2
Coronel BolognesiPeru2
BanguBrasil2
Universidad de ConcepciónChile2
Universitario (LP)Bolívia2
188ºAuroraBolívia1
PueblaMéxico1
LiverpoolUruguai1
Sport HuancayoPeru1
FilanbancoEquador1
TorinoPeru1
Atlético ChalacoPeru1
LitoralBolívia1
Always ReadyBolívia1
197ºDeportivo MunicipalPeru0
Estudiantes TecosMéxico0
EverestEquador0

Vices do Brasileirão têm retrospecto melhor na Libertadores
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Rodolfo Rodrigues

Desde o início do Campeonato Brasileiro, em 1971, apenas quatro campeões que representaram o país no ano seguinte na Libertadores conseguiram conquistar o título sul-americano. O primeiro deles foi o Flamengo, campeão brasileiro pela primeira vez em 1980 e também da Libertadores justamente em seu ano de estreia, em 1981. O primeiro, sob o comando do técnico Cláudio Coutinho. Já o segundo título com Paulo César Carpegiani.

Na década seguinte, o São Paulo fez a dobradinha em 1991 (Brasileirão) e 1992 (Libertadores), ambos com o técnico Telê Santana. Já o Vasco, do técnico Antônio Lopes, repetiu a dose em 1997 (Brasileiro) e 1998 (Libertadores). Já em 2011 e 2012, foi a vez de o Corinthians de Tite faturar os dois títulos na sequência, sendo o único time da era dos pontos corridos a conseguir tal feito.

O Palmeiras, bicampeão em 1972 e 1973, foi eliminado já na primeira fase nas edições de 1973 e 1974 respectivamente. Em 1994, como campeão de 1993, caiu nas oitavas de final para o São Paulo. Já em 1995, como campeão brasileiro de 1994, foi eliminado pelo Grêmio nas quartas de final.

Já cinco times foram campeões da Libertadores vindo da Copa do Brasil ou da antiga Taça Brasil. O Santos, campeão da Taça Brasil em 1961, venceu a Libertadores no ano seguinte. Em 1963, o Peixe repetiu a façanha, mas classificou-se para a Libertadores daquele ano como defensor do título e não como campeão da Taça Brasil de 1962. Já na Copa do Brasil, os campeões que levaram a Libertadores no ano seguinte foram o Grêmio (1994/1995), Cruzeiro (1996/1997), Palmeiras (1998/1999) e Santos (2010/2011).

E dos outros cinco brasileiros campeões da Libertadores, ganharam o torneio como vice-campeões brasileiros: Cruzeiro (1975/1976), Grêmio (1982/1983), Internacional (2005/2006 e 2009/2010) e Atlético-MG (2012/2013). Já o São Paulo de 2005 foi campeão da Libertadores vindo como 3º do Brasileirão de 2004.

Dos 45 campeões do Brasileirão que representaram o país na Libertadores do ano seguinte, suas colocações foram as essas na competição sul-americana:
4 campeões
2 vice-campeões
1 semifinal
3 fase semifinal
14 quartas de final
8 oitavas de final
13 primeira fase

Desempenho dos campeões brasileiros na Libertadores do ano seguinte:
1971 – Atlético-MG (caiu na 1ª fase)
1972 – Palmeiras (caiu na 1ª fase)
1973 – Palmeiras (caiu na 1ª fase)
1974 – Vasco (caiu na 1ª fase)
1975 – Internacional (caiu na 1ª fase)
1976 – Internacional (caiu na fase semifinal)
1977 – São Paulo (caiu na 1ª fase)
1978 – Guarani (caiu na fase semifinal)
1979 – Internacional (vice-campeão)
1980 – Flamengo (campeão)
1981 – Grêmio (caiu na 1ª fase)
1982 – Flamengo (caiu na 1ª fase)
1983 – Flamengo (caiu na fase semifinal)
1984 – Fluminense (caiu na 1ª fase)
1985 – Coritiba (caiu na 1ª fase)
1986 – São Paulo (caiu na 1ª fase)
1987 – Flamengo (não participou)
1987 – Sport (caiu na 1ª fase)
1988 – Bahia (caiu nas quartas de final)
1989 – Vasco (caiu nas quartas de final)
1990 – Corinthians (caiu nas oitavas de final)
1991 – São Paulo (campeão)
1992 – Flamengo (caiu nas quartas de final)
1993 – Palmeiras (caiu nas oitavas de final)
1994 – Palmeiras (caiu nas quartas de final)
1995 – Botafogo (caiu nas oitavas de final)
1996 – Grêmio (caiu nas quartas de final)
1997 – Vasco (campeão)
1998 – Corinthians (caiu nas quartas de final)
1999 – Corinthians (caiu na semifinal)
2000 – Vasco (caiu nas quartas de final)
2001 – Atlético-PR (caiu na 1ª fase)
2002 – Santos (vice-campeão)
2003 – Cruzeiro (caiu nas oitavas de final)
2004 – Santos (caiu nas quartas de final)
2005 – Corinthians (caiu nas oitavas de final)
2006 – São Paulo (caiu nas oitavas de final)
2007 – São Paulo (caiu nas quartas de final)
2008 – São Paulo (caiu nas quartas de final)
2009 – Flamengo (caiu nas quartas de final)
2010 – Fluminense (caiu nas oitavas de final)
2011 – Corinthians (campeão)
2012 – Fluminense (caiu nas quartas de final)
2013 – Cruzeiro (caiu nas quartas de final)
2014 – Cruzeiro (caiu nas quartas de final)
2015 – Corinthians (caiu nas oitavas de final)

Já os vice-campeões do Brasileirão desde 1971 tiveram desempenho melhor. E isso que os vices entre 1989 e 1997 não disputaram o torneio (a segunda vaga era do campeão da Copa do Brasil naqueles anos). E o retrospecto dos 36 vices foi esse:
5 campeões
3 vice-campeões
2 semifinal
4 fase semifinal
5 quartas de final
7 oitavas de final
10 primeira fase

Desempenho dos vice-campeões brasileiros na Libertadores do ano seguinte:
1971 – São Paulo (caiu na fase semifinal)
1972 – Botafogo (caiu na fase semifinal)
1973 – São Paulo (vice-campeão)
1974 – Cruzeiro (caiu na fase semifinal)
1975 – Cruzeiro (campeão)
1976 – Corinthians (caiu na 1ª fase)
1977 – Atlético-MG (caiu na fase semifinal)
1978 – Palmeiras (caiu na 1ª fase)
1979 – Vasco (caiu na 1ª fase)
1980 – Atlético-MG (caiu na 1ª fase)
1981 – São Paulo (caiu na 1ª fase)
1982 – Grêmio (campeão)
1983 – Santos (caiu na 1ª fase)
1984 – Vasco (caiu na 1ª fase)
1985 – Bangu (caiu na 1ª fase)
1986 – Guarani (caiu na 1ª fase)
1987 – Internacional (não disputou)
1987 – Guarani (caiu nas oitavas de final)
1988 – Internacional (caiu na semifinal)
1989 – São Paulo (não disputou)
1990 – São Paulo (não disputou)
1991 – Bragantino (não disputou)
1992 – Botafogo (não disputou)
1993 – Vitória (não disputou)
1994 – Corinthians (não disputou)
1995 – Santos (não disputou)
1996 – Portuguesa (não disputou)
1997 – Palmeiras (não disputou)
1998 – Cruzeiro (caiu nas oitavas de final, mas entrou como campeão da Libertadores)
1999 – Atlético-MG (caiu nas quartas de final)
2000 – São Caetano (caiu nas oitavas de final)
2001 – São Caetano (vice-campeão)
2002 – Corinthians (caiu nas oitavas de final)
2003 – Santos (caiu nas quartas de final)
2004 – Atlético-PR (vice-campeão)
2005 – Internacional (campeão)
2006 – Internacional (caiu na 1ª fase)
2007 – Santos (caiu nas quartas de final)
2008 – Grêmio (caiu na semifinal)
2009 – Internacional (campeão)
2010 – Cruzeiro (caiu nas oitavas de final)
2011 – Vasco (caiu nas quartas de final)
2012 – Atlético-MG (campeão)
2013 – Grêmio (caiu nas oitavas de final)
2014 – São Paulo (caiu nas oitavas de final)
2015 – Atlético-MG (caiu nas quartas de final)

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Rodolfo Rodrigues

O volante Felipe Melo, 33 anos, se apresentou hoje como novo reforço do Palmeiras para a temporada. E na coletiva de imprensa, o ex-jogador da Seleção Brasileira se defendeu das críticas sobre os cartões vermelhos, sobre o fato de ser maldoso e apresentou alguns números. O ex-volante da Internazionale de Milão disse que nos últimos cinco anos levou apenas quatro cartões vermelhos. E fez ainda algumas comparações com Gabriel Jesus, ex-atacante do Palmeiras, e Fernandinho, titular do Manchester City e da Seleção Brasileira.

Mas a conta não é bem essa. Nos últimos cinco anos, Felipe Melo levou o dobro de cartões vermelhos. Foram oito e não quatro por Galatasaray-TUR e Internazionale. Em 174 jogos, além das oito expulsões (média de 0,05 por jogo), o volante levou 64 amarelos – média de 0,37 por partida.

Fernandinho, nas últimas cinco temporadas disputou mais jogos (240), teve seis expulsões (duas a menos do que Felipe Melo no período) e tomou 58 amarelos (média de 0,24, inferior também a de Felipe Melo).

Pegando só 2016, Felipe Melo levou 5 amarelos e foi expulso apenas uma vez. Porém, 26 jogos. Fernandinho, no ano passado, em 53 jogos (mais do que o dobro de Felipe Melo), levou 12 amarelos e foi expulso três vezes.

Na carreira, Felipe Melo, em 515 jogos, tem 159 amarelos e 20 vermelhos. Já Fernandinho, em 565 jogos, levou 107 amarelos e 9 vermelhos.

Já na Seleção Brasileira, Felipe Melo, em 22 jogos, levou 6 amarelos e 2 vermelhos – o mais famoso deles na desclassificação para a Holanda nas quartas de final da Copa de 2010. Já Fernandinho, em 36 jogos, levou 4 amarelos e não foi expulso.

Jogos e cartões amarelos e vermelhos de Felipe Melo nos últimos cinco anos:
2016 – Internazionale
26 jogos, 5 amarelos (0,19 por jogo), 1 vermelho (0,04 por jogo)

2015 – Galatasaray e Internazionale
28 jogos, 15 amarelos (0,54 por jogo), 2 vermelhos (0,07 por jogo)

2014 – Galatasaray
42 jogos, 19 amarelos (0,45 por jogo), 2 vermelhos (0,05 por jogo)

2013 – Galatasaray
39 jogos, 9 amarelos (0,23 por jogo), 2 vermelhos (0,05 por jogo)

2012 – Galatasaray
39 jogos, 16 amarelos (0,41 por jogo), 1 vermelho (0,03 por jogo)

Total na carreira:
515 jogos, 159 amarelos (0,31 por jogo), 20 vermelhos (0,04 por jogo)


Jogos e cartões amarelos e vermelhos de Fernandinho nos últimos cinco anos
:
2016 – Manchester City e Seleção Brasileira
53 jogos, 12 amarelos (0,23 por jogo), 3 vermelhos (0,06 por jogo)

2015 – Manchester City e Seleção Brasileira
57 jogos, 13 amarelos (0,23 por jogo), 0 vermelho

2014 – Manchester City e Seleção Brasileira
56 jogos, 12 amarelos (0,21 por jogo), 1 vermelho (0,02 por jogo)

2013 – Shakthar Donetsk e Manchester City
35 jogos, 10 amarelos (0,29 por jogo), 0 vermelho

2012 – Shakthar Donetsk e Seleção Brasileira
39 jogos, 11 amarelos (0,28 por jogo), 1 vermelho (0,03 por jogo)

Total na carreira:
565 jogos, 107 amarelos (0,19 por jogo), 9 vermelhos (0,02)

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Quantos jogos os 12 grandes poderão fazer em 2017
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Rodolfo Rodrigues

A temporada do futebol brasileiro começará oficialmente apenas no dia 29 de janeiro. Até lá, os clubes terão 25 dias de pré-temporada, entre os dias 4 e 25 de janeiro. Depois disso, jogarão mais dez meses, até o início de dezembro. Nesse período, os 12 maiores clubes do país (Atlético-MG, Botafogo, Corinthians, Cruzeiro, Flamengo, Fluminense, Grêmio, Internacional, Palmeiras, Santos, São Paulo e Vasco), disputarão entre três e sete competições.

Sem contar os jogos das fases finais,  Atlético-MG e Grêmio são os times com mais jogos pela frente por enquanto (60). Caso avance até as finais dos campeonatos em que participa, o Fluminense é o clube que poderá fazer mais partidas (90). Já o time que poderá disputar menos jogos é o Vasco, que só disputará três competições no ano (Estadual, Copa do Brasil e Brasileirão). Caso não se classifique depois das primeiras fases, fará, no mínimo, 51 jogos.

Em 2016, os clubes com mais jogos oficiais na temporada foram Atlético-MG (74 jogos) e Grêmio (73), seguidos por São Paulo (70), Corinthians (67), Flamengo, Fluminense, Internacional e Santos (66) e Cruzeiro e Palmeiras (65). Já

Botafogo e Vasco (64 partidas), foram os que menos entraram em campo entre os grandes.

Atlético-MG (mín. 60 jogos, máx. 81 jogos)
Campeonato Mineiro (mín. 11 jogos, máx. 15 jogos)
Primeira Liga (mín. 3 jogos, máx. 6 jogos)
Copa Libertadores (mín 6 jogos, máx. 14 jogos)
Copa do Brasil (mín. 2 jogos, máx. 8 jogos)
Campeonato Brasileiro (38 jogos)
* Se for eliminado na fase de grupos da Libertadores, entrará na segunda fase da Copa Sul-Americana (mín. 2 jogos, máx. 10 jogos). Poderá também disputar o Mundial de Clubes de ganhar a Libertadores (mín. 1 jogo, máx. 2 jogos).

Botafogo (mín. 53 jogos, máx. 82 jogos)
Campeonato Carioca (mín. 11 jogos, máx. 18 jogos)
Copa Libertadores (mín 2 jogos, máx. 18 jogos)
Copa do Brasil (mín. 2 jogos, máx. 8 jogos)
Campeonato Brasileiro (38 jogos)
* Se for eliminado na fase da 3ª fase preliminar ou da fase de grupos da Libertadores, entrará na segunda fase da Copa Sul-Americana (mín. 2 jogos, máx. 10 jogos). Poderá também disputar o Mundial de Clubes de ganhar a Libertadores (mín. 1 jogo, máx. 2 jogos).

Cruzeiro (mín. 56 jogos, máx. 87 jogos)
Campeonato Mineiro (mín. 11 jogos, máx. 15 jogos)
Primeira Liga (mín. 3 jogos, máx. 6 jogos)
Copa Sul-Americana (mín 2 jogos, máx. 12 jogos)
Copa do Brasil (mín. 2 jogos, máx. 16 jogos)
Campeonato Brasileiro (38 jogos)

Corinthians (mín. 54 jogos, máx. 84 jogos)
Campeonato Paulista (mín. 12 jogos, máx. 18 jogos)
Copa Sul-Americana (mín 2 jogos, máx. 12 jogos)
Copa do Brasil (mín. 2 jogos, máx. 16 jogos)
Campeonato Brasileiro (38 jogos)

Flamengo (mín. 56 jogos, máx. 88 jogos)
Campeonato Carioca (mín. 11 jogos, máx. 18 jogos)
Primeira Liga (mín. 3 jogos, máx. 6 jogos)
Copa Libertadores (mín 2 jogos, máx. 18 jogos)
Copa do Brasil (mín. 2 jogos, máx. 8 jogos)
Campeonato Brasileiro (38 jogos)
* Se for eliminado na fase de grupos da Libertadores, entrará na segunda fase da Copa Sul-Americana (mín. 2 jogos, máx. 10 jogos). Poderá também disputar o Mundial de Clubes de ganhar a Libertadores (mín. 1 jogo, máx. 2 jogos).

Fluminense (mín. 56 jogos, máx. 90 jogos)
Campeonato Carioca (mín. 11 jogos, máx. 18 jogos)
Primeira Liga (mín. 3 jogos, máx. 6 jogos)
Copa Sul-Americana (mín 2 jogos, máx. 12 jogos)
Copa do Brasil (mín. 2 jogos, máx. 16 jogos)
Campeonato Brasileiro (38 jogos)

Grêmio (mín. 60 jogos, máx. 83 jogos)
Campeonato Gaúcho (mín. 11 jogos, máx. 17 jogos)
Primeira Liga (mín. 3 jogos, máx. 6 jogos)
Copa Libertadores (mín 6 jogos, máx. 14 jogos)
Copa do Brasil (mín. 2 jogos, máx. 8 jogos)
Campeonato Brasileiro (38 jogos)
* Se for eliminado na fase de grupos da Libertadores, entrará na segunda fase da Copa Sul-Americana (mín. 2 jogos, máx. 10 jogos). Poderá também disputar o Mundial de Clubes de ganhar a Libertadores (mín. 1 jogo, máx. 2 jogos).

Internacional (mín. 54 jogos, máx. 77 jogos)
Campeonato Gaúcho (mín. 11 jogos, máx. 17 jogos)
Primeira Liga (mín. 3 jogos, máx. 6 jogos)
Copa do Brasil (mín. 2 jogos, máx. 16 jogos)
Série B do Brasileiro (38 jogos)

Palmeiras (mín. 56 jogos, máx. 78 jogos)
Campeonato Paulista (mín. 12 jogos, máx. 18 jogos)
Copa Libertadores (mín 6 jogos, máx. 14 jogos)
Copa do Brasil (mín. 2 jogos, máx. 8 jogos)
Campeonato Brasileiro (38 jogos)
* Se for eliminado na fase de grupos da Libertadores, entrará na segunda fase da Copa Sul-Americana (mín. 2 jogos, máx. 10 jogos). Poderá também disputar o Mundial de Clubes de ganhar a Libertadores (mín. 1 jogo, máx. 2 jogos).

Santos (mín. 56 jogos, máx. 78 jogos)
Campeonato Paulista (mín. 12 jogos, máx. 18 jogos)
Copa Libertadores (mín 6 jogos, máx. 14 jogos)
Copa do Brasil (mín. 2 jogos, máx. 8 jogos)
Campeonato Brasileiro (38 jogos)
* Se for eliminado na fase de grupos da Libertadores, entrará na segunda fase da Copa Sul-Americana (mín. 2 jogos, máx. 10 jogos). Poderá também disputar o Mundial de Clubes de ganhar a Libertadores (mín. 1 jogo, máx. 2 jogos).

São Paulo (mín. 54 jogos, máx. 84 jogos)
Campeonato Paulista (mín. 12 jogos, máx. 18 jogos)
Copa Sul-Americana (mín 2 jogos, máx. 12 jogos)
Copa do Brasil (mín. 2 jogos, máx. 16 jogos)
Campeonato Brasileiro (38 jogos)

Vasco (mín. 51 jogos, máx. 71 jogos)
Campeonato Carioca (mín. 11 jogos, máx. 17 jogos)
Copa do Brasil (mín. 2 jogos, máx. 16 jogos)
Campeonato Brasileiro (38 jogos)

 


São Paulo segue como líder no ranking dos pontos corridos
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Rodolfo Rodrigues

Após o término do Brasileirão de 2016, a 14ª edição na era dos pontos corridos, o São Paulo segue como o líder no ranking de pontos acumulados desde 2003. Mesmo com o desempenho ruim nesse última campeonato, o Tricolor segue folgado na frente, com 43 pontos a mais do que o Cruzeiro, que também não foi bem na Série A de 2016.

O Santos, vice-campeão, fez 28 pontos a mais do que o rebaixado Internacional e agora assumiu a 3ª colocação no ranking. O Colorado, que não disputará a próxima edição na primeira divisão, deverá ainda cair mais no ranking, já que tem 37 pontos a mais do que Corinthians e 45 a mais do que o Fluminense.

O Corinthians, que tem uma edição a menos (estava na Série B em 2008), segue na frente de Fluminense e Flamengo, que jogaram todas as 14 edições. O Palmeiras, campeão com 80 pontos, segue na 11ª colocação, atrás do Atlético-PR. Com 12 edições disputadas, o Verdão tem 45 pontos a menos do que o Atlético-PR, 10º colocado.

Outras posições que mudaram no ranking, em relação ao de 2015, foi a subida do Botafogo para o 12º lugar, superando o Goiás, que está na Série B. A Ponte Preta também subiu uma posição (17º lugar), deixando o Vitória para trás (18º). A Chapecoense subiu duas posições, indo agora para o 29º lugar.

Ranking de pontos na Série A desde 2003 (era dos pontos corridos):

Pos.ClubePGJVEDGPGCSAprov.Part.
São Paulo92755226313815184560623956,014
Cruzeiro88455225711318287069917153,414
Santos85655223913917486068117951,714
Internacional84955223713617973863210651,314
Corinthians81251422214614669756812952,713
Fluminense7995522171461897717195248,214
Flamengo7915522111621797226932947,814
Grêmio77051021412816869258510750,313
Atlético-MG7435142031341777506925848,213
10ºAtlético-PR7305142031211907056812447,313
11ºPalmeiras6854681881211596525975548,812
12ºBotafogo6404681691331666316062545,612
13ºGoiás5964381651011726266062045,411
14ºVasco578438150128160589634-4544,011
15ºCoritiba572438151119168540549-943,511
16ºFigueirense550438142124172530622-9241,911
17ºPonte Preta39332410482138377482-10540,48
18ºVitória38832010379138406460-5440,48
19ºSport3332668772107327366-3941,77
20ºParaná281210794487294312-1844,65
21ºJuventude266210715089268327-5942,25
22ºBahia224198555984207270-6337,75
24ºSão Caetano2151726541662091991041,74
23ºNáutico200190543898224318-9435,15
25ºCriciúma188168503880195266-7137,34
26ºAvaí173152444167193245-5237,94
27ºGuarani147130363955140180-4037,73
28ºPaysandu146134413162193245-5236,33
29ºFortaleza142126363456155200-4537,63
30ºChapecoense142114363444122144-2241,53
31ºPortuguesa127114313845137157-2037,13
32ºAtlético-GO120114303054138169-3135,13
33ºCeará867620263082108-2637,72
34ºBarueri777619233498116-1833,82
35ºAmérica-MG657615204174127-5328,52
36ºSanta Cruz597615144786145-5925,92
37ºSanto André4138118194661-1536,01
38ºBrasiliense41421011214767-2032,51
39ºIpatinga353898213767-3030,71
40ºJoinville3138710212648-2227,21
41ºAmérica-RN173845292480-5614,91

Os brasileiros com mais participações em Libertadores
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Rodolfo Rodrigues

Terminada a temporada brasileira, oito times garantiram vaga na Libertadores de 2017. Seis deles via Campeonato Brasileiro (Palmeiras, Santos, Flamengo, Atlético-MG, Botafogo e Atlético-PR). Grêmio (campeão da Copa do Brasil) e Chapecoense (campeã da Copa Sul-Americana), completam a lista.

Nunca o país teve tantos representantes em uma só edição do torneio sul-americano, que terá novo formato em 2017. E dos times que representarão o Brasil no ano que vem, apenas Grêmio, Palmeiras e Atlético-MG jogaram na última edição, em 2016. Botafogo, Flamengo e Atlético-PR disputaram a Libertadores pela última vez em 2014. Já o Santos, voltará a disputar o torneio depois de cinco anos. Sua última participação foi em 2012, quando chegou à semifinal no ano em que defendia o título.

Desde 1960, 27 clubes brasileiros disputaram a Libertadores. A Chapecoense, que fará sua estreia, será o 28º representante. E desde então, o São Paulo é o clube brasileiro com mais participações na competições – 18 vezes, seguido de perto por Grêmio e Palmeiras (17 cada).

Clubes brasileiros com mais participações em Libertadores:
18 vezes
São Paulo (72, 74, 78, 82, 87, 92, 93, 94, 04, 05, 06, 07, 08, 09, 10, 13, 15 e 16)

17 vezes
Grêmio (82, 83, 84, 90, 95, 96, 97, 98, 02, 03, 07, 09, 11, 13, 14 , 16 e 17) e Palmeiras (61, 68, 71, 73, 74, 79, 94, 95, 99, 00, 01, 05, 06, 09, 13, 16 e 17)

15 vezes
Cruzeiro
 (67, 75, 76, 77, 94, 97, 98, 01, 04, 08, 09, 10, 11, 14 e 15)

13 vezes
Santos (62, 63, 64, 65, 84, 03, 04, 05, 07, 08, 11,12 e 17), Corinthians (77, 91, 96, 99, 00, 03, 06, 10, 11, 12, 13, 15 e 16) e Flamengo (81, 82, 83, 84, 91, 93, 02, 07, 08, 10, 12, 14 e 17)

11 vezes
Internacional (76, 77, 80, 89, 93, 06, 07, 10, 11, 12 e 15)

9 vezes
Atlético-MG (72, 78, 81, 00, 13, 14, 15, 16 e 17)

8 vezes
Vasco (75, 80, 85, 90, 98, 99, 01 e 12)

6 vezes
Fluminense (71, 85, 08, 11, 12 e 13)

5 vezes
Atlético-PR (00, 02, 05, 14 e 17) e Botafogo (63, 73, 96, 14 e 17)

3 vezes
Bahia (60, 64 e 89), Guarani (79, 87 e 88) e São Caetano (01, 02 e 04)

2 vezes
Coritiba (86 e 04) e Sport (88 e 09)

1 vez
Bangu (86), Chapecoense (17), Criciúma (92), Goiás (06), Juventude (00), Náutico (68), Paraná (07), Paulista (06), Paysandu (03) e Santo André (05)

Considerando apenas o período em que o Brasileirão passou a ser disputado no sistema de pontos corridos, de 2003 para cá (ou da edição da Libertadores de 2004 para cá), a lista dos brasileiros que disputaram o torneio sofre algumas diferenças – contando, claro, a ida desses clubes também pela Copa do Brasil ou ainda como campeões da Libertadores. Desde então, foram 21 diferentes clubes. O São Paulo também lidera a lista, mas seguido por Corinthians, Cruzeiro, Grêmio e Santos (sete participações cada).

10 vezes
São Paulo (04, 05, 06, 07, 08, 09, 10, 13, 15 e 16)

7 vezes
Corinthians (06, 10, 11, 12, 13, 15 e 16)
Cruzeiro (04, 08, 09, 10, 11, 14 e 15)
Grêmio (07, 09, 11, 13, 14 , 16 e 17)
Santos (04, 05, 07, 08, 11, 12 e 17)

6 vezes
Flamengo (07, 08, 10, 12, 14 e 17)
Internacional (06, 07, 10, 11, 12 e 15)
Palmeiras (05, 06, 09, 13, 16 e 17)

5 vezes
Atlético-MG (13, 14, 15, 16 e 17)

4 vezes
Fluminense (08, 11, 12 e 13)

3 vezes
Atlético-PR (05, 14 e 17)

2 vezes
Botafogo (14 e 17)

1 vez
Chapecoense (17)
Coritiba (04)
Goiás (06)
Paraná (07)
Paulista (06)
Santo André (05)
São Caetano (04)
Sport (09)
Vasco (12)

 


Flu e São Paulo têm agora maior jejum de títulos entre os grandes
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Rodolfo Rodrigues

Com a conquista da Copa do Brasil pelo Grêmio, ontem, Fluminense e São Paulo passam a ser agora os clubes com o maior jejum de títulos entre os 12 grandes do futebol brasileiro. O Grêmio, que havia sido campeão pela última vez em 2010 (Gaúcho), se livrou também de um jejum de 15 anos sem títulos nacional (o último tinha sido a Copa do Brasil de 2001).

Fluminense e São Paulo foram campeões pela última vez em 2012. O Tricolor carioca venceu naquele ano o Campeonato Estadual do Rio e o Brasileirão, comandado por Abel Braga, que voltará o ser o técnico do clube em 2017. Já o São Paulo foi campeão pela última vez na Copa Sul-Americana de 2012.

Em 2016, dos 12 grandes, cinco conquistaram títulos: Palmeiras (Brasileirão), Grêmio (Copa do Brasil), Santos (Paulista), Vasco (Carioca) e Inter (Gaúcho). Corinthians, São Paulo, Fluminense, Botafogo, Flamengo, Atlético-MG e Cruzeiro passaram em branco na temporada. Palmeiras e Grêmio, com os títulos nacionais, encerram também jejuns nas duas competições. O Palmeiras, de 22 anos (o último Brasileirão foi em 1994), e o Grêmio, de 15 anos (a última Copa do Brasil foi em 2001).

Maiores jejuns de títulos da atualidade entre os 12 grandes:
4 anos – Fluminense e São Paulo
2 anos – Flamengo e Cruzeiro
1 ano – Atlético-MG, Botafogo, Corinthians
0 ano – Grêmio, Inter, Palmeiras, Santos e Vasco

Jejum de títulos Brasileiros (desde 1971)
45 anos – Atlético-MG
37 anos – Internacional
21 anos – Botafogo
20 anos – Grêmio
16 anos – Vasco
12 anos – Santos
8 anos – São Paulo
7 anos – Flamengo
4 anos – Fluminense
2 anos – Cruzeiro
1 ano – Corinthians
0 ano – Palmeiras

Jejum de títulos da Copa do Brasil (desde 1989)
Botafogo e São Paulo – nunca conquistaram
24 anos – Internacional
13 anos – Cruzeiro
9 – Fluminense
7 anos – Corinthians
6 anos – Santos
5 anos – Vasco
3 anos – Flamengo
2 anos – Atlético-MG
1 ano – Palmeiras
0 ano – Grêmio

Jejum de títulos Estaduais
11 anos – São Paulo
8 anos – Palmeiras
6 anos – Grêmio
4 anos – Fluminense
3 anos – Botafogo e Corinthians
2 anos – Flamengo e Cruzeiro
1 ano – Atlético-MG
0 ano – Internacional, Santos eVasco

Jejum de títulos da Libertadores
Botafogo e Fluminense – nunca conquistaram
35 anos – Flamengo
21 anos – Grêmio
19 anos – Cruzeiro
18 anos – Vasco
17 anos – Palmeiras
11 anos – São Paulo
6 anos – Internacional
5 anos – Santos
4 anos – Corinthians
3 anos – Atlético-MG

E se não levarmos em consideração os Estaduais e a Copa Sul-Americana, títulos que ultimamente não têm tido grande relevância para os torcedores, os maiores jejuns de títulos “importantes” (Brasileirão, Copa do Brasil e Libertadores), são esses:

Jejum de títulos “importantes”:
21 anos – Botafogo (Brasileirão 1995)
8 anos – São Paulo (Brasileirão 2008)
6 anos – Internacional (Libertadores 2010)
5 anos – Santos (Libertadores 2011) e Vasco (Copa do Brasil 2011)
4 anos – Fluminense (Brasileirão 2012)
3 anos – Flamengo (Copa do Brasil 2013)
2 anos – Atlético-MG (Copa do Braisl 2014) e Cruzeiro (Brasileiro 2014)
1 ano – Corinthians (Brasileirão 2015)
0 ano – Grêmio (Copa do Brasil 2016) e Palmeiras (Brasileirão 2016)


Palmeiras: líder de renda com recorde no Brasileirão
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Rodolfo Rodrigues

Campeão brasileiro de 2016, o Palmeiras vai fechar o campeonato como o time de melhor média de público (32.682). Algo que só conseguiu uma vez, em 1978, desde o início da competição. Naquele ano, o time, então vice-campeão brasileiro, teve uma média de 31 359 torcedores por jogo.

Além do público, o Palmeiras será também o clube com a maior renda média. Em 19 jogos, o alviverde conseguiu arrecadar 42,3 milhões de reais, com uma média de R$ 2.226.928 por partida. Números recordes na história do Brasileirão. No ano passado, o Corinthians, também campeão e líder de público, arrecadou 38,7 milhões de reais (renda média de R$ 2.038.990 por jogo).

Essa foi também a primeira vez em que o Palmeiras termina um Brasileirão na era dos pontos corridos na frente na média de público e renda.

Clubes com as maiores médias de público no Brasileirão na era dos pontos corridos (desde 2003):

AnoClubeMédia
2016Palmeiras32 682
2015Corinthians34 188
2014Cruzeiro29 678
2013Cruzeiro28 888
2012Corinthians24 299
2011Corinthians29 397
2010Corinthians27 446
2009Flamengo41 553
2008Flamengo40 694
2007Flamengo39 221
2006Grêmio25 630
2005Corinthians27 330
2004Corinthians13 547
2003Cruzeiro26 366

Clubes com as maiores rendas médias no Brasileirão na era dos pontos corridos (desde 2003):

AnoClubeMédia
2016PalmeirasR$ 2.226.927
2015CorinthiansR$ 2.038.990
2014CorinthiansR$ 1.845.732
2013CruzeiroR$ 1.465.903
2012CorinthiansR$ 742.531
2011CorinthiansR$ 1.010.521
2010CorinthiansR$ 899.567
2009FlamengoR$ 760.792
2008FlamengoR$ 699.260
2007FlamengoR$ 513.121
2006GrêmioR$ 328.324
2005CorinthiansR$ 367.859
2004CorinthiansR$ 183.555
2003CruzeiroR$ 233.149

No ano passado, a renda média do Palmeiras no Brasileirão foi de R$ 1.858.665, quase 200 mil reais a menos do que a do líder Corinthians. Agora, em 2016, a média do Palmeiras (R$ 2.226.927), foi quase de 700 mil reais a mais do que o rival, que teve média de R$ 1.858.665.

Desde 2011, quando estava sem estádio por conta das obras do Allianz Parque, a renda do Palmeiras em Brasileiros aumentou quase oito vezes. Naquele ano, a média por jogo do time no Brasileirão foi de R$ 281.909. Em 2011, o time arrecadou R$ 5,4 milhões em 19 jogos. Em 2016, só no jogo do título, contra a Chapecoense, a arrecadação foi de R$ 4,2 milhões.

Renda média por jogo do Palmeiras no Brasileirão na era dos pontos corridos:

AnoMédia
2016R$ 2.226.927
2015R$ 1.858.665
2014R$ 876.155
2013Série B
2012R$ 336.498
2011R$ 281.909
2010R$ 331.280
2009R$ 648.913
2008R$ 476.158
2007R$ 270.959
2006R$ 185.580
2005R$ 170.602
2004R$ 166.544