Futebol em Números

Arquivo : Atlético-PR

São Paulo, Fla e Vasco não venceram Atlético-PR na Arena da Baixada
Comentários Comente

Rodolfo Rodrigues

Desde que o Atlético-PR fez o seu novo estádio, a Arena da Baixada, no lugar do antigo Joaquim Américo, o time passou a ser um dos mandantes mais temidos do Brasileirão. Dos 42 clubes que enfrentou pela competição nacional desde 1999, o Furacão leva vantagem contra quase todos.

Entre os 12 grandes, três deles ainda não venceram o Atlético-PR na Arena da Baixada: Flamengo, Vasco e São Paulo, adversário do Furacão de amanhã, em Curitiba. O tricolor paulista, em 15 jogos, perdeu 11 e empatou quatro. O São Paulo, aliás, carrega um tabu ainda maior contra o Atlético-PR como visitante, já que em 2013 e 2014, o Furacão venceu um jogo no Durival de Britto (Curitiba) e os times empataram outro em Uberlândia. No histórico geral, dos 23 jogos do Atlético-PR como mandante diante do São Paulo, foram 13 vitórias, 9 empates e apenas 1 vitória do São Paulo, em 1982, há 35 anos, no estádio Couto Pereira.

Desempenho do Atlético-PR contra os 12 grandes na Arena da Baixada, em Brasileiros, desde 1999:
Atlético-MG (8 vitórias, 4 empates e 3 derrotas – última em 2011)
Botafogo (8 vitórias, 1 empate e 2 derrotas – última em 2008)
Corinthians (6 vitórias, 4 empates e 3 derrotas – última em 2015)
Cruzeiro (5 vitórias, 4 empates e 2 derrotas – última em 2010)
Flamengo (11 vitórias, 5 empates e 0 derrota)
Fluminense (5 vitórias, 4 empates e 5 derrotas – última em 2015)
Grêmio (4 vitórias, 4 empates e 3 derrotas – última em 2017)
Internacional (8 vitórias, 1 empate e 6 derrotas – última em 2014)
Palmeiras (5 vitórias, 6 empates e 2 derrotas – última em 2016)
Santos (7 vitórias, 5 empates e 3 derrotas – última em 2017)
São Paulo (11 vitórias, 4 empates e 0 derrota)
Vasco (7 vitórias, 3 empates e 0 derrota)


Quem mais usa atleta da base no Brasileirão
Comentários Comente

Rodolfo Rodrigues

Após oito rodadas no Brasileirão, os 20 clubes da Série A utilizaram 503 jogadores, média de 25,1 jogadores por clube. O Grêmio, que na 2ª rodada colocou um time reserva contra o Sport, foi o time que mais utilizou jogadores até aqui (30), seguido por Atlético-PR (29), Atlético-MG, Fluminense e Sport (28 cada). Por outro lado, Chapecoense (20) e Atlético-GO e Coritiba (21) foram os que menos utilizaram.

E dos 503 jogadores que entraram em campo nesse Brasileiro, 124 são oriundos das categorias de base dos clubes (24,7%). Sendo que 79 subiram diretamente da base para o profissional, enquanto outros 45 chegaram a ser emprestados antes de retornar ao clube onde foi revelado.

O Vasco, com 13 jogadores, é o time com mais atletas da base nesse Brasileirão, sendo oito que vieram direto das categorias de base e mais cinco que voltaram após empréstimos. O clube cruz-maltino colocou em campo, então, 48,1% dos atletas formados na base nesse Brasileirão. Nessa porcentagem, depois do Vasco, aparecem Atlético-PR (41,4%), Fluminense (39,3%), Corinthians (39,1%), Grêmio (36,6%) e Atlético-MG (32,1%). Por outro lado, a Chapecoense, que não colocou jogadores da base nesse Brasileiro, e Palmeiras (que usou apenas um), são os clubes com menos atletas da base.

Clubes que mais usaram jogadores da base no Brasileirão de 2017:

ClubeBase 1*Base 2**Total base
Vasco8513
Atlético-PR5712
Grêmio9211
Fluminense5611
Atlético-MG5510
Corinthians358
Sport617
Santos527
Botafogo527
São Paulo527
Cruzeiro336
Flamengo516
Vitória505
Ponte Preta224
Bahia213
Avaí303
Coritiba112
Palmeiras101
Atlético-GO101
Chapecoense000

* Base 1 (jogadores que subiram diretamente da categoria de base para o elenco profissional atual)
* Base 2 (jogador revelados pelo clube, mas que saíram por empréstimo ou vendidos, e depois retornaram ao clube)

Percentual de jogadores da base no total de jogadores utilizados nesse Brasileirão:

ClubeUtilizadosTotal base% jogadores da base
Vasco271348,1
Atlético-PR291241,4
Fluminense281139,3
Corinthians23939,1
Grêmio301136,6
Atlético-MG281035,7
Botafogo25728,0
Cruzeiro23626,1
Santos27725,9
São Paulo27725,9
Sport28725,0
Flamengo25624,0
Vitória27518,5
Ponte Preta28415,4
Avaí22313,6
Bahia23313,0
Coritiba2129,5
Atlético-GO2114,8
Palmeiras2514,0
Chapecoense2000,0


Jogadores que vieram das categorias de base:

Atlético-GO
Luiz Fernando (meia)

Atlético-MG
Marcos Rocha* (lateral direito), Alex Silva* (lateral direito), Gabriel (zagueiro), Rodrigão* (zagueiro), Yago (volante), Ralph (volante), Thalis (meia), Élder Santana* (atacante) e Capixaba (atacante)

Atlético-PR
Cleberson (zagueiro), Zé Ivaldo (zagueiro), Sidcley* (lateral esquerdo), Nicolas (lateral esquerdo), Marcão* (lateral esquerdo), Otávio (volante), Bruno Mota* (volante), Deivid* (volante), Matheus Rossetto* (meia), João Pedro* (meia), Douglas Coutinho* (atacante) e Yago (atacante)

Avaí
Lourenço (meia), Iury (meia) e Rômulo (atacante)

Bahia
Jean (goleiro), Rodrigo Becão (zagueiro) e Feijão* (volante)

Botafogo
Igor Rabello* (zagueiro), Emerson Santos (zagueiro), Marcelo (zagueiro), Fernandes (volante), Matheus Fernandes (meia), Pachu* (atacante) e Renan Gorne (atacante)

Corinthians
Fágner* (lateral direito), Pedro Henrique* (zagueiro), Léo Santos (zagueiro), Guilherme Arana* (lateral esquerdo), Maycon* (volante), Léo Jabá (atacante), Pedrinho (atacante) e Jô* (atacante)

Coritiba
Dodô (lateral direito) e Wallison Maia* (zagueiro)

Cruzeiro
Murilo (zagueiro), Lucas Silva* (volante), Alisson* (meia), Élber* (atacante), Raniel (atacante) e Alex (atacante)

Flamengo
Thiago (goleiro), Juan* (zagueiro), Matheus Sávio (meia), Lucas Paquetá (meia), Felipe Vizeu (atacante) e Vinícius Júnior (atacante)

Fluminense
Nogueira* (zagueiro), Léo (lateral esquerdo), Mascarenhas (lateral esquerdo), Wendel (volante), Douglas (volante), Luiz Fernando* (meia), Matheus Alessandro* (meia), Pedro* (atacante), Marcos Júnior (atacante), Wellington* (atacante) e Marcos Calazans* (atacante)

Grêmio
Marcelo Grohe (goleiro), Léo (goleiro), Rafael Thyere* (zagueiro), Kaio (volante), Arthur (volante), Machado (meia), Conrado (meia), Lima* (meia), Lincoln (meia), Nicolas Careca (atacante), Everton (atacante) e Pedro Rocha (atacante)

Palmeiras
Matheus Iacovelli (atacante)

Ponte Preta
Aranha* (goleiro), Jeferson (lateral direito), Rodrigo* (zagueiro) e Ravanelli (meia)

Santos
Daniel Guedes (lateral direito), Lucas Veríssimo (zagueiro), Zeca (lateral esquerdo), Thiago Maia (volante), Alison* (volante), Léo Cittadini* (meia) e Arthur Gomes (atacante)

São Paulo
Rodrigo Caio (zagueiro), Lucão (zagueiro), Éder Militão (volante), João Schimidt* (volante), Lucas Fernandes (meia), Léo Natel (atacante) e Luiz Araújo (atacante)

Sport
Evandro (lateral esquerdo), Neto Moura (volante), Fabrício (volante), Thalysson (volante), Ronaldo (volante), Everton Felipe* (meia) e Juninho* (atacante)

Vasco
Jomar* (zagueiro), Henrique (lateral esquerdo), Alan (lateral esquerdo), Bruno Gallo* (volante), Bruno Cosendey* (volante), Douglas (volante), Mateus Vital (volante), Guilherme* (meia), Evander (meia), Caio Monteiro (meia), Paulo Vítor (atacante), Muriqui* (atacante) e Thalles (atacante)

Vitória
Euller (lateral esquerdo), Flávio (volante), Jhemerson (meia), David (atacante) e Rafaelson (atacante)
* Saíram e voltaram ao clube
Em vermelho os jogadores que deixaram o clube nesse Brasileirão


Os estádios mais temidos do Brasileirão de 2017
Comentários Comente

Rodolfo Rodrigues

Dos 20 clubes da Série A de 2017, 13 têm estádios próprios e mandam praticamente todos os seus jogos lá –  Corinthians, Palmeiras, São Paulo, Santos, Ponte Preta, Grêmio, Atlético-PR, Coritiba, Vasco, Vitória, Avaí, Chapecoense e Sport. Outros três costumam jogar nos estádios em que têm acordos, como Cruzeiro, Atlético-MG, Flamengo, Fluminense, Botafogo, Bahia e Atlético-GO.

Desses, o Corinthians, em sua nova casa, é quem tem o melhor desempenho com 75,6% de aproveitamento em sua nova casa, a Arena Corinthians, inaugurada em 2014. No Pacaembu, onde mais jogou anteriormente, seu aproveitamento é de 64,2%.

Dos clubes com novos estádios, o Grêmio é outro com bom desempenho com 71,2% de aproveitamento, o terceiro melhor, atrás apenas do Atlético-MG no Independência (73,9%). O Palmeiras, no Allianz Parque, ainda não tem o desempenho melhor do que no antigo Parque Antártica (66,7% contra 69,4%). Já o São Paulo, clube com mais jogos como mandante em um estádio, tem o quinto melhor aproveitamento no Morumbi com 67,6%

Clubes com os melhores aproveitamentos em casa no Brasileirão desde 1971:

ClubeEstádioJVEDAprov.(%)
CorinthiansArena Corinthians523414474,4%
Atlético-MGIndependência12080261473,9%
GrêmioArena do Grêmio7448141271,2%
PalmeirasParque Antártica306190674969,4%
São PauloMorumbi5923511479467,6%
SantosVila Belmiro4642751157467,5%
GrêmioOlímpico5323091378666,7%
PalmeirasAllianz Parque37228766,7%
Atlético-PRArena da Baixada271156714466,3%
CruzeiroMineirão5453071409864,9%
CorinthiansPacaembu386216957564,2%
Atlético-MGMineirão4562501208663,6%
VascoSão Januário370199987362,6%
FlamengoMaracanã48325912310162,1%
VitóriaBarradão247131585860,9%
CoritibaCouto Pereira49725812811160,5%
BotafogoEngenhão8041221760,4%
Ponte PretaMoisés Lucarelli315162817260,0%
FluminenseMaracanã3961981108859,3%
SportIlha do Retiro356180938359,3%
BahiaFonte Nova3861791238457,0%
BotafogoMaracanã256123696457,0%
ChapecoenseArena Condá5827181356,9%
VascoMaracanã19986664754,3%
VitóriaFonte Nova18679614653,4%
AvaíRessacada7731242250,6%
Atlético-GOSerra Dourada8233183147,6%

 

 


Grêmio: brasileiro com o elenco mais experiente em Libertadores
Comentários Comente

Rodolfo Rodrigues

Começa hoje a fase de grupos da Copa Libertadores de 2017 com 32 equipes. Destas, oito são do Brasil, um recorde na história da competição. Entre os participantes brasileiros, estão cinco ex-campeões (Santos, Flamengo, Grêmio, Palmeiras e Atlético-MG), dois clubes que vieram da fase preliminar (Atlético-PR e Botafogo) e um estreante, a Chapecoense.

E dos elencos desses oito times brasileiros que vão jogar a Libertadores em 2017, o Grêmio é aquele com mais jogadores que já disputaram o torneio. São 23 no total, além do técnico Renato Gaúcho, que já foi campeão como jogador, pelo próprio Grêmio, em 1983, e vice-campeão como técnico, pelo Fluminense, em 2008. Entre os jogadores do Tricolor gaúcho que mais vezes disputaram o torneio estão os recém-contratados Leonardo Moura e Gastón Fernández, com 5 vezes cada, além de Marcelo Grohe e Bolaños, também com cinco participações cada. E dos 23 jogadores do Grêmio que já disputaram a Libertadores, três já foram campeões: Gastón Fernández, pelo Estudiantes-ARG, em 2009, Douglas, pelo Corinthians, em 2012, e Kannemann, pelo San Lorenzo-ARG, em 2014.

Em seguida, depois do Grêmio, o Palmeiras é o time brasileiro com mais jogadores com experiência na Libertadores. São 21, contando os dois campeões pelo Atlético Nacional-COL na última edição: o volante Guerra e o atacante Borja. Eles se juntam também a outros três ex-campeões do torneio: Jean, campeão pelo São Paulo, em 2005, que está indo para a sua oitava participação, Alecsandro, bicampeão por Inter e Galo, e Willian, campeão pelo Corinthians.

No Atlético-MG, são 20 jogadores que já disputaram o torneio, incluindo quatro ex-campeões do torneio pelo Galo em 2013: Victor, Giovanni, Marcos Rocha, Carlos César, Luan e Leonardo Silva. Lucas Cândido participou daquele grupo, mas não foi inscrito na fase de grupos. Outro ex-campeão é Fábio Santos, que levou o torneio pelo São Paulo e pelo Corinthians.

Na sequência, o Flamengo é quem aparece com mais jogadores (16), sendo quatro ex-campeões, seguido pelo Atlético-PR, com 9 jogadores. O Furacão, que conta com três ex-campeões, é o único dos brasileiros que conta com um técnico que já venceu a competição: Paulo Autuori, campeão pelo Cruzeiro (1997) e São Paulo (2005). Já Santos, Botafogo e Chapecoense têm apenas oito jogadores com experiência na Libertadores.

Jogadores dos clubes brasileiros que estão na Libertadores de 2017 e que já disputaram o torneio anteriormente:

Grêmio (23)
Leonardo Moura, lateral direito (5 part., 36 jogos)
Gastón Fernández, atacante (5 part., 33 jogos) – campeão pelo Estudiantes-ARG (2009)
Marcelo Grohe, goleiro (5 part., 23 jogos)
Bolaños, atacante (5 part., 22 jogos)
Douglas, meia (4 part., 27 jogos) – campeão pelo Corinthians (2012)
Lucas Barríos, atacante (4 part., 17 jogos)
Fernandinho, atacante (3 part., 17 jogos)
Marcelo Oliveira, lateral esquerdo (3 part., 15 jogos)
Maicon, volante (3 part., 13 jogos)
Maxi Rodríguez, meia (3 part., 13 jogos)
Bressan, zagueiro (3 part., 9 jogos)
Edílson, lateral direito (3 part., 9 jogos)
Luan, atacante (2 part., 15 jogos)
Ramiro, volante (2 part., 11 jogos)
Geromel, zagueiro (2 part., 10 jogos)
Kannemann, zagueiro (2 part., 10 jogos) – campeão pelo San Lorenzo-ARG (2014)
Bruno Cortez, lateral esquerdo (1 part., 6 jogos)
Éverton, atacante (1 part., 5 jogos)
Lincoln, meia (1 part., 5 jogos)
Pedro Rocha, atacante (1 part., 3 jogos)
Wallace, lateral direito (1 part., 3 jogos)
Lucas Coelho, atacante (1 part., 2 jogos)
Gabriel, zagueiro (1 part., 1 jogo)
Renato Gaúcho, técnico (1 part., 14 jogos)

Palmeiras (21)
Guerra, volante (8 part., 40 jogos) – campeão pelo Atlético Nacional-COL (2016)
Jean, lateral direito (7 part., 45 jogos) – campeão pelo São Paulo (2005)
Alecsandro, atacante (6 part., 44 jogos) – campeão pelo Inter (2010) e Atlético-MG (2013)
Edu Dracena (5 part., 38 jogos) – campeão pelo Santos (2011)
Arouca (5 part., 41 jogos) – campeão pelo Santos (2011)
Zé Roberto, lateral esquerdo (4 part., 33 jogos)
Fernando Prass, goleiro (4 part., 28 jogos)
Mina, zagueiro (3 part., 20 jogos)
Egídio, lateral esquerdo (3 part., 20 jogos)
Dudu, atacante (3 part., 15 jogos)
Willian, atacante (3 part., 26 jogos) – campeão pelo Corinthians (2012)
Michel Bastos, meia (2 part., 20 jogos)
Felipe Melo, volante (2 part., 9 jogos)
Borja, atacante (2 part., 8 jogos) – campeão pelo Atlético Nacional-COL (2016)
Vítor Hugo, zagueiro (1 part., 6 jogos)
Keno, atacante (1 part., 5 jogos)
Thiago Santos, volante (1 part., 3 jogos)
Rafael Marques, atacante (1 part., 2 jogos)
Erik, atacante (1 part., 2 jogos)
Fabiano, lateral direito (1 part., 1 jogo)
Thiago Martins, zagueiro (1 part., 1 jogo)

Atlético-MG (20)
Leonardo Silva (7 part., 64 jogos) – campeão pelo Atlético-MG (2013)
Fábio Santos, lateral esquerdo (7 part., 48 jogos) – campeão pelo São Paulo (2005) e Corinthians (2012)
Victor, goleiro (6 part., 55 jogos) – campeão pelo Atlético-MG (2013)
Robinho, atacante (4 part., 38 jogos)
Marcos Rocha, lateral direito (4 part., 32 jogos) – campeão pelo Atlético-MG (2013)
Rafael Moura, atacante (4 part., 23 jogos)
Otero, meia (4 part., 11 jogos)
Luan, atacante (3 part., 25 jogos) – campeão pelo Atlético-MG (2013)
Elias, volante (3 part., 23 jogos)
Fred, atacante (3 part., 19 jogos)
Carlos Eduardo, meia (3 part., 17 jogos)
Lucas Cândido, volante (3 part., 4 jogos) – campeão pelo Atlético-MG (2013)
Adílson, volante (2 part., 20 jogos)
Rafael Carioca, volante (2 part., 17 jogos)
Giovanni, goleiro (2 part., 2 jogos) – campeão pelo Atlético-MG (2013)
Cazares, atacante (1 part., 7 jogos)
Maicosuel, meia (1 part., 5 jogos)
Clayton, atacante (1 part., 4 jogos)
Uilson, goleiro (1 part., 1 jogo)
Carlos César, lateral direito (1 part., 1 jogo) – campeão pelo Atlético-MG (2013)
Roger Machado, técnico (1 part., 8 jogos)

Flamengo (16)
Réver, zagueiro (5 part., 39 jogos) – campeão pelo Atlético-MG (2013)
Pará, lateral direito (4 part., 29 jogos) – campeão pelo Santos (2011)
Leandro Damião, atacante (4 part., 28 jogos) – campeão pelo Internacional (2010)
Conca, meia (3 part., 28 jogos)
Berrío, atacante (3 part., 20 jogos) – campeão pelo Atlético Nacional-COL (2016)
Diego, meia (2 part., 23 jogos)
Donatti, zagueiro (2 part., 15 jogos)
Guerrero, atacante (2 part., 12 jogos)
Juan, zagueiro (2 part., 11 jogos)
Márcio Araújo, volante (1 part., 8 jogos)
Rômulo, volante (1 part., 8 jogos)
Éverton, meia (1 part., 6 jogos)
Cuellar, volante (1 part., 5 jogos)
Gabriel, atacante (1 part., 5 jogos)
Marcelo Cirino, atacante (1 part., 4 jogos)
Mancuello, meia (1 part., 2 jogos)

Atlético-PR (9)
Lucho González, volante (5 part., 37 jogos) – campeão pelo River Plate (2015)
Jonathan, lateral direito (4 part., 38 jogos) – campeão pelo Santos (2011)
Thiago Heleno (3 part., 24 jogos)
Grafite, atacante (3 part., 23 jogos) – campeão pelo São Paulo (2005)
Paulo André, zagueiro (3 part., 14 jogos)
Léo, lateral direito (2 part., 5 jogos)
Weverton, goleiro (1 part., 8 jogos)
Cléberson, zagueiro (1 part., 7 jogos)
Rafael Galhardo, lateral direito (1 part., 1 jogo)
Paulo Autouri, técnico (4 part., 36 jogos) – campeão pelo Cruzeiro (1997) e São Paulo (2005)

Botafogo (8)
Canales, atacante (3 part., 14 jogos)
Aírton, volante (2 part., 3 jogos)
Jefferson, goleiro (1 part., 8 jogos)
Gatito Fernández, goleiro (1 part., 8 jogos)
Gílson, lateral esquerdo (1 part., 7 jogos)
Joel, atacante (1 part., 5 jogos)
João Paulo, meia (1 part., 4 jogos)
Roger, atacante (1 part., 1 jogo) – campeão pelo São Paulo (2005)

Chapecoense (8)
Wellington Paulista, atacante (3 part., 24 jogos)
Diego Renan, lateral esquerdo (2 part., 16 jogos)
Zeballos, zagueiro (2 part., 10 jogos)
Dodô, meia (2 part., 4 jogos)
Luiz Antônio, volante (1 part., 8 jogos)
Reinaldo, lateral esquerdo (1 part. 7 jogos)
Apodi, lateral direito (1 part., 4 jogos)
Artur, goleiro (1 part., 1 jogo)
Vágner Mancini, técnico (1 part., 5 jogos)

Santos (8)
Thiago Ribeiro, atacante (5 part., 40 jogos)
Leandro Donizete, volante (4 part., 33 jogos) – campeão pelo Atlético-MG (2013)
Copete, atacante (4 part., 30 jogos) – campeão pelo Atlético Nacional-COL (2016)
Renato, volante (3 part., 24 jogos)
Ricardo Oliveira, atacante (3 part., 17 jogos)
Vecchio, meia (3 part., 15 jogos)
David Braz, zagueiro (2 part., 11 jogos)
Vladimir Hernández, meia (2 part., 6 jogos)
Dorival Júnior, técnico (1 part., 5 jogos)

 


Vices do Brasileirão têm retrospecto melhor na Libertadores
Comentários Comente

Rodolfo Rodrigues

Desde o início do Campeonato Brasileiro, em 1971, apenas quatro campeões que representaram o país no ano seguinte na Libertadores conseguiram conquistar o título sul-americano. O primeiro deles foi o Flamengo, campeão brasileiro pela primeira vez em 1980 e também da Libertadores justamente em seu ano de estreia, em 1981. O primeiro, sob o comando do técnico Cláudio Coutinho. Já o segundo título com Paulo César Carpegiani.

Na década seguinte, o São Paulo fez a dobradinha em 1991 (Brasileirão) e 1992 (Libertadores), ambos com o técnico Telê Santana. Já o Vasco, do técnico Antônio Lopes, repetiu a dose em 1997 (Brasileiro) e 1998 (Libertadores). Já em 2011 e 2012, foi a vez de o Corinthians de Tite faturar os dois títulos na sequência, sendo o único time da era dos pontos corridos a conseguir tal feito.

O Palmeiras, bicampeão em 1972 e 1973, foi eliminado já na primeira fase nas edições de 1973 e 1974 respectivamente. Em 1994, como campeão de 1993, caiu nas oitavas de final para o São Paulo. Já em 1995, como campeão brasileiro de 1994, foi eliminado pelo Grêmio nas quartas de final.

Já cinco times foram campeões da Libertadores vindo da Copa do Brasil ou da antiga Taça Brasil. O Santos, campeão da Taça Brasil em 1961, venceu a Libertadores no ano seguinte. Em 1963, o Peixe repetiu a façanha, mas classificou-se para a Libertadores daquele ano como defensor do título e não como campeão da Taça Brasil de 1962. Já na Copa do Brasil, os campeões que levaram a Libertadores no ano seguinte foram o Grêmio (1994/1995), Cruzeiro (1996/1997), Palmeiras (1998/1999) e Santos (2010/2011).

E dos outros cinco brasileiros campeões da Libertadores, ganharam o torneio como vice-campeões brasileiros: Cruzeiro (1975/1976), Grêmio (1982/1983), Internacional (2005/2006 e 2009/2010) e Atlético-MG (2012/2013). Já o São Paulo de 2005 foi campeão da Libertadores vindo como 3º do Brasileirão de 2004.

Dos 45 campeões do Brasileirão que representaram o país na Libertadores do ano seguinte, suas colocações foram as essas na competição sul-americana:
4 campeões
2 vice-campeões
1 semifinal
3 fase semifinal
14 quartas de final
8 oitavas de final
13 primeira fase

Desempenho dos campeões brasileiros na Libertadores do ano seguinte:
1971 – Atlético-MG (caiu na 1ª fase)
1972 – Palmeiras (caiu na 1ª fase)
1973 – Palmeiras (caiu na 1ª fase)
1974 – Vasco (caiu na 1ª fase)
1975 – Internacional (caiu na 1ª fase)
1976 – Internacional (caiu na fase semifinal)
1977 – São Paulo (caiu na 1ª fase)
1978 – Guarani (caiu na fase semifinal)
1979 – Internacional (vice-campeão)
1980 – Flamengo (campeão)
1981 – Grêmio (caiu na 1ª fase)
1982 – Flamengo (caiu na 1ª fase)
1983 – Flamengo (caiu na fase semifinal)
1984 – Fluminense (caiu na 1ª fase)
1985 – Coritiba (caiu na 1ª fase)
1986 – São Paulo (caiu na 1ª fase)
1987 – Flamengo (não participou)
1987 – Sport (caiu na 1ª fase)
1988 – Bahia (caiu nas quartas de final)
1989 – Vasco (caiu nas quartas de final)
1990 – Corinthians (caiu nas oitavas de final)
1991 – São Paulo (campeão)
1992 – Flamengo (caiu nas quartas de final)
1993 – Palmeiras (caiu nas oitavas de final)
1994 – Palmeiras (caiu nas quartas de final)
1995 – Botafogo (caiu nas oitavas de final)
1996 – Grêmio (caiu nas quartas de final)
1997 – Vasco (campeão)
1998 – Corinthians (caiu nas quartas de final)
1999 – Corinthians (caiu na semifinal)
2000 – Vasco (caiu nas quartas de final)
2001 – Atlético-PR (caiu na 1ª fase)
2002 – Santos (vice-campeão)
2003 – Cruzeiro (caiu nas oitavas de final)
2004 – Santos (caiu nas quartas de final)
2005 – Corinthians (caiu nas oitavas de final)
2006 – São Paulo (caiu nas oitavas de final)
2007 – São Paulo (caiu nas quartas de final)
2008 – São Paulo (caiu nas quartas de final)
2009 – Flamengo (caiu nas quartas de final)
2010 – Fluminense (caiu nas oitavas de final)
2011 – Corinthians (campeão)
2012 – Fluminense (caiu nas quartas de final)
2013 – Cruzeiro (caiu nas quartas de final)
2014 – Cruzeiro (caiu nas quartas de final)
2015 – Corinthians (caiu nas oitavas de final)

Já os vice-campeões do Brasileirão desde 1971 tiveram desempenho melhor. E isso que os vices entre 1989 e 1997 não disputaram o torneio (a segunda vaga era do campeão da Copa do Brasil naqueles anos). E o retrospecto dos 36 vices foi esse:
5 campeões
3 vice-campeões
2 semifinal
4 fase semifinal
5 quartas de final
7 oitavas de final
10 primeira fase

Desempenho dos vice-campeões brasileiros na Libertadores do ano seguinte:
1971 – São Paulo (caiu na fase semifinal)
1972 – Botafogo (caiu na fase semifinal)
1973 – São Paulo (vice-campeão)
1974 – Cruzeiro (caiu na fase semifinal)
1975 – Cruzeiro (campeão)
1976 – Corinthians (caiu na 1ª fase)
1977 – Atlético-MG (caiu na fase semifinal)
1978 – Palmeiras (caiu na 1ª fase)
1979 – Vasco (caiu na 1ª fase)
1980 – Atlético-MG (caiu na 1ª fase)
1981 – São Paulo (caiu na 1ª fase)
1982 – Grêmio (campeão)
1983 – Santos (caiu na 1ª fase)
1984 – Vasco (caiu na 1ª fase)
1985 – Bangu (caiu na 1ª fase)
1986 – Guarani (caiu na 1ª fase)
1987 – Internacional (não disputou)
1987 – Guarani (caiu nas oitavas de final)
1988 – Internacional (caiu na semifinal)
1989 – São Paulo (não disputou)
1990 – São Paulo (não disputou)
1991 – Bragantino (não disputou)
1992 – Botafogo (não disputou)
1993 – Vitória (não disputou)
1994 – Corinthians (não disputou)
1995 – Santos (não disputou)
1996 – Portuguesa (não disputou)
1997 – Palmeiras (não disputou)
1998 – Cruzeiro (caiu nas oitavas de final, mas entrou como campeão da Libertadores)
1999 – Atlético-MG (caiu nas quartas de final)
2000 – São Caetano (caiu nas oitavas de final)
2001 – São Caetano (vice-campeão)
2002 – Corinthians (caiu nas oitavas de final)
2003 – Santos (caiu nas quartas de final)
2004 – Atlético-PR (vice-campeão)
2005 – Internacional (campeão)
2006 – Internacional (caiu na 1ª fase)
2007 – Santos (caiu nas quartas de final)
2008 – Grêmio (caiu na semifinal)
2009 – Internacional (campeão)
2010 – Cruzeiro (caiu nas oitavas de final)
2011 – Vasco (caiu nas quartas de final)
2012 – Atlético-MG (campeão)
2013 – Grêmio (caiu nas oitavas de final)
2014 – São Paulo (caiu nas oitavas de final)
2015 – Atlético-MG (caiu nas quartas de final)

Mais posts do Futebol em Números:
Atacante Jô pode ter companhia de mais uma estrela em sua carreira
Os brasileiros com mais gols pelos grandes clubes da Europa
Felipe Melo ou Fernandinho: quem leva mais cartões?
Kazim: 43º gringo a vestir a camisa do Corinthians
Luis Suárez deixa Neymar para trás nos números pelo Barcelona


São Paulo segue como líder no ranking dos pontos corridos
Comentários Comente

Rodolfo Rodrigues

Após o término do Brasileirão de 2016, a 14ª edição na era dos pontos corridos, o São Paulo segue como o líder no ranking de pontos acumulados desde 2003. Mesmo com o desempenho ruim nesse última campeonato, o Tricolor segue folgado na frente, com 43 pontos a mais do que o Cruzeiro, que também não foi bem na Série A de 2016.

O Santos, vice-campeão, fez 28 pontos a mais do que o rebaixado Internacional e agora assumiu a 3ª colocação no ranking. O Colorado, que não disputará a próxima edição na primeira divisão, deverá ainda cair mais no ranking, já que tem 37 pontos a mais do que Corinthians e 45 a mais do que o Fluminense.

O Corinthians, que tem uma edição a menos (estava na Série B em 2008), segue na frente de Fluminense e Flamengo, que jogaram todas as 14 edições. O Palmeiras, campeão com 80 pontos, segue na 11ª colocação, atrás do Atlético-PR. Com 12 edições disputadas, o Verdão tem 45 pontos a menos do que o Atlético-PR, 10º colocado.

Outras posições que mudaram no ranking, em relação ao de 2015, foi a subida do Botafogo para o 12º lugar, superando o Goiás, que está na Série B. A Ponte Preta também subiu uma posição (17º lugar), deixando o Vitória para trás (18º). A Chapecoense subiu duas posições, indo agora para o 29º lugar.

Ranking de pontos na Série A desde 2003 (era dos pontos corridos):

Pos.ClubePGJVEDGPGCSAprov.Part.
São Paulo92755226313815184560623956,014
Cruzeiro88455225711318287069917153,414
Santos85655223913917486068117951,714
Internacional84955223713617973863210651,314
Corinthians81251422214614669756812952,713
Fluminense7995522171461897717195248,214
Flamengo7915522111621797226932947,814
Grêmio77051021412816869258510750,313
Atlético-MG7435142031341777506925848,213
10ºAtlético-PR7305142031211907056812447,313
11ºPalmeiras6854681881211596525975548,812
12ºBotafogo6404681691331666316062545,612
13ºGoiás5964381651011726266062045,411
14ºVasco578438150128160589634-4544,011
15ºCoritiba572438151119168540549-943,511
16ºFigueirense550438142124172530622-9241,911
17ºPonte Preta39332410482138377482-10540,48
18ºVitória38832010379138406460-5440,48
19ºSport3332668772107327366-3941,77
20ºParaná281210794487294312-1844,65
21ºJuventude266210715089268327-5942,25
22ºBahia224198555984207270-6337,75
24ºSão Caetano2151726541662091991041,74
23ºNáutico200190543898224318-9435,15
25ºCriciúma188168503880195266-7137,34
26ºAvaí173152444167193245-5237,94
27ºGuarani147130363955140180-4037,73
28ºPaysandu146134413162193245-5236,33
29ºFortaleza142126363456155200-4537,63
30ºChapecoense142114363444122144-2241,53
31ºPortuguesa127114313845137157-2037,13
32ºAtlético-GO120114303054138169-3135,13
33ºCeará867620263082108-2637,72
34ºBarueri777619233498116-1833,82
35ºAmérica-MG657615204174127-5328,52
36ºSanta Cruz597615144786145-5925,92
37ºSanto André4138118194661-1536,01
38ºBrasiliense41421011214767-2032,51
39ºIpatinga353898213767-3030,71
40ºJoinville3138710212648-2227,21
41ºAmérica-RN173845292480-5614,91

Os brasileiros com mais participações em Libertadores
Comentários Comente

Rodolfo Rodrigues

Terminada a temporada brasileira, oito times garantiram vaga na Libertadores de 2017. Seis deles via Campeonato Brasileiro (Palmeiras, Santos, Flamengo, Atlético-MG, Botafogo e Atlético-PR). Grêmio (campeão da Copa do Brasil) e Chapecoense (campeã da Copa Sul-Americana), completam a lista.

Nunca o país teve tantos representantes em uma só edição do torneio sul-americano, que terá novo formato em 2017. E dos times que representarão o Brasil no ano que vem, apenas Grêmio, Palmeiras e Atlético-MG jogaram na última edição, em 2016. Botafogo, Flamengo e Atlético-PR disputaram a Libertadores pela última vez em 2014. Já o Santos, voltará a disputar o torneio depois de cinco anos. Sua última participação foi em 2012, quando chegou à semifinal no ano em que defendia o título.

Desde 1960, 27 clubes brasileiros disputaram a Libertadores. A Chapecoense, que fará sua estreia, será o 28º representante. E desde então, o São Paulo é o clube brasileiro com mais participações na competições – 18 vezes, seguido de perto por Grêmio e Palmeiras (17 cada).

Clubes brasileiros com mais participações em Libertadores:
18 vezes
São Paulo (72, 74, 78, 82, 87, 92, 93, 94, 04, 05, 06, 07, 08, 09, 10, 13, 15 e 16)

17 vezes
Grêmio (82, 83, 84, 90, 95, 96, 97, 98, 02, 03, 07, 09, 11, 13, 14 , 16 e 17) e Palmeiras (61, 68, 71, 73, 74, 79, 94, 95, 99, 00, 01, 05, 06, 09, 13, 16 e 17)

15 vezes
Cruzeiro
 (67, 75, 76, 77, 94, 97, 98, 01, 04, 08, 09, 10, 11, 14 e 15)

13 vezes
Santos (62, 63, 64, 65, 84, 03, 04, 05, 07, 08, 11,12 e 17), Corinthians (77, 91, 96, 99, 00, 03, 06, 10, 11, 12, 13, 15 e 16) e Flamengo (81, 82, 83, 84, 91, 93, 02, 07, 08, 10, 12, 14 e 17)

11 vezes
Internacional (76, 77, 80, 89, 93, 06, 07, 10, 11, 12 e 15)

9 vezes
Atlético-MG (72, 78, 81, 00, 13, 14, 15, 16 e 17)

8 vezes
Vasco (75, 80, 85, 90, 98, 99, 01 e 12)

6 vezes
Fluminense (71, 85, 08, 11, 12 e 13)

5 vezes
Atlético-PR (00, 02, 05, 14 e 17) e Botafogo (63, 73, 96, 14 e 17)

3 vezes
Bahia (60, 64 e 89), Guarani (79, 87 e 88) e São Caetano (01, 02 e 04)

2 vezes
Coritiba (86 e 04) e Sport (88 e 09)

1 vez
Bangu (86), Chapecoense (17), Criciúma (92), Goiás (06), Juventude (00), Náutico (68), Paraná (07), Paulista (06), Paysandu (03) e Santo André (05)

Considerando apenas o período em que o Brasileirão passou a ser disputado no sistema de pontos corridos, de 2003 para cá (ou da edição da Libertadores de 2004 para cá), a lista dos brasileiros que disputaram o torneio sofre algumas diferenças – contando, claro, a ida desses clubes também pela Copa do Brasil ou ainda como campeões da Libertadores. Desde então, foram 21 diferentes clubes. O São Paulo também lidera a lista, mas seguido por Corinthians, Cruzeiro, Grêmio e Santos (sete participações cada).

10 vezes
São Paulo (04, 05, 06, 07, 08, 09, 10, 13, 15 e 16)

7 vezes
Corinthians (06, 10, 11, 12, 13, 15 e 16)
Cruzeiro (04, 08, 09, 10, 11, 14 e 15)
Grêmio (07, 09, 11, 13, 14 , 16 e 17)
Santos (04, 05, 07, 08, 11, 12 e 17)

6 vezes
Flamengo (07, 08, 10, 12, 14 e 17)
Internacional (06, 07, 10, 11, 12 e 15)
Palmeiras (05, 06, 09, 13, 16 e 17)

5 vezes
Atlético-MG (13, 14, 15, 16 e 17)

4 vezes
Fluminense (08, 11, 12 e 13)

3 vezes
Atlético-PR (05, 14 e 17)

2 vezes
Botafogo (14 e 17)

1 vez
Chapecoense (17)
Coritiba (04)
Goiás (06)
Paraná (07)
Paulista (06)
Santo André (05)
São Caetano (04)
Sport (09)
Vasco (12)

 


Com grama sintética, Atlético-PR é o melhor mandante do Brasileirão
Comentários Comente

Rodolfo Rodrigues

Único clube da Série A a jogar com grama sintética (começou a usar este ano), o Atlético-PR é hoje o melhor mandante do Brasileirão. Em 17 jogos, o Furacão venceu 14 partidas (uma a mais do que Santos e Atlético-MG), empatou duas e perdeu apenas um jogo (assim como líder Palmeiras). Sendo que 16 desses jogos foram em sua casa, na Arena da Baixada, que usa o gramado sintético. Uma vitória, no clássico contra o Coritiba, foi no Durival de Britto.

O aproveitamento do time do técnico Paulo Autuori, em casa, é de 86,3%. Atlético-MG e Santos têm 80,4% e dividem a segunda colocação como melhores mandantes desta Série A. Esse desempenho do Furacão é, até aqui, o segundo melhor de um mandante na história dos pontos corridos (desde 2003), perdendo apenas para o Corinthians, campeão do ano passado com 87,7% de aproveitamento em casa (16 vitórias, 2 empates e 1 derrota). Caso vença seus próximos dois jogos em casa (Sport, na 36ª rodada, e Flamengo, na 38ª e última rodada), o Atlético-PR poderá igualar esse recorde do Corinthians.

Em 17 jogos, o Atlético-PR sofreu apenas 6 gols como mandante nesse Brasileirão, tendo também a melhor defesa. O Grêmio, segundo melhor, levou 7 gols até aqui.

Melhores mandantes do Brasileirão de 2016:

Clube% casa
Atlético-PR86,3
Santos80,4
Atlético-MG80,4
Palmeiras77,1
Flamengo75,0
Ponte Preta72,9
Grêmio70,8
Botafogo66,7
Corinthians64,7
Sport62,7
Coritiba58,3
Fluminense54,9
Internacional54,9
São Paulo52,1
Figueirense51,0
Chapecoense50,0
Vitória45,8
Cruzeiro43,8
América-MG41,7
Santa Cruz33,3

Fora de casa, porém, quando não atua no gramado sintético, o Atlético-PR vem sofrendo nesse Brasileirão. Em 16 jogos, perdeu 13 e ganhou apenas dois jogos. Seu aproveitamento de 14,6% é o segundo pior de um visitante, ao lado do Figueirense, e à frente apenas do América-MG, com 8,3% de aproveitamento.


Líder, Palmeiras terá tabela complicada no returno
Comentários Comente

Rodolfo Rodrigues

Melhor time do primeiro turno do Brasileirão, o Palmeiras terá um returno mais complicado pela frente se comparado com os outros times que estão na parte de cima da tabela. O time do técnico Cuca fará 9 jogos em casa contra 10 de Santos, Grêmio e Atlético-PR.

Além disso, destes nove jogos em casa, apenas um será contra um dos sete primeiros da tabela hoje – o Flamengo, na 24ª rodada. O Palmeiras jogará fora contra o Atlético-PR já na próxima rodada, contra o Grêmio (23ª rodada), Corinthians (25ª), Santos (33ª) e Atlético-MG (36ª).

O Atlético-MG, hoje vice-líder, também jogará nove partidas em casa, sendo três contra adversários diretos (Atlético-PR, Flamengo e Palmeiras). O Corinthians, dos novo jogos que terá em casa, também pegará três adversários diretos em Itaquera (Palmeiras, Atlético-MG e Atlético-PR – times para quem perdeu fora de casa).

O Grêmio, que ainda tem um jogo a menos (contra o Botafogo, fora), terá dez jogos em casa e pegará quatro rivais diretos em sua Arena – Corinthians, Atlético-MG, Palmeiras e Atlético-PR. O Tricolor gaúcho ainda fará o clássico contra o rival Inter em seu estádio.

O Atlético-PR, 7º na tabela, terá apenas dois jogos em casa (Palmeiras e Flamengo). Já o Santos, que não venceu um adversário direto fora de casa no 1º turno, é o time que mais jogará em casa contra esses rivais. Na Vila Belmiro, o Peixe receberá Atlético-MG, Corinthians, Atlético-PR, Grêmio (perdeu para todos esses), além de Palmeiras (com quem empatou). O único jogo fora é contra o Flamengo, contra quem empatou no turno. O Santos também jogará dez partidas em casa no returno.

Por fim, o Flamengo, hoje o 4º colocado, terá 9 jogos em casa no returno, sendo três apenas contra os rivais diretos: Grêmio, Corinthians e Santos. Vale lembrar que o Flamengo é o único que não atua em seu estádio de costume (o Maracanã) entre essas equipes que lutam pelo título.


Fla é o melhor visitante e Furacão o melhor mandante do 1º turno
Comentários Comente

Rodolfo Rodrigues

Mesmo faltando quatro jogos para o final do 1º turno (Fluminense x Figueirense, adiado da 18ª rodada; e Corinthians x Cruzeiro, Atlético-MG x Chapecoense e Botafogo x Grêmio, da 19ª rodada), já é possível saber os melhores mandantes e visitantes dessa primeira metade do campeonato.

O Atlético-PR, que não perdeu em casa no 1º turno (assim como Corinthians e Figueirense), fechou como o melhor time caseiro com 85,2% de aproveitamento dos pontos – 7 vitórias e 2 empates em 9 jogos. O time paranaense, do técnico Paulo Autuori, marcou ainda 12 gols e sofreu apenas 3 em casa, tendo a melhor defesa de um mandante ao lado do Santos. O Palmeiras, até aqui, teve o melhor ataque como mandante (23 gols). Já o Cruzeiro, com apenas duas vitórias, foi o pior mandante.

Caso o Corinthians vença o Cruzeiro hoje, ficará com 80% de aproveitamento como mandante. Já o Galo, com vitória hoje também, irá para 73,3%. Flu e Bota, que só jogarão dia 4 de setembro esses jogos adiados, poderão ficar com 66,7% e 60% respectivamente.

Melhores mandantes do 1º turno do Brasileirão

ClubeAprov. %VEDGPGC
Atlético-PR85,2720123
Palmeiras83,3811237
Santos81,5711183
Grêmio81,5711135
Corinthians77,8630175
Atlético-MG70,46121912
Ponte Preta70,46121513
Flamengo66,7622149
Fluminense62,5431127
Figueirense60,0460117
Sport55,64322015
Vitória55,64321512
Botafogo55,64321410
Coritiba53,34421513
São Paulo51,9423139
Chapecoense51,93511311
Internacional46,7424119
Santa Cruz40,04061112
América-MG36,7325611
Cruzeiro33,32341215

Já entre os visitantes, o Flamengo obteve a melhor campanha com 51,9% de aproveitamento dos pontos – 4 vitórias, 2 empates e 3 derrotas. O Rubro-negro, do técnico Zé Ricardo, foi o clube com mais vitórias fora de casa ao lado do Corinthians (4 cada). O Grêmio, com 37% de aproveitamento, pode subir 43,3% caso vença o Botafogo no jogo adiado. O América-MG, lanterna do campeonato, não venceu uma partida fora nesse 1º turno, assim como o Figueirense.

Melhores visitantes do 1º turno do Brasileirão:

ClubeAprov. %VEDGPGC
Flamengo51,9423910
Atlético-MG48,13421112
Corinthians44,440599
Palmeiras40,73241213
São Paulo40,0334811
Grêmio37,02431414
Chapecoense37,02431319
Santos36,73251414
Fluminense33,3244811
Cruzeiro33,33061116
Internacional29,62251014
Ponte Preta26,7226818
Sport26,7226914
Atlético-PR23,3217815
Vitória23,3145916
Santa Cruz22,2135914
Botafogo18,5126919
Coritiba18,5126613
Figueirense12,5035513
América-MG7,4027619