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Ceni: 3º pior aproveitamento de um técnico do São Paulo em Brasileiros
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Rodolfo Rodrigues

O São Paulo, do técnico Rogério Ceni, empatou hoje com o Fluminense (1 x 1), no Morumbi, e chegou a cinco jogos sem vitória no Brasileirão. Nas últimas cinco rodadas, o tricolor paulista somou apenas dois pontos e só não foi pior do que o lanterna Avaí, que fez um ponto, mas ainda joga nessa 10ª rodada contra o Botafogo, amanhã.

Com apenas 11 pontos em 10 jogos, a equipe de Ceni ocupa a 16º colocação, com o mesmo número de pontos do Bahia, o 17º que está na zona do rebaixamento (o saldo do São Paulo é melhor (1 contra -1)).

A campanha do São Paulo de 2017 no Brasileirão é uma das piores do time até a 10ª rodada do Brasileirão na era dos pontos corridos. Apenas em 2009 o time havia feito também apenas 11 pontos. Naquele ano, porém, o saldo era pior (zero). Mas nunca o time havia ficado numa colocação tão ruim para essa rodada (16º). Em 2013, o time era o 15º com 12 pontos.
Piores campanhas do São Paulo até a 10ª rodada:
2009 – 11 pontos (2 v, 5 e, 3 d, 11 gp, 11 gc) – 14º colocado
2017 – 11 pontos (3 v, 2 e, 5 d, 10 gp, 9 gc) – 16º colocado
2005 – 12 pontos (3 v, 3 e, 4 d, 14 gp, 15 gc) – 14º colocado
2010- 12 pontos (3 v, 3 e, 4 d, 10 gp, 9 gc) – 12º colocado
2013 – 12 pontos (3 v, 3 e, 4 d, 10 gp, 9 gc) – 15º colocado

Entre os técnicos que dirigiram o São Paulo desde 1971, apenas dois tiveram um aproveitamento inferior ao de Rogério Ceni no comando do time. Em 1972, Vail Mota conseguiu conquistar apenas 30,3% dos pontos (2 vitórias, 4 empates e 5 derrotas). Em 1971, Osvaldo Brandão, em 14 jogos, teve um aproveitamento de apenas 35,7%. Já Rogério Ceni, agora em 2017, está com 36,7%.
Aproveitamento dos técnicos do São Paulo em Brasileiros (1971-2017):

TécnicoPeríodoAprov.Jogos
Vail Mota197230,3%11
Osvaldo Brandão197135,7%14
Rogério Ceni201736,7%10
Mário Sérgio199837,5%8
Parreira199641,2%17
Paulo Autuori2005-201342,9%52
Darío Peryera199744,0%25
Adílson Batista201145,0%20
Sérgio Baresi201045,2%14
Pablo Forlán199045,5%11
Edgardo Bauza201646,3%25
Doriva201546,7%5
Cilinho1985-198848,5%57
Nelsinho Baptista1998-200148,8%41
Juan Carlos Ozorio201550,0%24
Levir Culpi200051,3%26
Ricardo Gomes2009-201652,9%59
Cuca200453,6%28
Telê Santana1990-199654,0%132
Carpegiani1999-201155,6%45
Ney Franco2012-201356,2%35
Milton Cruz2005-201556,7%20
Rubens Minelli1977-197856,9%41
Mário Travaglini198457,1%14
Carlos Alberto Silva1980-198957,3%50
José Poy1971-198358,0%157
Roberto Rojas200358,3%40
Joao Leal Neto198160,0%5
Emerson Leão2004-21360,2%31
Oswaldo de Oliveira2002-200360,3%33
Mário Juliato197861,1%6
Formiga198263,0%18
Pepe198663,4%31
Muricy Ramalho1996-201463,9%183
Ithon Fritzen198180,0%5

.
Considerando apenas os 10 primeiros jogos de cada técnico pelo São Paulo, em Brasileiros, mesma quantidade de jogos de Ceni no comando do clube na competição, Ceni tem o 4º pior aproveitamento com seus 36,7%, à frente apenas de Vail Mota (1972), Osvaldo Brandão (1971) e Nelsinho Baptista (1998), todos com 33,3% de aproveitamento.
Aproveitamento dos técnicos do São Paulo em Brasileiros em seus 10 primeiros jogos (1971-2017):

TécnicoAno (início)VEDAprov.
Nelsinho Baptista199831633,3%
Osvaldo Brandão197124433,3%
Vail Mota197224433,3%
Rogério Ceni201732536,7%
Mário Sérgio*199830537,5%
Pablo Forlán199033440,0%
Darío Peryera199734443,3%
Ney Franco201241543,3%
Adílson Batista201135246,7%
Cilinho198542446,7%
Doriva*201521246,7%
Edgardo Bauza201643350,0%
Paulo Autuori200543350,0%
Carpegiani199950550,0%
Sérgio Baresi201043350,0%
Parreira199644253,3%
Carlos Alberto Silva198045156,7%
Juan Carlos Ozorio201552356,7%
Mário Travaglini198445156,7%
Cuca200453260,0%
Joao Leal Neto*198130260,0%
Mário Juliato*197832161,1%
Levir Culpi200054163,3%
Oswaldo de Oliveira200261363,3%
Telê Santana199054163,3%
Muricy Ramalho**201662266,7%
Ricardo Gomes200962266,7%
Rubens Minelli197762266,7%
José Poy197163170,0%
Roberto Rojas200363170,0%
Milton Cruz***201561270,4%
Emerson Leão200472176,7%
Formiga198272176,7%
Muricy Ramalho*199642077,8%
Ithon Fritzen*198140180,0%
Pepe198691093,3%

* Técnicos que não chegaram a completar 10 jogos em sua passagem ou em sua primeira passagem
** Muricy completou 10 jogos somente em 2006, em sua segunda passagem
*** Milton Cruz foi interino de 2005 a 2015. Em 2009, comandou o clube por 9 jogos


São Paulo: recorde de derrotas até a 9ª rodada desde 2003
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Rodolfo Rodrigues

O São Paulo foi a Curitiba enfrentar o Atlético-PR, pela 9ª rodada do Brasileirão, e mais uma vez saiu derrotado na Arena da Baixada (1 x 0). Agora, já são 12 derrotas e 4 empates no estádio do Furacão. Contra o algoz Atlético-PR, como visitante, o São Paulo completou 35 anos sem vitórias – a última (e única), foi em 1982 (3 x 1). Desde então, já são 14 vitórias do Atlético-PR, 9 empates e um vitória são-paulina.

Com a nova derrota, o São Paulo de Rogério Ceni alcançou um recorde negativo, de 5 derrotas nos 9 primeiros jogos do Brasileirão. Até então, os recordes eram de 2010 e 2013 (4 derrotas). O resultado negativo em Curitiba fez também com que o São Paulo caísse para a 15ª colocação no Brasileirão de 2017. Desde 2003, apenas em 2009 o time teve uma colocação pior nessa fase do campeonato (era o 17º colocado com 9 pontos). Em termos de pontuação, depois de 2009, essa é também uma das piores campanha do São Paulo. Em 2009, o time também fez 10 pontos (aproveitamento de apenas 37% dos pontos). Outro fator negativo do São Paulo de Ceni é o seu ataque, que fez 9 gols e é o segundo pior, à frente apenas do time de 2007, que fez 8 gols.

Campanhas do São Paulo até a 9ª rodada do Brasileirão na era dos pontos corridos:

AnoPos.PGVEDGPGC
201715º1031598
201614423108
201517522129
2014164411612
201317º92341011
2012165131210
2011186031110
201012º113241211
200914º1024399
200814351148
20071752282
200619612167
200512º123331413
2004185311511
2003154322018

 


São Paulo, Fla e Vasco não venceram Atlético-PR na Arena da Baixada
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Rodolfo Rodrigues

Desde que o Atlético-PR fez o seu novo estádio, a Arena da Baixada, no lugar do antigo Joaquim Américo, o time passou a ser um dos mandantes mais temidos do Brasileirão. Dos 42 clubes que enfrentou pela competição nacional desde 1999, o Furacão leva vantagem contra quase todos.

Entre os 12 grandes, três deles ainda não venceram o Atlético-PR na Arena da Baixada: Flamengo, Vasco e São Paulo, adversário do Furacão de amanhã, em Curitiba. O tricolor paulista, em 15 jogos, perdeu 11 e empatou quatro. O São Paulo, aliás, carrega um tabu ainda maior contra o Atlético-PR como visitante, já que em 2013 e 2014, o Furacão venceu um jogo no Durival de Britto (Curitiba) e os times empataram outro em Uberlândia. No histórico geral, dos 23 jogos do Atlético-PR como mandante diante do São Paulo, foram 13 vitórias, 9 empates e apenas 1 vitória do São Paulo, em 1982, há 35 anos, no estádio Couto Pereira.

Desempenho do Atlético-PR contra os 12 grandes na Arena da Baixada, em Brasileiros, desde 1999:
Atlético-MG (8 vitórias, 4 empates e 3 derrotas – última em 2011)
Botafogo (8 vitórias, 1 empate e 2 derrotas – última em 2008)
Corinthians (6 vitórias, 4 empates e 3 derrotas – última em 2015)
Cruzeiro (5 vitórias, 4 empates e 2 derrotas – última em 2010)
Flamengo (11 vitórias, 5 empates e 0 derrota)
Fluminense (5 vitórias, 4 empates e 5 derrotas – última em 2015)
Grêmio (4 vitórias, 4 empates e 3 derrotas – última em 2017)
Internacional (8 vitórias, 1 empate e 6 derrotas – última em 2014)
Palmeiras (5 vitórias, 6 empates e 2 derrotas – última em 2016)
Santos (7 vitórias, 5 empates e 3 derrotas – última em 2017)
São Paulo (11 vitórias, 4 empates e 0 derrota)
Vasco (7 vitórias, 3 empates e 0 derrota)


Quem mais usa atleta da base no Brasileirão
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Rodolfo Rodrigues

Após oito rodadas no Brasileirão, os 20 clubes da Série A utilizaram 503 jogadores, média de 25,1 jogadores por clube. O Grêmio, que na 2ª rodada colocou um time reserva contra o Sport, foi o time que mais utilizou jogadores até aqui (30), seguido por Atlético-PR (29), Atlético-MG, Fluminense e Sport (28 cada). Por outro lado, Chapecoense (20) e Atlético-GO e Coritiba (21) foram os que menos utilizaram.

E dos 503 jogadores que entraram em campo nesse Brasileiro, 124 são oriundos das categorias de base dos clubes (24,7%). Sendo que 79 subiram diretamente da base para o profissional, enquanto outros 45 chegaram a ser emprestados antes de retornar ao clube onde foi revelado.

O Vasco, com 13 jogadores, é o time com mais atletas da base nesse Brasileirão, sendo oito que vieram direto das categorias de base e mais cinco que voltaram após empréstimos. O clube cruz-maltino colocou em campo, então, 48,1% dos atletas formados na base nesse Brasileirão. Nessa porcentagem, depois do Vasco, aparecem Atlético-PR (41,4%), Fluminense (39,3%), Corinthians (39,1%), Grêmio (36,6%) e Atlético-MG (32,1%). Por outro lado, a Chapecoense, que não colocou jogadores da base nesse Brasileiro, e Palmeiras (que usou apenas um), são os clubes com menos atletas da base.

Clubes que mais usaram jogadores da base no Brasileirão de 2017:

ClubeBase 1*Base 2**Total base
Vasco8513
Atlético-PR5712
Grêmio9211
Fluminense5611
Atlético-MG5510
Corinthians358
Sport617
Santos527
Botafogo527
São Paulo527
Cruzeiro336
Flamengo516
Vitória505
Ponte Preta224
Bahia213
Avaí303
Coritiba112
Palmeiras101
Atlético-GO101
Chapecoense000

* Base 1 (jogadores que subiram diretamente da categoria de base para o elenco profissional atual)
* Base 2 (jogador revelados pelo clube, mas que saíram por empréstimo ou vendidos, e depois retornaram ao clube)

Percentual de jogadores da base no total de jogadores utilizados nesse Brasileirão:

ClubeUtilizadosTotal base% jogadores da base
Vasco271348,1
Atlético-PR291241,4
Fluminense281139,3
Corinthians23939,1
Grêmio301136,6
Atlético-MG281035,7
Botafogo25728,0
Cruzeiro23626,1
Santos27725,9
São Paulo27725,9
Sport28725,0
Flamengo25624,0
Vitória27518,5
Ponte Preta28415,4
Avaí22313,6
Bahia23313,0
Coritiba2129,5
Atlético-GO2114,8
Palmeiras2514,0
Chapecoense2000,0


Jogadores que vieram das categorias de base:

Atlético-GO
Luiz Fernando (meia)

Atlético-MG
Marcos Rocha* (lateral direito), Alex Silva* (lateral direito), Gabriel (zagueiro), Rodrigão* (zagueiro), Yago (volante), Ralph (volante), Thalis (meia), Élder Santana* (atacante) e Capixaba (atacante)

Atlético-PR
Cleberson (zagueiro), Zé Ivaldo (zagueiro), Sidcley* (lateral esquerdo), Nicolas (lateral esquerdo), Marcão* (lateral esquerdo), Otávio (volante), Bruno Mota* (volante), Deivid* (volante), Matheus Rossetto* (meia), João Pedro* (meia), Douglas Coutinho* (atacante) e Yago (atacante)

Avaí
Lourenço (meia), Iury (meia) e Rômulo (atacante)

Bahia
Jean (goleiro), Rodrigo Becão (zagueiro) e Feijão* (volante)

Botafogo
Igor Rabello* (zagueiro), Emerson Santos (zagueiro), Marcelo (zagueiro), Fernandes (volante), Matheus Fernandes (meia), Pachu* (atacante) e Renan Gorne (atacante)

Corinthians
Fágner* (lateral direito), Pedro Henrique* (zagueiro), Léo Santos (zagueiro), Guilherme Arana* (lateral esquerdo), Maycon* (volante), Léo Jabá (atacante), Pedrinho (atacante) e Jô* (atacante)

Coritiba
Dodô (lateral direito) e Wallison Maia* (zagueiro)

Cruzeiro
Murilo (zagueiro), Lucas Silva* (volante), Alisson* (meia), Élber* (atacante), Raniel (atacante) e Alex (atacante)

Flamengo
Thiago (goleiro), Juan* (zagueiro), Matheus Sávio (meia), Lucas Paquetá (meia), Felipe Vizeu (atacante) e Vinícius Júnior (atacante)

Fluminense
Nogueira* (zagueiro), Léo (lateral esquerdo), Mascarenhas (lateral esquerdo), Wendel (volante), Douglas (volante), Luiz Fernando* (meia), Matheus Alessandro* (meia), Pedro* (atacante), Marcos Júnior (atacante), Wellington* (atacante) e Marcos Calazans* (atacante)

Grêmio
Marcelo Grohe (goleiro), Léo (goleiro), Rafael Thyere* (zagueiro), Kaio (volante), Arthur (volante), Machado (meia), Conrado (meia), Lima* (meia), Lincoln (meia), Nicolas Careca (atacante), Everton (atacante) e Pedro Rocha (atacante)

Palmeiras
Matheus Iacovelli (atacante)

Ponte Preta
Aranha* (goleiro), Jeferson (lateral direito), Rodrigo* (zagueiro) e Ravanelli (meia)

Santos
Daniel Guedes (lateral direito), Lucas Veríssimo (zagueiro), Zeca (lateral esquerdo), Thiago Maia (volante), Alison* (volante), Léo Cittadini* (meia) e Arthur Gomes (atacante)

São Paulo
Rodrigo Caio (zagueiro), Lucão (zagueiro), Éder Militão (volante), João Schimidt* (volante), Lucas Fernandes (meia), Léo Natel (atacante) e Luiz Araújo (atacante)

Sport
Evandro (lateral esquerdo), Neto Moura (volante), Fabrício (volante), Thalysson (volante), Ronaldo (volante), Everton Felipe* (meia) e Juninho* (atacante)

Vasco
Jomar* (zagueiro), Henrique (lateral esquerdo), Alan (lateral esquerdo), Bruno Gallo* (volante), Bruno Cosendey* (volante), Douglas (volante), Mateus Vital (volante), Guilherme* (meia), Evander (meia), Caio Monteiro (meia), Paulo Vítor (atacante), Muriqui* (atacante) e Thalles (atacante)

Vitória
Euller (lateral esquerdo), Flávio (volante), Jhemerson (meia), David (atacante) e Rafaelson (atacante)
* Saíram e voltaram ao clube
Em vermelho os jogadores que deixaram o clube nesse Brasileirão


Os goleiros que ficaram mais jogos sem sofrer gols na Série A desde 2003
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Rodolfo Rodrigues

Na Inglaterra, uma das principais estatísticas acumuladas na era da Premier League é a do número de jogos em que os goleiros ficaram sem sofrer gols, chamada de Clean Sheets. O site da competição, porém, contabiliza os jogos desde a temporada 2006/07. Nesse período , o recordista é o tcheco Petr Cech, hoje no Arsenal, que ficou 149 jogos sem levar um único gol. O segundo é Joe Hart, ex-Manchester City, com 119, seguido pelo norte-americano Tim Howard (116), e os espanhóis José Reina (114) e David De Gea (75). O brasileiro Gomes, que jogou o último campeonato pelo Watford, é o 14º da lista com 48, ao lado do polonês Szczesny, ex-Arsenal, e hoje na Roma.

No Brasileirão, desde 2003, o recordista de jogos sem sofrer gols é Rogério Ceni, com 146, seguido de perto por Fábio, do Cruzeiro, que está jogando nesse Brasileirão de 2017, com 140. Victor, do Galo, é o terceiro com 101. Entre os primeiros, aliás, até o 8º colocado, apenas Ceni não está em atividade como goleiro (parou em 2015 e hoje é técnico do São Paulo).

Na média, porém, o grande destaque é Marcelo Grohe, do Grêmio, que ficou 78 dos 168 jogos que fez pelo Grêmio sem levar gol. É quase metade dos jogos (46,4). Entre os goleiros com bastante jogos disputados, outros com ótimas médias são Cássio, do Corinthians (40,5) e Dida (42,7).

Os goleiros que ficaram mais jogos sem sofrer gols no Brasileirão desde 2003:

GoleiroJogosSem sofrer golGols sofridosPeríodo
Rogério Ceni4281464642003-2015
Fábio4781405902003-2017
Victor3041013442008-2017
Fernando Prass273823192003-2017
Vanderlei244802942008-2017
Marcelo Grohe168781472006-2017
Diego Cavalieri256723082004-2017
Wilson268703722007-2017
Edson Bastos220663012003-2013
Harlei274664132003-2013
Cássio158641382006-2017
Renan167641742005-2015
Marcelo Lomba216642492007-2016
Fábio Costa213612632003-2010
Jefferson213572702004-2014
Silvio Luiz174561982003-2007
Clemer189562262003-2008
Lauro208533162003-2014
Weverton144501642012-2017
Bruno158492002005-2010
Flávio188492812003-2011
Magrão204492892007-2017
Fernando Henrique183472482003-2011
Felipe170452182003-2015
Aranha138441522004-2017
Dida9641922012-2014
Diego126401502003-2015
Muriel122381402010-2016
Marcos135381662004-2011
Danilo101341162014-2016
Diego133321972003-2008
Rafael94291162010-2013
Galatto98291432006-2014
Denis8328972009-2016
Paulo Victor94281152010-2016
Eduardo Martini95281312003-2009
Viáfara104271302007-2010
Felipe75271152006-2017
Danilo Fernandes7025652011-2016
Júlio César7325752005-2012
Jean109251622003-2006
Alex Muralha7324782014-2017
Eduardo118241772003-2011
Alisson4420452013-2016
Michel Alves71201212007-2013
Renan Ribeiro6219792010-2017
Ricardo Berna73191162006-2013
Fabiano77191152003-2004
Roberto88191432003-2013
Juninho94191512003-2009
Márcio114191742003-2012
Cássio5418712004-2007
Júlio César75181072003-2004
Walter3515262013-2016
Lopes3715392005-2007
Sidão4015472010-2016
Kléber84151412003-2005
Gomes4514482003-2004
Douglas5714872003-2010
Mauro6314752004-2006
Sérgio82141222004-2008
Gideão2813342012-2013
Neto3613402009-2010
Bosco5413702005-2009
Giovanni6213862010-2016
Neneca64131012009-2011
Marcelo3312392005-2010
Andrey4112512006-2009
Gatito Fernández4712642014-2017
André4912692004-2006
Doni5212842003-2005
Cléber5312902003-2009
Danrlei79121192003-2005
Saja3011322007
Tiago Volpi4011552012-2014
Velloso4011552003
Artur4311702003-2005
Deola4811622010-2014
Tiago Cardoso4811732005-2016
Renê5211862007-2009
Agenor3810512013-2016
Rafael4410552008-2011
Rodrigo Calaça4710582003-2010
Jaílson199122016
Carlos Germano239322003
Edson469712007-2014
Paulo Musse579972003-2004
Rubinho238272003-2004
Martín Silva268352015-2017
Rafael308352010-2016
Gledson368572009-2013
Émerson428872003
Max508782004-2007
Douglas257412008-2009
Castillo327472008-2009
Bruno447642008-2014
Renan Rocha467732008-2011
Márcio477842004-2011
Fábio206252014-2015
Vladimir216282011-2016
Vinícius266332005-2010
Fernando Miguel366462016-2017
Júlio César406572006-2017
Alexandre Fávaro516972003-2005
Bruno85162009-2012
Gabriel125202007
Bruno Grassi135152015-2016
Fernando135192003-2004
Gléguer245432007-2009
Albérico265402005-2006
João Ricardo355572016
Vágner365532015-2016
Saulo375732004-2005
Saulo124122012
Vizzoto154192003-2005
André Luís164312008
César164212013-2015
Fabiano164292007
Zé Carlos164292010
Gustavo204282004-2007
João Carlos234362010-2016
Maurício274462003
Renan294472010-2011
Renan594722008-2014
Everton3322004-2005
Jandrei5372017
Roberto7352011-2012
Gottardi103142008
Renato113142003
Carini143222009
Emerson143162010
Marcos Leandro143212005-2007
Santos143172013-2017
Alexandre Negri153252003
Tiago153152014-2015
Fabiano163352004-2005
Guilherme183272007
Tapia183272004
Fred193342008
Guto203412006
Helton Leite213302013-2017
Roger213292003-2007
Luiz323332003-2014
Bruno403682013-2015
Maurício Kozlinski5252017
Léo5282016-2017
Maizena72102006
Nivaldo72132014-2015
Abbondanzieri82102010
Alessandro92132012-2013
Charles92172015
Ricardo92102011-2012
Lee102122010-2011
Gilmar142262003-2006
Júlio Sérgio182312003-2004
Tavarelli182282004
Fernando Leal212352004-2016
Jean5252017
Ivan1102016
Léo1102016
Paes1102009
Daniel2122013
Murilo3152003
Paulo Henrique3162015
Vaná3162013-2015
Dalton4132005-2007
Marcelo Pitol41102003-2004
Oliveira6192015
Gatti71152005-2007
Caíque81142016
Márcio81142003-2004
Klever91132013-2017
Thiago Rodrigues91122016
Jordi101232015
Sérvulo131212007
Marcelo Boeck141232005-2016
Márcio Angonesi181232003
Darci211372003-2005
Tiago271612005-2011
Jéfferson351602003



Zé Ricardo é o técnico há mais tempo no cargo na Série A do Brasileirão
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Rodolfo Rodrigues

Mais uma vez a dança dos técnicos no Campeonato Brasileiro começou com tudo. Em apenas quatro rodadas, seis clubes já trocaram de treinador. O Santos, que tinha o técnico há mais tempo no cargo entre os 20 clubes da Série A, demitiu Dorival Júnior após a derrota no clássico para o Corinthians no último sábado. Contratado em julho de 2015, Dorival estava prestes a completar dois anos à frente do time santista.

Outro técnico demitido nesse início de Brasileiro foi Ney Franco, que ficou apenas 17 jogos no comando do Sport nessa temporada de 2017. O treinador dirigiu o Leão em apenas dois jogos do Brasileirão e foi sacado. Em seu lugar, o time contratou Vanderlei Luxemburgo, que perdeu seus dois primeiros jogos.

Já Marcelo Cabo, que estava no comando do Atlético-GO também há um bom tempo, desde maio de 2016, pediu demissão ontem após a quarta derrota consecutiva do time no Brasileirão. Cabo levou o Dragão ao título da Série B no ano passado.

Outros dois treinadores deixaram o cargo para assumir outra função nos clubes. No Atlético-PR, Paulo Autuori deu lugar a Eduardo Baptista, que havia sido demitido pelo Palmeiras em abril. No Vitória, o sérvio Petkovic foi substituído agora, após quatro rodadas e nenhuma vitória, por Alexandre Gallo. Pet e Autuori serão diretores de futebol de Vitória e Atlético-PR respectivamente.

Já Guto Ferreira, que pegou o Bahia na Série B do ano passado, após deixar a Chapecoense no início do Brasileirão de 2016, fez o mesmo caminho nessa temporada, e trocou o Tricolor baiano pelo Inter, na Série B, que demitiu Antônio Carlos Zago após cinco meses de trabalho e três rodadas na segunda divisão.

Agora, entre os 20 clubes da série A, Zé Ricardo, do Flamengo, é o técnico mais longevo no cargo. O treinador, que começou como interino no rubro-negro no início do Brasileirão, após a saída de Muricy Ramalho por conta de problemas de saúde, Zé Ricardo foi efetivado no cargo e foi prestigiado após levar o clube à Libertadores e dar o título invicto no Carioca de 2017. Após a eliminação na Libertadores e o começo instável no Brasileiro, o técnico, porém, já não segue em alta.

Técnicos que estão há mais tempo no cargo entre os clubes da Série A de 2017:

ClubeTécnicoDesde…
FlamengoZé Ricardo29/05/2016
CruzeiroMano Menezes31/07/2016
BotafogoJair Ventura14/08/2016
AvaíClaudinei Oliveira30/08/2016
GrêmioRenato Gaúcho21/09/2016
CorinthiansFábio Carille19/01/2017
São PauloRogério Ceni20/01/2017
FluminenseAbel Braga24/01/2017
ChapecoenseVágner Mancini26/01/2017
Atlético-MGRoger Machado28/01/2017
CoritibaPachequinho01/03/2017
VascoMilton Mendes22/03/2017
Ponte PretaGilson Kleina23/03/2017
PalmeirasCuca14/05/2017
Atlético-PREduardo Baptista28/05/2017
SportVanderlei Luxemburgo01/06/2017
BahiaJorginho Campos05/06/2017
Atlético-GOsem técnico06/06/2017
VitóriaAlexandre Gallo06/06/2017
SantosElano (interino)05/06/2017

 


Os estádios mais temidos do Brasileirão de 2017
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Rodolfo Rodrigues

Dos 20 clubes da Série A de 2017, 13 têm estádios próprios e mandam praticamente todos os seus jogos lá –  Corinthians, Palmeiras, São Paulo, Santos, Ponte Preta, Grêmio, Atlético-PR, Coritiba, Vasco, Vitória, Avaí, Chapecoense e Sport. Outros três costumam jogar nos estádios em que têm acordos, como Cruzeiro, Atlético-MG, Flamengo, Fluminense, Botafogo, Bahia e Atlético-GO.

Desses, o Corinthians, em sua nova casa, é quem tem o melhor desempenho com 75,6% de aproveitamento em sua nova casa, a Arena Corinthians, inaugurada em 2014. No Pacaembu, onde mais jogou anteriormente, seu aproveitamento é de 64,2%.

Dos clubes com novos estádios, o Grêmio é outro com bom desempenho com 71,2% de aproveitamento, o terceiro melhor, atrás apenas do Atlético-MG no Independência (73,9%). O Palmeiras, no Allianz Parque, ainda não tem o desempenho melhor do que no antigo Parque Antártica (66,7% contra 69,4%). Já o São Paulo, clube com mais jogos como mandante em um estádio, tem o quinto melhor aproveitamento no Morumbi com 67,6%

Clubes com os melhores aproveitamentos em casa no Brasileirão desde 1971:

ClubeEstádioJVEDAprov.(%)
CorinthiansArena Corinthians523414474,4%
Atlético-MGIndependência12080261473,9%
GrêmioArena do Grêmio7448141271,2%
PalmeirasParque Antártica306190674969,4%
São PauloMorumbi5923511479467,6%
SantosVila Belmiro4642751157467,5%
GrêmioOlímpico5323091378666,7%
PalmeirasAllianz Parque37228766,7%
Atlético-PRArena da Baixada271156714466,3%
CruzeiroMineirão5453071409864,9%
CorinthiansPacaembu386216957564,2%
Atlético-MGMineirão4562501208663,6%
VascoSão Januário370199987362,6%
FlamengoMaracanã48325912310162,1%
VitóriaBarradão247131585860,9%
CoritibaCouto Pereira49725812811160,5%
BotafogoEngenhão8041221760,4%
Ponte PretaMoisés Lucarelli315162817260,0%
FluminenseMaracanã3961981108859,3%
SportIlha do Retiro356180938359,3%
BahiaFonte Nova3861791238457,0%
BotafogoMaracanã256123696457,0%
ChapecoenseArena Condá5827181356,9%
VascoMaracanã19986664754,3%
VitóriaFonte Nova18679614653,4%
AvaíRessacada7731242250,6%
Atlético-GOSerra Dourada8233183147,6%

 

 


Pratto: gringo com a melhor média de gols no São Paulo no século
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Rodolfo Rodrigues

Uma das maiores contratações do São Paulo para a temporada, o atacante Lucas Pratto vem sendo o grande nome do time de Rogério Ceni. Aos 28 anos, o argentino brilhou hoje na vitória do clássico contra o Palmeiras (2 x 0). Autor do primeiro gol, Pratto deu uma assistência para o gol de Luiz Araújo que serviu para manter o tabu de 15 anos em derrota para o rival no Morumbi e dar a segunda vitória seguida ao tricolor no Brasileirão.

Desde sua estreia no time, no dia 18 de fevereiro, Pratto disputou 16 jogos (todos como titular e sem ser substituído) pelo São Paulo e marcou 9 gols, sendo o artilheiro da equipe de Ceni no ano ao lado de Luiz Araújo.

Entre os 70 estrangeiros que já vestiram a camisa do São Paulo, Pratto já figura como o 15º maior artilheiro com seus 9 gols marcados em 2017.  Sua média de gols, porém, supera a de qualquer outro gringo nesse século XXI. Pratto, com 9 gols em 16 jogos, tem média (0,56), superior a dos compatriotas Calleri (0,52) e Chávez (0,39), do peruano Cueva (0,32) e do outro argentino Centurión (0,10).

Estrangeiros com mais gols na história do São Paulo:

Pos.JogadorJogosGolsMédia
Pedro Rocha3931190,30
Antonio Sastre128560,44
Gustavo Albella80460,58
Rubén Barrios98400,41
Aristizábal79370,47
Darío Pereyra453370,08
Elmo Bóvio28220,79
Juan Jose Negri74180,24
Cecílio Martínez43170,40
10ºCalleri31160,52
11ºCueva44140,32
Eugenio Chemp19140,74
13ºDiego Lugano208130,06
14ºChavez31120,39
15ºLucas Pratto1690,56
Pablo Forlán24390,04
Gregorio Beraza1090,90
18ºCenturión8180,10
19ºNicolás Moreno3770,19
Diego Aguirre1770,41
21ºGustavo Matosas1950,26
Vega1550,33

Que clubes ganharam todos os títulos internacionais possíveis
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Rodolfo Rodrigues

O Manchester United conquistou ontem a Liga Europa pela primeira vez na história. Assim, conseguiu completar sua galeria de títulos internacionais e soma agora oito conquistas. O time inglês já foi campeão mundial duas vezes (1999 e 2008), da Liga dos Campeões da Europa (1968, 1999 e 2008), Recopa Europeia (1991), Liga Europa (2017) e Supercopa Europeia (1991).

Entre os clubes europeus, apenas Barcelona-ESP, Bayern Munique-ALE, Juventus-ITA e Ajax-HOL conseguiram também ganhar o Mundial, a Liga dos Campeões, a Recopa, a Liga Europa/Copa da Uefa e a Supercopa Europeia.

Na América do Sul, apenas cinco clubes conseguiram vencer os principais torneios do continente (Copa Libertadores, Supercopa Libertadores/Copa Mercosul/Copa Sul-Americana/Copa Conmebol e Recopa Sul-Americana), além do Mundial de Clubes. São eles: o Boca Juniors-ARG, o Independiente-ARG, o Internacional, o São Paulo e o River Plate-ARG.

Clubes europeus campeões de todos os torneios internacionais possíveis:
Barcelona-ESP
Mundial de Clubes/Mundial Interclubes (3) – 2009, 2011 e 2015
Liga dos Campeões da Europa (5) – 1992, 2006, 2009, 2011 e 2015
Recopa Europeia (4) – 1979, 1982, 1989 e 1997
Copa da Uefa/Liga Europa (3) – 1958, 1960 e 1966
Supercopa Europeia (5) – 1992, 1997, 2009, 2011 e 2015

Bayern Munique-ALE
Mundial de Clubes/Mundial Interclubes (3) – 1976, 2001 e 2013
Liga dos Campeões da Europa (5) – 1974, 1975, 1976, 2001 e 2013
Recopa Europeia (1) – 1967
Copa da Uefa/Liga Europa (1) – 1996
Supercopa Europeia (1) – 2013

Juventus-ITA
Mundial de Clubes/Mundial Interclubes (2) – 1985 e 1996
Liga dos Campeões da Europa (2) – 1985 e 1996
Recopa Europeia (1) – 1984
Copa da Uefa/Liga Europa (3) – 1967, 1990, 1993
Supercopa Europeia (2) – 1984 e 1996

Manchester United-ING
Mundial de Clubes/Mundial Interclubes (2) – 1999 e 2008
Liga dos Campeões da Europa (3) – 1968, 1999 e 2008
Recopa Europeia (4) – 1991
Copa da Uefa/Liga Europa (3) – 2017
Supercopa Europeia (1) – 1991

Ajax-HOL
Mundial de Clubes/Mundial Interclubes (2) – 1972 e 1995
Liga dos Campeões da Europa (4) – 1971, 1972, 1973 e 1995
Recopa Europeia (1) – 1987
Copa da Uefa/Liga Europa (1) – 1992
Supercopa Europeia (3) – 1972, 1973 e 1995

Clubes sul-americanos campeões de todos os torneios internacionais possíveis:

Boca Juniors-ARG
Mundial de Clubes/Mundial Interclubes (3) – 1977, 2000 e 2003
Copa Libertadores (6) – 1977, 1978, 2000, 2001, 2003 e 2007
Supercopa Libertadores/Copa Mercosul/Copa Conmebol/Copa Sul-Americana (3) – 1989, 2004 e 2005
Recopa Sul-Americana (4) – 1990, 2005, 2006 e 2008

Independiente-ARG
Mundial de Clubes/Mundial Interclubes (2) – 1973 e 1984
Copa Libertadores (7) – 1964, 1965, 1972, 1973, 1974, 1975 e 1984
Supercopa Libertadores/Copa Mercosul/Copa Conmebol/Copa Sul-Americana (3) – 1994, 1995 e 2010
Recopa Sul-Americana (1) – 1995

Internacional

Mundial de Clubes/Mundial Interclubes (1) – 2006
Copa Libertadores (2) – 2006 e 2010
Supercopa Libertadores/Copa Mercosul/Copa Conmebol/Copa Sul-Americana (1) – 2008
Recopa Sul-Americana (2) – 2007 e 2011

River Plate-ARG
Mundial de Clubes/Mundial Interclubes (1) – 1986
Copa Libertadores (3) – 1986, 1996 e 2015
Supercopa Libertadores/Copa Mercosul/Copa Conmebol/Copa Sul-Americana (2) – 1997 e 2014
Recopa Sul-Americana (2) – 2015 e 2016

São Paulo
Mundial de Clubes/Mundial Interclubes (3) – 1992, 1993 e 2005
Copa Libertadores (3) – 1992, 1993 e 2005
Supercopa Libertadores/Copa Mercosul/Copa Conmebol/Copa Sul-Americana (3) – 1993, 1994 e 2012
Recopa Sul-Americana (2) – 1993 e 1994

 


Flamengo: brasileiro com mais quedas na fase de grupos da Libertadores
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Rodolfo Rodrigues

Ao perder de virada, ontem, para o San Lorenzo-ARG, em Buenos Aires (2 x 1), o Flamengo deu adeus à Copa Libertadores de 2017. Foi a quinta eliminação do rubro-negro em 12 participações na competição ainda na fase de grupos. Desde 1960, nenhum clube brasileiro caiu tantas vezes nessa fase da competição.

No século XXI, o Flamengo soma mais desclassificações na fase de grupos do que classificações. O time caiu em 2002, 2012, 2014 e 2017. No período, conseguiu passar para as oitavas de final em 2007, 2008 e 2010. Nas últimas três participações, o clube foi eliminado em todas, igualado assim o recorde negativo de Palmeiras (eliminado três vezes na fase de grupos em 1973, 1974 e 1979), São Paulo (1978, 1982 e 1987) e Vasco (1975, 1980 e 1985). Os três clubes, porém, caíram nos anos 70 e 80, quando apenas o líder do grupo avançava para a fase seguinte da competição.

O Palmeiras, que lidera seu grupo, ainda corre o risco de ser eliminado na Libertadores de 2017. Assim, poderia igualar o recorde de quedas do Flamengo. Mas a chance de o time paulista ser eliminado é pequeno. Ainda assim, se cair, teria cinco eliminações em 16 participações contra 12 do rubro-negro na fase de grupos.

Por outro lado, o Cruzeiro é o time brasileiro com o melhor desempenho na fase de grupos. Em 13 participações, avançou em todas e nunca foi eliminado. O Corinthians é o segundo melhor. Depois de cair em 1977, o time não foi mais eliminado nas 11 participações seguidas.

Clubes brasileiros com mais eliminações na fase de grupos da Libertadores:

ClubeEliminaçõesClassificações
Flamengo57
Palmeiras411
São Paulo313
Vasco34
Internacional38
Fluminense24
Atlético-MG27
Grêmio212
Coritiba20
Atlético-PR23
Santos110
Botafogo13
Corinthians111
Guarani12
Bangu10
Sport11
Juventude10
Santo André10
Paulista10
Cruzeiro013
Bahia01
Criciúma01
São Caetano03
Paysandu01
Goiás01

 

Eliminações e classificações dos clubes brasileiros na fase de grupos da Libertadores:

ClubeEliminaçõesClassificações
Flamengo1983, 2002, 2012, 2014, 20171981, 1984, 1991, 1993, 2007, 2008, 2010
Palmeiras1973, 1974, 1979, 20161968, 1971, 1994, 1995, 1999, 2000, 2001, 2005, 2006, 2009, 2013
São Paulo1978, 1982, 19871972, 1974, 1992, 2004, 2005, 2006, 2007, 2008, 2009, 2010, 2013, 2014, 2016
Vasco1975, 1980, 19851990, 1998, 2001, 2012
Internacional1976, 1993, 20071977, 1980, 1989, 2006, 2010, 2011, 2012, 2015
Fluminense1971, 19852008, 2011, 2012, 2013
Atlético-MG1972, 19811978, 2000, 2013, 2014, 2015, 2016, 2017
Grêmio1982, 19901983, 1995, 1997, 1998, 2002, 2003, 2007, 2009, 2011, 2013, 2014, 2016
Coritiba1986, 2004
Atlético-PR2002, 20142000, 2005, 2017
Santos19841962, 1965, 2003, 2004, 2005, 2007, 2008, 2011, 2012, 2017
Botafogo20141963, 1973, 1996
Corinthians19771991, 1996, 1999, 2000, 2003, 2006, 2010, 2012, 2013, 2015, 2016
Guarani19871979, 1988
Bangu1986
Sport19882009
Juventude2000
Santo André2005
Paulista2006
Cruzeiro1967, 1975, 1976, 1994, 1997, 2001, 2004, 2008, 2009, 2010, 2011, 2014, 2015
Bahia1989
Criciúma1992
São Caetano2001, 2002, 2004
Paysandu2003
Goiás2006