Desde o início da competição, em 1960, apenas dez times conseguiram vencer o jogo de ida fora de casa numa semifinal de Libertadores. E apenas um não conseguiu a vaga para a final – o Internacional em 1989, dirigido por Abel Braga, que venceu o Olimpia-PAR, em Assunção, por 1 x 0, mas depois perdeu em Porto Alegre por 3 x 2 no tempo normal e ainda nos pênaltis.
Entre os brasileiros, além de Grêmio e Inter, outros que conseguiram vencer o jogo de ida da semifinal fora de casa foram o São Paulo, em 2006, contra o Chivas Guadalajara-MEX, e o Corinthians, em 2012, que bateu o Santos, de Neymar, na Vila Belmiro, com gol de Emerson Sheik.
Clubes que venceram o jogo de ida da semifinal da Libertadores fora de casa desde 1960:
1963 – Peñarol-URU 1 x 2 Boca Juniors-ARG
1964 – Santos 2 x 3 Independiente-ARG
1964 – Colo-Colo-CHI 2 x 4 Nacional-URU
1969 – Universidad Católica-CHI 1 x 3 Estudiantes-ARG
1970 – River Plate-ARG 0 x 1 Estudiantes-ARG
1989 – Olimpia-PAR 0 x 1 Internacional
1990 – Atlético Nacional-COL 1 x 2 Olimpia-PAR
2006 – Chivas Guadalajara-MEX 0 x 1 São Paulo
2012 – Santos 0 x 1 Corinthians
2015 – São Paulo 0 x 2 Atlético Nacional-COL
2017 – Barcelona-EQU 0 x 3 Grêmio
Dos jogadores em atividade e atuando no clube, Diego Souza é o único recordista entre os 20 clubes da Série A desde 1971. Na era dos pontos corridos, porém, existem outros maiores artilheiros em atividade, com o Jô, do Corinthians, e Keirrison, do Coritiba. No Palmeiras, Dudu, com 19 gols, está a apenas um gol de igualar Marcinho e Juninho.
Na lista dos maiores artilheiros do Brasileirão desde 2003, Diego Souza está agora na 6ª colocação com 84 gols, um a menos do que Luis Fabiano (85). Fred, com 132 gols, é o líder, seguido por Paulo Baier (106), Alecsandro (100) e Borges (99).
Maiores artilheiros dos clubes da Série A em Brasileiros, desde 1971:
Atlético-GO: Juninho (2010-2012), 13 gols
Atlético-MG: Reinaldo (1973-1983), 89 gols
Atlético-PR: Kléber Pereira (1999-2002), 39 gols
Avaí: William (2009-2015), 26 gols
Bahia: Douglas (1972-1980), 35 gols
Botafogo: Túlio (1994-2000), 69 gols
Chapecoense: Bruno Rangel (2014-2016), 22 gols
Corinthians: Marcelinho Carioca (1994-2000), 52 gols
Coritiba: Zé Roberto (1972-1974), 34 gols
Cruzeiro: Marcelo Ramos (1995-2003), 45 gols
Flamengo: Zico (1971-1989), 139 gols
Fluminense: Fred (2009-2016), 91 gols
Grêmio: Tarciso (1973-1985), 78 gols
Palmeiras: Leivinha (1971-1975), 41 gols
Ponte Preta: Washington (2001-2002), 34 gols
Santos: Neymar (2009-2013), 54 gols
São Paulo: Luis Fabiano (2001-2015), 108 gols
Sport: Diego Souza (2014-2017) e Leonardo (1994-2000), 34 gols
Vasco: Roberto Dinamite (1971-1992), 181 gols
Vitória: Allann Delon (1998-2004), 36 gols
Maiores artilheiros dos clubes da Série A em Brasileiros na era dos pontos corridos, desde 2003:
Atlético-GO: Juninho (2010-2012), 13 gols
Atlético-MG: Diego Tardelli (2009-2014), 46 gols
Atlético-PR: Paulo Baier (2009-2013), 33 gols
Avaí: William (2009-2015), 26 gols
Bahia: Souza (2011-2013), 19 gols
Botafogo: Lúcio Flávio (2006-2010), 28 gols
Chapecoense: Bruno Rangel (2014-2016), 22 gols
Corinthians: Jô (2003-2017), 27 gols
Coritiba: Keirrison (2008-2017), 25 gols
Cruzeiro: Wellington Paulista (2009-2012), 33 gols
Flamengo: Renato Abreu (2005-2013), 40 gols
Fluminense: Fred (2009-2016), 91 gols
Grêmio: Jonas (2007-2010), 40 gols
Palmeiras: Marcinho (2005-2006) e Juninho Paulista (2005-2006), 20 gols
Ponte Preta: Roger (2003-2016), 25 gols
Santos: Neymar (2009-2013), 54 gols
São Paulo: Luis Fabiano (2003-2015), 80 gols
Sport: Diego Souza (2014-2017) e Leonardo (1994-2000), 34 gols
Vasco: Leandro Amaral (2006-2008), 32 gols
Vitória: Dinei (2008-2014), 33 gols
No Brasileirão, o Corinthians ainda tem a melhor média 38.698, contra 35.441 do São Paulo. Restando 12 jogos para o fim do campeonato (mais seis partidas em casa para cada), o tricolor ainda tem chance de fechar o Brasileirão como o time de melhor média de público.
Clubes com as maiores médias de público da temporada 2017:
1º São Paulo – 33.393 (24 jogos)
2º Corinthians – 33.021 (27 jogos)
3º Palmeiras – 31.984 (27 jogos)
4º Grêmio – 21.311 (32 jogos)
5º Flamengo – 19.962 (35 jogos)
6º Cruzeiro – 19.163 (32 jogos)
7º Internacional – 18.956 (30 jogos)
8º Bahia – 16.517 (27 jogos)
9º Botafogo – 16.266 (31 jogos)
10º Atlético-PR – 15.792 (29 jogos)
O rubro-negro, por outro lado, já ganhou a Copa do Brasil em 1990, 2006 e 2013 e pode ser tetracampeão hoje, igualando a marca da Raposa. Seis vezes campeão do Brasileirão (1980, 1982, 1983, 1987, 1992 e 2009), o Fla pode chegar hoje a sua décima conquista nacional e se tornar o segundo maior campeão, atrás apenas do Palmeiras, que tem 12 títulos.
Clubes brasileiros com mais títulos nacionais:
1º Palmeiras – 12
Campeonato Brasileiro (5) – 1972, 1973, 1993, 1994 e 2016
Taça Brasil (2) – 1960 e 1967
Robertão (2) – 1967 e 1969
Copa do Brasil (3) – 1998, 2012 e 2015
2º Corinthians – 9
Campeonato Brasileiro (6) – 1990, 1998, 1999, 2005, 2011 e 2015
Copa do Brasil (3) – 1995, 2002 e 2009
2º Flamengo – 9
Campeonato Brasileiro (6) – 1980, 1982, 1983, 1987, 1992 e 2009
Copa do Brasil (3) – 1990, 2006 e 2013
2º Santos – 9
Campeonato Brasileiro (2) – 2002 e 2004
Taça Brasil (5) – 1961, 1962, 1963, 1964 e 1965
Robertão (1) – 1968
Copa do Brasil (1) – 2010
5º Cruzeiro – 8
Campeonato Brasileiro (3) – 2003, 2013 e 2014
Taça Brasil (1) – 1966
Copa do Brasil (4) – 1993, 1996, 2000 e 2003
6º Grêmio – 7
Campeonato Brasileiro (2) – 1981 e 1996
Copa do Brasil (5) – 1989, 1994, 1997, 2001 e 2016
7º São Paulo – 6
Campeonato Brasileiro (6) – 1977, 1986, 1991, 2006, 2007 e 2008
8º Fluminense – 5
Campeonato Brasileiro (3) – 1984, 2010 e 2012
Robertão (1) – 1970
Copa do Brasil (1) – 2007
8º Vasco – 5
Campeonato Brasileiro (4) – 1974, 1989, 1997 e 2000
Copa do Brasil (1) – 2011
10º Internacional – 4
Campeonato Brasileiro (3) – 1975, 1976 e 1979
Copa do Brasil (1) – 1992
11º Atlético-MG – 2
Campeonato Brasileiro (1) – 1971
Copa do Brasil (1) – 2014
11º Bahia – 2
Campeonato Brasileiro (1) – 1989
Taça Brasil (1) – 1959
11º Botafogo – 2
Campeonato Brasileiro (1) – 1995
Taça Brasil (1) – 1968
11º Sport – 2
Campeonato Brasileiro (1) – 1987
Copa do Brasil (1) – 2008
15º Atlético-PR – 1
Campeonato Brasileiro (1) – 2001
15º Coritiba – 1
Campeonato Brasileiro (1) – 1985
15º Criciúma – 1
Copa do Brasil (1) – 1991
15º Guarani – 1
Campeonato Brasileiro (1) – 1978
15º Juventude – 1
Copa do Brasil (1) – 1999
15º Paulista – 1
Copa do Brasil (1) – 2005
15º Santo André – 1
Copa do Brasil (1) – 2004
Um fator importante nessas rodadas finais é o mando de campo. Dez equipes terão pela frente sete partidas em casa e seis fora. Outros dez, o inverso (seis como mandante e sete como visitante).
6 jogos em casa e 7 fora nas últimas 13 rodadas:
Corinthians (1º), Santos (2º), Flamengo (7º), Chapecoense (9º), Atlético-MG (11º), Fluminense (12º), Sport (15º), Vitória (16º), Coritiba (19º) e Atlético-GO (20º)
7 jogos em casa e 6 fora nas últimas 13 rodadas:
Grêmio (3º), Palmeiras (4º), Cruzeiro (5º), Botafogo (6º), Atlético-PR (8º), Vasco (10º), Bahia (13º), Avaí (14º), São Paulo (17º) e Ponte Preta (18º)
Abaixo, o caminho de cada equipe até a 38ª rodada e os confrontos contra equipes que estão no G6 (em azul) e no Z4 (em vermelho):
1º Corinthians
Cruzeiro (f), Coritiba (c), Bahia (f), Grêmio (c), Botafogo (f), Ponte Preta (f), Palmeiras (c), Atlético-PR (f), Avaí (c), Fluminense (c), Flamengo (f), Atlético-MG (c) e Sport (f)
2º Santos
Palmeiras (f), Ponte Preta (f), Vitória (c), Sport (f), Atlético-GO (c), São Paulo (f), Atlético-MG (c), Vasco (c), Chapecoense (f), Bahia (f), Grêmio (c), Flamengo (f) e Avaí (c)
3º Grêmio
Fluminense (c), Cruzeiro (c), Coritiba (f), Corinthians (f), Palmeiras (c), Avaí (f), Flamengo (c), Ponte Preta (f), Vitória (c), São Paulo (c), Santos (c), Atlético-GO (c) e Atlético-MG (f)
4º Palmeiras
Santos (c), Bahia (c), Atlético-GO (f), Ponte Preta (c), Grêmio (f), Cruzeiro (c), Corinthians (f), Vitória (f), Flamengo (c), Sport (c), Avaí (f), Botafogo (c) e Atlético-PR (f)
5º Cruzeiro
Corinthians (c), Grêmio (f), Ponte Preta (c), Coritiba (f), Atlético-MG (c), Palmeiras (f), Atlético-PR (c), Flamengo (f), Fluminense (c), Avaí (c), Vitória (f), Vasco (c) e Botafogo (f)
6º Botafogo
Vitória (c), Chapecoense (c), Vasco (f), Avaí (f), Corinthians (c), Atlético-MG (f), Fluminense (c), Sport (f), Atlético-PR (c), Atlético-GO (c), São Paulo (f), Palmeiras (f) e Cruzeiro (c)
7º Flamengo
Ponte Preta (f), Fluminense (c), Chapecoense (f), Bahia (c), São Paulo (f), Vasco (c), Grêmio (f), Cruzeiro (c), Palmeiras (f), Coritiba (f), Corinthians (c), Santos (c) e Vitória (f)
8º Atlético-PR
Atlético-MG (c), Atlético-GO (c), São Paulo (f), Vitória (f), Sport (c), Chapecoense (c), Cruzeiro (f), Corinthians (c), Botafogo (f), Ponte Preta (f), Vasco (c), Avaí (f) e Palmeiras (c)
9º Chapecoense
Vasco (f), Botafogo (f), Flamengo (c), Atlético-MG (f), Fluminense (c), Atlético-PR (f), Sport (c), São Paulo (f), Santos (c), Vitória (c), Atlético-GO (f), Bahia (f) e Coritiba (c)
10º Vasco
Chapecoense (c), Avaí (f), Botafogo (c), Atlético-GO (f), Coritiba (c), Flamengo (f), Vitória (c), Santos (f), São Paulo (c), Atlético-MG (c), Atlético-PR (f), Cruzeiro (f) e Ponte Preta (c)
11º Atlético-MG
Atlético-PR (f), São Paulo (f), Sport (f), Chapecoense (c), Cruzeiro (f), Botafogo (c), Santos (f), Atlético-GO (c), Bahia (f), Vasco (f), Coritiba (c), Corinthians (f) e Grêmio (c)
12º Fluminense
Grêmio (f), Flamengo (f), Avaí (c), São Paulo (c), Chapecoense (f), Bahia (c), Botafogo (f), Coritiba (c), Cruzeiro (f), Corinthians (f), Ponte Preta (c), Sport (c) e Atlético-GO (f)
13º Bahia
Coritiba (c), Palmeiras (f), Corinthians (c), Flamengo (f), Vitória (c), Fluminense (f), Ponte Preta (c), Avaí (f), Atlético-MG (c), Santos (c), Sport (f), Chapecoense (c) e São Paulo (f)
14º Avaí
Atlético-GO (c), Vasco (c), Fluminense (f), Botafogo (c), Ponte Preta (f), Grêmio (c), Coritiba (f), Bahia (c), Corinthians (f), Cruzeiro (f), Palmeiras (c), Atlético-PR (c) e Santos (f)
15º Sport
São Paulo (f), Vitória (f), Atlético-MG (c), Santos (c), Atlético-PR (f), Coritiba (c), Chapecoense (f), Botafogo (c), Atlético-GO (f), Palmeiras (f), Bahia (c), Fluminense (f) e Corinthians (c)
16º Vitória
Botafogo (f), Sport (c), Santos (f), Atlético-PR (c), Bahia (f), Atlético-GO (c), Vasco (f), Palmeiras (c), Grêmio (f), Chapecoense (f), Cruzeiro (c), Ponte Preta (f) e Flamengo (c)
17º São Paulo
Sport (c), Atlético-MG (f), Atlético-PR (c), Fluminense (f), Flamengo (c), Santos (c), Atlético-GO (f), Chapecoense (c), Vasco (f), Grêmio (f), Botafogo (c), Coritiba (f) e Bahia (c)
18º Ponte Preta
Flamengo (c), Santos (c), Cruzeiro (f), Palmeiras (f), Avaí (c), Corinthians (c), Bahia (f), Grêmio (c), Coritiba (f), Atlético-PR (c), Fluminense (f), Vitória (c) e Vasco (f)
19º Coritiba
Bahia (f), Corinthians (f), Grêmio (c), Cruzeiro (c), Vasco (f), Sport (f), Avaí (c), Fluminense (f), Ponte Preta (c), Flamengo (c), Atlético-MG (f), São Paulo (c) e Chapecoense (f)
20º Atlético-GO
Avaí (f), Atlético-PR (f), Palmeiras (c), Vasco (c), Santos (f), Vitória (f), São Paulo (c), Atlético-MG (f), Sport (c), Botafogo (f), Chapecoense (c), Grêmio (f) e Fluminense (c)
Com mais 14 rodadas até o final do campeonato, o Corinthians – que já tem pelo menos mais três rodadas na liderança garantidas, já que abriu 10 pontos sobre o Grêmio, o segundo colocado -, poderá terminar o Brasileirão com 34 rodadas na liderança e quebrar outro recorde do Cruzeiro. Desde 2006, quando o campeonato passou a ser disputado por 20 clubes, a Raposa foi a equipe que mais rodadas ficou na liderança em uma só edição do Brasileirão (33 em 2013). Desde o início da era dos pontos corridos, o Cruzeiro também é o maior recordista com 40 rodadas, em 2003, quando o campeonato foi disputado por 24 clubes e teve 46 rodadas.
O São Paulo, tricampeão em 2006, 2007 e 2008, aparece no terceiro lugar no ranking dos clubes que mais vezes lideraram o Brasileirão desde 2003, em 576 rodadas disputadas até aqui, seguido pelo Palmeiras (55), Fluminense (48) e Atlético-MG (32). Entre os 12 grandes, o Vasco é o time que menos ficou na liderança (apenas 10 rodadas), seguido por Flamengo (13) e Inter (14).
Desde 2003, o Corinthians é atualmente o 3º entre os clubes que mais vezes ficaram no G4, com 211 rodadas. Mas poderá alcançar ainda esse ano a marca do Cruzeiro, o segundo colocado, com 216 rodadas. O São Paulo, com 245 rodadas, ainda é o clube que mais vezes ficou no G4.
Clubes que mais vezes ficaram na liderança no Brasileirão na era dos pontos corridos, desde 2003:
Corinthians | 110 |
Cruzeiro | 109 |
São Paulo | 68 |
Palmeiras | 55 |
Fluminense | 48 |
Atlético-MG | 32 |
Santos | 27 |
Botafogo | 21 |
Grêmio | 20 |
Atlético-PR | 15 |
Internacional | 14 |
Flamengo | 13 |
Vasco | 10 |
Ponte Preta | 9 |
Sport | 5 |
Coritiba | 3 |
Criciúma | 3 |
Figueirense | 3 |
Chapecoense | 2 |
Santa Cruz | 2 |
Avaí | 1 |
Bahia | 1 |
Goiás | 1 |
Juventude | 1 |
Náutico | 1 |
Paraná | 1 |
São Caetano | 1 |
Vitória | 1 |
]]>
Dos 20 clubes da Série A, o São Paulo foi o que mais perdeu jogadores para times de fora do país (6). Já Bahia, Botafogo, Coritiba e Flamengo não tiveram baixas no elenco para clubes do exterior (reforçando que essa lista contabiliza apenas jogadores que entraram em campo no Brasileirão).
Com sete saídas, contando jogadores que deixaram o clube para algum time aqui do Brasil ou da lista de dispensados, o São Paulo também está entre aqueles que mais perderam jogadores, ao lado de Atlético-GO, Ponte Preta e Vitória.
O Corinthians, líder do Brasileirão, teve duas baixas no elenco, sendo apenas uma para o exterior: o atacante reserva Léo Jabá, oriundo das categorias de base, que foi para o Akhmat Grozny, da Rússia. O outro que saiu da equipe foi o também reserva Clayton, que voltou ao Atlético-MG após cinco meses de empréstimo.
Dos 35 jogadores da Série A que foram para o exterior, seis foram para a França, o principal destino, seguido por Argentina e Portugal, com quatro cada. Mas um fato a se destacar é que nenhum dos jogadores que saíram da Série A foram transferido para grandes clubes da Europa. O volante Douglas, do Vasco, vendido ao Manchester City-ING, acabou emprestado ao Girona, único clube espanhol a levar um brasileiro. No futebol francês, quatro brasileiros foram para o Lille (Caju, Thiago Maia, Thiago Mendes e Luiz Araújo), um para o Bordeaux (Otávio) e outro para o Nantes (Andrei Girotto). Para Portugal, nenhum foi para Porto, Benfica ou Sporting. Para o futebol italiano, houve apenas uma transferência: João Schimidt, do São Paulo para o Atalanta. Para a Inglaterra, tirando Douglas, que nem ficou por lá, o único vendido foi Richarlison, ex-Flu, para o Watford. Já a Alemanha não levou jogadores de times brasileiros nessa janela.
Os jogadores que deixaram os clubes na Série A de 2017 (até a 22ª rodada):
Atlético-GO (7)
3 para o exterior:
Felipe Garcia (G) – Moreirense-POR
Marcão (Z) – Rio Ave-POR
Everaldo (A) – Querétaro-MEX
Outros:
Eduardo Diniz (LD) – CRB (Série B)
Abuda (V) – Figueirense (Série B)
Júnior Viçosa (A) – Goiás (Série B)
Walterson (A) – Figueirense (Série B)
Atlético-MG (3)
1 para o exterior:
Rafael Carioca (V) – Tigres-MEX
Outros:
Danilo Barcelos (LE) – Ponte Preta
Maicosuel (M) – São Paulo
Atlético-PR (6)
1 para o exterior:
Otávio (V) – Bordeaux-FRA
Outros:
Marcão (Z) – Atlético-GO
Bruno Mota (M) – Náutico (Série B)
Carlos Alberto (M) – Rescidiu o contrato
Grafite (A) – Santa Cruz (Série B)
Yago (A) – Figueirense (Série B)
Avaí (3)
1 para o exterior:
Iury (A) – Zorya-UCR
Outros:
Vinícius Pacheco (M) – Fortaleza (Série C)
Denílson (A) – São Paulo
Bahia (2)
Outros:
Diego Rosa (M) – Atlético-GO
Gustavo (A) – Goiás (Série B)
Botafogo (4)
Outros:
Camilo (M) – Internacional (Série B)
Montillo (M) – Aposentou
Joel (A) – Avaí
Pachu (A) – Santa Cruz (Série B)
Chapecoense (3)
2 para o exterior:
Andrei Girotto (V) – Nantes-FRA
Rossi (A) – Shezen-CHN
Outros:
Niltinho (A) – Atlético-GO
Corinthians (2)
1 para o exterior:
Léo Jabá (A) – Akhmat Grozny-RUS
Outros:
Clayton (A) – Atlético-MG
Coritiba (0)
–
Cruzeiro (2)
2 para o exterior:
Caicedo (Z) – Barcelona-EQU
Ábila (A) – Boca Juniors-ARG
Flamengo (1)
Outros:
Leandro Damião (A) – Internacional (Série B)
Fluminense (3)
2 para o exterior:
Richarlison (A) – Watford-ING
Outros:
Lucas Fernandes (M) – Atlético-PR
Maranhão (A) – Ponte Preta
Grêmio (6)
4 para o exterior:
Gaston Fernández (M) – Estudiantes-ARG
Lincoln (M) – Rizesport-TUR
Pedro Rocha (A) – Spartak Moscou-RUS
Bolaños (A) – Tijuana-MEX
Outros:
Lima (V) – Ceará (Série B)
Nicolas Careca (A) – Figueirense (Série B)
Palmeiras (1)
1 para o exterior:
Matheus Iacovelli (A) – Estoril-POR
Ponte Preta (7)
2 para o exterior:
Kadu (Z) – Goztepe-TUR
Ravanelli (M) – Akhmat Grozny-RUS
Outros:
João Lucas (LE) – Figueirense (Série B)
Fábio Braga (V) – Dispensado
Xuxa (M) – Figueirense (Série B)
Negueba (A) – Dispensado
Clayson (A) – Corinthians
Santos (4)
2 para o exterior:
Caju (LE) – Lille-FRA
Thiago Maia (V) – Lille-FRA
Outros:
Rafael Longuine (A) – Coritiba
Rodrigão (A) – Bahia
São Paulo (7)
6 para o exterior:
Maicon (Z) – Galatasaray-TUR
Lucão (Z) – Estoril-POR
Thiago Mendes (V) – Lille-FRA
João Schmidt (V) – Atalanta-ITA
Luiz Araújo (A) – Lille-FRA
Chávez (A) – Boca Juniors-ARG
Outros:
Wesley (V) – Sport
Sport (5)
1 para o exterior:
Ronaldo (V) – Ohod-ARA
Outros:
Matheus Ferraz (Z) – Goiás (Série B)
Fabrício (V) – Oeste (Série B)
Neto Moura (M) – América-MG (Série B)
Leandro Pereira (A) – Dispensado
Vasco (4)
3 para o exterior:
Douglas (V) – Girona-ESP (emprestado pelo Manchester City-ING)
Bruno Gallo (V) – Qatar SC-CAT
Muriqui (A) – Guanghzou Evergrande-CHN
Outros:
Andrezinho (M) – Goiás (Série B)
Vitória (7)
4 para o exterior:
Euller (LE) – Avispa Fukuoka-JAP
Cleiton Xavier (M) – Nagoya Grampus-JAP
Pisculichi (M) – Argentinos Juniors-ARG
Pineda (A) – Santiago Wanderers-CHI
Outros:
Leandro Salino (LD) – Dispensado
Flávio (V) – Dispensado
Paulinho (V) – Dispensado
]]>
Gols feitos em 2017:
Clube | Gols | Jogos | Média |
Flamengo | 101 | 56 | 1,80 |
Fluminense | 94 | 54 | 1,74 |
Grêmio | 93 | 53 | 1,75 |
Palmeiras | 83 | 50 | 1,66 |
Atlético-MG | 82 | 52 | 1,58 |
Internacional | 79 | 50 | 1,58 |
Cruzeiro | 78 | 54 | 1,44 |
São Paulo | 73 | 46 | 1,59 |
Santos | 71 | 48 | 1,48 |
Corinthians | 68 | 50 | 1,36 |
Botafogo | 67 | 54 | 1,24 |
Vasco | 44 | 41 | 1,07 |
.
Já entre as defesas, o Corinthians segue com a melhor marca em 2017. Em 50 jogos, o time do técnico Fábio Carille levou apenas 27 gols, média de 0,54 por partida. O Cruzeiro, de Mano Menezes, com 42 gols sofridos em 54 jogos (0,78), tem a segunda melhor média. Entre os piores, o São Paulo é quem tem a defesa mais vazada (1,39 gol por partida). Em 46 jogos no ano, o tricolor paulista levou 64 gols. Vasco (1,24) e Fluminense (1,20), são outros com médias altas de gols sofridos.
Gols sofridos em 2017:
Clube | Jogos | Gols | Média |
Corinthians | 50 | 27 | 0,54 |
Santos | 48 | 39 | 0,81 |
Cruzeiro | 54 | 42 | 0,78 |
Internacional | 50 | 42 | 0,84 |
Grêmio | 53 | 44 | 0,83 |
Flamengo | 56 | 47 | 0,84 |
Vasco | 41 | 51 | 1,24 |
Atlético-MG | 52 | 53 | 1,02 |
Palmeiras | 50 | 53 | 1,06 |
Botafogo | 54 | 54 | 1,00 |
São Paulo | 46 | 64 | 1,39 |
Fluminense | 54 | 65 | 1,20 |
.
Em termos de aproveitamento de pontos, o Corinthians segue também como o melhor no ano entre os grandes. Em 50 jogos, foram 30 vitórias, 16 empates e apenas 4 derrotas (duas, porém, nos últimos três jogos). Com 70,7%, o alvinegro é o primeiro, seguido por Flamengo, Grêmio e Santos. O São Paulo, com apenas 47,1%, tem o pior aproveitamento entre os 12 grandes (apenas 47,1%).
Aproveitamento de pontos dos grandes em 2017:
Clube | Jogos | Vit. | Emp. | Der. | Aprov. |
Corinthians | 50 | 30 | 16 | 4 | 70,7 |
Flamengo | 56 | 31 | 16 | 9 | 64,9 |
Grêmio | 53 | 30 | 13 | 10 | 64,8 |
Santos | 48 | 26 | 12 | 10 | 62,5 |
Internacional | 50 | 26 | 15 | 9 | 62,0 |
Palmeiras | 50 | 28 | 7 | 15 | 60,7 |
Cruzeiro | 54 | 27 | 16 | 11 | 59,9 |
Atlético-MG | 52 | 26 | 10 | 16 | 56,4 |
Fluminense | 54 | 24 | 15 | 15 | 53,7 |
Botafogo | 54 | 24 | 13 | 17 | 52,5 |
Vasco | 41 | 17 | 9 | 15 | 48,8 |
São Paulo | 46 | 17 | 14 | 15 | 47,1 |
Aos 36 anos (fará 37 no próximo dia 30 de setembro), Fábio tem hoje 519 jogos em Campeonatos Brasileiros, desde sua estreia, em 2000, quando jogava pelo Vasco. Segundo jogador com mais partidas desde 1971, Fábio está atrás apenas de Rogério Ceni, que disputou 575 partidas (56 a mais). Na era dos pontos corridos, desde 2003, Fábio é o recordista de jogos com 493 partidas contra 428 de Rogério Ceni e 417 de Leonardo Moura, que jogou hoje pelo Grêmio.
No Brasileirão 2017, Fábio ficou 8 partidas sem sofrer gol. Cássio, do Corinthians, é o recordista até aqui com 13 jogos, seguido por Vanderlei, do Santos (12) e Aranha, da Ponte Preta (10). Na lista dos goleiros que ficaram mais jogos sem sofrer gol desde 2003, além de Fábio, outros que atuam em 2017 figuram entre os primeiros, como Victor, Vanderlei, Fernando Prass, Marcelo Grohe, Wilson, Cássio, Weverton, Diego Cavalieri, Jefferson e Weverton.
Goleiros que ficaram mais jogos sem sofrer gol na era dos pontos corridos, desde 2003:
Goleiro | Jogos | Sem sofrer gol | Gols sofridos | Período |
Fábio | 493 | 147 | 601 | 2003-2017 |
Rogério Ceni | 428 | 146 | 464 | 2003-2015 |
Victor | 316 | 103 | 358 | 2008-2017 |
Vanderlei | 263 | 90 | 301 | 2008-2017 |
Fernando Prass | 285 | 84 | 335 | 2003-2017 |
Marcelo Grohe | 178 | 82 | 155 | 2006-2017 |
Cássio | 173 | 74 | 145 | 2006-2017 |
Wilson | 285 | 74 | 398 | 2007-2017 |
Diego Cavalieri | 256 | 72 | 308 | 2004-2017 |
Edson Bastos | 220 | 66 | 301 | 2003-2013 |
Harlei | 274 | 66 | 413 | 2003-2013 |
Renan | 167 | 64 | 174 | 2005-2015 |
Marcelo Lomba | 216 | 64 | 249 | 2007-2016 |
Fábio Costa | 213 | 61 | 263 | 2003-2010 |
Jefferson | 219 | 59 | 275 | 2004-2014 |
Weverton | 158 | 57 | 173 | 2012-2017 |
O Cruzeiro, que desde o bicampeonato em 2013/14 só ficou uma rodada no G4 (na 3ª rodada de 2017, quando foi 3º), é o segundo time que mais vezes ficou entre os quatro primeiros: 216 rodadas. Já o Corinthians, no G4 desde a 2ª rodada desse ano e líder desde a 5ª, já ficou 205 rodadas no G4 desde 2003. Com 18 pontos de vantagem sobre o 5º colocado, o Corinthians dificilmente sairá do G4 até o final do campeonato. Assim, poderá chegar a 224 rodadas acumuladas e superar o Cruzeiro. Outra chance que o Corinthians tem também é de ser o time com mais rodadas na liderança. Hoje, o Cruzeiro está à frente (109 x 100).
Grêmio e Santos, que nos últimos anos estão sempre entre os primeiros, aparecem na sequência como os times com mais rodadas no G4 desde 2003, com 187 e 181 rodadas respectivamente, seguidos por Inter (176), Palmeiras (154), Fluminense (147), Atlético-MG (141) e Botafogo (109), Flamengo (86) e Vasco (71).
Clubes que ficaram mais rodadas no G4 entre 2003 e 2017 (20ª rodada):
1º São Paulo (245)
1º (68), 2º (56), 3º (71) e 4º (50)
2º Cruzeiro (216)
1º (109), 2º (44), 3º (44) e 4º (19)
3º Corinthians (205)
1º (100), 2º (46), 3º (31) e 4º (28)
4º Grêmio (187)
1º (20), 2º (52), 3º (82) e 4º (33)
5º Santos (181)
1º (31), 2º (58), 3º (47) e 4º (45)
6º Internacional (176)
1º (17), 2º (58), 3º (49) e 4º (52)
7º Palmeiras (154)
1º (55), 2º (20), 3º (22) e 4º (57)
8º Fluminense (147)
1º (46), 2º (32), 3º (37) e 4º (32)
9º Atlético-MG (141)
1º (32), 2º (52), 3º (26) e 4º (31)
10º Botafogo (109)
1º (23), 2º (17), 3º (24) e 4º (45)
11º Flamengo (86)
1º (13), 2º (29), 3º (18) e 4º (26)
12º Vasco (71)
1º (10), 2º (21), 3º (17) e 4º (23)
13º Goiás (60)
1º (1), 2º (17), 3º (20) e 4º (22)
14º Atlético-PR (58)
1º (15), 2º (17), 3º (9) e 4º (17)
15º Coritiba (43)
1º (3), 2º (3), 3º (19) e 4º (18)
16º Ponte Preta (32)
1º (9), 2º (10), 3º (7) e 4º (6)
17º Paraná (26)
1º (1), 2º (6), 3º (11) e 4º (8)
18º Vitória (25)
1º (1), 2º (6), 3º (9) e 4º (9)
19º Sport (20)
1º (5), 2º (3), 3º (4) e 4º (8)
20º São Caetano (18)
1º (1), 2º (0), 3º (5) e 4º (12)
21º Figueirense (16)
1º (3), 2º (3), 3º (4) e 4º (6)
22º Ceará (10)
1º (0), 2º (3), 3º (4) e 4º (3)
23º Juventude (9)
1º (0), 2º (2), 3º (2) e 4º (5)
23º Náutico (9)
1º (1), 2º (1), 3º (5) e 4º (2)
25º Criciúma (6)
1º (3), 2º (1), 3º (0) e 4º (2)
25º Chapecoense (6)
1º (2), 2º (1), 3º () e 4º (3)
27º Avaí (4)
1º (1), 2º (2), 3º () e 4º (1)
27º Santa Cruz (4)
1º (2), 2º (1), 3º (1) e 4º (0)
28º Bahia (3)
1º (1), 2º (0), 3º (1) e 4º (1)
29º Guarani (1)
1º (0), 2º (1), 3º (0) e 4º (0)
29º Santo André (1)
1º (0), 2º (0), 3º (0) e 4º (1)