Futebol em Números

Recordes e curiosidades da quarta-feira de futebol
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Rodolfo Rodrigues

A rodada do futebol de ontem, quarta-feira, 22 de fevereiro, foi empolgante e marcada por alguns feitos importantes.

No Paulistão, o Corinthians venceu o Palmeiras por 1 x 0, em casa, com gol de Jô, quebrando um jejum de seis jogos e dois anos sobre o rival. Foi também a primeira vitória com gol de jogador criado na base do clube desde 2005, quando Rosinei marcou dois gols na vitória por 3 x 1 no dia 10 de julho, pelo Brasileirão. O Dérbi de ontem, o primeiro no ano do centenário, ficou marcado pelo erro grotesco do árbitro Thiago Duarte Peixoto, que expulsou Gabriel. O juiz, o mesmo das duas últimas eliminações do Corinthians no Paulistão, apitou seu sétimo jogo do Corinthians e curiosamente o time não perdeu – cinco vitórias e dois empates.

Na Liga dos Campeões, a Juventus venceu o Porto fora de casa por 2 x 0, no jogo de ida das oitavas de final. O segundo gol do time pelo brasileiro Daniel Alves em seu primeiro toque na bola. O lateral-direito, que já havia marcado na competição por Sevilla e Barcelona, chegou a marca de 94 jogos na Champions, igualando outro lateral brasileiro, Maxwell, hoje no PSG. Ambos figuaram na segunda posição entre os brasileiros com mais jogos na Liga dos Campeões, atrás apenas de mais um lateral, Roberto Carlos, que disputou 120 partidas. Na outra partida, o Sevilla venceu o Leicester por 2 x 1. O atacante Jamie Vardy, de 30 anos, e da seleção inglesa, marcou pela primeira vez em competições europeias.

Na Libertadores, Botafogo e Atlético-PR passaram de novo pela fase eliminatória e garantiram vaga na fase de grupos. Agora, o Brasil tem inéditos    oito participantes entre os 32 da fase de grupos: Grêmio, Chapecoense, Palmeiras, Santos, Flamengo, Atlético-MG, Botafogo e Atlético-PR.

Na Copa do Brasil, o Cruzeiro aplicou a maior goleada do torneio e despachou o São Raimundo-PA com a vitória por 6 x 0. O atacante Rafael Sóbis marcou 4 gols, algo que não acontecia com um atacante da Raposa desde 2015, quando Willian também marcou 4 gols na vitória sobre o Figueirense por 5 x 1 pelo Brasileirão. Sóbis também igualou o feito de Fred, até então o único jogador da Raposa a marcar 4 gols na Copa do Brasil – na goleada sobre o Sergipe por 7 x 0 em 2015.

 

 

 

 


Palmeiras leva vantagem sobre o Corinthians em 100 anos de clássico
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Rodolfo Rodrigues

Um dos clássicos mais tradicionais do mundo, o Derby Corinthians x Palmeiras completará 100 anos no próximo dia 6 de maio. Hoje, os dois rivais irão se encontrar pela primeira vez no ano do centenário, em jogo válido pela 5ª rodada do Paulistão, na Arena Corinthians.

O jogo, para efeitos de classificação, não tem grande importância. Porém, pelo atual momento das equipes, pelos últimos resultados e pela marca histórica dos 100 anos, o clássico ganha uma dimensão maior.

O Palmeiras, atual campeão brasileiro, não perde para o rival há dois anos. Nos últimos seis jogos, foram dois empates e quatro vitórias do alviverde. Nesse período, o time do Parque Antártica eliminou o Corinthians, nos pênaltis, do Paulistão de 2016, na casa do rival, e conseguiu duas vitórias, pelo Brasileirão, na nova casa corintiana.

Desde 1917, quando se enfrentaram pela primeira vez, Corinthians e Palmeiras já disputaram 351 vezes, com 125 vitórias do alviverde e 120 do alvinegro. A diferença de vitórias do Palmeiras hoje (cinco), já foi até maior (dez ao final da década de 90). Porém, nem sempre o Verdão ficou à frente do Timão no confronto direto. Em 1956, o Corinthians passou à frente (48 vitórias contra 47 do Palmeiras). Essa diferença chegou a ficar 54 x 48 para o Corinthians, em 1958, que manteve vantagem no clássico até 1969. Naquele ano, o Palmeiras voltou a ter mais vitórias do que o rival (66 x 65) e desde então vem mantendo a vantagem.

No século XXI, porém, o desempenho do Corinthians é melhor, apesar desse tabu do Palmeiras nos últimos dois anos. Em 2015, após a vitória corintiana por 1 x 0, no Allianz Parque, pelo Paulistão, a última do alvinegro no clássico, a diferença de vitórias ficou de apenas uma (121 a 120). Nos seis jogos seguintes, porém, o Palmeiras ganhou quatro e empatou duas. Assim, neste século, são 19 vitórias do Corinthians, 16 empates e 14 do Palmeiras.

Estatísticas do clássico Corinthians x Palmeiras, desde 1917:
351 jogos
125 vitórias do Palmeiras
106 empates
120 vitórias do Corinthians
509 gols do Palmeiras
468 gols do Corinthians

No Paulistão
204 jogos
74 vitórias do Corinthians
61 empates
69 vitórias do Palmeiras
277 gols do Corinthians
296 gols do Palmeiras

No Brasileirão
47 jogos
16 vitórias do Palmeiras
17 empates
14 vitórias do Corinthians
58 gols do Palmeiras
46 gols do Corinthians

Disputa de títulos: Palmeiras 6 x 3 Corinthians
1936 – Campeonato Paulista (jogo extra) (Palmeiras)
1951 – Torneio Rio-São Paulo (jogo extra) (Palmeiras)
1954 – Campeonato Paulista (Corinthians)
1974 – Campeonato Paulista (Palmeiras)
1993 – Torneio Rio-São Paulo (Palmeiras)
1993 – Campeonato Paulista (Palmeiras)
1994 – Campeonato Brasileiro (Palmeiras)
1995 – Campeonato Paulista (Corinthians)
1999 – Campeonato Paulista (Corinthians)

Mata-matas: Palmeiras 10 x 9 Corinthians
Além dos títulos acima, os clubes se enfrentam nos seguintes mata-matas:
1977 – Final do 2º turno do Paulistão (Corinthians)
1978 – Quartas de final do 1º turno do Paulistão (Corinthians)
1979 – Semifinal do Paulistão (Corinthians)
1983 – Semifinal do Paulistão (Corinthians)
1986 – Semifinal do Paulistão (Palmeiras)
1999 – Quartas de final da Libertadores (Palmeiras)
2000 – Semifinal da Libertadores (Palmeiras)
2003 – Semifinal do Paulistão (Corinthians)
2011 – Semifinal do Paulistão (Corinthians)
2015 – Semifinal do Paulistão (Palmeiras)

Maiores artilheiros (Corinthians)
Cláudio – 21 gols
Luizinho – 20 gols
Baltazar – 19 gols
Teleco – 16 gols
Marcelinho – 13 gols

Maiores artilheiros (Palmeiras)
Heitor – 16 gols
César Maluco – 14 gols
Romeu – 14 gols
Imparato – 11 gols
Evair – 9 gols

Por estádio:
Pacaembu

151 jogos
60 vitórias do Corinthians
44 empates
47 vitórias do Palmeiras

Morumbi
113 jogos
39 vitórias do Corinthians
36 empates
38 vitórias do Palmeiras

Parque Antártica
40 jogos
21 vitórias do Palmeiras
8 empates
11 vitórias do Corinthians

Parque São Jorge
15 jogos
5 vitórias do Corinthians
5 empates
5 vitórias do Palmeiras

Arena Corinthians
4 jogos
2 vitórias do Palmeiras
1 empate
1 vitória do Corinthians

Allianz Parque
3 jogos
1 vitória do Palmeiras
1 empate
1 vitória do Corinthians

Maiores goleadas
Palmeiras 8 x 0 Corinthians (5/11/1933) – Paulistão e Rio-SP
Palmeiras 6 x 0 Corinthians (25/4/1948) – Pacaembu
Palmeiras 5 x 1 Corinthians (7/5/1933) – Paulistão e Rio-SP
Corinthians 5 x 1 Palmeiras (27/8/1952) – Taça Cidade de São Paulo
Corinthians 5 x 1 Palmeiras (1/8/1982) – Paulistão
Palmeiras 5 x 1 Corinthians (3/8/1986) – Paulistão

Maiores invencibilidades
Palmeiras – 12 jogos (de 4/5/1930 a 5/8/1934)
Corinthians – 10 jogos (de 26/12/1948 a 24/3/1951)
Corinthians – 10 jogos (de 6/7/1952 a 21/7/1954)
Corinthians – 10 jogos (de 22/11/1970 a 4/11/1973)
Corinthians – 10 jogos (de 4/11/2011 a 31/5/2015)

Fonte: Almanaque do Timão (Celso Unzelte)


Os maiores artilheiros em atividade dos 12 grandes
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Rodolfo Rodrigues

Entre os doze grandes clubes do futebol brasileiro, o atacante Ricardo Oliveira, do Santos, é hoje o jogador em atividade dessas equipes com mais gols marcados: 80 em 134 jogos. Em duas passagens pelo clube da Vila Belmiro, o centroavante está bem à frente do segundo colocado no Peixe, o volante Renato, que marcou 30 gols, também em duas passagens pelo Santos. Thiago Ribeiro, que voltou ao clube após duas temporadas fora, é hoje o terceiro maior, seguido de perto por Vítor Bueno e Lucas Lima.

No São Paulo, o meia Cícero, que também volta ao clube em sua segunda passagem, é maior artilheiro, mas com apenas 16 gols. No Corinthians, o meia Danilo, longe do time há mais de seis meses por conta de uma lesão, é ainda o maior artilheiro com 33 gols, seguido por Jadson, que está de volta ao clube. Já no Palmeiras, Dudu, com apenas 26 gols, é o maior artilheiro do atual elenco.

No Rio de Janeiro, dois zagueiros com muitos jogos disputados lideram como os principais artilheiro de Flamengo e Fluminense. Pelo rubro-negro, Juan tem 29 gols, apenas um a mais do que o atacante peruano Guerrero. Já no Fluminense, Gum é o maior artilheiro do tricolor com 25 gols, dois a mais do que Gustavo Scarpa e Marcos Júnior. No Vasco, Nenê, com 35 gols, é o maior artilheiro, seguido de perto por Thalles (33). Já no Botafogo, Sassá lidera com 27 gols.

No Internacional, D'Alessandro, que voltou ao clube após uma temporada no River Plate-ARG, tem 77 gols. Bem à frente de Eduardo Sasha (29) e Valdívia (27). No Grêmio, Luan, com 41 gols, está bem próximo do líder Douglas (42). Já no Atlético-MG, Luan lidera com 36 gols. No Cruzeiro, Arrascaeta é maior artilheiro com 25 gols.

Santos
Ricardo Oliveira – 80 gols (134 jogos)
Renato – 30 gols (352 jogos)
Thiago Ribeiro – 22 gols (82 jogos)
Vítor Bueno – 18 gols (58 jogos)
Lucas Lima – 17 gols (161 jogos)

Palmeiras
Dudu – 26 gols (114 jogos)
Rafael Marques – 21 gols (105 jogos)
Alecsandro – 14 gols (56 jogos)
Victor Hugo – 13 gols (121 jogos)
Lucas Barrios – 13 gols (44 jogos)

Corinthians
Danilo – 33 gols (336 jogos)
Jadson – 24 gols (103 jogos)
Romero – 20 gols (107 jogos)
Jô – 19 gols (121 jogos)
Rodriguinho – 14 gols (85 jogos)

São Paulo
Cícero – 16 gols (97 jogos)
Lugano – 13 gols (202 jogos)
Chávez – 12 gols (25 jogos)
Rodrigo Caio – 11 gols (198 jogos)
Cueva – 9 gols (31 jogos)

Flamengo
Juan – 29 gols (289 jogos)
Guerreo – 28 gols (67 jogos)
Éverton – 28 gols (199 jogos)
Marcelo Cirino – 23 gols (94 jogos)
Gabriel – 21 gols (181 jogos)

Fluminense
Gum – 25 gols (354 jogos)
Gustavo Scarpa – 23 gols (109 jogos)
Marcos Júnior – 23 gols (151 jogos)
Marquinho – 21 gols (181 jogos)
Henrique Dourado – 8 gols (20 jogos)

Vasco
Nenê – 35 gols (87 jogos)
Thalles – 33 gols (136 jogos)
Éder Luiz – 30 gols (206 jogos)
Rodrigo – 18 gols (165 jogos)
Luan – 12 gols (170 jogos)

Botafogo
Sassá – 27 gols (96 jogos)
Rodrigo Pimpão – 14 gols (54 jogos)
Fernandes – 10 gols (69 jogos)
Camilo – 6 gols (33 jogos)
Bruno Silva – 5 gols (56 jogos)

Grêmio
Douglas – 42 gols (229 jogos)
Luan – 41 gols (170 jogos)
Pedro Rocha – 21 gols (88 jogos)
Éverton – 15 gols (96 jogos)
Ramiro – 9 gols (150 jogos)
Bolaños – 9 gols (33 jogos)

Internacional
D’Alessandro – 77 gols (346 jogos)
Eduardo Sasha – 29 gols (126 jogos)
Valdívia – 27 gols (131 jogos)
Ernando – 9 gols (165 jogos)
Paulão – 9 gols (140 jogos)

Atlético-MG
Luan – 36 gols (167 jogos)
Leonardo Silva – 28 gols (282 jogos)
Robinho – 25 gols (55 jogos)
Fred – 15 gols (32 jogos)
Marcos Rocha – 13 gols (262 jogos)

Cruzeiro
Arrascaeta – 25 gols (103 jogos)
Henrique – 23 gols (358 jogos)
Alisson – 19 gols (117 jogos)
Ábila – 18 gols (34 jogos)
Léo – 17 gols (227 jogos)

 


São Paulo ajuda a elevar média de público do Paulistão
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Rodolfo Rodrigues

Depois de levar 50.952 torcedores na estreia do técnico Rogério Ceni, em casa, diante da Ponte Preta, o São Paulo voltou a ter casa cheia no Morumbi na última rodada. Contra o Mirassol, no empate por 2 x 2, o tricolor recebeu 43.961 pagantes, ficando assim como uma ótima média de 47.457 torcedores por jogo nesse início de campeonato.

Com isso, o São Paulo vem ajudando, e muito, para elevar a média de público do Paulistão. Até aqui, após quatro rodadas, o campeonato tem a média de 9.404 torcedores por jogo. Bem acima da últimas edições dez edições.
Média de público do Paulistão nos últimos anos
2007 – 5.400
2008 – 6.651
2009 – 6.034
2010 – 4.952
2011 – 5.882
2012 – 5.984
2013 – 6.271
2014 – 5.686
2015 – 7.607
2016 – 7.272
2017  – 9.404 (até a 4ª rodada).

A média de público do Paulistão (9.404) é também a maior entre os Estaduais de 2017. No Rio de Janeiro, que contou com uma fase preliminar, antes da entrada dos grandes times, a média é de apenas 2.556 torcedores por jogo. Em Minas Gerais, a média é um pouco melhor (4.913). Já no Rio Grande do Sul, a média é de 3.485 torcedores por partida.

Nos Estaduais, a média de público do São Paulo é também disparada, até aqui, a maior entre os clubes. Dos 12 grandes, além do tricolor paulista, apenas o Palmeiras tem uma média superior a 20 mil torcedores.
Média de público dos 12 grandes nos Estaduais 2017:
São Paulo – 47.457 (2 jogos)
Palmeiras – 24.328 (2 jogos)
Atlético-MG – 17.270 (3 jogos)
Corinthians – 14.877 (2 jogos)
Botafogo – 10.621 (3 jogos)
Santos – 9.181 (3 jogos)
Grêmio – 8.580 (3 jogos)
Internacional – 8.536 (2 jogos)
Flamengo – 7.441 (3 jogos)
Vasco – 7.107 (3 jogos)
Cruzeiro – 4.538 (1 jogo)
Fluminense – 2.328 (2 jogos)


Corinthians: pior ataque entre os grandes em 2017
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Rodolfo Rodrigues

Com apenas três gols marcados em quatro jogos oficiais em 2017, o Corinthians tem a fraca média de 0,75 gol por partida. A pior entre os 12 grandes clubes do futebol brasileiro em 2017 e a segunda pior média entre os 20 clubes que irão disputar a Série A nesse ano.

Até aqui, o time treinado por Fábio Carille não conseguiu marcar mais de um gol numa só partida. Na estreia do Paulistão, contra o São Bento, venceu por 1 x 0, com gol de pênalti (duvidoso), de Jô. Depois, venceu a Caldense-MG, pela Copa do Brasil, também por 1 x 0, gol de cabeça do meia Rodriguinho. No terceiro jogo, no último sábado, o time perdeu para o Santo André, em casa, por 2 x 0, e perdeu um pênalti – cobrado por Jô. Ontem, venceu o Novorizontino por 1 x 0, em casa, com gol de cabeça do zagueiro Pablo. Três gols (um de pênalti e dois de cabeça) em quatro jogos, sendo apenas um de atacante (Jô).

Em 2016, o Corinthians marcou 101 em 67 jogos e teve média de 1,51 gols por partida. Em 2015, ano do último título, o Brasileirão, marcou 117 gols também em 67 jogos – média de 1,75 por jogo. Agora, nesse início de temporada, a média despencou para 0,75.

Dos 20 clubes da Série A de 2017, apenas a Chapecoense tem média de gols inferior a do Corinthians. O time catarinense, que ainda passa pelo processo de reformulação do elenco após a tragédia de Medellín, marcou 5 gols em 7 jogos (média de 0,71 por partida). Já o Internacional, que disputará a Série B, tem até aqui 8 gols em 6 jogos (média de 1,33 por jogo).

Por outro lado, o Santos é quem tem a melhor média de gols em jogos oficiais na temporada 2017. Em 3 jogos a equipe do técnico Dorival Júnior marcou 10 gols (3,33 por partida). O São Paulo, do técnico Rogério Ceni, marcou 11 gols em 4 jogos (2,75 por partida). No Paulistão, o tricolor marcou 10 gols em 3 jogos. Já o Flamengo, em 6 jogos, marcou 16 gols (média de 2,75 por jogo)

Melhores ataques dos clubes da Série A em 2017:

ClubeGolsJogosMédia
Santos1033,33
São Paulo1142,75
Flamengo1662,67
Vitória1972,71
Fluminense1972,71
Cruzeiro1362,17
Ponte Preta842,00
Atlético-MG951,80
Sport1271,71
Bahia1271,71
Vasco751,40
Atlético-PR861,33
Avaí1081,25
Botafogo871,14
Atlético-GO551,00
Grêmio441,00
Palmeiras331,00
Coritiba450,80
Corinthians340,75
Chapecoense570,71

 


Os maiores artilheiros da Liga dos Campeões por país
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Rodolfo Rodrigues

Nesta semana, depois de quatro jogos de ida pelas oitavas de final, a Liga dos Campeões contou com dois novos recordistas de gols na competição por país. Benzema, que marcou na vitória do Real Madrid-ESP sobre o Napoli-ITA, por 3 x 1, se tornou o francês com mais gols na história da competição, superando o compatriota Thierry Henry (51 a 50 gols). Benzema, agora, é o 5º maior artilheiro da Champions em todos os tempos.

Outro que se tornou o maior artilheiro de seu país na história do principal torneio de clubes do mundo foi o atacante Alexis Sánchez, do Arsenal. Com o gol que fez na derrota para o Bayern Munique-ALE por 5 x 1, Sánchez chegou a 12 gols, superando Arturo Vidal, curiosamente do Bayern, que tem 11 gols.

Entre os principais artilheiros por país, muitos estão em atividade ou ainda disputando a competição. No Brasil, Kaká segue como o maior artilheiro (30 gols). Neymar, com 19 gols, é o sexto da lista. Entre os maiores, que disputam a edição de 2016/17, estão Cristiano Ronaldo (96), Messi (93), Benzema (51), Thomas Müller (39), Lewandowski (38), Robben (28), Agüero (25) e Cavani (24).

Confira o top 10 de artilheiros da história da Liga dos Campeões e também os maiores de cada país (entre os principais no futebol):

Dez maiores artilheiros da Liga dos Campeões (1955-2017)
1º Cristiano Ronaldo* (Portugal) – 95 gols
2º Messi* (Argentina) – 93 gols
3º Raúl (Espanha) – 71 gols
4º Van Nistelrooy (Holanda) – 56 gols
5º Benzema* (França) – 51 gols
6º Henry (França) – 50 gols
7º Di Stéfano (Argentina) – 49 gols
8º Ibrahimovic** (Suécia) – 48 gols
Andrey Shevchenko (Ucrânia) – 48 gols
10º Filippo Inzaghi (Itália) – 46 gols
* Estão disputando a edição 2016/17
** Em atividade

Maiores artilheiros por país:
Alemanha
1º Thomas Müller* – 39 gols
2º Gerd Müller – 35 gols
3º Mario Gomez** – 26 gols

Argentina
1º Messi* – 93 gols
2º Di Stéfano – 49 gols
3º Crespo e Agüero* – 25 gols

Bélgica
1º Paul Van Himst – 20 gols
2º Luc Nils – 11 gols
3º Raoul Lambert – 10 gols

Brasil
1º Kaká – 30 gols
2º Rivaldo – 27 gols
3º Jardel – 25 gols
4º Élber – 24 gols
5º Luiz Adriano** – 20 gols
6º Neymar* – 19 gols
7º Juninho Pernambucano e Ronaldinho Gaúcho – 18 gols
9º Hulk** – 17 gols
10º Romário – 15 gols

14º Willian* – 13 gols
19º Alex Teixeira** – 11 gols
23º Jonas* – 10 gols
24º Douglas Costa*, Jádson ** e Robinho** – 9 gols

Chile
1º Alexis Sánchez* – 12 gols
2º Arturo Vidal – 11 gols
3º Marcelo Salas e Zamorano – 5 gols

Colômbia
1º Jackson Martínez** – 13 gols
2º Falcao García* – 6  gols
3º James Rodríguez* e Adrián Ramos** – 4 gols

Costa do Marfim
1º Drogba** – 44 gols
2º Doumbia** – 14 gols
3º Kalou** e Yaya Touré* – 8 gols

Croácia
1º Mandzukic* – 14 gols
2º Olic** – 10 gols
3º Boksic e Prso – 9 gols

Croácia
1º Mandzukic* – 14 gols
2º Olic** – 10 gols
3º Boksic e Prso – 9 gols

Espanha
1º Raúl – 71 gols
2º Morientes – 33 gols
3º Paco Gento – 31 gols

França
1º Benzema* – 51 gols
2º Henry – 50 gols
3º Trezeguet – 29 gols

Holanda
1º Van Nistelrooy – 56 gols
2º Kluivert e Roy Makaay – 29 gols
4º Robben* – 28 gols

Inglaterra
1º Rooney** – 30 gols
2º Paul Scholes – 24 gols
3º Lampard** – 23 gols

Itália
1º Filippo Inzaghi – 46 gols
2º Del Piero – 42 gols
3º Mazola – 24 gols

México
1º Hugo Sánchez – 17 gols
2º Chicharito Hernández** – 14 gols
3º Nery Castillo – 5 gols

País de Gales
1º Giggs – 27 gols
2º Ian Rush e Bale* – 14 gols
4º Ramsey* – 8 gols

Paraguai
1º Óscar Cardozo** – 11 gols
2º Santa Cruz** – 8 gols
3º Derlis González** e Nelson Valdez** – 5 gols

Peru
1º Claudio Pizarro** – 21 gols
2º Farfán** – 9 gols
3º Vargas**, Cubillas e Guerrero** – 2 gols

Polônia
1º Lewandowski* – 38 gols
2º Lubanski – 15 gols
3º Pol – 11 gols

Portugal
1º Cristiano Ronaldo* – 96 gols
2º Eusébio – 44 gols
3º José Augusto e Luis Figo – 24 gols

República Tcheca
1º Nedved – 15 gols
2º Jan Koller – 13 gols
3º Kucera e Rosicky** – 10 gols

Romênia
1º Hagi – 15 gols
2º Lacatus – 14 gols
3º Ilie – 8 gols

Rússia
1º Sergei Yuran – 13 gols
2º Tikhonov – 8 gols
3º Dzagoev**, Shirokov, Dzyuba**, Alenichev e Titov  – 6 gols

Sérvia
1º Stankovic e Milajlovic – 11 gols
3º Dordevic – 9 gols
4º Ivanovic* – 7 gols

Suécia
1º Ibrahimovic** – 48 gols
2º Torbjorn Nilsson – 14 gols
3º Ljungberg – 13 gols

Turquia
1º Metin Oktay e Hakan Sukur – 13 gols
3º Burak Ylmaz** – 10 gols
4º Arda Turan* – 9 gols

Ucrânia
1º Shevchenco – 48 gols
2º Rebrov – 20 gols
3º Blokhin – 11 gols

Uruguai
1º Cavani* – 24 gols
2º Luis Suárez* – 18 gols
3º Pandiani – 12 gols

* Estão disputando a edição 2016/17
** Em atividade


Pior derrota do trio Messi, Neymar e Suárez pelo Barcelona
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Rodolfo Rodrigues

O Barcelona foi goleado hoje pelo Paris Saint-Germain por 4 x 0, no Parc des Princes, no jogo de ida das oitavas de final da Liga dos Campeões. A derrota para o time francês foi a maior do Barça com o seu poderoso trio de atacantes Messi, Neymar e Suárez. Até então, a pior havia sido o 4 x 1 para o Celta, pelo Campeonato Espanhol de 2015/16.

Sob o comando do técnico Luis Enrique, desde a temporada 2013/14, o Barcelona havia perdido também por 4 x 0, para o Athletic Bilbao, pela final da Supercopa Espanhola de 2015. Naquele dia, o Barça não contou com Neymar, mas Messi e Suárez estavam em campo.

Pela Liga dos Campeões, o Barcelona perdeu também recentemente num mata-mata por 4 x 0. Foi na temporada 2012/13, quando o time ainda era treinado por Tito Villanova. Na ocasião, o Bayern Munique, de Jupp Heynckes, ganhou na ida e depois, na volta, no Camp Nou, por 3 x 0, passando para a final.

Até hoje, na história da competição, nenhum clube reverteu o placar de 4 x 0. Nem o Barcelona, em toda sua história, reverteu também um 4 x 0. Bom sinal para a equipe francesa, que luta para chegar à sua primeira final.


Pratto: 70º estrangeiro na história do São Paulo
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Rodolfo Rodrigues

O atacante argentino Lucas Pratto vestiu ontem a camisa do São Paulo em sua apresentação ao clube. O ex-jogador do Atlético-MG, de 28 anos, será o 70º estrangeiro a jogar pelo tricolor do Morumbi e 25º argentino. Entre os quatro grandes clubes de São Paulo, apenas o Santos já teve mais gringos em sua história (94). O Palmeiras teve 68, mas contratou mais dois estrangeiros agora – o colombiano Borja e o venezuelano Alejandro Guerra. Já o Corinthians, com a chegada do turco Kazim, chegou a 43 gringos em sua história.

Com a chegada de Pratto, o São Paulo agora conta com cinco estrangeiros em seu elenco, sendo três argentinos (Buffarini, Chávez e Pratto), um uruguaio (Lugano) e um peruano (Cueva). Lugano, de 36 anos, que está em sua segunda passagem pelo clube, é o 5º estrangeiro que mais jogo pelo tricolor com 202 jogos. Até hoje, o recordista é o goleiro argentino Jose Poy, que disputou 525 jogos, seguido pelos uruguaios Darío Pereyra, zagueiro (453 partidas), o meia Pedro Rocha (393) e o lateral Pablo Forlán (243).

Já entre os gringos que mais marcaram gols pelo São Paulo, o primeiro colocado, disparado, é Pedro Rocha, com 119 gols. Antonio Sastre, argentino, é o segundo com 56 gols, seguido por Gustavo Albella (argentino, 46 gols), Rubén Barrios (paraguaio, 40 gols) e Aristizábal (colombiano, 37 gols) e Darío Pereyra (também 37 gols). Lugano, com 13 gols, é o 12º da lista dos maiores artilheiros estrangeiros do clube, seguido por Chávez, autor de 12 gols. Já o peruano Cueva, com 8 gols, é o 16º da lista, ao lado do argentino Centurión, que deixou o clube em 2016.

Todos os 69 estrangeiros que já jogaram pelo São Paulo:

ARGENTINA – 24 jogadores
Hernan Adrián González
Lateral-direito (16/08/2009 – 31/01/2010)
20/11/1976 – Avellaneda
Clube anterior: San Lorenzo

Gustavo Albella
Meia (02/03/1952 – 07/02/1954)
22/08/1925 – Altagracia
Clube anterior: Banfield
Campeão Paulista (1953)

Horacio Andres Ameli
Zagueiro (27/07/2002 – 28/11/2002)
07/07/1974 – Rosário
Clube anterior: San Lorenzo

Gregorio Beraza
Meia-atacante (22/11/1956 – 17/02/1957)
02/05/1931 – Rosário
Clube anterior: Platense
Campeão Paulista (1957)

Luiz Carlos Bonelli
Goleiro (25/03/1956 – 03/01/1957)
25/06/1928 – Mendoza
Clube anterior: Comercial de RP

Elmo Bóvio
Meia-atacante (16/04/1950 – 17/12/1950)
14/07/1925 – Buenos Aires
Clube anterior: Palmeiras

Julio Alberto Buffarini
Lateral-direito (desde 04/08/2016)
18/08/1988 – Córdoba
Clube anterior: San Lorenzo

Jonathan Calleri
Atacante (03/02/2016 – 13/07/2016)
23/09/1993 – Buenos Aires
Clube anterior: Boca Juniors

Marcelo Cañete
Meia (31/08/2011 – 23/03/2014)
16/04/1990 – Lugano
Clube anterior: Universidad Católica-CHI

João Castagno
Atacante (31/07/1940 – 14/08/1940)
Data e local de nascimento desconhecidos, Argentina
Clube anterior: Desconhecido

Ricardo Adrián Centurión
Atacante (desde 14/02/2015)
19/01/1993 – Avellaneda
Clube anterior: Racing

Andres Eliseo Chávez
Atacante (desde 31/07/2016)
21/03/1991 – Salto
Clube anterior: Boca Juniors

Clemente Jose Rodríguez
Lateral-esquerdo (10/07/2013 – 15/08/2013)
31/07/1981 – Buenos Aires
Clube anterior: Boca Juniors

Cesar Hector González
Lateral-direito e zagueiro (15/11/1950 – 25/02/1951)
07/12/1926 – Bolivar
Clube anterior: Internacional

Teófilo Juarez
Zagueiro (31/07/1940 – 22/10/1940)
09/02/1910 – Santiagol del Estero
Clube anterior: Santos

Rinaldo Fioramonte Martino
Atacante (05/04/1953 – 31/05/1953)
06/11/1921 – Rosário
Clube anterior: Nacional-URU

Nicolas Moreno
Atacante (02/03/1952 – 18/01/1953)
23/12/1922 – San Martin
Clube anterior: Banfield
Campeão Paulista (1953)

Juan Jose Eufemio Negri
Atacante, Armador (12/04/1953 – 12/05/1955)
08/03/1923 – Buenos Aires
Clube anterior: Juventus
Campeão Paulista (1953)

Carlos Jose Ponziníbio
Meio-campista (05/08/1934 – 11/05/1940)
31/05/1906 – Buenos Aires
Clube anterior: Estudiantes

Jose Poy
Goleiro (14/06/1949 – 16/12/1962)
16/04/1926 – Rosário
Clube anterior: Rosario Central
Campeão Paulista (1948, 1949, 1953 e 1957)

Pedro Prospitti
Atacante (30/10/1966 – 04/12/1966)
24/07/1941 – Alle
Clube anterior: River Plate

Armando Federico Renganeschi
Zagueiro (26/11/1944 – 21/11/1948)
10/05/1913 – Capitán Sarmiento
Clube anterior: Fluminense
Campeão Paulista (1945, 1946 e 1948)

Alfredo Runtzer
Atacante (21/03/1954 – 11/04/1954)
07/06/1925 – Local de nascimento desconhecido
Clube anterior: Ypiranga

Antonio Sastre
Meia (18/04/1943 – 15/12/1946)
27/04/1911 – Lomas de Zamora
Clube anterior: Independiente
Campeão Paulista (1943, 1945 e 1946)

CHILE – 5 jogadores
Cláudio Andrés del Tránsito Maldonado Rivera
Volante (03/05/2000 – 16/03/2003)
03/01/1980 – Curicó
Clube anterior: Colo-Colo
Campeão do Torneio Rio-São Paulo (2001), Paulista (2000) e Supercampeão Paulista (2002)

Eugenio Esteban Mena Reveco
Lateral-esquerdo (desde 20/01/2016)
18/07/1988 – Viña del Mar
Clube anterior: Cruzeiro

Gabriel Mendoza Ibarra
Lateral direito (14/02/1996 – 04/05/1996)
22/05/1968 – Swel
Clube anterior: Colo-Colo

Roberto Antonio Rojas Saavedra
Goleiro (23/09/1987 – 19/04/1989)
08/08/1957 – Santiago
Clube anterior: Colo-Colo
Campeão Paulista (1989)

Jose Luis Sierra Pando
Meia (28/09/1994 – 18/11/1995)
05/12/1968 – Santiago
Clube anterior: Unión Española

CHIPRE – 1 jogador
Abraham Ben-Lulu (Alberto)
Goleiro (23/09/1967)
19/01/1948. Local de nascimento desconhecido, Chipre
Clube anterior: Categorias de base do São Paulo

COLÔMBIA – 3 jogadores
Victor Hugo Aristizábal Posada
Atacante (08/08/1996 – 10/05/1998)
09/12/1971 – Medellín
Clube anterior: Atlético Nacional
Campeão Paulista (1998)

Dorlan Mauricio Pabon Rios
Atacante (09/02/2014 – 31/05/2014)
24/01/1988 – Medellín
Clube anterior: Valencia-ESP

Wilder Andrés Guisao Correa
Atacante (20/08/2015 – 15/05/2016)
30/07/1991. Apartadó
Clube anterior: Toluca-MEX

EL SALVADOR – 1 jogador
Juan Francisco Barraza
Atacante (19/01/1964 – 23/02/1964)
12/01/1935. San Miguel

EQUADOR – 2 jogadores
Hector Johnny Carabali Cevallos
Volante (10/03/1999 – 25/07/1999)
15/02/1972. Guayaquil
Clube anterior: Barcelona-EQU

Neicer Reasco Yano
Lateral direito (13/08/2006 – 08/03/2008)
23/07/1977 – Tambillo
Clube anterior: LDU Quito
Campeão Brasileiro (2006, 2007 e 2008)

ESPANHA – 1 jogador
Fernando Carazzo Castro
Atacante (25/01/1936 – 16/02/1936)
06/04/1904. La Coruña
Clube anterior: Espanha (atual Jabaquara)

HUNGRIA – 1 jogador
Joseph Lengyel (José Lengyel)
Goleiro (14/05/1933 – 25/03/1934)
01/03/1908 – Local desconhecido, Hungria
Clube anterior: Juventus

JAPÃO – 1 jogador
Mizushima Musashi
Meia (21/04/1985)
10/09/1964, Tóquio
Clube anterior: Shimizu
Campeão Paulista (1985)

PARAGUAI – 6 jogadores
Celso Rafael Ayala Gávilan
Zagueiro (27/09/2000 – 08/11/2000)
20/08/1970. Assunção
Clube anterior: Atlético de Madri-ESP

Ruben Marcial Barrios Gonzalez
Atacante (12/02/1944 – 19/10/1947)
29/06/1919. Lambaré
Clube anterior: Boca Juniors
Campeão Paulista (1945 e 1946)

Cecílio Martinez Arce
Ponta, Meia (28/04/1963 – 28/04/1965)
01/01/1943. Asunção
Clube anterior: Nacional-PAR

Nestor Daniel Isasi Guillén
Lateral-direito (03/041997 – 17/01/1999)
04/09/1972, Asunção
Clube anterior: Guaraní-PAR

Carlos Assim Safuán Garcia (Paraguaio)
Meia (18/08/1968 – 12/01/1969)
25/01/1948. San Estanislao
Clube anterior: Mariscal Lopez

Iván Rodrigo Piris Leguizamón
Lateral-direito (31/07/2011 – 10/06/2012)
10/03/1989 – Assunção
Clube anterior: Cerro Porteño

PERU – 1 jogador
Christian Alberto Cueva Bravo
Meio-campista (desde 29/06/2016)
23/11/1991. Trujillo
Clube anterior: Toluca-MEX

PORTUGAL – 2 jogadores
Antônio Ferreira D'Azambuja (Azambuja)
Meia (25/08/1946 a 09/10/1949)
10/11/1925 – Carapinheira do Campo
Clube anterior: Categorias de base do São Paulo
Campeão Paulista (1949)

Antônio Augusto Fernandes Machado
Atacante (10/11/1966 – 01/04/1967)
28/08/1947 – Vimioso
Clube anterior: Categorias de base do São Paulo

REPÚBLICA TCHECA – 1 jogador
František Šafránek (Chafranek)
Lateral direito (24/06/1964)
02/01/1931 – Praga
Clube anterior: Dukla Praga-TCH

ROMÊNIA – 2 jogadores

Constantin Jorgov De Maria
Atacante (30/05/1951 – 19/11/1951)
16/09/1923 – Galita
Clube anterior: XV de Piracicaba

Waldemar Zaclis
Volante (09/10/1939 – 06/03/1943)
24/04/1918 – Telenasti
Clube anterior: Categorias de base
Campeão Paulista (1943)

UCRÂNIA – 1 jogador
CHEMP. Eugênio Chemp
Atacante (29/11/36 – 31/07/1941)
18/02/1916 – Kiev (nacionalidade uruguaia)
Clube anterior: Albion-SP

URUGUAI – 16 jogadores
Graciano Acosta Torres
Volante (29/071937 – 06/02/1938)
1909 – Tacuarembó
Clube anterior: Desconhecido

Diego Vicente Aguirre Camblor
Meia-atacante (15/07/1990 – 04/10/1990)
13/09/1965 – Montevidéu
Clube anterior: Peñarol

Álvaro D. Pereira Barragán
Lateral-esquerdo (26/01/2014 – 30/11/2014)
28/11/1985. Montevidéu
Clube anterior: Internazionale-ITA

Emilio Armiñana
Meia (13/05/1930 – 28/06/1931)
Data de nascimento desconhecida – Central
Clube anterior: Peñarol Universitario
Campeão Paulista (1931)

Juán Ramon Carrasco Torres
Meio-campista (27/06/1990 – 10/10/1990)
15/09/1965 – Montevidéu
Clube anterior: Peñarol

Alfonso Darío Pereyra Bueno
Zagueiro, Volante, Meia (11/12/1977 – 28/05/1988)
19/10/1956. Sauce
Clube anterior: Nacional-URU
Campeão Brasileiro (1977 e 1986) e Paulista (1980, 1981, 1985 e 1987)

Pablo Justo Forlán Lamarque
Lateral-direito (01/05/1970 a 14/09/1975)
14/07/1945 – Mercedes Soriano
Clube anterior: Peñarol
Campeão Paulista (1970, 1971 e 1975)

Ruben Alfredo Furtembach
Lateral-esquerdo e zagueiro (21/04/1985 – 09/07/1986)
22/06/1963 – Artigas
Clube anterior: Nacional-URU
Campeão Paulista (1985)

Daniel Gutiérrez
Meia-direita (25/01/1936)
1910 – Rivera
Clube anterior: provavelmente Palestra Itália

Diego Alfredo Lugano Morena
Zagueiro (11/05/2003 – 16/08/2006)
02/11/1980. Canelones
Clube anterior: Nacional-URU
Campeão Mundial de Clubes (2005), da Libertadores (2005), Brasileiro (2006) e Paulista (2005)

Gustavo Christian Matosas Paidón
Meia (03/06/1993 – 19/11/1993)
27/05/1967 – Montevidéu
Clube anterior: Racing-ARG

Pedro Virgílio Rocha Franchetti
Meia-esquerda (27/09/1970 – 18/02/1978)
03/12/1942 – Salto
Clube anterior: Peñarol
Campeão Brasileiro (1977) e Paulista (1971 e 1975)

Ramón Vicente Jesus
Volante (20/11/1941 – 28/06/1942)
27/10/1915 – Montevidéu
Clube anterior: Montevideo Wanderers

Herculano Romulo Squarza
Zagueiro (11/05/1940 a 04/01/1942)
29/10/1914 – Montevidéu
Clube anterior: Desconhecido

Eusebio Urruzmendi
Atacante (07/07/1951 – 15/07/1951)
Data e local de nascimento desconhecidos
Clube anterior: Desconhecido

Apparicio Vega
Atacante (23/09/1934 – 24/03/1935)
23/11/1911 – Melo
Clube anterior: Desconhecido

VENEZUELA – 1 jogador

Alexander Rondón Heredia
Atacante (24/07/2004 – 20/10/2004)
30/08/1977 – Cumana
Clube anterior: Deportivo Táchira

Fonte: São Paulo FC


São Paulo tem o maior público de 2017
Comentários Comente

Rodolfo Rodrigues

A estreia de Rogério Ceni como técnico do São Paulo, em casa, levou ontem mais de 50 mil pessoas ao Morumbi. Assim, o tricolor conseguiu registrar o melhor público da temporada brasileira (50 952), superando o de Cruzeiro 1 x 0 Atlético-MG (39 794), pela Primeira Liga.

Ano passado, o São Paulo teve o segundo maior público pagante nos estádios brasileiros (61 766), na semifinal da Copa Libertadores, quando o time foi derrotado, no Morumbi, pelo Atlético Nacional-COL. Apenas Fortaleza 1 x 1 Juventude, pelas quartas de final da Série C, levou mais público em 2016 (63 903).

O público de ontem do São Paulo foi também o seu melhor no Morumbi, pelo Paulistão, desde 2006. Naquele ano, o tricolor levou 51 520 pessoas na vitória por 3 x 1 sobre o Santos. Ano passado, o maior público do time, em casa, foi 13 466, no clássico contra o Palmeiras. O público da vitória de ontem, sobre a Ponte Preta, por 5 x 2, foi também o maior do Paulistão desde a final de 2012, quando o Santos venceu o Guarani e levou 53.749.

Maiores públicos de 2017
50 952 – São Paulo 5 x 2 Ponte Preta (12/2) – Morumbi
39 794 – Cruzeiro 1 x 0 Atlético-MG (1/2) – Mineirão
34 424 – Botafogo 2 x 1 Colo-Colo-CHI (1/2) – Engenhão
27 953 – Remo 2 x 1 Paysandu (12/2) – Mangueirão
24 947 – Palmeiras 1 x 0 Botafogo (5/2) – Allianz Parque
23 610 – Atlético-PR 1 x 0 Millonarios-COL (1/2) – Arena da Baixada
22 042 – Botafogo 1 x 2 Flamengo (12/2) – Engenhão
21 955 – Fortaleza 1 x 0 Ceará (22/1) – Castelão
21 402 – Moto Club 0 x 1 São Paulo (9/2) – Castelão
20 412 – Red Bull 2 x 3 Santos (11/2) – Pacembu
20 224 – Flamengo 2 x 0 Grêmio (8/2) – Mané Garrincha

Maiores públicos por Campeonato
Copa do Brasil
21 402 – Moto Club 0 x 1 São Paulo (9/2) – Castelão

Primeira Liga
39 794 – Cruzeiro 1 x 0 Atlético-MG (1/2) – Mineirão

Copa do Nordeste
10 573 – CRB 2 x 1 CSA (5/2) – Rei Pelé

Estaduais
Camp. Alagoano
1 999 – CSE 1 x 1 CRB (22/1) – Juca Sampaio

Camp. Baiano
6 578 – Atlântico 2 x 2 Jacuipense (29/1) – Pituaçu

Camp. Brasiliense
3 821 – Gama x Taguatinga (5/2) – Bezerrão

Camp. Capixaba
557 – Rio Branco 1 x 1 Tupy (29/1) – Kléber Andrade

Camp. Carioca
22 042 – Botafogo 1 x 2 Flamengo (12/2) – Engenhão

Camp. Catarinense
8 293 – Chapecoense 2 x 1 Inter de Lages (29/1) – Arena Condá

Camp. Gaúcho
11 505 – Grêmio 1 x 0 Ypiranga (12/2) – Arena do Grêmio

Camp. Goiano
10 000 – Itumbiara 1 x 1 Aparecidense (1/2) – JK

Camp. Maranhense
1 437 – Sampaio Corrêa 2 x 0 Santa Quitéria (21/1) – Castelão

Camp. Mato-Grossense
2 490 – Sinop 1 x 1 Luverdense (29/1) – Gigante do Norte

Camp. Mineiro
12 036 – Atlético-MG 1 x 0 América-TO (28/1) – Independência

Camp. Paraense
27 953 – Remo 2 x 1 Paysandu (12/2) – Mangueirão

Camp. Paraibano
10 521 – Campinense 1 x 1 Treze (22/1) – Amigão

Camp. Paranaense
10 691 – Coritiba 1 x 0 Paraná (5/2) – Couto Pereira

Camp. Paulista
50 952 – São Paulo 5 x 2 Ponte Preta (12/2) – Morumbi

Camp. Pernambucano
3 101 – Sport 3 x 0 Central (28/1) – Ilha do Retiro

Camp. Piauiense
1 734 – Picos 2 x 2 Ríver (31/1) – Helvídio Nunes

Camp. Potiguar
4 050 – ABC 2 x 0 Globo (15/1) – Frasqueirão

Camp. Sergipano
3 817 – Confiança 0 x 0 Itabaiana (29/1) – Lourival Baptista

Camp. Sul-mato-grossense
2 138 – Comercial 2 x 1 Novoperário (29/1) – Morenão


As maiores contratações dos times brasileiros em 2017
Comentários 5

Rodolfo Rodrigues

Palmeiras e São Paulo movimentaram o mercado da bola nos últimos dias. O Verdão acertou com o atacante colombiano Borja, eleito o melhor jogador da América do Sul em 2016 pelo jornal uruguaio El País, foi comprado por R$ 32,7 milhões. Já o argentino Lucas Pratto saiu do Atlético-MG para o São Paulo por R$ 22 milhões.

As duas recentes contratações superaram a de outro estrangeiro, o colombiano Berrío, que também saiu do Atlético Nacional e fechou com o Flamengo por R$ 15,8 milhões. Aliás, das 20 maiores contratações dos times brasileiros até aqui, nesse início de temporada, nove são de jogadores estrangeiros.

O Palmeiras, atual campeão brasileiro, foi quem mais gastou até aqui em contratações. Só com os jogadores comprados, foram mais de 58 milhões de reais. São Paulo, Flamengo, Santos e Fluminense vêm na sequência entre os clubes que mais investiram em contratações nesse começo de ano.

Maiores contratações do futebol brasileiro em 2017

R$ 32, 7 milhões – Borja (atacante, colombiano)
Do Atlético Nacional-COL para o Palmeiras R$ 32,7

R$ 22 milhões – Pratto (atacante, argentino)
Do Atlético-MG para o São Paulo

R$ 15,8 milhões – Berrío (atacante, colombiano)
Do Atlético Nacional-COL para o Flamengo

R$ 13,5 milhões – Bruno Henrique (atacante)
Do Wolfsburg-ALE para o Santos

R$ 9,7 milhões – Guerra (meia, colombiano)
Do Atlético Nacional-COL para o Palmeiras

R$ 8,4 milhões – Elias (volante)
Do Sporting para o Atlético-MG

R$ 7,4 milhões – Hyoran (meia)
Da Chapecoense para o Palmeiras

R$ 7 milhões – Gabriel (volante)
Do Palmeiras para o Corinthians

R$ 6,8 milhões – Cléber (zagueiro)
Do Hamburgo-ALE para o Santos

R$ 5,8 milhões – Sornoza (meia, equatoriano)
Do Independiente del Valle-EQU para o Fluminense

R$ 5,8 milhões – Orejuela (meia, equatoriano)
Do Independiente del Valle-EQU para o Fluminense

R$ 5,3 milhões – Caicedo (zagueiro, equatoriano)
Do Independiente del Valle-EQU para o Cruzeiro

R$ 5,3 milhões – Raphael Veiga (meia)
Do Coritiba para o Palmeiras

R$ 5,2 milhões – André (atacante)
Do Sporting-POR para o Sport

R$ 3,2 milhões – Renê (lateral esquerdo)
Do Sport para o Flamengo

R$ 3,2 milhões – Vladimir Hernández (atacante, colombiano)
Do Junior-COL para o Santos

R$ 3 milhões – João Paulo (meia)
Do Santa Cruz para o Botafogo

R$ 3 milhões – Keno (atacante)
Do Santa Cruz para o Palmeiras

R$ 1,3 milhão – Beto da Silva (atacante, peruano)
Do PSV Eindhoven-HOL para o Grêmio

R$ 1,2 milhão – Luidy (meia)
Do CRB para o Corinthians