Futebol em Números

Corinthians não perde desde 2014 pela Copinha
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Rodolfo Rodrigues

Depois de perder a final da Copa São Paulo de 2014 para o Santos, por 2 x 1, o Corinthians não perdeu mais na competição. Em 2015, em oito jogos, o time conquistou oito vitórias e foi campeão em cima do Botafogo de Ribeirão Preto-SP. No ano passado, em nove jogos, foram oito vitórias e um empate, na decisão contra o Flamengo (2 x 2). Nos pênaltis, porém, o alvinegro foi superado e acabou ficando como vice-campeão.

Comandado pelo técnico Osmar Loss nesse período, o Corinthians soma 22 jogos sem derrota na competição – 21 vitórias, um empate, 76 gols feitos (3,46 por partida) e 15 gols sofridos (0,68 por jogo).

Hoje, o Corinthians enfrenta o Internacional pelas oitavas de final da competição e, de acordo com o regulamento, pode até se classificar para as quartas de final em caso de derrota, já que tem uma das melhores campanhas da competição até aqui.

Maior campeão da Copa São Paulo com nove títulos desde 1969 (contra cinco do Fluminense), o Corinthians é também o time que mais chegou em finais na competição (17, contra nove do São Paulo). Neste século XXI, o Corinthians é também o maior campeão (cinco títulos), contra dois de Flamengo e Santos.

Invencibilidade do Corinthians na Copa São Paulo:
2015
3 x 1 Guaicurus-MS
4 x 0 Rio Branco-AC
4 x 0 Grêmio Barueri-SP
5 x 1 Grêmio Prudente-SP
2 x 0 Goiás
4 x 2 São Caetano
3 x 0 São Paulo
1 x 0 Botafogo-SP

2016
2 x 0 Bragantino
2 x 0 Botafogo-PB
3 x 0 Internacional-SP
6 x 0 Paysandu
2 x 1 Guarani
5 x 2 Internacional
6 x 1 Ituano
2 x 1 Cruzeiro
2 x 2 Flamengo

2017
6 x 0 Pinheiro-MA
4 x 0 Operário-MS
3 x 2 Taubaté-SP
5 x 1 Manthiqueira-SP
2 x 1 Coritiba


Luis Suárez deixa Neymar para trás nos números pelo Barcelona
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Rodolfo Rodrigues

Autor de dois gols na vitória do Barcelona, ontem, por 5 x 0 sobre os Las Palmas, o centroavante Luis Suárez chegou a marca de 14 gols e ao lado de Messi lidera a tabela de artilheiros do Campeonato Espanhol de 2016/17. Principal goleador do campeonato da temporada passada (2015/16) com 40 gols, o uruguaio já soma 102 gols com a camisa do Barça em 121 jogos desde 2014/15. São 10 gols a mais do que o brasileiro Neymar, que estreou uma temporada antes (2013/14) e tem 40 jogos a mais pelo clube (161).

Na atual temporada, 2016/17, Suárez já soma 18 gols em 25 jogos (0,72 por partida). Neymar fez 7 gols em 21 jogos (0,30 por partida).

Com números impressionantes, Suárez tem no Barcelona média de 0,84 gol por partida contra 0,86 de Messi e 0,56 de Neymar. A média atual de Suárez é também a sua maior em um clube em que já defendeu. No Nacional-URU, onde estreou como profissional, marcou 12 gols em 34 jogos (0,35). No Groningen-HOL, marcou 15 gols em 37 jogos na temporada 2006/07 (0,41). No Ajax-HOL, em quatro temporadas (entre 2007 e 2011), anotou 111 gols em 159 jogos (0,70). No Liverpool-ING, também em quatro temporadas, marcou 82 gols em 133 jogos (0,62).

Com 102 gols pelo Barcelona, Suárez isoulou-se agora na 16ª posição entre os maiores artilheiros do Barcelona em todos os tempos e está apenas a três gols do brasileiro Evaristo de Macedo, autor de 105 gols entre 1957 e 1962. Neymar é hoje o 22º da lista com 92 gols. Messi lidera folgado com 480 gols, mais do que o dobro do segundo colocado, César Rodríguez.

Maiores artilheiros do Barcelona na história
1º Messi (argentino) – 480 gols
2º César Rodríguez (espanhol) – 230 gols
3º Kubala (húngaro) – 194 gols
4º Samuel Eto'o (camaronês) – 130 gols
Rivaldo (brasileiro) – 130 gols
6º Mariano Martín (espanhol) – 123 gols
Josep Escolà (espanhol) – 123 gols
8º Patrick Kluivert (holandês) – 122 gols
Carles Rexach (espanhol) – 122 gols
10º Hristo Stoichkov (búlgaro) – 117 gols
11º Estanislao Basora (espanhol) – 113 gols
12º Eulogio Martínez (paraguaio) – 111 gols
13º Luis Enrique (espanhol) – 108 gols
14º José Antonio Zaldúa (espanhol) – 107 gols
15º Evaristo de Macedo (brasileiro) – 105 gols
16º Luis Suárez (uruguaio) – 102 gols
17º Juan Manuel Asensi (espanhol) – 100 gols
18º Pedro Rodríguez (espanhol) – 99 gols
19º Ronaldinho Gaúcho (brasileiro) – 97 gols
20º José Mari Bakero (espanhol) – 94 gols
21º Justo Tejada (espanhol) – 93 gols
22º Neymar (brasileiro) – 92 gols


A invencibilidade recorde do Real Madrid
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Rodolfo Rodrigues

O técnico francês Zinedine Zidane assumiu o Real Madrid há um ano, no dia 9 de janeiro de 2016. Desde então, o ex-jogador vem realizando uma campanha excelente pelo time merengue. Em 56 jogos, conseguiu 42 vitórias, 12 empates e somente duas derrotas. E isso como estreante! Seu aproveitamento pelo Real é de 82,2%. Muito bom e acima da média.

Para se ter uma ideia, Guardiola, pelo Barcelona, teve um aproveitamento de 78,6% entre 2008 e 2012 (245 jogos). Em seus 56 primeiros jogos pelo Barça, Pep teve 79,2% de aproveitamento (41 vitórias, 10 empates e cinco derrotas). No total, seu recorde de invencibilidade foi de 28 jogos pelo Barça. Já Luis Enrique, outro que vem fazendo sucesso como treinador do clube, tem um aproveitamento de 80,4% pelo clube catalão em 151 jogos. Em seus 56 primeiros, seu aproveitamento foi de 85,7% (47 vitórias, três empates e seis derrotas). E seu recorde de invencibilidade (39 jogos), foi superado ontem pelo Real Madrid de Zidane.

Desde a derrota para o Wolfsburg, da Alemanha, por 2 x 0, no dia 6 de abril de 2016, pelo jogo de ida das quartas de final da Liga dos Campeões, o Real Madrid conseguiu 30 vitórias e dez empates. Nesse período, nove meses, conquistou a Liga dos Campeões da Europa, a Supercopa Europeia e o Mundial de Clubes da Fifa.

E essa marca de 40 jogos sem derrota, que superou o recorde do Barcelona de Luis Enrique, como o maior do futebol espanhol, é também uma das maiores do futebol europeu. De acordo com a Uefa, o Celtic, da Escócia, é quem detém a maior sequência, com 62 jogos sem derrota. Recentemente, o maior série foi do Dinamo Zagreb, da Croácia, que ficou 45 jogos sem perder.

Maiores invencibilidades do futebol europeu
Celtic (Escócia) – 62 jogos entre 1915 e 1917
Union SG (Bélgica) – 60 jogos entre 1933 e 1935
Benfica (Portugal) – 48 jogos entre 1963–65
Dinamo Zagreb (Croácia) – 45 jogos entre 2014–15
Juventus (Itália) – 43 jogos entre 2011 e 2012
Ajax (Holanda) – 42 jogos entre 1995 e 1996
Milan (Itália) – 42 jogos entre 1991 e 1992
Nottingham Forest (Inglaterra) – 40 jogos em 1978
Real Madrid (Espanha) – 40 jogos entre 2016 e 2017

No Brasil, as maiores invencibilidades são do Botafogo e do Flamengo, que ficaram 52 jogos sem perder no final da década de 1970. No ano passado, o Vasco chegou a ficar 34 jogos sem perder.


O que C. Ronaldo e Messi já fizeram para levar o prêmio da Fifa
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Rodolfo Rodrigues

Há nove anos o prêmio de melhor jogador do mundo fica entre Cristiano Ronaldo e Messi. Desde 2008, o argentino do Barcelona já ganhou cinco vezes o prêmio. Cristiano Ronaldo, que recebeu hoje o prêmio, foi eleito pela quarta vez como o melhor jogador do mundo. A terceira nas últimas quatro temporadas.

Em 2016, Cristiano Ronaldo, conquistou seu primeiro título pela seleção portuguesa e conseguiu ainda os títulos da Liga dos Campeões da Europa e do Mundial de Clubes. O atacante também fechou o ano com média de 0,96 gol por partida. Menor do que nos últimos três anos (1,17 em 2013, 1,02 em 2014 e 1,00 em 2015). Porém, superior a de Messi pelo quarto ano seguido. Nos últimos nove anos, Cristiano Ronaldo, aliás, teve média melhor do que a Messi em seis oportunidades.

2016
1º – Cristiano Ronaldo (Portugal e Real Madrid-ESP)
57 jogos, 55 gols. Títulos: Eurocopa, Mundial de Clubes, Liga dos Campeões e Supercopa Europeia

2º – Messi (Argentina e Barcelona-ESP)
62 jogos, 59 gols. Títulos: Espanhol, Copa do Rei da Espanha e Supercopa Espanhola

2015
1º – Messi (Argentina e Barcelona-ESP)
61 jogos, 52 gols. Títulos: Mundial de Clubes, Liga dos Campeões, Supercopa Europeia, Espanhol e Copa do Rei da Espanha

2º – Cristiano Ronaldo (Portugal e Real Madrid-ESP)
57 jogos, 57 gols. Títulos: nenhum

2014
1º – Cristiano Ronaldo (Portugal e Real Madrid-ESP)
60 jogos, 61 gols. Títulos: Mundial de Clubes, Liga dos Campeões, Supercopa Europeia e Copa do Rei da Espanha

2º – Messi (Argentina e Barcelona-ESP)
66 jogos, 58 gols. Títulos: nenhum

2013
1º – Cristiano Ronaldo (Portugal e Real Madrid-ESP)
59 jogos, 69 gols. Títulos: nenhum

2º – Messi (Argentina e Barcelona-ESP)
47 jogos, 45 gols. Títulos: Espanhol e Supercopa Espanhola

2012
1º – Messi (Argentina e Barcelona-ESP)
69 jogos, 91 gols. Títulos: Copa do Rei da Espanha

2º – Cristiano Ronaldo (Portugal e Real Madrid-ESP)
71 jogos, 63 gols. Títulos: Espanhol e Supercopa Espanhola

2011
1º – Messi (Argentina e Barcelona-ESP)
70 jogos, 59 gols. Títulos: Mundial de Clubes, Liga dos Campeões, Supercopa Espanhola, Espanhol e Supercopa Espanhola

2º – Cristiano Ronaldo (Portugal e Real Madrid-ESP)
60 jogos, 60 gols. Títulos: Copa do Rei da Espanha

2010
1º – Messi (Argentina e Barcelona-ESP)
64 jogos, 60 gols. Títulos: Espanhol e Supercopa Espanhola

4º – Cristiano Ronaldo (Portugal e Real Madrid-ESP)
59 jogos, 48 gols. Títulos: nenhum

2009
1º – Messi (Argentina e Barcelona-ESP)
64 jogos, 41 gols. Títulos: Mundial de Clubes, Liga dos Campeões, Supercopa Europeia, Espanhol, Copa do Rei da Espanha e Supercopa Espanhola

2º – Cristiano Ronaldo (Portugal e Manchester United-ING e Real Madrid-ESP)
49 jogos, 30 gols. Títulos: Inglês e Copa da Inglaterra

2008
1º – Cristiano Ronaldo (Portugal e Manchester United-ESP)
58 jogos, 35 gols. Títulos: Mundial de Clubes, Liga dos Campeões e Inglês

2º – Messi (Argentina e Barcelona-ESP)
53 jogos, 24 gols. Títulos: Olimpíadas de Pequim

 

 

 


Com seis gringos no elenco, Flamengo iguala Cruzeiro
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Rodolfo Rodrigues

O Flamengo anunciou ontem a contratação do meia argentino Darío Conca, de 33 anos, que estava no Shanghai SIPG, da China. Além dele, o rubro-negro também acertou com o lateral esquerdo peruano Trauco, ex-Universitario-PER. Assim, chega agora a seis estrageiros em seu elenco. Do time de 2015, permaneceram o zagueiro argentino Donatti, o volante cololmbiano Cuéllar, o meia argentino Mancuello e o atacante peruano Guerrero. O meia argentino Mugni, segue com contrato com o time, mas não deverá ser aproveitado em 2017.

Com seis gringos, o Flamengo iguala o Cruzeiro como o grande com mais estrangeiros no elenco. A Raposa, que contratou o zagueiro equatoriano Luis Caicedo, manteve os argentinos Cabral, Romero e Ábila e o os uruguaios Arrascaeta e Gino. Este último, porém, deve estar de saída.

Por outro lado, Corinthians e Fluminense são os times com menos estrangeiros. O time paulista segue com seus dois paraguaios (Balbuena e Romero). Já o tricolor carioca tem dois novos gringos: os meias equatorianos Sornoza e Orejuela.

Entre as novidades, além dessas de Flamengo, Fluminense e Cruzeiro, outros gringos que chegaram aos 12 grandes nesse início de 2017 foram o meia venezuelano Alejandro Guerra (Palmeiras); o atacante colombiano Vladimir Hernández (Santos); o goleiro paraguaio Gatito Fernández e o meia argentino Montillo (Botafogo); e o meia argentino Escudero (Vasco).

Estrangeiros nos elencos dos 12 grandes em 2017:
Flamengo (6)

Donatti (Z, argentino), Trauco (LE, peruano), Cuéllar (V, colombiano), Mancuello (M, argentino), Conca (M, argentino) e Guerrero (A, peruano)

Cruzeiro (6)
Luis Caicedo (Z, equatoriano), Ariel Cabral (V, argentino), Romero (V, argentino), Gino (V, uruguaio), Arrascaeta (M, uruguaio) e Ábila (A, argentino)

Atlético-MG (4)
Erazo (Z, equatoriano), Otero (M, venezuelano), Cazares (M, equatoriano) e Pratto (A, argentino)

Botafogo (4)
Gatito Fernández (G, paraguaio), Joel Carli (Z, argentino), Montillo (M, argentino) e Gustavo Canales (A, chileno)

Internacional (4)
Seijas (M, venezuelano), D’Alessandro (M, argentino), Arial (A, argentino) e Nico López (A, uruguaio)

Palmeiras (4)
Mina (Z, colombiano), Allione (M, argentino), Guerra (M, venezuelano) e Barrios (A, paraguaio)

Santos (4)
Noguera (Z, argentino), Vecchio (M, argentino), Copete (A, colombiano) e Vladimir Hernández (A, colombiano)

São Paulo (4)
Buffarini (LD, argentino), Lugano (Z, uruguaio), Cueva (M, peruano) e Chávez (A, argentino)

Grêmio (3)
Kannemann (Z, argentino), Bolaños (A, equatoriano) e Ty Sandows (A, sul-africano)

Vasco (3)
Martín Silva (G, uruguaio), Julio dos Santos (M, paraguaio) e Escudero (M, argentino)

Corinthians (2)
Balbuena (Z, paraguaio) e Romero (A, paraguaio)

Fluminense (2)
Sornoza (M, equatoriano) e Orejuela (M, equatoriano)


Quantos jogos os 12 grandes poderão fazer em 2017
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Rodolfo Rodrigues

A temporada do futebol brasileiro começará oficialmente apenas no dia 29 de janeiro. Até lá, os clubes terão 25 dias de pré-temporada, entre os dias 4 e 25 de janeiro. Depois disso, jogarão mais dez meses, até o início de dezembro. Nesse período, os 12 maiores clubes do país (Atlético-MG, Botafogo, Corinthians, Cruzeiro, Flamengo, Fluminense, Grêmio, Internacional, Palmeiras, Santos, São Paulo e Vasco), disputarão entre três e sete competições.

Sem contar os jogos das fases finais,  Atlético-MG e Grêmio são os times com mais jogos pela frente por enquanto (60). Caso avance até as finais dos campeonatos em que participa, o Fluminense é o clube que poderá fazer mais partidas (90). Já o time que poderá disputar menos jogos é o Vasco, que só disputará três competições no ano (Estadual, Copa do Brasil e Brasileirão). Caso não se classifique depois das primeiras fases, fará, no mínimo, 51 jogos.

Em 2016, os clubes com mais jogos oficiais na temporada foram Atlético-MG (74 jogos) e Grêmio (73), seguidos por São Paulo (70), Corinthians (67), Flamengo, Fluminense, Internacional e Santos (66) e Cruzeiro e Palmeiras (65). Já

Botafogo e Vasco (64 partidas), foram os que menos entraram em campo entre os grandes.

Atlético-MG (mín. 60 jogos, máx. 81 jogos)
Campeonato Mineiro (mín. 11 jogos, máx. 15 jogos)
Primeira Liga (mín. 3 jogos, máx. 6 jogos)
Copa Libertadores (mín 6 jogos, máx. 14 jogos)
Copa do Brasil (mín. 2 jogos, máx. 8 jogos)
Campeonato Brasileiro (38 jogos)
* Se for eliminado na fase de grupos da Libertadores, entrará na segunda fase da Copa Sul-Americana (mín. 2 jogos, máx. 10 jogos). Poderá também disputar o Mundial de Clubes de ganhar a Libertadores (mín. 1 jogo, máx. 2 jogos).

Botafogo (mín. 53 jogos, máx. 82 jogos)
Campeonato Carioca (mín. 11 jogos, máx. 18 jogos)
Copa Libertadores (mín 2 jogos, máx. 18 jogos)
Copa do Brasil (mín. 2 jogos, máx. 8 jogos)
Campeonato Brasileiro (38 jogos)
* Se for eliminado na fase da 3ª fase preliminar ou da fase de grupos da Libertadores, entrará na segunda fase da Copa Sul-Americana (mín. 2 jogos, máx. 10 jogos). Poderá também disputar o Mundial de Clubes de ganhar a Libertadores (mín. 1 jogo, máx. 2 jogos).

Cruzeiro (mín. 56 jogos, máx. 87 jogos)
Campeonato Mineiro (mín. 11 jogos, máx. 15 jogos)
Primeira Liga (mín. 3 jogos, máx. 6 jogos)
Copa Sul-Americana (mín 2 jogos, máx. 12 jogos)
Copa do Brasil (mín. 2 jogos, máx. 16 jogos)
Campeonato Brasileiro (38 jogos)

Corinthians (mín. 54 jogos, máx. 84 jogos)
Campeonato Paulista (mín. 12 jogos, máx. 18 jogos)
Copa Sul-Americana (mín 2 jogos, máx. 12 jogos)
Copa do Brasil (mín. 2 jogos, máx. 16 jogos)
Campeonato Brasileiro (38 jogos)

Flamengo (mín. 56 jogos, máx. 88 jogos)
Campeonato Carioca (mín. 11 jogos, máx. 18 jogos)
Primeira Liga (mín. 3 jogos, máx. 6 jogos)
Copa Libertadores (mín 2 jogos, máx. 18 jogos)
Copa do Brasil (mín. 2 jogos, máx. 8 jogos)
Campeonato Brasileiro (38 jogos)
* Se for eliminado na fase de grupos da Libertadores, entrará na segunda fase da Copa Sul-Americana (mín. 2 jogos, máx. 10 jogos). Poderá também disputar o Mundial de Clubes de ganhar a Libertadores (mín. 1 jogo, máx. 2 jogos).

Fluminense (mín. 56 jogos, máx. 90 jogos)
Campeonato Carioca (mín. 11 jogos, máx. 18 jogos)
Primeira Liga (mín. 3 jogos, máx. 6 jogos)
Copa Sul-Americana (mín 2 jogos, máx. 12 jogos)
Copa do Brasil (mín. 2 jogos, máx. 16 jogos)
Campeonato Brasileiro (38 jogos)

Grêmio (mín. 60 jogos, máx. 83 jogos)
Campeonato Gaúcho (mín. 11 jogos, máx. 17 jogos)
Primeira Liga (mín. 3 jogos, máx. 6 jogos)
Copa Libertadores (mín 6 jogos, máx. 14 jogos)
Copa do Brasil (mín. 2 jogos, máx. 8 jogos)
Campeonato Brasileiro (38 jogos)
* Se for eliminado na fase de grupos da Libertadores, entrará na segunda fase da Copa Sul-Americana (mín. 2 jogos, máx. 10 jogos). Poderá também disputar o Mundial de Clubes de ganhar a Libertadores (mín. 1 jogo, máx. 2 jogos).

Internacional (mín. 54 jogos, máx. 77 jogos)
Campeonato Gaúcho (mín. 11 jogos, máx. 17 jogos)
Primeira Liga (mín. 3 jogos, máx. 6 jogos)
Copa do Brasil (mín. 2 jogos, máx. 16 jogos)
Série B do Brasileiro (38 jogos)

Palmeiras (mín. 56 jogos, máx. 78 jogos)
Campeonato Paulista (mín. 12 jogos, máx. 18 jogos)
Copa Libertadores (mín 6 jogos, máx. 14 jogos)
Copa do Brasil (mín. 2 jogos, máx. 8 jogos)
Campeonato Brasileiro (38 jogos)
* Se for eliminado na fase de grupos da Libertadores, entrará na segunda fase da Copa Sul-Americana (mín. 2 jogos, máx. 10 jogos). Poderá também disputar o Mundial de Clubes de ganhar a Libertadores (mín. 1 jogo, máx. 2 jogos).

Santos (mín. 56 jogos, máx. 78 jogos)
Campeonato Paulista (mín. 12 jogos, máx. 18 jogos)
Copa Libertadores (mín 6 jogos, máx. 14 jogos)
Copa do Brasil (mín. 2 jogos, máx. 8 jogos)
Campeonato Brasileiro (38 jogos)
* Se for eliminado na fase de grupos da Libertadores, entrará na segunda fase da Copa Sul-Americana (mín. 2 jogos, máx. 10 jogos). Poderá também disputar o Mundial de Clubes de ganhar a Libertadores (mín. 1 jogo, máx. 2 jogos).

São Paulo (mín. 54 jogos, máx. 84 jogos)
Campeonato Paulista (mín. 12 jogos, máx. 18 jogos)
Copa Sul-Americana (mín 2 jogos, máx. 12 jogos)
Copa do Brasil (mín. 2 jogos, máx. 16 jogos)
Campeonato Brasileiro (38 jogos)

Vasco (mín. 51 jogos, máx. 71 jogos)
Campeonato Carioca (mín. 11 jogos, máx. 17 jogos)
Copa do Brasil (mín. 2 jogos, máx. 16 jogos)
Campeonato Brasileiro (38 jogos)

 


Os brasileiros com mais gols na Europa na temporada 2016/17
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Rodolfo Rodrigues

A primeira metade dos principais campeonatos nacionais da Europa dessa temporada 2016/17 está chegando ao final. E até agora dois brasileiros lidera as listas de artilheiros dessas competições: Diego Costa, do Chelsea, líder do Campeonato Inglês; e o Júnior Moraes, do Dynamo Kiev, da Ucrânia.

Diego Costa, naturalizado espanhol, tem 13 gols em 17 jogos na Premier League. Em sua terceira temporada pelo Chelsea, o sergipano soma 45 gols em 71 jogos. Em sua primeira, em 2014/15, fez 20 gols e foi o artilheiro do time campeão, ficando atrás na artilharia apenas de Agüero (Manchester City, 26 gols) e Harry Kane (Tottenham, 21 gols).  Na última temporada, 2015/16, Diego Costa fez apenas 12 gols em 28 jogos, um gol a menos do que nessa atual temporada, onde fez 13 em 17 jogos.

Já o atacante Júnior Moraes, de 29 anos, revelado pelo Santos, é o artilheiro do Campeonato Ucraniano com 10 gols pelo Dynamo Kiev. Em 2007, ele foi autor do gol do título paulista de 2007, na final contra o São Caetano.

Já outros jogadores que marcaram bastante gols na última temporada, ainda não conseguiram ter o mesmo rendimento nessa temporada 2016/17. Caso de Neymar, que fez 24 gols em 2015/16 e agora tem apenas 4 gols, e Fernandão, do Fenerbahce-TUR, que marcou 13 gols na última temporada e apenas um na atual. Jonas, artilheiro do Português de 2015/16, com 32 gols, que não marcou até agora. Depois de estrear em agosto, sofreu um lesão e voltou apenas agora, em dezembro (disputou somente três jogos).

Campeonato Espanhol

 

Artilheiros: Messi (argentino) – Barcelona, 12 gols; e Luis Suárez (uruguaio) – Barcelona, 12 gols
Brasileiros com mais gols: Willian José – Real Sociedad, 9 gols; Rafinha – Barcelona, 5 gols; Deyverson – Alavés, 5 gols

Campeonato Inglês
Artilheiro:
Diego Costa – Chelsea, 13 gols
Outros brasileiros com mais gols: Philippe Coutinho – Liverpool, 5 gols; Roberto Firmino – Liverpool, 5 gols; Willian – Chelsea, 3 gols

Campeonato Italiano
Artilheiro:
Mauro Icardi (argentino) – Internazionale, 14 gols
Brasileiros com mais gols: Felipe Anderson – Lazio, 2 gols; Danilo – Udinese, 2 gols

Campeonato Alemão
Artilheiro:
Aubameyang (gabonês) – Borussia Dortmund, 16 gols
Brasileiros com mais gols: Douglas Costa – Bayern Munique, 3 gols; Raffael – Borussia Moenchengladbach, 3 gols

Campeonato Francês
Artilheiro:
Cavani (uruguaio) – Paris Saint-Germain, 18 gols
Brasileiros com mais gols:
Lucas Moura – Paris Saint-Germain, 6 gols; Fabinho – Monaco, 5 gols; Boschilia – Monaco, 4 gols

Campeonato Português
Artilheiros: Marega (malinês) – Vitória de Guimarães, 10 gols; e André Silva (português) – Porto, 10 gols
Brasileiros com mais gols: Soares – Vitória de Guimarães, 6 gols; Welthon – Paços Ferreira, 5 gols; Wagner Borges – Tondela, 4 gols

Campeonato Russo
Artilheiro:
Smolov (russo) – Krasnodar, 10 gols
Brasileiros com mais gols: Jonathas – Rubin Kazan, 8 gols; Giuliano – Zenit, 7 gols

Campeonato Holandês
Artilheiro:
Jorgensen (dinamarquês) – Feyenoord, 12 gols
Brasileiros com mais gols: Nathan – Vitesse, 3 gols; Eric Botteghin – Feyenoord, 2 gols

Campeonato Turco
Artilheiro:
Tosun (turco) – Besiktas, 10 gols
Brasileiros com mais gols: Vágner Love – Alanyaspor, 5 gols; Márcio Mossoró – Basaksehir, 5 gols; Welliton – Kayserispor, 5 gols

Campeonato Ucraniano
Artilheiro:
Júnior Moraes – Dynamo Kiev, 10 gols
Outros brasileiros com mais gols: Dentinho – Shakthar Donetsk, 4 gols; Rafael Foster – Zorya, 3 gols; Marlos – Shakthar Donetsk, 3 gols; e Fred, Shakthar Donetsk, 3 gols


Espanha supera Brasil no Mundial de Clubes da Fifa
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Rodolfo Rodrigues

Com a vitória do Real Madrid, hoje, sobre o Kashima Antlers-JAP, por 4 x 2, a Espanha chegou a cinco títulos no Mundial de Clubes da Fifa e se tornou o país com mais conquistas, superando o Brasil, que tem quatro títulos. O time merengue tem agora dois mundiais (2014 e 2016), um a menos do que o Barcelona, que já venceu três edições (2009, 2011 e 2015). O Brasil tem quatro conquistas com Corinthians (2000 e 2012), São Paulo (2005) e Internacional (2006). A Itália tem dois títulos (Milan em 2007 e Internazionale em 2010), enquanto a Inglaterra tem um (Manchester United em 2007) e a Alemanha um (Bayern Munique em 2013).

Somando o antigo Mundial Interclubes, disputado entre 1960 e 2004, o Brasil ainda é o maior campeão com 10 títulos, um a mais do que Argentina, Espanha e Itália, com nove títulos cada.

Já a disputa entre Europa e América do Sul deu uma distanciada agora. Os times da Uefa já somam 29 títulos mundiais contra 26 dos clubes da Conmebol, que foram campeões pela última vez em 2012.

 


Cai o número de gols de falta no Brasileirão
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Rodolfo Rodrigues

O Campeonato Brasileiro de 2016 fechou com 912 gols em 359 jogos, média de 2,41 por partida. A terceira pior na era dos pontos corridos, desde 2003. Apenas em 2014 (2,26) e 2015 (2,36) as médias foram piores. E desses 912 gols feitos em 2016, apenas 17 foram de falta. Média de um gol de falta a cada 21 jogos. Muito pouco.

Nos últimos anos, esse número vem caindo drasticamente. Em 2010, foram 44 gols de falta. Em 2013, foram 46. Quase três mais do que o número atual.

Gols de falta no Brasileirão nos últimos anos
2010 – 44
2011 – 44
2012 – 36
2013 – 46
2014 – 27
2015 – 29
2016 – 17

E dos 17 gols de falta nesse ano, apenas dois jogadores conseguiram marcar mais de uma vez: Gustavo Scarpa, do Fluminense, e Marinho, do Vitória, com dois gols cada. Os outros 13 jogadores que marcaram de falta na Série A de 2016 foram: Lucas Fernandes e Maicon (São Paulo), Lucas Lima e Vítor Bueno (Santos), Arrascaeta (Cruzeiro), Arthur Maia e Hyoran (Chapecoense), Otero e Rafael Carioca (Atlético-MG),  Roberto (Santa Cruz), Camilo (Botafogo), Diego Souza (Sport) e Juan (Coritiba).

Dos 20 clubes participantes, nove não marcaram gols de falta: América-MG, Atlético-PR, Corinthians, Figueirense, Flamengo, Grêmio, Internacional, Palmeiras e Ponte Preta. O Corinthians, aliás, fez seu último gol de falta no dia 9 de julho de 2015, com Jádson. Desde então, já são 95 jogos sem um único gol de falta marcado.


Após 10 anos, Corinthians volta a demitir dois técnicos na temporada
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Rodolfo Rodrigues

Depois que caiu para a Série B do Brasileiro, em 2007, o Corinthians vinha sendo um exemplo em segurar treinador. De 2008 até o início de 2016, foram apenas quatro trocas e somente três técnicos: Mano Menezes (2008-2010), Adílson Batista (2010), Tite (2010-2013), Mano Menezes (2014) e Tite (2015-2016). Nesse período, o clube ganhou a Série B (2008), Paulista (2009), Copa do Brasil (2009), Brasileirão (2011), Copa Libertadores (2012), Mundial de Clubes da Fifa (2012), Recopa Sul-Americana (2013), Paulista (2013) e Brasileirão (2015).

Nesse período (de 2008 ao início de 2016), enquanto o Corinthians fez cinco trocas, seus rivais tiveram muito mais mudanças de técnicos: Palmeiras e São Paulo (10), Botafogo, Cruzeiro e Santos (11), Atlético-MG e Grêmio (13), Flamengo, Fluminense e Internacional (15) e Vasco (20).

Com a saída de Tite, porém, o Corinthians voltou a estaca do início do século, quando trocava constantemente de treinador. Em 2001, foram Darío Pereyra e Vanderlei Luxemburgo, demitidos. Em 2002, Parreira, num ano brilahente (campeão do Rio-São Paulo e da Copa do Brasil e vice do Brasileirão), conseguiu permanecer no cargo o ano inteiro antes de ser convidado para dirigir a Seleção Brasileira. Em 2003, passaram, sem sucesso, Júnior, Geninho e Juninho Fonseca. Em 2004, depois de começar o ano com Juninho, o time teve ainda Oswaldo de Oliveira e Tite, que ficou até o início de 2005. Naquele ano, depois da queda de Tite, o Corinthians teve Márcio Bittencourt, Daniel Passarella e Antônio Lopes. Em 2006, Lopes foi demitido. Depois dele, caíram também Ademar Braga e Geninho, antes de Leão assumir o time. Foram quatro técnicos na temporada, sendo um tampão. Em 2007, depois de Leão (demitido), o Corinthians teve ainda Paulo César Carpegiani (também demitido) e Nelsinho Baptista (que caiu após o rebaixamento)

Agora, em 2016, o Corinthians termina a temporada com quatro técnicos (Tite, Cristóvão Borges, Fábio Carille e Oswaldo de Oliveira, sendo Carille interino). Destes quatro, dois foram demitidos, Cristóvão e Oswaldo.

 

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