Futebol em Números

Ceni: 3º pior aproveitamento de um técnico do São Paulo em Brasileiros
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Rodolfo Rodrigues

O São Paulo, do técnico Rogério Ceni, empatou hoje com o Fluminense (1 x 1), no Morumbi, e chegou a cinco jogos sem vitória no Brasileirão. Nas últimas cinco rodadas, o tricolor paulista somou apenas dois pontos e só não foi pior do que o lanterna Avaí, que fez um ponto, mas ainda joga nessa 10ª rodada contra o Botafogo, amanhã.

Com apenas 11 pontos em 10 jogos, a equipe de Ceni ocupa a 16º colocação, com o mesmo número de pontos do Bahia, o 17º que está na zona do rebaixamento (o saldo do São Paulo é melhor (1 contra -1)).

A campanha do São Paulo de 2017 no Brasileirão é uma das piores do time até a 10ª rodada do Brasileirão na era dos pontos corridos. Apenas em 2009 o time havia feito também apenas 11 pontos. Naquele ano, porém, o saldo era pior (zero). Mas nunca o time havia ficado numa colocação tão ruim para essa rodada (16º). Em 2013, o time era o 15º com 12 pontos.
Piores campanhas do São Paulo até a 10ª rodada:
2009 – 11 pontos (2 v, 5 e, 3 d, 11 gp, 11 gc) – 14º colocado
2017 – 11 pontos (3 v, 2 e, 5 d, 10 gp, 9 gc) – 16º colocado
2005 – 12 pontos (3 v, 3 e, 4 d, 14 gp, 15 gc) – 14º colocado
2010- 12 pontos (3 v, 3 e, 4 d, 10 gp, 9 gc) – 12º colocado
2013 – 12 pontos (3 v, 3 e, 4 d, 10 gp, 9 gc) – 15º colocado

Entre os técnicos que dirigiram o São Paulo desde 1971, apenas dois tiveram um aproveitamento inferior ao de Rogério Ceni no comando do time. Em 1972, Vail Mota conseguiu conquistar apenas 30,3% dos pontos (2 vitórias, 4 empates e 5 derrotas). Em 1971, Osvaldo Brandão, em 14 jogos, teve um aproveitamento de apenas 35,7%. Já Rogério Ceni, agora em 2017, está com 36,7%.
Aproveitamento dos técnicos do São Paulo em Brasileiros (1971-2017):

TécnicoPeríodoAprov.Jogos
Vail Mota197230,3%11
Osvaldo Brandão197135,7%14
Rogério Ceni201736,7%10
Mário Sérgio199837,5%8
Parreira199641,2%17
Paulo Autuori2005-201342,9%52
Darío Peryera199744,0%25
Adílson Batista201145,0%20
Sérgio Baresi201045,2%14
Pablo Forlán199045,5%11
Edgardo Bauza201646,3%25
Doriva201546,7%5
Cilinho1985-198848,5%57
Nelsinho Baptista1998-200148,8%41
Juan Carlos Ozorio201550,0%24
Levir Culpi200051,3%26
Ricardo Gomes2009-201652,9%59
Cuca200453,6%28
Telê Santana1990-199654,0%132
Carpegiani1999-201155,6%45
Ney Franco2012-201356,2%35
Milton Cruz2005-201556,7%20
Rubens Minelli1977-197856,9%41
Mário Travaglini198457,1%14
Carlos Alberto Silva1980-198957,3%50
José Poy1971-198358,0%157
Roberto Rojas200358,3%40
Joao Leal Neto198160,0%5
Emerson Leão2004-21360,2%31
Oswaldo de Oliveira2002-200360,3%33
Mário Juliato197861,1%6
Formiga198263,0%18
Pepe198663,4%31
Muricy Ramalho1996-201463,9%183
Ithon Fritzen198180,0%5

.
Considerando apenas os 10 primeiros jogos de cada técnico pelo São Paulo, em Brasileiros, mesma quantidade de jogos de Ceni no comando do clube na competição, Ceni tem o 4º pior aproveitamento com seus 36,7%, à frente apenas de Vail Mota (1972), Osvaldo Brandão (1971) e Nelsinho Baptista (1998), todos com 33,3% de aproveitamento.
Aproveitamento dos técnicos do São Paulo em Brasileiros em seus 10 primeiros jogos (1971-2017):

TécnicoAno (início)VEDAprov.
Nelsinho Baptista199831633,3%
Osvaldo Brandão197124433,3%
Vail Mota197224433,3%
Rogério Ceni201732536,7%
Mário Sérgio*199830537,5%
Pablo Forlán199033440,0%
Darío Peryera199734443,3%
Ney Franco201241543,3%
Adílson Batista201135246,7%
Cilinho198542446,7%
Doriva*201521246,7%
Edgardo Bauza201643350,0%
Paulo Autuori200543350,0%
Carpegiani199950550,0%
Sérgio Baresi201043350,0%
Parreira199644253,3%
Carlos Alberto Silva198045156,7%
Juan Carlos Ozorio201552356,7%
Mário Travaglini198445156,7%
Cuca200453260,0%
Joao Leal Neto*198130260,0%
Mário Juliato*197832161,1%
Levir Culpi200054163,3%
Oswaldo de Oliveira200261363,3%
Telê Santana199054163,3%
Muricy Ramalho**201662266,7%
Ricardo Gomes200962266,7%
Rubens Minelli197762266,7%
José Poy197163170,0%
Roberto Rojas200363170,0%
Milton Cruz***201561270,4%
Emerson Leão200472176,7%
Formiga198272176,7%
Muricy Ramalho*199642077,8%
Ithon Fritzen*198140180,0%
Pepe198691093,3%

* Técnicos que não chegaram a completar 10 jogos em sua passagem ou em sua primeira passagem
** Muricy completou 10 jogos somente em 2006, em sua segunda passagem
*** Milton Cruz foi interino de 2005 a 2015. Em 2009, comandou o clube por 9 jogos


Guerrero: 3º gringo com mais gols em Brasileiros
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Rodolfo Rodrigues

Autor de 3 gols na goleada do Flamengo por 5 x 1 sobre a Chapecoense nessa 9ª rodada do Brasileirão, o atacante peruano Paolo Guerrero chegou a marca de 38 gols em sua história pela competição, somando a passagem dele pelo Corinthians.

Com isso, Guerrero deixou para trás Barcos e Fischer (37 gols) e Conca e D'Alessandro (36) e pulou para o 3º lugar entre os estrangeiros com mais gols na história do Campeonato Brasileiro. À sua frente, estão o colombiano Victor Aristizábal, que jogou por São Paulo, Santos, Vitória, Cruzeiro e Coritiba, autor de 47 gols, e o sérvio Petkovic, recordista com 83 gols entre 1997 e 2011, quando jogou por Vitória, Flamengo, Vasco, Fluminense, Goiás, Santos e Atlético-MG.

Entre os jogadores em atividade nessa Série A, depois de Guerrero, os gringos com mais gols em Brasileiros são Conca (36), Montillo (28), Lucas Pratto (21), Copete (13), Joel (11), Romero (10), Ábila (10), Lugano (10) e Lucas Barrios (8).

Estrangeiros com mais gols na história do Campeonato Brasileiro (1971-2017):

JogadorPaísGolsPeríodo
PetkovicSérvia831997-2011
AristizábalColômbia471996-2004
GuerreroPeru382012-2017
BarcosArgentina372012-2014
FischerArgentina371972-1976
ConcaArgentina362007-2017
D'AlessandroArgentina362008-2015
Marcelo MorenoBolívia342007-2014
DovalArgentina311972-1978
Pedro RochaUruguai311972-1978
HerreraArgentina302006-2015
MontilloArgentina282010-2017
ArceParaguai261995-2002
TevezArgentina252005-2006
Loco AbreuUruguai251998-2012
David FerreiraColômbia222005-2008
Lucas PrattoArgentina212015-2017
RomeritoParaguai191984-1988
Maxi BiancucchiArgentina192007-2014
AcostaUruguai192007-2009

Corinthians ou Palmeiras: quem é melhor nas novas arenas?
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Rodolfo Rodrigues

Corinthians e Palmeiras inauguraram seus novos estádios em 2014. O alvinegro primeiro, em maio daquele ano. O Verdão depois, em novembro. Curiosamente, ambos perderam na estreia, em jogos válidos pelo Brasileiros. O Corinthians para o Figueirense (0 x 1) e o Palmeiras para o Sport (0 x 2).

Desde então, o Corinthians disputou 105 jogos em sua nova casa, em Itaquera. Já o Palmeiras fez 81 no Allianz Parque, construído no lugar do antigo Parque Antártica ou Palestra Itália. E hoje, os dois rivais vivem momentos ótimos em seus novos estádios. O Palmeiras com uma sequência de 27 jogos sem derrota – a última foi em 24 de julho de 2016, há quase um ano. Já o Corinthians não perde desde fevereiro (16 jogos).

No comparativo de desempenho dos dois clubes nas novas Arenas, o Corinthians, até aqui, leva vantagem sobre o Palmeiras nas estatísticas gerais. O alvinegro tem um aproveitamento melhor (79,9% contra 73,7 do rival), uma média de gols superior (1,93 contra 1,84), uma média de gols sofridos menor (0,61 contra 0,75). Além disso, carrega duas séries invictas maiores do que a atual do Palmeiras – já ficou 34 e 32 jogos sem perder em Itaquera, contra a série de 27 jogos sem derrota atual do alviverde. O Corinthians tem também um recorde de 12 vitórias seguidas contra 9 do Palmeiras e goleada maior (6 x 0 contra 5 x 1 do Palmeiras).

O Palmeiras, porém, tem um desempenho melhor nos clássicos (75% contra 70,2% de aproveitamento do Corinthians) e uma invencibilidade contra os rivais que já dura 11 jogos – o Corinthians ficou no máximo 6 jogos sem perder clássicos. Outro ponto a favor do Palmeiras é que ele ficou no máximo três jogos sem vitória em casa, contra quatro do Corinthians.

Em termos de renda e público, os números são equilibrados. O Corinthians tem uma média de público maior (31 436 contra 30 585 do Palmeiras). Na renda, a média do Palmeiras é melhor: R$ 2.098.821,92 contra R$ 1.826.993,87 do Corinthians. O Palmeiras tem também um recorde maior em um só jogo (R$ 5.336.631,25), na final da Copa do Brasil de 2015, contra o Santos. A maior renda do Corinthians foi no jogo contra o San Lorenzo-ARG, pela Libertadores de 2015 (R$ 3.329.516,50). Já o Corinthians tem o maior público (46.017, contra 40.986 do Palmeiras). Já o menor público do alviverde foi de 15.037 contra os 11.708 do alvinegro.

Em termos de títulos, o duelo também é equilibrado. O Corinthians venceu um Paulistão (2017) em casa e um Brasileirão no período. Já o Palmeiras foi campeão da Copa do Brasil (2015) e do Brasileirão de 2016. Ambos não perderam finais em casa ainda. Em mata-matas, em jogos de volta ou decisivos (jogos únicos), o Palmeiras tem seis vitórias contra duas eliminações. Já o Corinthians, em 14 confrontos, saiu vencedor em oito e foi eliminado em seis.

CorinthiansxPalmeiras
101Jogos81
72 (71,3%)Vitórias55 (67,9%)
26 (25,7%)Empates14 (17,3%)
7 (6,9%)Derrotas12 (14,8%)
195Gols feitos149
1,93Média de gols1,84
62Gols sofridos61
0,61Média (gols sofridos)0,75
3.300.754Público total2.477.368
31.436Média de público30.585
46.017Maior público40.986
11.708Menor público15.037
R$ 191.834.356,44Renda totalR$ 170.004.575,14
R$ 1.826.993,87Média de rendaR$ 2.098.821,92
R$ 3.329.516,50Maior rendaR$ 5.336.631,25
R$ 365.603,00Menor rendaR$ 614.729,50
6 x 0 Cobresal-CHIMaior goleada5 x 1 Sampaio Corrêa-MA
0 x 2 PalmeirasPior derrota0 x 2 Sport
0 x 2 PalmeirasPior derrota0 x 2 Vasco
0 x 2 Santo AndréPior derrota0 x 2 Coritiba
34 jogos (2015/16)Maior invencibilidade27 jogos (2016/17)
16 jogos (2017)Invencibilidade atual27 jogos (2016/17)
12Sequência de vitórias9
4Jejum de vitórias3
14Mata-matas8
8 (57,1%)Vencedor6 (75%)
6 (42,9%)Perdedor2 (25%)
2Títulos2
Paulistão 2017Mata-matasCopa do Brasil 2015
Brasileirão 2015Pontos corridosBrasileirão 2016
Romero (20 gols)Maior artilheiroDudu (15 gols)
19Clássicos12
12Vitórias8
4Empates3
3Derrotas1
9Libertadores (jogos)6
6Vitórias5
2Empates0
1Derrotas1
74,1%Aproveitamento83,3%
56Brasileirão (jogos)40
37Vitórias24
15Empates9
4Derrotas7
75%Aproveitamento67,5%
8Copa do Brasil (jogos)9
5Vitórias7
2Empates2
1Derrotas0
70,8%Aproveitamento85,2%
29Paulistão (jogos)23
21Vitórias17
7Empates4
1Derrotas2
80,5%Aproveitamento79,7%

São Paulo: recorde de derrotas até a 9ª rodada desde 2003
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Rodolfo Rodrigues

O São Paulo foi a Curitiba enfrentar o Atlético-PR, pela 9ª rodada do Brasileirão, e mais uma vez saiu derrotado na Arena da Baixada (1 x 0). Agora, já são 12 derrotas e 4 empates no estádio do Furacão. Contra o algoz Atlético-PR, como visitante, o São Paulo completou 35 anos sem vitórias – a última (e única), foi em 1982 (3 x 1). Desde então, já são 14 vitórias do Atlético-PR, 9 empates e um vitória são-paulina.

Com a nova derrota, o São Paulo de Rogério Ceni alcançou um recorde negativo, de 5 derrotas nos 9 primeiros jogos do Brasileirão. Até então, os recordes eram de 2010 e 2013 (4 derrotas). O resultado negativo em Curitiba fez também com que o São Paulo caísse para a 15ª colocação no Brasileirão de 2017. Desde 2003, apenas em 2009 o time teve uma colocação pior nessa fase do campeonato (era o 17º colocado com 9 pontos). Em termos de pontuação, depois de 2009, essa é também uma das piores campanha do São Paulo. Em 2009, o time também fez 10 pontos (aproveitamento de apenas 37% dos pontos). Outro fator negativo do São Paulo de Ceni é o seu ataque, que fez 9 gols e é o segundo pior, à frente apenas do time de 2007, que fez 8 gols.

Campanhas do São Paulo até a 9ª rodada do Brasileirão na era dos pontos corridos:

AnoPos.PGVEDGPGC
201715º1031598
201614423108
201517522129
2014164411612
201317º92341011
2012165131210
2011186031110
201012º113241211
200914º1024399
200814351148
20071752282
200619612167
200512º123331413
2004185311511
2003154322018

 


São Paulo, Fla e Vasco não venceram Atlético-PR na Arena da Baixada
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Rodolfo Rodrigues

Desde que o Atlético-PR fez o seu novo estádio, a Arena da Baixada, no lugar do antigo Joaquim Américo, o time passou a ser um dos mandantes mais temidos do Brasileirão. Dos 42 clubes que enfrentou pela competição nacional desde 1999, o Furacão leva vantagem contra quase todos.

Entre os 12 grandes, três deles ainda não venceram o Atlético-PR na Arena da Baixada: Flamengo, Vasco e São Paulo, adversário do Furacão de amanhã, em Curitiba. O tricolor paulista, em 15 jogos, perdeu 11 e empatou quatro. O São Paulo, aliás, carrega um tabu ainda maior contra o Atlético-PR como visitante, já que em 2013 e 2014, o Furacão venceu um jogo no Durival de Britto (Curitiba) e os times empataram outro em Uberlândia. No histórico geral, dos 23 jogos do Atlético-PR como mandante diante do São Paulo, foram 13 vitórias, 9 empates e apenas 1 vitória do São Paulo, em 1982, há 35 anos, no estádio Couto Pereira.

Desempenho do Atlético-PR contra os 12 grandes na Arena da Baixada, em Brasileiros, desde 1999:
Atlético-MG (8 vitórias, 4 empates e 3 derrotas – última em 2011)
Botafogo (8 vitórias, 1 empate e 2 derrotas – última em 2008)
Corinthians (6 vitórias, 4 empates e 3 derrotas – última em 2015)
Cruzeiro (5 vitórias, 4 empates e 2 derrotas – última em 2010)
Flamengo (11 vitórias, 5 empates e 0 derrota)
Fluminense (5 vitórias, 4 empates e 5 derrotas – última em 2015)
Grêmio (4 vitórias, 4 empates e 3 derrotas – última em 2017)
Internacional (8 vitórias, 1 empate e 6 derrotas – última em 2014)
Palmeiras (5 vitórias, 6 empates e 2 derrotas – última em 2016)
Santos (7 vitórias, 5 empates e 3 derrotas – última em 2017)
São Paulo (11 vitórias, 4 empates e 0 derrota)
Vasco (7 vitórias, 3 empates e 0 derrota)


Quem mais usa atleta da base no Brasileirão
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Rodolfo Rodrigues

Após oito rodadas no Brasileirão, os 20 clubes da Série A utilizaram 503 jogadores, média de 25,1 jogadores por clube. O Grêmio, que na 2ª rodada colocou um time reserva contra o Sport, foi o time que mais utilizou jogadores até aqui (30), seguido por Atlético-PR (29), Atlético-MG, Fluminense e Sport (28 cada). Por outro lado, Chapecoense (20) e Atlético-GO e Coritiba (21) foram os que menos utilizaram.

E dos 503 jogadores que entraram em campo nesse Brasileiro, 124 são oriundos das categorias de base dos clubes (24,7%). Sendo que 79 subiram diretamente da base para o profissional, enquanto outros 45 chegaram a ser emprestados antes de retornar ao clube onde foi revelado.

O Vasco, com 13 jogadores, é o time com mais atletas da base nesse Brasileirão, sendo oito que vieram direto das categorias de base e mais cinco que voltaram após empréstimos. O clube cruz-maltino colocou em campo, então, 48,1% dos atletas formados na base nesse Brasileirão. Nessa porcentagem, depois do Vasco, aparecem Atlético-PR (41,4%), Fluminense (39,3%), Corinthians (39,1%), Grêmio (36,6%) e Atlético-MG (32,1%). Por outro lado, a Chapecoense, que não colocou jogadores da base nesse Brasileiro, e Palmeiras (que usou apenas um), são os clubes com menos atletas da base.

Clubes que mais usaram jogadores da base no Brasileirão de 2017:

ClubeBase 1*Base 2**Total base
Vasco8513
Atlético-PR5712
Grêmio9211
Fluminense5611
Atlético-MG5510
Corinthians358
Sport617
Santos527
Botafogo527
São Paulo527
Cruzeiro336
Flamengo516
Vitória505
Ponte Preta224
Bahia213
Avaí303
Coritiba112
Palmeiras101
Atlético-GO101
Chapecoense000

* Base 1 (jogadores que subiram diretamente da categoria de base para o elenco profissional atual)
* Base 2 (jogador revelados pelo clube, mas que saíram por empréstimo ou vendidos, e depois retornaram ao clube)

Percentual de jogadores da base no total de jogadores utilizados nesse Brasileirão:

ClubeUtilizadosTotal base% jogadores da base
Vasco271348,1
Atlético-PR291241,4
Fluminense281139,3
Corinthians23939,1
Grêmio301136,6
Atlético-MG281035,7
Botafogo25728,0
Cruzeiro23626,1
Santos27725,9
São Paulo27725,9
Sport28725,0
Flamengo25624,0
Vitória27518,5
Ponte Preta28415,4
Avaí22313,6
Bahia23313,0
Coritiba2129,5
Atlético-GO2114,8
Palmeiras2514,0
Chapecoense2000,0


Jogadores que vieram das categorias de base:

Atlético-GO
Luiz Fernando (meia)

Atlético-MG
Marcos Rocha* (lateral direito), Alex Silva* (lateral direito), Gabriel (zagueiro), Rodrigão* (zagueiro), Yago (volante), Ralph (volante), Thalis (meia), Élder Santana* (atacante) e Capixaba (atacante)

Atlético-PR
Cleberson (zagueiro), Zé Ivaldo (zagueiro), Sidcley* (lateral esquerdo), Nicolas (lateral esquerdo), Marcão* (lateral esquerdo), Otávio (volante), Bruno Mota* (volante), Deivid* (volante), Matheus Rossetto* (meia), João Pedro* (meia), Douglas Coutinho* (atacante) e Yago (atacante)

Avaí
Lourenço (meia), Iury (meia) e Rômulo (atacante)

Bahia
Jean (goleiro), Rodrigo Becão (zagueiro) e Feijão* (volante)

Botafogo
Igor Rabello* (zagueiro), Emerson Santos (zagueiro), Marcelo (zagueiro), Fernandes (volante), Matheus Fernandes (meia), Pachu* (atacante) e Renan Gorne (atacante)

Corinthians
Fágner* (lateral direito), Pedro Henrique* (zagueiro), Léo Santos (zagueiro), Guilherme Arana* (lateral esquerdo), Maycon* (volante), Léo Jabá (atacante), Pedrinho (atacante) e Jô* (atacante)

Coritiba
Dodô (lateral direito) e Wallison Maia* (zagueiro)

Cruzeiro
Murilo (zagueiro), Lucas Silva* (volante), Alisson* (meia), Élber* (atacante), Raniel (atacante) e Alex (atacante)

Flamengo
Thiago (goleiro), Juan* (zagueiro), Matheus Sávio (meia), Lucas Paquetá (meia), Felipe Vizeu (atacante) e Vinícius Júnior (atacante)

Fluminense
Nogueira* (zagueiro), Léo (lateral esquerdo), Mascarenhas (lateral esquerdo), Wendel (volante), Douglas (volante), Luiz Fernando* (meia), Matheus Alessandro* (meia), Pedro* (atacante), Marcos Júnior (atacante), Wellington* (atacante) e Marcos Calazans* (atacante)

Grêmio
Marcelo Grohe (goleiro), Léo (goleiro), Rafael Thyere* (zagueiro), Kaio (volante), Arthur (volante), Machado (meia), Conrado (meia), Lima* (meia), Lincoln (meia), Nicolas Careca (atacante), Everton (atacante) e Pedro Rocha (atacante)

Palmeiras
Matheus Iacovelli (atacante)

Ponte Preta
Aranha* (goleiro), Jeferson (lateral direito), Rodrigo* (zagueiro) e Ravanelli (meia)

Santos
Daniel Guedes (lateral direito), Lucas Veríssimo (zagueiro), Zeca (lateral esquerdo), Thiago Maia (volante), Alison* (volante), Léo Cittadini* (meia) e Arthur Gomes (atacante)

São Paulo
Rodrigo Caio (zagueiro), Lucão (zagueiro), Éder Militão (volante), João Schimidt* (volante), Lucas Fernandes (meia), Léo Natel (atacante) e Luiz Araújo (atacante)

Sport
Evandro (lateral esquerdo), Neto Moura (volante), Fabrício (volante), Thalysson (volante), Ronaldo (volante), Everton Felipe* (meia) e Juninho* (atacante)

Vasco
Jomar* (zagueiro), Henrique (lateral esquerdo), Alan (lateral esquerdo), Bruno Gallo* (volante), Bruno Cosendey* (volante), Douglas (volante), Mateus Vital (volante), Guilherme* (meia), Evander (meia), Caio Monteiro (meia), Paulo Vítor (atacante), Muriqui* (atacante) e Thalles (atacante)

Vitória
Euller (lateral esquerdo), Flávio (volante), Jhemerson (meia), David (atacante) e Rafaelson (atacante)
* Saíram e voltaram ao clube
Em vermelho os jogadores que deixaram o clube nesse Brasileirão


Jogos das 11h não atraem tanto público no Brasileirão
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Rodolfo Rodrigues

Nos últimos dois anos, a CBF inovou ao colocar na tabela do Brasileirão jogos às 11h da manhã do domingo. No início, o horário agradou aos torcedores, que compareceram em bom número. Em 2015, em 34 jogos, a média foi de 24.637 torcedores, bem superior à média do campeonato daquele ano (16.951). Em 2016, em 37 jogos realizados às 11h da manhã, a média de público para esses jogos foi de 18.031, contra uma média de 15.645 do campeonato.

Agora, em 2017, dos sete jogos disputados às 11h, a média de público caiu para 14.202 torcedores, inferior à média do campeonato que está em 14.997 torcedores. A reclamação de jogadores e treinador com esse horário vem fazendo todo sentido esse ano, com números que não justificam a escolha do horário matutino.

No Brasileirão de 2017, o dia e horário com a melhor média de público tem sido o de sábado às 19h, com média de 20.523 torcedores (em sete jogos), seguido pelo sábado às 16h (19.897) e o tradicional domingo às 16h (17.030). Outro dia teste inventado pela CBF, o de segunda-feira à noite, tem uma média pior ainda do que o do domingo de manhã (12.943). Jogos no domingo após às 16h também não vêm agradando, com menos de dez mil torcedores em média.

Público dos jogos realizados às 11h no Brasileiro de 2017:
1ª rodada – Fluminense 3 x 2 Santos (9.880) – Maracanã
2ª rodada – Vasco 2 x 1 Bahia (17.770) – São Januário
3ª rodada – Atlético-MG 2 x 2 Ponte Preta (19.553) – Independência
4ª rodada – Flamengo 0 x 0 Botafogo (8.877) – Raulino de Oliveira
4ª rodada – Avaí 1 x 0 Sport (4.646) – Ressacada
6ª rodada – Botafogo 2 x 2 Coritiba (14.866) –  Nilton Santos
8ª rodada – Coritiba 0 x 0 Corinthians (23.824) – Couto Pereira

Média de público do Brasileirão por dia e horário:

DiaHorárioMédiaJogos
Sábado19h20.5237
Sábado16h19.8975
Quinta-feira16h19.5341
Domingo16h17.03022
Quarta-feira21h4515.7495
Quinta-feira21h14.5952
Quinta-feira20h14.4031
Domingo11h14.2027
Sábado18h13.8011
Terça-feira20h13.0291
Segunda-feira20h12.9435
Quarta-feira21h12.5982
Sábado21h12.5542
Domingo19h11.4116
Quarta-feira19h3010.4446
Domingo18h307.2631
Quinta-feira19h307.1772
Domingo18h5.5762

 

Média de público do Brasileirão por dia:

DiaMédiaJogos
Sábado18.87216
Domingo14.76238
Terça13.0291
Segunda12.9435
Quinta12.9146
Quarta12.81613

 

Média de público do Brasileirão horário:

HorárioMédiaJogos
16h17.70929
19h16.31713
21h4515.7495
11h14.2027
21h13.2496
20h13.1647
19h309.6278
18h8.3183
18h307.2631

Kléber Gladiador: recordista de expulsões em Brasileiros
Comentários 7

Rodolfo Rodrigues

O atacante Kléber, do Coritiba, protagonizou mais uma cena lamentável em sua carreira com mais uma expulsão depois de dar cotovelada e cusparada no volante Edson, do Bahia, no jogo de hoje pela 7ª rodada do Brasileirão. Agora, o jogador soma 13 expulsões em 224 jogos pela competição, onde é o recordista de cartões vermelhos desde 2003, na era dos pontos corridos. Kléber levou também 76 cartões amarelos.

Histórico de Kléber em Brasileiros:

AnoClubeJogosGolsAmarelosVermelhos
2003São Paulo28392
2008Palmeiras308133
2008Cruzeiro15732
2010Cruzeiro4220
2010Palmeiras22871
2011Palmeiras19370
2012Grêmio266142
2013Grêmio345111
2014Grêmio2000
2015Coritiba13130
2016Coritiba25961
2017Coritiba7111
Total225537613

Desde 2003, depois de Kléber, o meia Hugo, ex-Corinthians, São Paulo e Juventude, é o segundo com mais cartões (11), seguido por Leonardo Silva (10). Confira a lista dos jogadores com mais cartões vermelhos em Brasileiros desde 2003:

JogadorExpulsõesJogos
Kléber13225
Hugo11233
Leonardo Silva10274
Diego Souza9327
Júlio Santos8142
Jancarlos8190
André Luís8204
João Vítor8209
Carlos Alberto8212
Léo8215
Luiz Alberto8219
Richarlyson8254
Jorge Luiz792
Nei7180
Chicão7204
Fabinho7213
Fabão7213
Diego Tardelli7224
Túlio7235
Jorge Henrique7237
Thiago Heleno7242
Alessandro7307
Juan7334
Heleno688
Alex Silva6119
Leonardo6120
Jean6122
Beto6125
Lucas6128
Baiano6131
Marcos Rocha6162
Augusto Recife6186
Rodrigo6187
Werley6199
Rafael Moura6246
Fábio Santos6250
Renato Silva6286
Dagoberto6321
Durval6328

Bruno Henrique e todos que já defenderam Corinthians e Palmeiras
Comentários 2

Rodolfo Rodrigues

O volante Bruno Henrique, que jogou no Corinthians em 2014 e 2015, onde foi campeão brasileiro, acertou ontem sua ida para o Palmeiras depois de atuar pelo Palermo, da Itália, que foi rebaixado no final da temporada 2016/17. O jogador será o quarto ex-Corinthians no elenco atual do Palmeiras, que já conta com Willian, campeão brasileiro em 20111 pelo alvinegro, e os zagueiros Edu Dracena, campeão brasileiro em 2015, e Antônio Carlos, revelado pelo Corinthians em 2012.

Bruno Henrique será também o 22º jogador na história que vai para o Palmeiras depois de já ter atuado pelo Corinthians, mas não numa transferência direta. Do alvinegro para o alviverde, diretamente, foram 25 jogadores na história, o último deles Edu Dracena, em 2015. Entre os principais nomes que saíram diretamente do Corinthians e se deram bem depois no Palmeiras estão Fabbi (década de 1910), Bianco (décadas de 1910 e 1920) e Rivaldo (1993 e 1994). Por outro lado, ex-palmeirenses que brilharam no Corinthians foram Neto (1989-1993), Rincón (1997-2000), Rogério (2000-2004), Luizão (1999) e Alessandro (2008-2014).

Todos os jogadores que já jogaram por Corinthians e Palmeiras:
Trocas diretas
Do Corinthians para o Palmeiras (25 jogadores):
1915: Bianco Gambini e Fabbi
1924: Amílcar Barbuy
1938: Filó
1942: Joane
1943: Lima e Jesus
1971: Paulo Borges e Polaco
1979: Romeu Cambalhota
1982: Caçapava
1984: Emerson Leão
1985: Paulinho Albuquerque
1989: Ribamar e Dida (trocados por Neto); Paulinho Carioca (trocado por Mauro) e Edson
1990: João Paulo
1993: Ricardo
1994: Rivaldo
1996: Elivélton e Leonardo
2011: Thiago Heleno
2013: Weldinho
2015: Edu Dracena

Do Palmeiras ao Corinthians (24 jogadores):
1936: Elyseo
1942: Nelson e Capellozzi
1943: Begliomini
1965: Geraldo José
1968: Servílio
1969: Luis Carlos Feijão
1971: Baldochi
1974: César Maluco
1976: Veira
1986: Edmar
1987: Jorginho
1989: Neto (trocados Ribamar e Dida), Mauro (trocado por Paulinho Carioca) e Denys
1990: Guina
1991: Mirandinha
1997: Fernando Diniz e Rincón
2000: Rogério
2003: Leandro Amaral e César
2007: Amaral
2017: Gabriel

Quem jogou primeiro no Corinthians e depois foi para o Palmeiras, mas não diretamente (21 jogadores):
1946: Arturzinho
1935: Jurandyr
1951: Juvenal
1956: Nardo e Colombo
1962: Lanzoninho
1966: Suingue
1973: Edson Cegonha
1992: Carlos
1995: Nílson e Válber
1996: Viola
2001: Donizete e Daniel Martins
2005: Marcinho e Gamarra
2013: Marcelo Oliveira
2014: Bruno César
2017: Antônio Carlos, Willian e Bruno Henrique

Quem jogou primeiro no Palmeiras e depois foi para o Corinthians, mas não diretamente (32 jogadores):
1918: Basílio
1934: Imparatinho e Tedesco
1942: Canhoto
1945: Cláudio e Pipi
1965: Dino Sani
1981: Mário
1983: Leão
1986: Luís Pereira
1992: Edu Manga
1995: Edmundo
1997: Antônio Carlos e Edílson
1998: Amaral
1999: Luizão
2000: Müller
2001: César Sampaio e Paulo Nunes
2004: Alberto
2006: Magrão e Rubens Júnior
2007: Aílton, Christian e Pedro
2008: Alessandro, Amaral e Marcel
2010: Roberto Carlos
2015: Vágner Love
2016: Marquinhos Gabriel e Vílson
2017: Bruno Paulo

Todos os jogadores que já jogaram por Corinthians e Palmeiras:

JogadorPosiçãoCorinthiansPalmeiras
Aíltonmeia20071997
Albertocentroavante20042000
Alessandrolateral direito2008-20132003
Amaralvolante1998-19991993-1996 e 1997
Amarallateral direito20072006-2007
Amílcarvolante1913-19231915 e 1924-1930
Antônio Carloszagueiro19971993-1995
Antônio Carloszagueiro2011-20122017
Arturzinhoponta esquerda19401946-1948
Baldochizagueiro1971-19751967-1971
Basílioponta esquerda1918-19201915
Begliominizagueiro1943-19451934-1942
Biancovolante1913-1916, 19261915-1929
Bruno Césarmeia2010-20112014
Bruno HenriqueVolante2014-20162017
Bruno Pauloatacante20172010
Caçapavavolante1979-19821982
Canhotomeia19421938-1941, 1945
Capeloziponta esquerda19421941
Carlosgoleiro1984-19881992
César Malucocentroavante19751967-1974
César Sampaiovolante20011991-94, 99-00
Césarzagueiro20032002
Christianatacante20072002
Cláudioponta direita1945-19571942
Colomboponta esquerda1948-19521956-1957
Daniel Martinslateral direito20002001-2004
Denyslateral esquerdo19891983-1989
Didalateral esquerdo1987-19891989-1992
Dino Sanivolante1965-19681949-1950
Donizeteatacante19972001
Edílsonatacante1997-20001993-1994 e 1995
Edmarcentroavante1986-19881986
Édson Cegonhavolante1964-19691973-1975
Édsonlateral direito1984-19881989-1990
Edu Dracenazagueiro20152016-2017
Edu Mangameia19921983, 1985-1989
Elivéltonponta esquerda19951996
Elyseocentroavante19361935-1936, 1940
Fabbicentroavante1910-19131915-1925
Fernando Dinizmeia1997-19981996
Filóponta direita1929-1931, 19371938-1940
Gabrielvolante20172015-2016
Gamarrazagueiro1998-19992005-2006
Geraldo Joséponta esquerda1965-19661961-1964
Guinacentroavante19901985, 1987
Imparatinhomeia1934-19351919-1928, 1930
Jesusponta direita1941-19421943-1945
Joanemeia1939-19421942-1943
João Pauloponta esquerda1984-19891990
Jorginhomeia19871979-1987
Jurandyrgoleiro19461935-1939
Juvenalzagueiro1941-19431951-1954
Lanzoninhoponta direita1960-19631962
Leandro Amaralatacante20032003
Leãogoleiro19831969-78, 84-86
Leonardoatacante19961996
Limameia19421943, 1945-1946
Luís Pereirazagueiro19861968-75, 81-84
Luizãocentroavante1999-20021996-1997
Magrãovolante2006-20072000-2005
Marcelmeia20082005
Marcelo Oliveirameia2006-2009, 20112013-2014
Marcinhoatacante20022005-2006
Máriocentroavante1981-19821973, 1975-1976
Marquinhos Gabrielmeia2016-20172014
Mauroponta esquerda1989-19911987-1988
Mirandinhacentroavante19911986-87, 89-90
Mülleratacante2000-20011995-1996
Nardocentroavante1950-19551956-1961
Nélsonzagueiro19421938, 1940
Netomeia1989-1993, 1996-19971989
Nílsoncentroavante19921995
Paulinho Cariocaponta esquerda1988-19891989-1990
Paulinhovolante1981-19841985-1986
Paulo Borgesponta direita1968-19741971
Paulo Nunesatacante20011998-1999
Pedrolateral direito20072002-2003
Pipiponta esquerda1945-19461940-1943
Polacolateral direito1969-19711971-1975
Ribamarmeia19891989-1990
Ricardozagueiro19931993-1994
Rincónvolante1997-2000, 20041994, 1996-1997
Rivaldoatacante1993-19941994-1996
Roberto Carloslateral esquerdo2010-20111993-1996
Rogériolateral direito2000-20041996-2000
Romeuponta esquerda1976-19801980-1981
Rubens Júniorlateral esquerdo20061999
Servíliocentroavante1969-19701963-1968
Suinguevolante1969-19731966-1968
Tedescoponta esquerda1934-19371925-1928
Thiago Helenozagueiro20102011-2012
Toninhocentroavante1980-19811976-1979
Vágner Loveatacante20152003-2004, 2009
Válbermeia19931995
Veirameia1976-19771976
Vílsonzagueiro2016-20172013
Violacentroavante1988-19951996-1998
Weldinholateral direito2011-20132013, 2014
Willianatacante2011-20122017

 

* Fonte: Almanaque do Timão (Celso Unzelte)


Corinthians tem 2ª melhor sequência de vitórias em Brasileiros desde 1971
Comentários 28

Rodolfo Rodrigues

Com a vitória sobre o Cruzeiro por 1 x 0, hoje, em Itaquera, o Corinthians manteve a liderança do Brasileirão, agora com 19 pontos, e chegou a sua sexta vitória consecutiva na competição, onde segue invicto. A sequência de triunfos é a segunda maior da história do clube na competição desde 1971, igualando a marca de 2005, ano em que o time foi campeão e venceu seis jogos seguidos da 11ª a 16ª rodada.

Agora, o time de Fábio Carille está a apenas uma vitória de igualar a melhor marca, de 7 vitórias do Corinthians de 1999 e o de 2011. Em 1999, quando também foi campeão, o time comandado por Oswaldo de Oliveira venceu seus sete primeiros jogos (e acabou perdendo depois na 8ª rodada). No próximo domingo, o Corinthians enfrentará o Coritiba fora de casa, no Couto Pereira, podendo quebrar esse recorde.

Em Brasileiros, desde 1971 até hoje, o recorde de vitórias consecutivas é do Guarani (11), em 1978, seguido pelo São Paulo, que venceu 10 em 2002.

O Corinthians chega também a 20 jogos sem perder na temporada, alcançando assim sua 9ª maior invencibilidade na história. Até hoje, o recorde do clube é de 37 jogos sem derrota. Recentemente, a melhor marca foi a do time de Tite de 2015 (26 jogos sem derrota).

Maiores sequências de vitórias do Corinthians em Brasileiros:
7 vitórias (1999)
Gama 2 x 4 Corinthians
Corinthians 4 x 1 Botafogo-SP
Guarani 0 x 2 Corinthians
Corinthians 5 x 1 Vitória
Botafogo 2 x 4 Corinthians
Juventude 1 x 3 Corinthians
Corinthians 1 x 0 São Paulo

7 vitórias (2011)
Corinthians 2 x 0 Fluminense
Corinthians 5 x 0 São Paulo
Bahia 0 x 1 Corinthians
Corinthians 2 x 1 Vasco
Atlético-GO 0 x 1 Corinthians
Corinthians 1 x 0 Internacional
Botafogo 0 x 2 Corinthians

6 vitórias (2005)
Corinthians 3 x 1 Palmeiras
Paraná 2 x 3 Corinthians
Corinthians 3 x 2 Paysandu
Vasco 2 x 3 Corinthians
Corinthians 4 x 3 Cruzeiro
Corinthians 3 x 0 Coritiba

6 vitórias (2017)
Vitória 0 x 1 Corinthians
Atlético-GO 0 x 1 Corinthians
Corinthians 2 x 0 Santos
Vasco 2 x 5 Corinthians
Corinthians 3 x 2 São Paulo
Corinthians 1 x 0 Cruzeiro

5 vitórias (1972)
Sergipe 1 x 3 Corinthians
Vitória 1 x 2 Corinthians
Corinthians 1 x 0 Palmeiras
Coritiba 0 x 1 Corinthians
Corinthians 1 x 0 Grêmio

5 vitórias (1976)
Corinthians 2 x 1 Botafogo-SP
Caxias-RS 1 x 4 Corinthians
Corinthians 2 x 1 Ponte Preta
Corinthians 2 x 1 Internacional
Santa Cruz 1 x 2 Corinthians

5 vitórias (1993)
Bahia 1 x 3 Corinthians
Corinthians 1 x 0 Flamengo
Corinthians 2 x 0 Internacional
Corinthians 5 x 1 Bahia
Corinthians 1 x 0 São Paulo

5 vitórias (2005)
Atlético-PR 1 x 2 Corinthians
Corinthians 2 x 1 Figueirense
Atlético-MG 0 x 1 Corinthians
Corinthians 4 x 2 Flamengo
Brasiliense 2 x 4 Corinthians

5 vitórias (2005)
Flamengo 1 x 3 Corinthians
Corinthians 3 x 2 Brasiliense
Fluminense 0 x 2 Corinthians
Corinthians 3 x 0 Fortaleza
Santos 2 x 3 Corinthians

5 vitórias (2006)
Corinthians 1 x 0 Cruzeiro
Palmeiras 0 x 1 Corinthians
Fortaleza 0 x 4 Corinthians
Corinthians 1 x 0 Santa Cruz
Atlético-PR 1 x 2 Corinthians

5 vitórias (2015)
Corinthians 4 x 3 Sport
Avaí 1 x 2 Corinthians
Corinthians 3 x 0 Cruzeiro
Chapecoense 1 x 3 Corinthians
Corinthians 2 x 0 Fluminense

5 vitórias (2015)
Corinthians 3 x 0 Goiás
Atlético-PR 1 x 4 Corinthians
Corinthians 1 x 0 Flamengo
Atlético-MG 0 x 3 Corinthians
Corinthians 2 x 1 Coritiba