Futebol em Números

Dudu e os capitães que já levantaram a taça do Brasileirão
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Rodolfo Rodrigues

Capitão do Palmeiras na vitória contra o Figueirense, o meia Dudu tornou-se o quarto jogador do clube a levantar a taça do Campeonato Brasileiro. Em 1972 e 1973, o camisa 10 Ademir da Guia foi quem ergueu o troféu. Em 1993, César Sampaio foi o capitão. Já em 1994, Antônio Carlos era o capitão na partida decisiva contra o Corinthians.

Dudu entra para a lista dos 38 jogadores que já levantaram a taça do Brasileirão desde 1971. Até hoje, Zico é o recordista com quatro taças erguidas. Rogério Ceni, do São Paulo, foi capitão em três conquistas. Já Figueroa (Inter), Fábio (Cruzeiro) e Ademir da Guia (Palmeiras), foram duas vezes cada.

CAPITÃES QUE LEVANTARAM A TAÇA DO BRASILEIRÃO
1971 – Oldair (Atlético-MG)
1972 – Ademir da Guia (Palmeiras)
1973 – Ademir da Guia (Palmeiras)
1974 – Alcir (Vasco)
1975 – Figueroa (Internacional)
1976 – Figueroa (Internacional)
1977 – Chicão (São Paulo)
1978 – Édson (Guarani)
1979 – Falcão (Internacional)
1980 – Zico (Flamengo)
1981 – Leão (Grêmio)
1982 – Zico (Flamengo)
1983 – Zico (Flamengo)
1984 – Duílio (Fluminense)
1985 – Almir (Coritiba)
1986 – Careca (São Paulo)
1987 – Zico (Flamengo)
1988 – Bobô (Bahia)
1989 – Zé do Carmo (Vasco)
1990 – Neto (Corinthians)
1991 – Raí (São Paulo)
1992 – Júnior (Flamengo)
1993 – César Sampaio (Palmeiras)
1994 – Antônio Carlos (Palmeiras)
1995 – Wilson Gottardo (Botafogo)
1996 – Dinho (Grêmio)
1997 – Edmundo (Vasco)
1998 – Gamarra (Corinthians)
1999 – Rincón (Corinthians)
2000 – Romário (Vasco)
2001 – Nem (Atlético-PR)
2002 – Paulo Almeida (Santos)
2003 – Alex (Cruzeiro)
2004 – Ricardinho (Santos)
2005 – Tevez (Corinthians)
2006 – Rogério Ceni (São Paulo)
2007 – Rogério Ceni (São Paulo)
2008 – Rogério Ceni (São Paulo)
2009 – Bruno (Flamengo)
2010 – Fred (Fluminense)
2011 – Alessandro (Corinthians)
2012 – Fred (Fluminense)
2013 – Fábio (Cruzeiro)
2014 – Fábio (Cruzeiro)
2015 – Ralf (Corinthians)
2016 – Dudu (Palmeiras)

 

 


Dos times da 1ª divisão, só o Santos não mudou de técnico em 2016
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Rodolfo Rodrigues

A dança dos técnicos no futebol brasileiro segue impressionante. Só nos últimos dias, quatro treinadores de grandes clubes caíram faltando menos de cinco jogos para o fim da temporada: Levir Culpi (Fluminense), Celso Roth (Internacional), Ricardo Gomes (São Paulo) e Marcelo Oliveira (Atlético-MG).

Dos 20 clubes que disputam a Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro em 2016, apenas o Santos não mudou de treinador na temporada. Seu técnico, Dorival Júnior, está no comando da equipe desde julho de 2015. Em quase 17 meses, conquistou um Campeonato Paulista (2016), chegou à final da Copa do Brasil (2015) e provavelmente será vice-campeão Brasileiro nesse ano também, levando o clube para a Libertadores. Em 98 jogos, desde 9 de julho de 2015, conseguiu um bom aproveitamento de 66,3% (58 vitórias, 21 empates e 19 derrotas).

Além do Santos, apenas outros dois times não mandaram treinador embora em 2016: Botafogo e Flamengo. Os dois times cariocas, porém, trocaram de técnico no ano, efetivando os interinos. No Botafogo, Jair Ventura assumiu no lugar de Ricardo Gomes, em julho, que estava no cargo há um ano, desde julho de 2015. Já o Flamengo colocou Zé Ricardo no lugar do Muricy Ramalho, afastado por problema de saúde, em maio, nas primeiras rodadas do Brasileirão.

Figueirense, Internacional e Santa Cruz foram os recordistas de demissões – três cada. O time catarinense mandou embora Hudson Coutinho (que havia entrado no time em setembro de 2015), Vinícius Eutrópio (que ficou pouco mais de 4 meses) e Argel Fucks (que durou 5 semanas no cargo). Seu atual treinador, Marquinhos Santos, que está desde 25 de setembro no cargo, não evitou a queda do time para a Série B.

No Santa Cruz, Marcelo Martelotte, que assumiu o time em junho de 2015 e levou o Santa à Série A, foi demitido no final de março de 2016. Milton Mendes, seu sucessor, que ganhou a Copa do Nordeste e o Campeonato Pernambucano, ficou pouco mais de 4 meses no cargo. Depois, Doriva, durou menos de dois meses. Agora, o interino Adriano Teixeira também não evitou o rebaixamento da equipe.

Já o Inter, grande que mais demitiu, mandou embora Argel no dia 10 de julho, pouco antes dele completar um ano no cargo. Campeão gaúcho, o treinador foi demitido na 14ª rodada do Brasileirão. Em seu lugar, entrou Falcão, ídolo do clube, que ficou apenas cinco jogos no comando. Sem vitória, foi demitido com apenas 20 dias no cargo. Seu sucessor, Celso Roth, completou 100 dias à frente da equipe, mas caiu faltando três rodadas para o final do Brasileirão, sendo substituído por Lisca.

Contando apenas o Brasileirão, somente três dos 20 clubes não trocaram de técnico. Além do Santos, o Palmeiras manteve Cuca (prestes a se sagrar campeão) e o Atlético-PR segurou Paulo Autuori.

Técnicos dos clubes da Primeira Divisão do futebol brasileiro em 2016.

4 TÉCNICOS
Figueirense
Hudson Coutinho (22 J, 6 V, 6 E, 10 D) – 23/9/15 a 17/2/16
Vinícius Eutrópio (30 J, 12 V, 10 E, 8 D) – de 26/2 a 10/7
Argel Fucks (8 J, 1 V, 4 E, 3 D) – 13/7 a 21/8
Marquinhos Santos (10 J, 1 V, 3 E, 6 D) – desde 25/9

Internacional
Argel Fucks (60 J, 31 V, 15 E, 14 D) – 16/8/15 a 10/7/16
Falcão (5 J, 0 V, 2 E, 3 D) – de 17/7 a 7/8
Celso Roth (22 J, 6 V, 6 E, 10 D) – 16/8 a 17/11
Lisca (1 jogo, 0 V, 0 E, 1 D) – desde 21/11

3 TÉCNICOS
América-MG
Givanildo Oliveira (94 J, 45 V, 28 E, 21 D) – 20/9/14 a 2/6/16
Sérgio Vieira (10 J, 2 V, 0 E, 8 D) – de 11/6 a 17/7
Enderson Moreira (22 J, 5 V, 4 E, 13 D) – desde 26/7

Corinthians
Tite (99 J, 61 V, 23 E, 15 D) – de janeiro/15 a 12/6/16
Cristóvão Borges (19 J, 8 V, 4 E, 6 D) – de 19/6 a 17/9
Fábio Carille
(7 J, 3 V, 1 E, 3 D) – de 17/6 a 13/10
Oswaldo de Oliveira (7 J, 2 V, 3 E, 2 D) – desde 16/10

Coritiba
Gílson Kleina (29 J, 13 V, 5 E, 11 D) – de janeiro a 5/6
Pachequinho (10 J, 2 V, 4 E, 4 D) – de 19/6 a 3/8
Paulo César Carpegiani (24 J, 9 V, 8 E, 7 D) – desde 7/8

Cruzeiro
Deivid (15 J, 8 V, 5 E, 2 D) – de janeiro a 24/4
Paulo Bento (17 J, 6 V, 3 E, 8 D) – de 22/5 a 24/7
Mano Menezes (26 J, 12 V, 7 E, 7 D) – desde 31/7

Ponte Preta
Vinícius Eutrópio (4 J, 0 V, 2 E, 2 D) – de janeiro a 14/2
Alexandre Gallo (12 J, 7 V, 2 E, 3 D) – de 25/2 a 15/4
Eduardo Baptista (42 J, 17 V, 10 E, 15 D) – desde 6/5

Santa Cruz
Marcelo Martelotte (45 J, 24 V, 9 E, 12 D) – 20/6/15 a 24/3/16
Milton Mendes (32 J, 11 V, 9 E, 12 D) – de 31/3 a 7/8
Doriva (15 J, 3 V, 2 E, 10 D) – 25/8 a 20/10
Adriano Teixeira (6 J, 1 V, 3 E, 2 D) – desde 29/10

2 TÉCNICOS
Atlético-MG
Diego Aguirre (29 J, 14 V, 7 E, 8 D) – de janeiro a 19/5
Marcelo Oliveira (44 J, 19 V, 14 E, 11 D) – de 30/7 a 23/11

Atlético-PR
Cristóvão Borges (20 J, 9 V, 7 E, 4 D) – de 15/10/15 a 3/3/16
Paulo Autuori (56 J, 26 V, 9 E, 21 D) – desde 9/3

Botafogo
Ricardo Gomes (67 J, 34 V, 16 E, 16 vit) – de 25/7/15 a 4/8/16
Jair Ventura (20 J, 11 V, 2 E, 7 D) – desde 14/8

Chapecoense
Guto Ferreira (49 J, 23 V, 17 E, 9 vit) – de 17/9/15 a 23/6/16
Caio Júnior (35 J, 12 V, 12 E, 10 D) – desde 30/6

Flamengo
Muricy Ramalho (25 J, 13 V, 6 E, 6 D) – de janeiro a 26/5
Zé Ricardo (37 J, 20 V, 9 E, 8 D) – desde 29/5

Fluminense
Eduardo Baptista (24 J, 8 V, 4 E, 12 D) – 20/9/15 a 25/2/16
Levir Culpi (52 J, 22 V, 15 E, 15 D) –  11/3 a 6/11
Marcão (2 J, 0 V, 1 E, 1 D) – desde 15/11

Grêmio
Roger Machado (94 J, 48 V, 22 E, 24 D) – 31/5/15 a 19/5
Renato Gaúcho (16 J, 7 V, 6 E, 3 D) – desde 21/9

Palmeiras
Marcelo Oliveira (50 J, 23 V, 9 E, 17 D) – 21/6/15 a 10/3/16
Cuca (51 J, 28 V, 11 E, 12 D) – desde 18/3

São Paulo
Edgardo Bauza (47 J, 16 V, 13 E, 18 D) – de janeiro a 4/8
Ricardo Gomes (18 J, 6 V, 5 E, 7 D) – de 21/8 a 20/11

Sport
Falcão (34 J, 17 V, 6 E, 11 D) – 24/9/15 a 17/4/16
Oswaldo de Oliveira (34 J, 9 V, 9 E, 16 D) – de 5/5 a 12/10
Daniel Paulista (6 J, 3 V, 0 E, 3 D) – desde 27/10

Vitória
Vágner Mancini (77 J, 34 V, 19 E, 24 D) – 13/6/15 a 10/9/16
Argel Fucks (12 J, 5 V, 1 E, 6 D) – desde 19/6

1 TÉCNICO
Santos

Dorival Júnior (98 J, 58 V, 21 E, 19 D) – desde 9/7/15

Em vermelho os técnicos demitidos.
Em azul os técnicos interinos que ficaram mais de um jogo no comando.
Em verde os técnicos que deixaram os clubes. Tite (Corinthians), foi para a Seleção Brasileira; Edgardo Bauza (São Paulo), para a Seleção Argentina; Ricardo Gomes (Botafogo), foi para o São Paulo; e Oswaldo de Oliveira (Sport), foi para o Corinthians.

 

 

Tags : Santos


Palmeiras pode ser o primeiro time sem expulsão nos pontos corridos
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Rodolfo Rodrigues

Faltando duas rodadas para o final do Brasileirão, o Palmeiras, líder do campeonato, é até aqui o único clube que ainda não teve jogador expulso na competição. Em 36 jogos, o time do técnico Cuca é o único sem cartão vermelho. Na última rodada, Botafogo e Fluminense, que também estavam zerados, tiveram um jogador expulso cada.

Até hoje, na história do Brasileirão na era dos pontos corridos, nenhum clube terminou o Brasileirão sem jogador expulso. O Vitória, em 2013, e Cruzeiro, Atlético-PR, Coritiba e Chapecoense, em 2014, são os recordistas até 2015 com apenas uma expulsão em 38 jogos.

No Brasileirão de 2016, depois do Palmeiras, os clubes com menos expulsões são Atlético-PR, Botafogo e Fluminense (1 cada), América-MG e Chapecoense (2 cada) e Atlético-MG, Figueirense e Ponte Preta (3 cada). Já os clubes com mais expulsos são Cruzeiro (9), Sport (7), Grêmio e Vitória (6), Inter e Santa Cruz (5) e Corinthians, Coritiba, Flamengo, Santos e São Paulo (4 cada).

Clubes com menos expulsões desde 2003:
2003 – Guarani – 13º (6 em 42 jogos)
2004 – Atlético-MG – 19º (3 em 46 jogos)
2005 – Inter – 2º (4 em 42 jogos)
2006 – Paraná – 5º (4 em 38 jogos)
2007 – Santos – 2º; Flamengo – 3º; Fluminense – 4º; Corinthians – 17º (4 em 38 jogos)
2008 – Santos – 15º (2 em 38 jogos)
2009 – Flamengo – 1º (4 em 38 jogos)
2010 – Corinthians – 3º (3 em 38 jogos)
2011 – Coritiba – 8º (3 em 38 jogos)
2012 – Bahia – 15º (2 em 38 jogos)
2013 – Vitória – 5º (1 em 38 jogos)
2014 – Cruzeiro – 1º; Atlético-PR – 8º; Coritiba – 14º; Chapecoense – 15º (1 em 38 jogos)
2015 – Corinthians – 1º; Grêmio – 3º; Sport – 6º (2 em 38 jogos)
2016 – Palmeiras – 1º (0 em 36 jogos)

Clubes com menos amarelos desde 2003:
2003 – Cruzeiro – 1º – (91 em 46 jogos)
2004 – Inter – 8º (96 em 46 jogos)
2005 – Inter – 2º (92 em 42 jogos)
2006 – Atlético-PR – 13º (91 em 38 jogos)
2007 – Fluminense – 4º (77 em 38 jogos)
2008 – Cruzeiro – 3º e Atlético-MG – 12º (82 em 38 jogos)
2009 – Avaí – 6º (88 em 38 jogos)
2010 – Fluminense – 1º (82 em 38 jogos)
2011 – Botafogo – 9º (81 em 38 jogos)
2012 – Botafogo – 7º (73 em 38 jogos)
2013 – Vitória – 5º (61 em 38 jogos)
2014 – Goiás – 13º (60 em 38 jogos)
2015 – Corinthians – 1º (64 em 38 jogos)
2016 – América-MG – 20º (50 em 36 jogos)

Tags : Palmeiras


Atlético-MG passa a ter o melhor ataque do Brasileirão
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Rodolfo Rodrigues

Com os três gols marcados ontem, no empate contra o Santa Cruz, no Arruda (3 x 3), o Atlético-MG passou a ter o melhor ataque do Campeonato Brasileiro com 60 gols em 36 jogos (média de 1,67). O Galo tem agora um gol a mais do que o Palmeiras, líder e virtual campeão brasileiro, e dois a mais do que o Santos, o segundo colocado.

O atacante Fred, que marcou o primeiro gol do Atlético-MG ontem, assumiu também a artilharia com 14 gols e, ao lado de Robinho, que tem 12 gols, forma o ataque mais positivo do Brasileirão (24 gols – Fred fez dois pelo Fluminense).

Em 2012, o Galo conseguiu terminar o Brasileirão com o melhor ataque pela primeira vez. Naquele ano, marcou 64 em 38 jogos (média de 1,68 por partida). Bem próxima da atual (1,67), a segunda pior desde 2003. Apenas o Fluminense de 2011 (1,58 por jogo), foi pior.

Até hoje, em 13 edições, o Cruzeiro foi o time que mais vezes terminou o Brasileiro com o melhor ataque (4 vezes), seguido por Corinthians e Grêmio, com duas cada. Flamengo, Fluminense, Santos, São Paulo e Atlético-MG tiveram o melhor ataque uma vez cada.

Melhores ataque do Brasileirão na era dos pontos corridos (desde 2003):

AnoClubeGolsJogosMédia
2003Cruzeiro102462,22
2004Santos104442,24
2005Corinthians87422,07
2006São Paulo66381,74
2007Cruzeiro73381,92
2008Flamengo67381,76
2009Grêmio67381,76
2010Grêmio68381,79
2011Fluminense60381,58
2012Atlético-MG64381,68
2013Cruzeiro77382,03
2014Cruzeiro67381,76
2015Corinthians71381,87
2016Atlético-MG60361,67

Os clubes mais vezes rebaixados no Brasileirão
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Rodolfo Rodrigues

Com as derrotas de ontem, América-MG e Santa Cruz foram rebaixados pela quinta vez cada no Brasileirão. Assim, subiram para a liderança dos clubes que mais vezes caíram na história da competição, desde 1971. Na verdade, desde 1988, quando o torneio passou a rebaixar as equipes. Coritiba, Sport e Vitória, que já foram rebaixados quatro vezes, ainda podem igualar o feito de América-MG e Santa Cruz ainda nesse ano.

Rebaixamentos na Série A do Brasileirão (desde 1988)*:
5 vezes
– América-MG e Santa Cruz
4 vezes
– Coritiba, Criciúma, Goiás, Náutico, Sport e Vitória
3 vezes – Atlético-PR, Bahia, Fortaleza, Guarani, Paysandu, Portuguesa e Vasco
2 vezes – América-RN, Avaí, Botafogo, Ceará, Figueirense, Grêmio, Palmeiras, Ponte Preta e União São João
1 vez – Atlético-GO, Atlético-MG, Botafogo-SP, Bragantino, Corinthians, Desportiva-ES, Fluminense, Gama, Internacional-SP, Ipatinga, Joinville, Juventude, Prudente, Remo, Santo André, São Caetano e São José-SP.

* Em 1996, Fluminense e Bragantino foram rebaixados, mas houve virada de mesa e os dois clubes jogaram na primeira divisão em 1997. Já em 1999, Gama, Paraná, Juventude e Botafogo-SP também foram rebaixados, mas acabaram jogando também na Copa João Havelange em 2000.

Já na era dos pontos corridos, desde 2003, os clubes que mais caíram até aqui foram Vasco e Vitória, cada um com três rebaixamentos. O time baiano, aliás, ainda luta para se manter na Série A. Entre 41 clubes que já disputaram a Série A nesse período, apenas sete ainda não foram rebaixados: São Paulo, Cruzeiro, Internacional, Santos, Fluminense e Flamengo (que jogaram todas as 13 edições) e a Chapecoense (que disputa sua terceira edição seguida). Desde 1971, Cruzeiro, Inter e Flamengo são os únicos a jogarem todas as edições do Brasileiro. São Paulo e Santos, que não disputaram a edição de 1979 (por desentendimento pela falta de datas), entram no seleto grupo dos grandes que nunca foram rebaixados.

Rebaixamentos na Série A do Brasileirão na era dos pontos corridos (desde 2003)*:
3 vezes
– Vasco e Vitória
2 vezes – América-MG, Avaí, Bahia, Coritiba, Criciúma, Figueirense, Fortaleza, Goiás, Guarani, Náutico, Ponte Preta, Portuguesa, Santa Cruz e Sport
1 vez –
América-RN, Atlético-GO, Atlético-MG, Atlético-PR, Botafogo, Brasiliense, Ceará, Corinthians, Grêmio, Ipatinga, Joinville, Juventude, Palmeiras, Paraná, Paysandu, Prudente, Santo André e São Caetano


Volante Renato, 37 anos, é quem mais jogou no Brasileirão
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Rodolfo Rodrigues

Um dos destaques do Santos, vice-líder do Brasileirão, o volante Renato, de 37 anos, é o único jogador de linha a atuar em todas as 34 rodadas do competição até aqui. O goleiro Wilson, do Coritiba, também tem 34 jogos.
Jogadores com mais partidas no Brasilerão até a 34ª rodada:
34 jogos
Renato (volante, Santos, 37 anos)
Wilson (goleiro, Coritiba, 32 anos)

33 jogos
Cléber Santana (meia, Chapecoense, 35 anos)
Juninho (zagueiro, Coritiba, 21 anos)
Willian Arão (volante, Flamengo, 24 anos)
Henrique (zagueiro, Fluminense, 30 anos)
Vanderlei (goleiro, Santos, 32 anos)
Victor Ferraz (lateral direito, Santos, 28 anos)
Denis (goleiro, São Paulo, 29 anos)

Um dos mais velhos da competição, Renato, aos 37 anos, disputa o seu 13º Brasileirão na história. Em 1998, fez sua estreia pelo Guarani, quando disputou 12 jogos. Em 1999, voltou a jogar pelo time de Campinas. Já em 2000, atuou pelo Santos, quando fez 22 jogos. Por lá ficou até 2004, onde conquistou os títulos de 2002 e 2004. Em 2011, de volta ao Brasil, atuou pelo Botafogo, por onde ficou até 2014. Em 2015, voltou ao Santos, quando disputou 24 jogos. Somando os 34 jogos desse ano, Renato já entra na lista dos jogadores com mais de 300 jogos pelo Brasileirão desde 1971.

Pelo Santos, Renato já acumula 346 jogos e é o 24º com mais partidas na história do clube, seis jogos atrás de Mauro Ramos (352) e 12 jogos atrás de Toninho Guerreiro.

Jogadores com mais de 300 jogos pelo Brasileirão desde 1971:

JogadorPosiçãoJogosPeríodo
Rogério CeniGoleiro57593-15
FábioGoleiro49900-16
Leonardo MouraLateral-direito44601-16
Paulo BaierMeia40497-14
DaniloMeia37000-16
ZinhoMeia36986-04
ClemerGoleiro36894-08
RamonMeia36789-10
HarleiGoleiro34800-13
10°EdinhoVolante34603-16
11ºCléberZagueiro33890-06
AlessandroLateral-direito33800-13
13ºÍndioZagueiro33797-14
14ºKléberLateral-esquerdo33198-14
15ºJuanLateral-esquerdo32804-16
16°WladimirLateral-esquerdo33073-89
17ºRoberto DinamiteAtacante32671-92
18ºDagobertoAtacante32201-16
18ºDurvalZagueiro32005-16
Júnior CésarLateral-esquerdo32000-14
20ºEdmundoAtacante31592-08
TúlioVolante31595-12
22ºAroucaVolante31003-16
23ºRenatoVolante30798-16
Renato AbreuMeia30700-13
25ºDiego SouzaMeia30403-16
FlávioGoleiro30497-11
27ºEduardo AmorimMeia30189-93
VellosoGoleiro30189-93
29ºTarcisoAtacante30071-87

Neymar: 3º mais jovem a marcar 50 gols por uma seleção
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Rodolfo Rodrigues

Com apenas 24 anos, Neymar vem conquistando números impressionantes pela Seleção Brasileira. Ontem, na vitória sobre a Argentina por 3 x 0, no Mineirão, pelas Eliminatórias, marcou seu 50º gol com a camisa amarela.

Até hoje, em toda a história do futebol, apenas 52 jogadores marcaram 50 gols por uma seleção. Destes, somente mais dois alcançaram essa marca com 24 anos: Pelé e o sul-coreano Cha Bum-kun. Pelé, quando marcou seu 50º gol pela Seleção Brasileira, havia disputado apenas 48 jogos e tinha 24 anos, 8 meses e 11 dias. Já o sul-coreano marcou seu 50º gol com 24 anos, 3 meses e 14 dias, em seu 109º jogo. Cha Bum-kun estreou por sua seleção prestes a completar 19 anos. Pelé estreou com 16 anos e 9 meses. Já Neymar estreou em 2010 com 18 anos.

E o 50º gol de Neymar saiu em seu 74º jogo, igualando o feito de Ronaldo, que também precisou dos mesmos 74 jogos para marcar 50 gols. A média de Neymar (0,68) é também um das mais altas entre os jogadores que chegaram aos 50 gols. Entre os jogadores de seleções que já ganharam Copa do Mundo, apenas Gerd Müller (41), Pelé (48) e Romário (64) precisaram de menos jogos para marcar 50 gols. Messi chegou ao 50º gol após 108 jogos e com 28 anos. Cristiano Ronaldo fez seu 50º gol com 29 anos e 114 jogos.

Idade dos jogadores quando marcaram 50 gols por um seleção:

JogadorPaísIdade
Cha Bum-kunCoreia do Sul24
PeléBrasil24
NeymarBrasil24
Bashar AbdullahKuwait25
Sándor KocsisHungria25
Ferenc PuskásHungria25
Gerd MüllerAlemanha26
Piyapong Pue-onTailândia26
Hussein SaeedIraque26
Imre SchlosserHungria27
RonaldoBrasil27
Jasem Al-HuwaidiKuwait27
Stern JohnTrinidad Tobago27
Kiatisuk SenamuangTailândia27
MessiArgentina28
Ahmed RadhiIraque28
Majed AbdullahArábia Saudita28
Kunishige KamamotoJapão28
Lajos TichyHungria29
Wayne RooneyInglaterra29
David VillaEspanha29
Cristiano RonaldoPortugal29
Bader Al-MutawaKuwait30
Jon Dahl TomassonDinamarca30
Ali AshfaqMaldivas30
Samuel Eto'oCamarões30
Kazuyoshi MiuraJapão30
Robbie KeaneIrlanda30
Ali DaeiIrã30
Sunil ChhetriÍndia31
Gabriel BatistutaArgentina31
Landon DonovanEstados Unidos31
Younis MahmoudIraque31
Godfrey Chitalu
Van PersieHolanda32
Thierry HenryFrança32
Adnan Al TalyaniEmirados Árabes32
Joachim StreichAlemanha32
IbrahimovicSuécia32
Carlos RuizGuatemala32
Hossam HassanEgito32
Miroslav KloseAlemanha32
Hwang Sun-hongCoreia do Sul33
Clint DempseyEstados Unidos33
Poul NielsenDinamarca33
Fandi AhmadCingapura33
DrogbaCosta do Marfim33
Karim BagheriIrã34
Jan KollerRep. Tcheca34
RomárioBrasil34
Hakan SukurTurquia35
Carlos PavónHonduras35

Número de jogos e média de gols dos jogadores quando eles alcançaram a marca de 50 gols por uma seleção:

JogadorPaísJogosMédia
Poul NielsenDinamarca361,39
Kunishige KamamotoJapão371,35
Ferenc PuskásHungria411,22
Gerd MüllerAlemanha411,22
Sándor KocsisHungria421,19
Jasem Al-HuwaidiKuwait421,19
PeléBrasil481,04
Imre SchlosserHungria501,00
Piyapong Pue-onTailândia620,81
RomárioBrasil640,78
Stern JohnTrinidad Tobago650,77
Lajos TichyHungria680,74
Ali DaeiIrã710,70
Gabriel BatistutaArgentina720,69
Majed AbdullahArábia Saudita730,68
NeymarBrasil740,68
RonaldoBrasil740,68
Ali AshfaqMaldivas760,66
Kazuyoshi MiuraJapão760,66
Godfrey Chitalu
DrogbaCosta do Marfim760,66
Bashar AbdullahKuwait800,63
David VillaEspanha800,63
Jan KollerRep. Tcheca800,63
Hussein SaeedIraque840,60
Karim BagheriIrã840,60
Carlos PavónHonduras840,60
Fandi AhmadCingapura860,58
Kiatisuk SenamuangTailândia900,56
Sunil ChhetriÍndia900,56
Joachim StreichAlemanha910,55
Jon Dahl TomassonDinamarca960,52
Ahmed RadhiIraque990,51
IbrahimovicSuécia990,51
Miroslav KloseAlemanha990,51
Carlos RuizGuatemala1000,50
Van PersieHolanda1010,50
Hwang Sun-hongCoreia do Sul1030,49
Samuel Eto'oCamarões1060,47
Wayne RooneyInglaterra1070,47
Hakan SukurTurquia1070,47
MessiArgentina1080,46
Robbie KeaneIrlanda1080,46
Cha Bum-kunCoreia do Sul1090,46
Thierry HenryFrança1130,44
Cristiano RonaldoPortugal1140,44
Younis MahmoudIraque1250,40
Clint DempseyEstados Unidos1260,40
Hossam HassanEgito1320,38
Landon DonovanEstados Unidos1450,34
Adnan Al TalyaniEmirados Árabes1530,33
Bader Al-MutawaKuwait1550,32

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Messi leva vantagem sobre Neymar no confronto direito
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Rodolfo Rodrigues

Os dois principais jogadores de Brasil e Argentina, Neymar e Messi, se enfrentarão hoje pela quinta vez na história. Os atacantes do Barcelona já estiveram frente a frente, um contra o outro, em quatro oportunidades, sendo três por suas seleções.

Na primeira vez em que se enfrentaram, deu Messi, na vitória da Argentina sobre o Brasil por 1 x 0, no dia 17 de novembro de 2010, num amistoso realizado em Doha, no Catar. O camisa 10 da Argentina, então com 23 anos, marcou o gol da vitória aos 45 minutos do segundo tempo. Messi já tinha ali 54 jogos e 15 gols por sua seleção. Neymar, com 18 anos, estava disputando seu segundo jogo pela Seleção Brasileira e acabou substituído por André aos 32 minutos do segundo tempo.

Já o segundo confronto entre os dois foi na goleada do Barcelona sobre o Santos na final do Mundial de Clubes de 2011, no Japão. Messi marcou duas vezes na vitória por 4 x 0, que garantiu o título ao clube espanhol.

No ano seguinte, em 2012, os craques voltaram a se enfrentar num amistoso entre Brasil e Argentina, dia 9 de junho, em Nova Jersey-EUA. Messi, outra vez, desequilibrou e marcou três gols na vitória argentina por 4 x 3. Neymar deu uma assistência para o gol do volante Rômulo, que abriu o placar.

Já o último confronto entre os dois foi no dia 11 de outubro de 2014, em Pequim, na China, no amistoso vencido pelo Brasil por 2 x 0. Diego Tardelli marcou os dois gols e Messi perdeu um pênalti, defendido pelo goleiro Jefferson.

Messi, hoje com 29 anos, é o maior artilheiro da Seleção Argentina com 56 gols em 114 jogos (média de 0,48 por partida) e o quarto que mais jogou, atrás de Zanetti (145 jogos), Mascherano (133) e Roberto Ayala (115). Neymar, com 24 anos, é o quarto maior artilheiro da Seleção Brasileira com 49 gols em 73 jogos (média de 0,66 por partida), atrás de Pelé (77 gols), Ronaldo (62) e Romário (55). E hoje o 27º com mais jogos. Com o jogo, igualará Rivaldo, o 26º da lista com 74 jogos.


Grêmio é quem mais sofre gols de ex-jogadores
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Rodolfo Rodrigues

Mais uma vez o Grêmio sofreu na mão de um ex-jogador seu no Brasileirão. Ontem, o meia Diego Souza marcou dois belos gols na vitória por 3 x 0 em plena Arena do Grêmio. No primeiro turno, marcou também duas vezes na vitória por 4 x 2 do Leão na Ilha do Retiro.

Até agora, dos 37 gols sofridos pelo Tricolor gaúcho na competição, oito foram de ex-jogadores. Além de Diego Souza, que marcou quatro, o zagueiro Thiego, da Chapecoense (duas vezes), o atacante André Lima, do Atlético-PR, e o zagueiro Fábio Ferreira, da Ponte Preta, também deixaram suas marcas no ex-clube.

Já o meia Diego Souza é o maior carrasco dos ex-clubes nesse Brasileirão. O jogador do Sport fez, além dos quatro gols no Grêmio, mais um no Fluminense e outro no Atlético-MG. Com 13 gols, Diego Souza agora divide a artilharia do Brasileirão com Fred. Vale lembrar que Diego Souza é um dos únicos jogadores a disputar todas as edições do Brasileiro na era dos pontos corridos (desde 2003), ao lado do lateral-esquerdo Fábio Santos, hoje no Atlético-MG.

Clubes que mais sofreram gols de seus ex-jogadores
8 gols
Grêmio –
Diego Souza (Sport – 4 gols), Thiego (Chapecoense – 2 gols), Fábio Ferreira (Ponte Preta) e André Lima (Atlético-PR)

5 gols
Inter –
Rafael Sóbis (Cruzeiro – 3 gols), Réver (Flamengo) e Cleiton Xavier (Palmeiras)
Sport – Ananias (Chapecoense – 2 gols), Patric (Atlético-MG), Danilo Barcelos (América-MG) e Marquinhos Gabriel (Corinthians)

4 gols
América-MG –
Fred (Fluminense e depois pelo Atlético-MG), Nikão (Atlético-PR) e Rodriguinho (Corinthians)
Cruzeiro – Kléber (Coritiba), Fred (Atlético-MG), Diego Renan (Vitória) e Camilo (Botafogo)

3 gols
Chapecoense –
Jaílson (Grêmio), Camilo (Botafogo) e Roger (Ponte Preta)
Palmeiras – Alan Patrick (Flamengo – 2 gols) e Leandro (Coritiba)

2 gols
Atlético-MG
Diego Souza (Sport) e Dudu Cearense (Botafogo)
CorinthiansGuerrero (Flamengo – 2 gols)
Figueirense – Thiago Heleno (Atlético-PR) e Bruno Silva (Botafogo)
Fluminense – Diego Souza (Sport), Carlos Alberto (Figueirense) e Rafael Sóbis (Cruzeiro)
São Paulo – Cícero (Fluminense) e Carlos Alberto (Figueirense)

1 gol
Coritiba –
Rafinha (Cruzeiro)
Vitória – Fágner (Corinthians)

Jogadores que mais marcaram gols em seus ex-clubes:
6 gols –
Diego Souza (Sport)
4 gols – Rafael Sóbis (Cruzeiro)
3 gols – Fred (Fluminense e Atlético-MG),
2 gols – Alan Patrick (Flamengo), Ananias (Chapecoense), Camilo (Botafogo), Carlos Alberto (Figueirense), Guerrero (Flamengo) e Thiego (Chapecoense)
1 gol – André Lima (Atlético-PR), Bruno Silva (Botafogo), Cícero (Fluminense), Cleiton Xavier (Palmeiras), Danilo Barcelos (América-MG), Diego Renan (Vitória), Dudu Cearense (Botafogo), Fábio Ferreira (Ponte Preta), Fágner (Corinthians), Jaílson (Grêmio), Kléber (Coritiba), Leandro (Coritiba), Marquinhos Gabriel (Corinthians), Nikão (Atlético-PR), Patric (Atlético-MG), Rafinha (Cruzeiro), Réver (Flamengo), Rodriguinho (Corinthians), Roger (Ponte Preta) e Thiago Heleno (Atlético-PR)  


Cássio: pior Brasileirão pelo Corinthians
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Rodolfo Rodrigues

Herói do Corinthians nos títulos da Libertadores e do Mundial de Clubes de 2012 e um dos destaques do time na conquista do último Brasileirão, o goleiro Cássio, de 29 anos, vem passando pelo seu pior momento pelo clube. Depois de perder a titularidade no início do Brasileiro, com o técnico Tite, o goleiro voltou a ser reserva com Oswaldo de Oliveira e só voltou ao time após a lesão de Walter.

Neste Brasileirão, Cássio disputou 21 jogos e sofreu 26 (quatro deles no último sábado no clássico contra o São Paulo). Pela primeira vez, desde que estreou pelo clube na competição, em 2012, o goleiro tem uma média de gols sofridos superior a um por partida (1,24). Walter, o reserva, levou 12 gols em 15 jogos (0,80).

Desde 2012, esse é também o ano que Cássio menos atuou depois de estrear na equipe. Em 2012, disputou 43 jogos, mas depois da estreia, em maio. Agora, em 2016, fez 44 jogos. Em 2013, disputou 49 jogos; em 2014, fez 51 jogos; e em 2016, jogou 60 partidas.

Desempenho de Cássio pelo Corinthians em Brasileiros:

AnoJGCACV
201232-3220
201329-1800
201435-2920
201535-2920
201621-2610
Total152-13470

Em 2016, Cássio se tornou o quarto goleiro que mais vezes defendeu o Corinthians, superando Ado e Bino nessa temporada. Hoje, o gaúcho tem 251 jogos pelo clube e está atrás de Cabeção (324 jogos entre 1949 e 1966), Gilmar (395 jogos entre 1951 e 1961) e Ronaldo (602 jogos entre 1988 e 1998). Com contrato até dezembro de 2019, tem chance de ganhar mais algumas posições nessa lista. Resta saber, porém, se fica no clube até lá.