Futebol em Números

Um a cada três pênaltis é perdido no Brasileirão 2017
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Rodolfo Rodrigues

O Campeonato Brasileiro de 2017 teve até aqui 103 pênaltis assinalados pelos árbitros em 31 rodadas (309 jogos). Desses, 34 foram perdidos por jogadores (26 defendidos pelos goleiros, 4 para fora e 4 bateram na trave ou travessão). A média de erro, hoje, é 33% nas cobranças, ou um pênalti perdido a cada três batidas. Nessa 31ª rodada, os três pênaltis foram perdidos. Dois num mesmo jogo e pelo mesmo jogador (Diego Souza, do Sport) – o outro foi Tréllez, do Vitória.

Além de Diego Souza, outros três jogadores também perderam dois pênaltis nesse Brasileirão, mas não no mesmo jogo: Lucca, da Ponte Preta, Everaldo, quando ainda jogava pelo Atlético-GO, e Fred, do Atlético-MG. Por outro lado, o goleiro Wilson, do Coritiba, que conseguiu a façanha de defender dois pênaltis ontem no jogo contra o Sport, já tem três defesas nesse Brasileirão, assim como Vanderlei, do Santos, e Victor, do Atlético-MG. O recordista, porém, ainda é o botafoguense Gatito Fernández, que pegou quatro cobranças.

Entre os clubes, Atlético-MG e Coritiba foram os que mais perderam pênaltis até aqui, com 5 e 4 cobranças desperdiçadas respectivamente.

Outra curiosidades nos pênaltis nesse Brasileirão está na arbitragem. Ontem, o gaúcho Leandro Pedro Vuaden marcou dois pênaltis no jogo Sport x Coritiba. Ele é o recordista nesse Brasileirão com 13 penalidades assinaladas. Só nas últimas três rodadas foram seis pênaltis (marcou dois também no jogo Fluminense x São Paulo e dois no Atlético-MG x Palmeiras).

Clubes com mais pênaltis a favor no Brasileirão até a 31ª rodada:
9 – Atlético-MG e Fluminense
8 – Coritiba e Ponte Preta
7 – Atlético-GO, Grêmio, Palmeiras, Sport e Vitória
5 – Atlético-PR e São Paulo
4 – Corinthians, Cruzeiro e Flamengo
3 – Avaí, Bahia e Botafogo
2 – Chapecoense
1 – Santos
0 – Vasco

Clubes com mais gols de pênaltis no Brasileirão até a 31ª rodada:
9 – Fluminense
6 – Ponte Preta
5 – Atlético-GO e Sport
4 – Atlético-MG, Coritiba, Grêmio, Palmeiras e Vitória
3 – Atlético-PR, Avaí, Bahia, Botafogo, Corinthians e São Paulo
2 – Chapecoense, Cruzeiro e Flamengo
0 – Santos e Vasco

Clubes que mais perderam pênaltis no Brasileirão até a 31ª rodada:
5 – Atlético-MG
4 – Coritiba
3 – Grêmio, Palmeiras e Vitória
2 – Atlético-GO, Atlético-PR, Cruzeiro, Flamengo, Ponte Preta, São Paulo e Sport
1  – Corinthians e Santos
0 – Avaí, Bahia, Botafogo, Chapecoense, Fluminense e Vasco

Clubes que mais cometeram pênaltis no Brasileirão até a 31ª rodada:
9 – Botafogo e São Paulo
8 – Atlético-MG e Avaí
7 – Coritiba e Vasco
6 – Cruzeiro, Palmeiras e Santos
5 – Atlético-PR, Bahia e Flamengo
4 – Ponte Preta, Sport e Vitória
3 – Atlético-GO
2 – Chapecoense, Corinthians e Grêmio
1 – Fluminense

Clubes que mais sofreram gols de pênalti no Brasileirão até a 31ª rodada:
7 – São Paulo e Vasco
6 – Avaí e Cruzeiro
4 – Atlético-MG, Atlético-PR, Bahia, Botafogo, Flamengo, Palmeiras, Ponte Preta e Sport
3 – Coritiba e Vitória
1 – Atlético-GO, Chapecoense, Grêmio e Santos
0 – Corinthians e Fluminense

Pênaltis sofridos contra e que não entraram no Brasileirão até a 31ª rodada:
5 – Botafogo e Santos
4 – Atlético-MG e Coritiba
2 – Atlético-GO, Avaí, Corinthians, Palmeiras e São Paulo
1 – Atlético-PR, Bahia, Chapecoense, Flamengo, Fluminense, Grêmio e Vitória
0 – Cruzeiro, Ponte Preta, Sport e Vasco

Jogadores que mais cometeram pênaltis no Brasileirão até a 31ª rodada:
3 – Joel Carli (Botafogo)
2 – Douglas (Avaí), Jomar (Vasco), Gilberto (Vasco), David Braz (Santos), Juan (Flamengo), Caíque (Vitória), Marcos Rocha (Atlético-MG), Réver (Flamengo), Fred (Atlético-MG) e Jucilei (São Paulo)

Jogador que mais sofreu pênalti no Brasileirão até a 31ª rodada:
4 – Richarlison (Fluminense)
3 – Rildo (Coritiba), Lucca (Ponte Preta) e Jorginho (Atlético-GO)
2 – Geromel (Grêmio), Dudu (Palmeiras), Diego Souza (Sport), Sassá (Cruzeiro), Felipe Gedoz (Atlético-PR), Leonardo Silva (Atlético-MG), Guilherme Arana (Corinthians), Lucas Pratto (São Paulo) e Kieza (Vitória)

Quem mais marcou gols de pênalti no Brasileirão até a 31ª rodada:
7 – Henrique Dourado (Fluminense) – acertou todas as cobranças
4 – Diego Souza (Sport) e Fábio Santos (Atlético-MG)
3 – Hernanes (São Paulo), Danilo Barcelos (Ponte Preta), Everaldo (Atlético-GO) e Neílton (Vitória)
2 – Lucca (Ponte Preta), Kléber (Coritiba), Júnior Dutra (Avaí), Brenner (Botafogo), Lucas Barrios (Grêmio), Clayson (Ponte e Corinthians), Roger Guedes (Palmeiras), Reinaldo (Chapecoense), Felipe Gedoz (Atlético-PR), Fernandinho (Grêmio) e Jadson (Corinthians)

Quem mais perdeu gol de pênalti no Brasileirão até a 31ª rodada:
2 -Diego Souza (Sport), Lucca (Ponte Preta), Everaldo (Atlético-GO) e Fred (Atlético-MG)

Quem mais defendeu pênaltis no Brasileirão até a 31ª rodada:
4 – Gatito Fernández (Botafogo)
3 – Wilson (Coritiba), Victor (Atlético-MG) e Vanderlei (Santos)
2 – Cássio (Corinthians)

Árbitros que mais marcaram pênaltis no Brasileirão até a 31ª rodada:
13 – Leandro Pedro Vuaden-RS
8 – Rodolpho Toski Marques-PR
6 – Raphael Claus-SP
5 – Flávio Rodrigues de Souza-SP, Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza-SP e Wagner Reway-MT


Grêmio: maior vitória de um visitante na ida da semifinal de Libertadores
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Rodolfo Rodrigues

O Grêmio venceu ontem o Barcelona-EQU, em Guayaquil, por 3 x 0, e conquistou a maior vitória de um clube visitante num jogo de ida na história da Copa Libertadores. O time de Renato Gaúcho superou a vitória do Nacional-URU, que em 1964 venceu o Colo-Colo-CHI por 4 x 2, e o Atlético Nacional-COL, que ganhou do São Paulo, no Morumbi, por 2 x 0, em 2015. O placar de 3 x 0 do Grêmio é o mais elástico de um visitante no jogo de ida.

Desde o início da competição, em 1960, apenas dez times conseguiram vencer o jogo de ida fora de casa numa semifinal de Libertadores. E apenas um não conseguiu a vaga para a final – o Internacional em 1989, dirigido por Abel Braga, que venceu o Olimpia-PAR, em Assunção, por 1 x 0, mas depois perdeu em Porto Alegre por 3 x 2 no tempo normal e ainda nos pênaltis.

Entre os brasileiros, além de Grêmio e Inter, outros que conseguiram vencer o jogo de ida da semifinal fora de casa foram o São Paulo, em 2006, contra o Chivas Guadalajara-MEX, e o Corinthians, em 2012, que bateu o Santos, de Neymar, na Vila Belmiro, com gol de Emerson Sheik.

Clubes que venceram o jogo de ida da semifinal da Libertadores fora de casa desde 1960:
1963 – Peñarol-URU 1 x 2 Boca Juniors-ARG
1964 – Santos 2 x 3 Independiente-ARG
1964 – Colo-Colo-CHI 2 x 4 Nacional-URU
1969 – Universidad Católica-CHI 1 x 3 Estudiantes-ARG
1970 – River Plate-ARG 0 x 1 Estudiantes-ARG
1989 – Olimpia-PAR 0 x 1 Internacional
1990 – Atlético Nacional-COL 1 x 2 Olimpia-PAR
2006 – Chivas Guadalajara-MEX 0 x 1 São Paulo
2012 – Santos 0 x 1 Corinthians
2015 – São Paulo 0 x 2 Atlético Nacional-COL
2017 – Barcelona-EQU 0 x 3 Grêmio

Tags : Grêmio


Réver se torna o zagueiro com mais gols em Brasileiros
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Rodolfo Rodrigues

Autor de dois gols na goleada do Flamengo sobre o Bahia, ontem, por 4 x 1, no Estádio Luso Brasileiro, o zagueiro Réver chegou a marca de 5 gols na edição de 2017 e 29 gols na história do Brasileirão, tornando-se assim o zagueiro com mais gols na competição.

Com os gols de ontem, Réver deixou o então recordista Antônio Carlos (ex-Fluminense e São Paulo) para trás, com 28 gols, e também o ex-companheiro Leonardo Silva, dos tempos de Atlético-MG, e Índio (ex-Inter), que marcaram 27 gols.

Réver fez sua estreia em Brasileiros em 2008, pelo Grêmio, quando marcou 2 gols. Em 2009, também pelo tricolor gaúcho, marcou 5 gols. Entre 2010 e 2013, pelo Atlético-MG, o zagueiro 12 gols. Só em 2012, anotou 6 gols, seu recorde em uma só edição que pode ainda ser igualado agora em 2017. Já em 2014 e 2015, pelo Inter, Réver marcou 3 gols. Pelo Flamengo, o zagueiro marcou 2 gols em 2016 e mais 5 gols em 2017, totalizando então 29 gols.

Zagueiros com mais gols pelo Brasileirão:
1º Réver – 29 gols (2008-2017)
2º Antônio Carlos – 28 gols (2003-2015)
3º Índio – 27 gols (2001-2014)
Leonardo Silva – 27 gols (2005-2017)
5º Chicão – 23 gols (2005-2014)
6º Juninho – 21 gols (2003-2009)
7º Rodrigo – 19 gols (2000-2017)
8º Durval – 18 gols (2005-2017)
9º Emerson Silva – 17 gols (2005-2017)
10º Luiz Alberto – 16 gols (1997-2013)


Brasileirão de 2017 bate recorde de estrangeiros
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Rodolfo Rodrigues

A partida entre Coritiba e Cruzeiro, ontem, no Couto Pereira, contou com a estreia de dois estrangeiros, um em cada equipe. No time paranaense, o meia alemão Alexander Baumjohann, de 30 anos, fez sua estreia pelo clube. No Cruzeiro, o jovem meia argentino Messidoro, de 20 anos, revelado pelo Boca Juniors-ARG, também fez sua estreia pelo clube.

Assim, o Brasileirão de 2017 chegou a 69 estrangeiros que entraram em campo, um recorde na história da competição. Até então, a maior quantidade de gringos havia sido em 2016 (68 jogadores). Dos 673 jogadores que atuaram no Brasileirão de 2017, 10% então são de estrangeiros (69). Perto de outras grandes ligas nacionais, o número, porém, ainda é baixo. Na Inglaterra, são 65,8% de estrangeiros, contra 52,4% na Alemanha, 51,9% na Itália, 49,5% na França e 41,3% na Espanha.

O São Paulo, com 7 jogadores, é o clube que mais utilizou estrangeiros nesse Brasileirão, seguido por Cruzeiro, Flamengo e Grêmio (6), Botafogo (5), Chapecoense, Santos e Vasco (4), Atlético-MG, Bahia, Corinthians, Palmeiras, Sport e Vitória (3), Atlético-PR, Coritiba, Fluminense e Ponte Preta (2), e Avaí (1). Apenas o Atlético-GO não usou estrangeiros nessa Série A.

Estrangeiros no Campeonato Brasileiro na era dos pontos corridos:
2003 – 14
2004 – 23
2005 – 27
2006 – 38
2007 – 34
2008 – 47
2009 – 48
2010 – 45
2011 – 40
2012 – 48
2013 – 56
2014 – 65
2015 – 60
2016 – 68
2017 – 69

 

E os 69 estrangeiros que atuaram no Brasileirão de 2017 até aqui vieram de 12 diferentes países, sendo um de cada confederação da Conmebol (Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela), além outros três de fora da América do Sul: Camarões, Turquia e Alemanha. A Argentina é o país com mais representantes (22), seguida por Colômbia (13), Equador (10), Paraguai (5), Chile, Peru e Uruguai (4).

E dos 69 estrangeiros, 27 disputaram as Eliminatórias da Copa do Mundo por suas seleções:
Equador (8) – Arboleda (São Paulo), Caicedo (Cruzeiro), Erazo e Cazares (Atlético-MG), Orejuela e Sornoza (Fluminense), Arroyo e Bolaños (Grêmio)
Colômbia (6) –
Armero (Bahia), Mina e Borja (Palmeiras), Cuéllar e Berrío (Flamengo) e Copete (Santos)
Paraguai (3) –
Balbuena e Romero (Corinthians) e Barrios (Grêmio); Gatito foi convocado, mas não jogou
Peru (3) – Trauco e Guerrero (Flamengo) e Cueva (São Paulo)
Venezuela (3) –
Seijas (Chapecoense), Guerra (Palmeiras) e Otero (Atlético-MG)
Uruguai (2) –
Martín Silva (Vasco) e Arrascaeta (Cruzeiro)
Argentina (1) – Lucas Pratto (São Paulo); Buffarini foi convocado, mas não jogou
Chile (1) – Mena (Sport)

Estrangeiros que atuaram no Brasileirão de 2017:
Atlético-MG (3):
Erazo (Z) – Equador
Cazares (M) – Equador
Otero (M) – Venezuela

Atlético-PR (2):
Pavez (V) – Chile
Lucho González (V) – Argentina

Atlético-MG (3):
Erazo (Z) – Equador
Cazares (M) – Equador
Otero (M) – Venezuela

Avaí (1):
Joel (A) – Camarões

Bahia (3):
Armero (LE) – Colômbia
Allione (M) – Argentina
Mendoza (A) – Colômbia

Botafogo (5):
Gatito Fernández (G) – Paraguai
Joel Carli (Z) – Argentina
Montillo (M) – Argentina*
Leo Valencia (M) – Chile
Joel (A) – Camarões*

Chapecoense (5):
Zeballos (LD) – Uruguai
Seijas (V) – Venezuela
Canteros (M) – Argentina
Guerrero (A) – Equador
Penilla (A) – Equador

Corinthians (3):
Balbuena (Z) – Paraguai
Romero (A) – Paraguai
Kazim (A) – Turquia

Coritiba (2):
Baumjohann (M) – Alemanha
Filigrana (A) – Colômbia

Cruzeiro (6):
Caicedo (Z) – Equador*
Lucas Romero (V) – Argentina
Ariel Cabral (V) – Argentina
Arrascaeta (M) – Uruguai
Messidoro (M) – Argentina
Ábila (A) – Argentina*

Flamengo (6):
Trauco (LE) – Peru
Cuéllar (V) – Colômbia
Mancuello (M) – Argentina
Conca (M) – Argentina
Guerrero (A) – Peru
Berrío (A) – Colômbia

Fluminense (2):
Orejuela (V) – Equador
Sornoza (M) – Equador

Grêmio (6):
Kannemann (Z) – Argentina
Gastón Fernández (M) – Argentina*
Lucas Barrios (A) – Paraguai
Bolaños (A) – Equador*
Beto da Silva (A) – Peru
Arroyo (A) – Equador

Palmeiras (3):
Mina (Z) – Colômbia
Guerra (M) – Venezuela
Borja (A) – Colômbia

Ponte Preta (2):
Jorge Mendoza (V) – Argentina
Luis Alí (A) – Bolívia

Santos (4):
Noguera (Z) – Argentina
Vladimir Hernández (M) – Colômbia
Vecchio (M) – Argentina
Copete (A) – Colômbia

São Paulo (7):
Buffarini (LD) – Argentina
Arboleda (Z) – Equador
Lugano (Z) – Uruguai
Cueva (M) – Peru
Jonathan Gómez (M) – Argentina
Lucas Pratto (A) – Argentina
Chávez (A) – Argentina*

Sport (3):
Henríquez (Z) – Colômbia
Mena (LE) – Chile
Lenis (A) – Colômbia

Vasco (4):
Martín Silva (G) – Uruguai
Escudero (M) – Argentina
Andrés Ríos (A) – Argentina
Manga Escobar (A) – Colômbia

Vitória (3):
Pisculichi (M) – Argentina*
Tréllez (A) – Colômbia
Pineda (A) – Chile*

* Deixaram o clube durante o Brasileirão


Dudu: maior artilheiro do Palmeiras na era dos pontos corridos
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Rodolfo Rodrigues

Autor do terceiro gol na vitória do Palmeiras, ontem, sobre o Atlético-GO por 3 x 1, em Goiânia, o atacante Dudu chegou a marca de 20 gols com a camisa do clube na história da Brasileirão e se tornou o maior artilheiro do clube na era dos pontos corridos, desde 2003, ao lado de Juninho Paulista e Marcinho – todos com 20 gols.

No Palmeiras desde 2015, Dudu marcou 10 gols na Série A em sua primeira temporada pelo clube em 28 jogos disputados. Em 2016, quando foi campeão brasileiro, Dudu marcou 6 gols em 33 partidas. Agora, na edição de 2017, em 16 jogos, Dudu chegou ao seu 4º gol, totalizando 20 gols em 77 partidas.

Desde 2003, os dois maiores artilheiros do Palmeiras até o início do Brasileirão de 2017, eram os meias Juninho Paulista e Marcinho. Juninho marcou 14 gols em 2005 e mais 6 em 2006. Já Marcinho anotou 17 gols sem 2015 e 3 gols em 2016.

Maiores artilheiros do Palmeiras na era dos pontos corridos:
1º Dudu – 20 gols (2015-2017)
Juninho Paulista – 20 gols (2005-2006)
Marcinho – 20 gols (2005-2006)
4º Kléber – 19 gols (2008-2011)
Alex Mineiro – 19 gols (2008)
6º Henrique Dourado – 16 gols (2014)
Gabriel Jesus – 16 gols (2015-2016)
Marcos Assunção – 16 gols (2010-2012)
9º Washington – 15 gols (2005-2006)
Valdívia – 15 gols (2006-2015)
11º Diego Souza – 14 gols (2008-2009)
Obina – 14 gols (2009-2012)
Edmundo – 14 gols (2006-2007)
Barcos – 14 gols (2012)
15º Vágner Love – 13 gols (2002-2009)
Osmar – 13 gols (2004-2007)
17º Nen – 12 gols (2004-2007)
Luan – 12 gols (2010-2016)
19º Pedrinho – 10 gols (2004-2005)
Paulo Baier – 10 gols (2006)


Quem são os maiores artilheiros dos times da Série A em Brasileiros
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Rodolfo Rodrigues

O meia Diego Souza marcou ontem um belo gol de falta e ajudou o Sport a vencer o Vitória, fora de casa, por 2 x 1. Com isso, Diego Souza chegou a 7 gols no Brasileirão de 2017 e a 34 com a camisa do Sport na história da competição, tornando-se o maior artilheiro do clube desde 1971 ao lado de Leonardo, que jogou entre 1994 e 2000.

Dos jogadores em atividade e atuando no clube, Diego Souza é o único recordista entre os 20 clubes da Série A desde 1971. Na era dos pontos corridos, porém, existem outros maiores artilheiros em atividade, com o Jô, do Corinthians, e Keirrison, do Coritiba. No Palmeiras, Dudu, com 19 gols, está a apenas um gol de igualar Marcinho e Juninho.

Na lista dos maiores artilheiros do Brasileirão desde 2003, Diego Souza está agora na 6ª colocação com 84 gols, um a menos do que Luis Fabiano (85). Fred, com 132 gols, é o líder, seguido por Paulo Baier (106), Alecsandro (100) e Borges (99).

Maiores artilheiros dos clubes da Série A em Brasileiros, desde 1971:
Atlético-GO:
Juninho (2010-2012), 13 gols
Atlético-MG: Reinaldo (1973-1983), 89 gols
Atlético-PR: Kléber Pereira (1999-2002), 39 gols
Avaí: William (2009-2015), 26 gols
Bahia: Douglas (1972-1980), 35 gols
Botafogo: Túlio (1994-2000), 69 gols
Chapecoense: Bruno Rangel (2014-2016), 22 gols
Corinthians: Marcelinho Carioca (1994-2000), 52 gols
Coritiba: Zé Roberto (1972-1974), 34 gols
Cruzeiro: Marcelo Ramos (1995-2003), 45 gols
Flamengo: Zico (1971-1989), 139 gols
Fluminense: Fred (2009-2016), 91 gols
Grêmio: Tarciso (1973-1985), 78 gols
Palmeiras: Leivinha (1971-1975), 41 gols
Ponte Preta: Washington (2001-2002), 34 gols
Santos: Neymar (2009-2013), 54 gols
São Paulo: Luis Fabiano (2001-2015), 108 gols
Sport: Diego Souza (2014-2017) e Leonardo (1994-2000), 34 gols
Vasco: Roberto Dinamite (1971-1992), 181 gols
Vitória: Allann Delon (1998-2004), 36 gols

Maiores artilheiros dos clubes da Série A em Brasileiros na era dos pontos corridos, desde 2003:
Atlético-GO: Juninho (2010-2012), 13 gols
Atlético-MG: Diego Tardelli (2009-2014), 46 gols
Atlético-PR: Paulo Baier (2009-2013), 33 gols
Avaí: William (2009-2015), 26 gols
Bahia: Souza (2011-2013), 19 gols
Botafogo: Lúcio Flávio (2006-2010), 28 gols
Chapecoense: Bruno Rangel (2014-2016), 22 gols
Corinthians: Jô (2003-2017), 27 gols
Coritiba: Keirrison (2008-2017), 25 gols
Cruzeiro: Wellington Paulista (2009-2012), 33 gols
Flamengo: Renato Abreu (2005-2013), 40 gols
Fluminense: Fred (2009-2016), 91 gols
Grêmio: Jonas (2007-2010), 40 gols
Palmeiras: Marcinho (2005-2006) e Juninho Paulista (2005-2006), 20 gols
Ponte Preta: Roger (2003-2016), 25 gols
Santos: Neymar (2009-2013), 54 gols
São Paulo: Luis Fabiano (2003-2015), 80 gols
Sport: Diego Souza (2014-2017) e Leonardo (1994-2000), 34 gols
Vasco: Leandro Amaral (2006-2008), 32 gols
Vitória: Dinei (2008-2014), 33 gols


São Paulo: visitante com mais derrotas no Brasileirão
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Rodolfo Rodrigues

O São Paulo perdeu para o Atlético-MG, ontem, em Belo Horizonte, por 1 x 0, e chegou a marca de 10 derrotas como visitante no Brasileirão – recorde nesse competição. O desempenho do clube fora de casa esse ano, aliás, tem sido determinante para a sua má campanha geral. Em 14 jogos, o Tricolor venceu apenas dois, empatou dois e perdeu dez. Seu aproveitamento como visitante é de apenas 19%, o pior do Brasileirão ao lado da Ponte Preta.

Nos 14 jogos que fez fora de casa, o São Paulo levou gol em 13 – apenas contra o Sport (0 x 0), não sofreu gol. Agora, já são 10 jogos seguidos sofrendo gol. Ontem, contra o Atlético-MG, na derrota por 1 x 0, o time de Dorival Júnior deixou de marcar também e interrompeu uma sequência de 12 jogos seguidos marcando gol.

Com a derrota de ontem, o São Paulo parou nos 31 pontos e registrou assim sua pior campanha na era dos pontos corridos (desde 2003) até a 27ª rodada. Até então, as piores campanhas tinham sido em 2013 (33 pontos), 2016 (34 pontos), 2005 e 2010 (35 pontos).

Desde 2003, o desempenho do São Paulo de 2017 como visitante é o pior. Os 19% de aproveitamento estão bem abaixo do time de 2012, que conseguiu apenas 33,3%. Em número de derrotas fora de casa, o time de 2017 também se aproxima do recorde negativo do São Paulo nos pontos corridos. Em 2015, o time perdeu 11 dos 19 jogos como visitante (agora já são 10 faltando ainda mais cinco jogos para o final do campeonato).

Mais derrotas como visitante no Brasileirão de 2017:
10 – São Paulo (14 jogos)
9 – Sport (13 jogos)
8 – Atlético-GO (14 jogos)
8 – Coritiba (14 jogos)
8 – Ponte Preta (14 jogos)
7 – Avaí (14 jogos)
7 – Bahia (14 jogos)
7 – Chapecoense (13 jogos)
7 – Vasco (13 jogos)
6 – Cruzeiro (14 jogos)
5 – Atlético-PR (14 jogos)
5 – Flamengo (13 jogos)
5 – Grêmio (14 jogos)
5 – Palmeiras (13 jogos)
4 – Botafogo (14 jogos)
4 – Fluminense (13 jogos)
4 – Vitória (13 jogos)
3 – Atlético-MG (14 jogos)
3 – Santos (13 jogos)
1 – Corinthians (14 jogos)

Tags : São Paulo


42 seleções brigam por 19 vagas na Copa do Mundo de 2018
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Rodolfo Rodrigues

Após mais uma dia de jogos nas Eliminatórias, mais três seleções garantiram presença na Copa do Mundo de 2018: Espanha, Nigéria e Costa Rica. Agora, já são 13 países classificados para o próximo mundial. Além desses três, já tinham garantido vaga a Rússia (país-sede), Brasil, Irã, Japão, Coreia do Sul, Arábia Saudita, México, Bélgica, Alemanha e Inglaterra. Dessas, apenas a Arábia Saudita não esteve na última Copa, no Brasil.

Das 209 seleções que entraram nas Eliminatórias (a Rússia não participou por ser a anfitriã), 12 já conseguiram sua classificação, 42 seguem nas disputa e 155 já foram eliminadas. Entre elas, 26 que já jogaram Copa do Mundo (Áustria, Bulgária, Hungria, Israel, Noruega, República Tcheca, Romênia, Turquia, Bolívia, Equador, Canadá, Cuba, El Salvador, Haiti, Jamaica, Trinidad e Tobago, China, Coreia do Norte, Emirados Árabes, Indonésia, Iraque, Kuwait, Angola, Argélia, Camarões e Togo). Das 32 seleções que estiveram no Brasil em 2014, apenas três não têm mais chances de ir ao Mundial da Rússia: Argélia, Camarões e Equador.

A Argentina, duas vezes campeão mundial (1978 e 1986) e atual vice-campeã, corre risco de não ir à Copa, assim como a Holanda, vice-campeão de 2010 e terceira colocada em 2014. E das 39 seleções que ainda têm chance de ir à Copa da Rússia, oito podem fazer a estreia: Burkina Faso, Cabo Verde, Uganda, Montenegro, Islândia, Síria e Panamá.Confira quem ainda tem chance de ficar com as 19 vagas restantes para a Copa do Mundo de 2018:
Oceania (0,5 vaga)
11 participantes
0 classificados para a Copa
1 com chance (Nova Zelândia)
10 eliminados
A Nova Zelândia vai jogar a repescagem contra o 5º da Conmebol (América do Sul) nos dias 6 e 14 de novembro.

Ásia (4,5 vagas)
46 participantes
4 classificados para a Copa (Arábia Saudita, Coreia do Sul, Japão e Irã)
2 com chance (Austrália e Síria)
40 eliminados
– No jogo de ida da repescagem da Eliminatória Asiática, Síria e Austrália empataram por 1 x 1. A volta será no dia 10 de outubro na Austrália. O vencedor pegará o 4º da Concacaf nos dias 6 e 14 de novembro. 

Concacaf (3,5 vagas)
35 participantes
2 classificado para a Copa (Costa Rica e México)
3 com chance (Estados Unidos, Honduras e Panamá)
30 eliminados
– Estados Unidos e Honduras têm 12 pontos e Panamá 10. Na última rodada, dia 9 de outubro, jogam Panamá x Costa Rica, Honduras x México e Trinidad Tobago x Estados Unidos. O 3º colocado (hoje os EUA), garante vaga direta na Copa. O 4º colocado vai para a repescagem contra o vencedor de Austrália x Síria, da repescagem asiática.

África (5 vagas)
53 participantes
1 classificado para a Copa (Nigéria)
11 com chance (Tunísia, RD Congo, Marrocos, Costa do Marfim, Senegal, Burkina Faso, Cabo Verde, África do Sul, Egito, Uganda e Gana)
41 eliminados
– No Grupo A, Tunísia tem 13 pontos e a República Democrática do Congo, ex-Zaire, tem 10 pontos. Na última rodada, Tunísia pega a Líbia em casa, precisando do empate. Já a RD Congo pega Guiné em casa, precisando vencer e torcer por um tropeço da Tunísia.
No Grupo C, Marrocos tem 9 pontos e Costa do Marfim 8 pontos. Na última rodada, Costa do Marfim recebe o Marrocos em casa.
No Grupo D, Senegal tem 8 pontos, Burkina Faso e Cabo Verde têm 6 e a África do Sul tem 4 pontos. Restam ainda três jogos: Burkina Faso x Cabo Verde, África do Sul x Senegal e Senegal x África do Sul.
No Grupo E, Egito tem 9 pontos, Uganda 8 e Gana 6. Restam ainda três jogos: Egito x Congo (amanhã), Congo x Uganda e Gana x Egito. Uma vitória do Egito amanhã já garante o país na Copa.

América do Sul (4,5 vagas)
10 participantes
1 classificado para a Copa (Brasil)
6 com chance (Uruguai, Colômbia, Chile, Peru, Argentina e Paraguai)
3 eliminados
– Classificação atual:
1º Brasil 38
2º Uruguai 28 (+10 de saldo, 28 gols pró)
3º Chile 26 (+ 2 de saldo, 26 gols pró)
4º Colômbia 26 (+ 2 de saldo, 20 gols pró)
5º Peru 25 (+ 1 de saldo, 26 gols pró)
6º Argentina 25 (+ 1 de saldo, 16 gols pró)
7º Paraguai 24 (-5 de saldo, 19 gols pró)
8º Equador 20
9º Bolívia 14
10º Venezuela 9
Próximos jogos, dia 10 de outubro: Brasil x Chile, Equador x Argentina, Paraguai x Venezuela, Peru x Colômbia e Uruguai x Bolívia.
– Um empate do Uruguai, em casa, sobre a Bolívia, garante a Celeste na Copa. Uma derrota pode deixar o Uruguai na repescagem
– A Argentina precisa vencer o Equador fora de casa para ir à Copa. Um empate pode levar a seleção à repescagem ou até à Copa, desde que Chile perca para o Brasil, o Peru para a Colômbia e o Paraguai não vença a Venezuela em casa. Uma derrota em Quito só salva a Argentina caso o Paraguai não vença e o Peru perca para a Colômbia por uma diferença de gols maior do que a da Argentina na última rodada).
– Se o Paraguai vencer a Venezuela, em casa, está na Copa. Chile, Colômbia e Peru podem ir à Copa ou à repescagem com empates. 

Europa (13 vagas + Rússia, país-sede)
54+1 participantes
4+1 classificado para a Copa (Alemanha, Bélgica, Espanha e Inglaterra + Rússia)
19 com chance (França, Suécia, Holanda, Suíça, Portugal, Sérvia, País de Gales, Irlanda, Polônia, Dinamarca, Montenegro, Escócia, Eslováquia, Eslovênia, Grécia, Bósnia e Herzegovina, Islândia, Croácia e Ucrânia)
31 eliminados
– Classificação do Grupo A: 1º França 20, 2º Suécia 19, 3º Holanda 16. Na última rodada, a França pega a Belarus em casa precisando de uma vitória para garantir a vaga direta. Empate ou derrota serve em caso de empate ou derrota da Suécia. A Holanda precisa vencer a Suécia por 7 gols de diferença para ir à repescagem.
Classificação do Grupo B: 1º Suíça 27, 2º Portugal 24. Portugal pega a Suíça em casa precisando de uma vitória simples para ir direto à Copa do Mundo.
– Grupo C: Alemanha classificada e Irlanda do Norte com boas chances de ir para a repescagem. Pega a Noruega na última rodada fora de casa. Vitória simples garante vaga na repescagem.
– Classificação do Grupo D: 1º Sérvia 18, 2º País de Gales 17, 3º Irlanda 16. Na última rodada, Sérvia pega a Geórgia, em casa, precisando de uma vitória simples para ir à Copa. País de Gales e Irlanda se enfrentam em Cardiff, com os donos da casa precisando do empate para ir à repescagem.
– Classificação do Grupo E: 1º Polônia 22, 2º Dinamarca 19, 3º Montenegro 16. Na última rodada
a Dinamarca pega a Romênia, em casa, e a Polônia pega Montenegro em casa.
– Classificação do Grupo F: 1º Inglaterra (classificada) 23, 2º Escócia 17, 3º Eslováquia 15, 4º Eslovênia 14. Na última rodada, a Eslováquia pega Malta, em casa, e a Eslovênia recebe a Escócia.
– Classificação do Grupo G: 1º Espanha (classificada) 25, 2º Itália (classificada para a repescagem) 20.
– Classificação do Grupo H: 1º Bélgica (classificada) 25, 2º Grécia 16, 3º Bósnia e Herzegovina 14. Na última rodada, jogam Estônia x Bósnia e Grécia x Gibralar.
– Classificação do Grupo I: 1º Islândia 19, 2º Croácia 17, 3º Ucrânia 17. Na última rodada, jogam Islândia x Kosovo e Ucrânia x Croácia.


Quando tem mais posse de bola, Corinthians perde mais pontos
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Rodolfo Rodrigues

Líder do Brasileirão com 8 pontos de vantagem sobre o Santos, o segundo colocado, o Corinthians vem sofrendo nos últimos jogos com o seu manjado esquema tático e seu estilo de jogo, que fez sucesso no 1º turno, quando dava mais posse de bola aos adversários. Jogando dessa forma, o time do técnico Fábio Carille conseguiu oito vitórias seguidas no primeiro turno (com menos posse de bola).

No geral, em 12 jogos em que ficou menos vezes com a bola, o Corinthians venceu dez e empatou duas (88,9% de aproveitamento). Quando teve mais posse bola, em 13 jogos, conseguiu apenas cinco vitórias, cinco empates e foi derrotado três vezes (todas no returno) – aproveitamento de 51,3%. Em apenas um jogo (Corinthians 2 x 0 Santos), houve empate na posse de bola – 50% para cada.

No segundo turno, em sete jogos, o Corinthians em seis jogos (apenas contra o São Paulo teve menos). Desses seis jogos, perdeu três empatou um e ganhou dois (38,9% de aproveitamento).

1ª rodada
Corinthians 1 x 1 Chapecoense
Posse de bola: 59% x 41%

2ª rodada
Vitória 0 x 1 Corinthians
Posse de bola: 52% x 48%

3ª rodada
Atlético-GO 0 x 1 Corinthians
Posse de bola: 52% x 48%

4ª rodada
Corinthians 2 x 0 Santos
Posse de bola: 50% x 50%

5ª rodada
Vasco 2 x 5 Corinthians
Posse de bola: 56% x 44%

6ª rodada
Corinthians 3 x 2 São Paulo
Posse de bola: 57% x 43%

7ª rodada
Corinthians 1 x 0 Cruzeiro
Posse de bola: 54% x 46%

8ª rodada
Coritiba 0 x 0 Corinthians
Posse de bola: 45% x 55%

9ª rodada
Corinthians 3 x 0 Bahia
Posse de bola: 47% x 53%

10ª rodada
Grêmio 0 x 1 Corinthians
Posse de bola: 54% x 46%

11ª rodada
Corinthians 1 x 0 Botafogo
Posse de bola: 62% x 38%

12ª rodada
Corinthians 2 x 0 Ponte Preta
Posse de bola: 46% x 54%

13ª rodada
Palmeiras 0 x 2 Corinthians
Posse de bola: 61% x 39%

14ª rodada
Corinthians 2 x 2 Atlético-PR
Posse de bola: 55% x 45%

15ª rodada
Avaí 0 x 0 Corinthians
Posse de bola: 33% x 67%

16ª rodada
Fluminense 0 x 1 Corinthians
Posse de bola: 56% x 44%

17ª rodada
Corinthians 1 x 1 Flamengo
Posse de bola: 45% x 55%

18ª rodada
Atlético-MG 0 x 2 Corinthians
Posse de bola: 58% x 42%

19ª rodada
Corinthians 3 x 1 Sport
Posse de bola: 43% x 57%

21ª rodada
Corinthians 0 x 1 Vitória
Posse de bola: 65% x 35%

20ª rodada
Chapecoense 0 x 1 Corinthians
Posse de bola: 44% x 56%

22ª rodada
Corinthians 0 x 1 Atlético-GO
Posse de bola: 62% x 38%

23ª rodada
Santos 2 x 0 Corinthians
Posse de bola: 48% x 52%

24ª rodada
Corinthians 1 x 0 Vasco
Posse de bola: 55% x 45%

25ª rodada
São Paulo 1 x 1 Corinthians
Posse de bola: 52% x 48%

26ª rodada
Cruzeiro 1 x 1 Corinthians
Posse de bola: 47% x 53%

 

 

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São Paulo tem melhor média de público no Brasil em 2017
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Rodolfo Rodrigues

O São Paulo venceu o Sport hoje, por 1 x 0, no Morumbi, e levou 43.071 pagantes ao estádio. Com isso, chegou a marca de 33.393 torcedores em média por jogo na temporada de 2017, em 24 jogos, superando o Corinthians (33.021) e se tornando o clube com a melhor média de público no ano.

No Brasileirão, o Corinthians ainda tem a melhor média 38.698, contra 35.441 do São Paulo. Restando 12 jogos para o fim do campeonato (mais seis partidas em casa para cada), o tricolor ainda tem chance de fechar o Brasileirão como o time de melhor média de público.

Clubes com as maiores médias de público da temporada 2017:
1º São Paulo – 33.393 (24 jogos)
2º Corinthians – 33.021 (27 jogos)
3º Palmeiras – 31.984 (27 jogos)
4º Grêmio – 21.311 (32 jogos)
5º Flamengo – 19.962 (35 jogos)
6º Cruzeiro – 19.163 (32 jogos)
7º Internacional – 18.956 (30 jogos)
8º Bahia – 16.517 (27 jogos)
9º Botafogo – 16.266 (31 jogos)
10º Atlético-PR – 15.792 (29 jogos)